Meu Cuzinho Foi Arrombado por Três Homens de Meia-Idade
sexta o Ricardo, que trabalha comigo, chegou e falou baixinho: — Tem uma festa hoje na casa de um amigo. Pouca gente. Vai? Meu marido tava viajando. Minha filha na casa da minha mãe. Eu fiquei com aquele nervoso gostoso e aceitei. A festa era numa casa simples. Música baixa, bebida, um cheiro de maconha no ar. Ricardo me apresentou pro Bruno e pro Diego. Os três eram homens de meia-idade, uns 40 e poucos. Não eram malhados nem nada. Tinham barriga, peito um pouco caído, corpo de homem que já passou dos 30 faz tempo. Mas quando eu olhei pras calças… dava pra ver. Eram bem dotados. Grossos. Do jeito que eu sempre imaginei. Eu bebi demais. O corpo esquentou. A saia subiu um pouco quando sentei. Ricardo colocou a mão na minha coxa. Depois os outros dois chegaram perto. — Você é casada, né? — o Bruno perguntou, sorrindo. Eu só balancei a cabeça. — Mas hoje o marido não tá aqui… — o Diego completou. As mãos começaram a tocar. Primeiro na coxa, depois na bunda. Ricardo puxou um pouco meu decote e meu peito saiu. Eu gemí baixinho. Não pedi pra parar. Eles me levaram pro quarto. A porta fechou. Luz fraca. Me colocaram de quatro na cama. Levantaram a saia, puxaram a calcinha pro lado. Ricardo enfiou dois dedos em mim e depois colocou na minha boca. — Olha como tá molhada… Bruno tirou o pau na minha frente. Era grosso, veias aparecendo. Eu abri a boca e tentei engolir. Engasguei um pouco. Diego abriu minha bunda e cuspiu no meu cu. Depois enfiou o dedo. Eu tava com medo e tesão ao mesmo tempo. Ricardo enfiou primeiro. O pau dele foi fundo de uma vez. Eu gritei no pau do Bruno. Diego não esperou muito. Colocou a cabeça do pau no meu cu e foi empurrando devagar. Doía. Ardia. Mas eu não pedi pra parar. — Aiiii… é muito grosso… — Aguenta… — ele falou, segurando minha cintura. A barriga dele encostava nas minhas costas. O peso do corpo dele fazia tudo parecer mais real. Depois eles trocaram. Eu fiquei em cima do Bruno, com o pau dele dentro da boceta, o Diego no meu cu e o Ricardo na minha boca. Os três ao mesmo tempo. Eu nunca tinha feito nada assim. O cu ardia pra caralho, mas o tesão era maior. Eu gozava e gemia sem conseguir parar. Eles gozaram uma vez. Diego dentro do meu cu. Bruno dentro da boceta. Ricardo na minha cara. Eu engoli o que deu. Mas não parou. Eles continuaram se revezando só no meu cu. Um depois do outro. A porra do anterior facilitava a entrada do próximo. Eu ficava de quatro, a bunda empinada, gemendo, pedindo mais mesmo quando a voz já tava rouca. O corpo deles era pesado, não atlético. Cada estocada parecia mais dominante por causa disso. Quando clareou, eu ainda tava na mesma posição. Diego metendo fundo no meu cu. Bruno deitado na frente, eu chupando ele de novo. Ricardo filmando com o celular. Meu cu tava aberto, inchado, latejando. Eu não conseguia fechar as pernas direito. Tava arrombado de verdade. Diego segurou meu cabelo preto e puxou pra trás. Ele tirou o pau do meu cu e se colocou na minha frente. Os três ficaram em pé ao meu redor. Eu ajoelhei no chão, boca aberta, cara suja. Diego gozou primeiro. Segurou meu cabelo e jorrou na minha cara. Quente, grosso, escorrendo pelos olhos e pela boca. Eu engoli o que caiu na língua. Bruno veio em seguida. Enfiou na minha boca e gozou fundo. Eu engasguei, a porra escorrendo pelos cantos da boca e caindo no peito. Por último o Ricardo. Esfregou o pau na minha língua e gozou com força no meu rosto inteiro. Eu fiquei ali ajoelhada, ofegante, o cu latejando, a boca cheia do gosto deles, enquanto os três olhavam pra mim.
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