Tudo começa na época da escola, precisamente no final do meu ensino médio. Nunca fui um exemplo de garota, rsrs. Afinal, meu pai traía minha mãe e ela vice-versa. Exemplos? Temos sim! Matava aula para transar com um namorado que era 10 anos mais velho que eu, bebia e me exibia na praia sem nenhum problema, dava selinho nas amigas quando estava bêbada... Logo cresci, entendi como o mundo funcionava e incorporei uma persona totalmente o oposto da minha. Arrumei um emprego, explorei brechas ilegais e consegui chegar onde cheguei, arrumei um marido e cá estou, criando um conto erótico/história. Sou casada com ****** (para fins de privacidade, seu nome será Estevão). Estevão é de família abastada, filhos de empresário e professora universitária. Seus avós eram donos de centenas e se bobear, até de milhares de hectares. Já eu, filha de pais semianalfabetos. Nos conhecemos numa boate no litoral paulista, onde Estevão se aproximou, trocamos umas palavras e fomos para um canto se beijar, ele sempre soube beijar bem e era bem safado. Eu deveria estar com algum vestido curto no dia, pois sentia suas mãos pesadas percorrendo a parte de trás das minhas coxas, quase que partindo meu bumbum ao meio. Até então naquele momento, nem sabia com o que trabalhava e nem seu histórico. Transamos e cada um segue seu rumo. Passado um bom tempo (leia-se pelo menos 1 ano e meio), nos encontramos novamente na mesma boate, mas dessa vez, além de transarmos e seguirmos nossos rumos, tivemos um encontro. Fomos saindo, de namorados para casados em 3 anos. Enquanto noivos (já morávamos juntos) descobri uma traição por parte dele, estava saindo com uma moça novata do escritório onde trabalhava. Fiquei enfurecida, queria matar ele e cortar seu pinto fora de tanto ódio que tive dele. Então resolvi trocar na mesma moeda, em menos de 1 semana eu já estava me arrumando para ir encontrar o outro cara. Fomos para um motel e transamos (obviamente com camisinha), ao ir embora, fiz questão de pegar a camisinha gozada e guardar. Cheguei em casa tarde, Estevão veio me questionar sobre o horário. Prontamente respondi: - Tô fazendo o mesmo que você fez! Acha mesmo que não sei que você saiu com aquela biscate que você chama de colega? Eu sei de tudo. Nisso então entrego a camisinha usada com um nó, ponho na mão dele e falo: -A sua sorte é que eu me protegi e espero muito que você tenha feito o mesmo, pois nessa semana farei exame e se eu tiver com alguma coisa, eu te mato!!! Estevão ficou imóvel na cozinha, ficou quase 3 semanas implorando por perdão e o perdoei, nos casamos e a vida seguiu. Passado um tempo, acham que Estevão guardou seu pinto dentro da sua cueca, de jeito nenhum. No começo ele até fazia questão de esconder e inventar coisas, mas passou um tempo ele demonstrava que estava nem aí, deixava as provas do crime escancaradas. O que eu fazia? Exatamente como fiz da primeira vez, devolvia na mesma moeda. Vale lembrar que Estevão ficou doente, precisou fazer uma cirurgia e no quarto, antes da cirurgia, ele se abriu para mim, disse tudo o que fez depois do primeiro episódio achando que se ele partisse, iria de consciência tranquila. Euzinha aqui respondi: eu sei de tudo meu querido, e fiz o mesmo que fiz da outra vez, tá? A cirurgia foi um sucesso, ele voltou para casa e desde então nossa relação segue num estranho modo onde somos não-monogâmicos e ao mesmo somos tempo somos monogâmicos. Eu comecei a sair escondido com outros homens online e ele saia escondido com outras mulheres. Nunca fui atrás de fuçar seu celular e computador e ele o mesmo. De lá para cá experimentei diversas coisas das quais nunca tinha experimentado, tais como: sair por aí sem calcinha e sem sutiã no encontro, usar mini saia, ir em motel, praticar fetiches e realizar alguns. Eu e Estevão já chegamos a ir em clube de swing juntos, encontramos um casal gente boa e realizamos o ato. Após isso, parece que o relacionamento melhorou, ficou mais leve. Num encontro com outro casal, combinamos de ir na casa deles para um encontro intimo. No entanto, enquanto estávamos bebendo, a mulher disse que “gostaria muito de ver o marido dela enchendo a outra de leite” e sorriu pra mim. Ficando sem acreditar, pois sempre que saía com outros caras, eu nunca deixei nenhum outro homem ejacular dentro de mim (exceto na boca, mas cuspia depois), então, Estevão diz “que para ele não seria um problema, que ele não liga”. Interrompo e pergunto: -Não seria um problema então? -Não seria, ué. Vai me dizer que nunca deixou gozarem dentro? -Desde que casei não, sempre usei camisinha, idiota! Mas se não tem problema então, ele vai me fuder gostoso de 4 e gozar tudo em mim! Daí em diante pesou um clima um pouco, mas resolvemos. Durante o sexo, senti que Estevão gozaria e falei para ele vir gozar dentro. Nisso, o casal seguia fodendo ao nosso lado, o marido terminou o sexo com sua esposa e veio até mim, masturbei ele, mamei e pedi para pôr em mim, e ele pôs. Até que disse: -Não tira, goza dentro também, vai ficar a sua porra e a do meu marido! Né, amor? Estevão nem parecia se importar com o que eu disse, estava mais preocupado em foder aquela mulher. Desde esse incidente, passei a deixar gozarem dentro de mim (e puta que pariu, a sensação com o amante é gostoso demais!!) seja na bucetinha ou no meu cuzinho. Obviamente isso acontece quando crio intimidade e confiança o bastante para isso. Eu exijo um exame em laboratório mostrando que a pessoa está limpa e eventualmente eu faço o mesmo. Tive alguns episódios solos com casais e eventual flerte com outras mulheres, mas sem sucesso nesse último. Enfim, é isso. Acho que está bom para um primeiro conto. Não é mesmo?
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