De Pai Para Filha - Capítulo 1

Me chamo Lucas, e vou contar como minha vida mudou completamente e minha filha acabou se tornando mais que minha amante, virando quase uma segunda esposa dentro da minha casa.

Nunca foi fácil viver em uma casa com três mulheres. Casado há 20 anos com Luana, minha primeira namorada da faculdade, tivemos apenas 2 filhas, Fernanda, a mais nova, e Rafaela, a mais velha.

Não vi o tempo passar, entre tanto trabalho e estudo, ser empresário de atletas exige muito mais que apenas dedicação.

Só notei que ela já era uma mulher naquela noite.

Rafaela sempre foi mais apegada a mim que à mãe. Sempre interessada nos jogadores de futebol que eram meus clientes e em me acompanhar nos jogos que eu precisava ir para manter meus contatos e o dinheiro que nos fazia viver no melhor bairro da cidade, e que dava a ela a condição de usar só roupas de marca e as melhores maquiagens.

Viajamos para o Rio de Janeiro, para ver o show da sua banda favorita. Fomos dois dias antes do show, apenas ela e eu. Luana ficou em casa, já que Fernanda tinha prova no período e também porque ela não gosta nada de rock e acha o Rio muito quente.

O importante é que minha dupla estava lá. A loirinha que eu criara e que me acompanhava em tudo, até mesmo escutando as bandas mais pesadas no nosso Spotify compartilhado.

Chegamos de noite, a animação de Rafa era evidente, sorria de orelha à orelha. Me abraçava o tempo todo, dando aqueles beijos de amor na bochecha, apertados e demorados, agradecendo por estar realizando um sonho seu.

Chegamos no hotel as 23:30 e eu deixei ela ir tomar banho primeiro, o dia de aeroporto tinha sido cansativo.

O quarto tinha apenas uma cama de casal, mas isso claramente não seria um problema. Rafa cansou de dormir comigo na cama depois de ter crescido.

Pelo menos eu achava que não seria.

Depois de mais de 20 minutos ela saiu do banho.

Os cabelos loiros pareciam pretos de tão molhados que estavam, iam quase até sua bunda, então eu vi.

Rafaela estava completamente nua.

Uma bunda perfeita, sem marcas, empinada. Ela parou em frente à sua mala e mexia nas roupas, com o corpo levemente inclinado para frente, empinando mais seu rabo.

Por reflexo, levei a mão até meu pau. Já estava endurecido.

Engoli seco.

Minha filha tinha me deixado de pau duro, e por mais que eu soubesse que era errado, não me recriminei no primeiro momento. Continuei alisando o pau, apertando ele, olhando sem nenhum pudor para ela.

Como em um raio de energia, voltei ao corpo de um pai descente, soltei a pica, ofegante pelos pensamentos na minha cabeça.

— Rafaela, porque você tá sem roupa? Vai se vestir logo, filha! — bradei irritado, incomodado.

— Ah, esqueci de pegar a roupa na mala. Tava me sentindo tão suja da viagem longa que fui direto pro banheiro. — A voz dela era doce, meiga, não fazia ideia das coisas que passavam na minha cabeça.

A situação piorou enquanto me respondia. Ela virou de frente, com uma calcinha azul e branca na mão esquerda.

Eu via sua bucetinha, pelo menos o começo dela. Os pelos ralos que ela visivelmente não depilava. Imaginei se eles atrapalhariam na hora de lambe-la.

Vi seus seios, duros, grandes para a idade, mas nada exagerados, se sustentavam com perfeição sem o sutiã. Os bicos rosados, nem um pouco pontudos, a aureola delicada, pequena, pouco maior que uma moeda.

Ela estava perigosamente perto. Minha mão, desta vez, estava em cima da cueca para evitar que ela me visse excitado. Acreditava que ela nunca tinha olhado uma pica, não queria assusta-la. Queria comê-la.

Não, não, isso não podia estar na minha mente. Ela colocou a perna direita primeiro na calcinha e eu dei graças a deus por estar virada de frente para mim. Primeiro porque vi melhor seus seios, segundo por que pude imaginar como ela ficaria cavalgando sentada no meu pau e por último porque evitou que eu visse sua bundinha se abrindo.

Pulei da cama, quase trombando com ela, correndo para o banheiro.

Não foi um banho normal.

Bati a melhor punheta da minha vida e a mais vergonhosa também. Alisando meu pau seguindo com a imagem dela para frente, quicando, gemendo, me chamando de papai, com a boca no meu ouvido, como já tinha feito milhares de vezes, mas hoje ela gemia, gemia pedindo mais, dizia que ia gozar, que meu pau era da grossura da abertura da sua bucetinha, que ia ser minha filha e minha puta ao mesmo tempo.

Gozei, como nunca antes na vida, a ponto de perder a dimensão de tempo.

Tive medo de voltar para o quarto e quando vi que também esquecera a roupa meu coração começou a palpitar.

Enrolei a toalha na minha cintura e sai.

Meu medo não era suficiente para a cena que vi.

Rafaela estava esparramada na cama, mexendo no celular, com as pernas afastadas e a bucetinha marcando a calcinha. Eu conseguia ver exatamente o local onde sua xoxotinha estava. Parecia ser delicada, diferente da da mãe, que era um capô grande e protuberante. Ela não usava sutiã, mexia no bico do seio desconcentrada, passando o polegar pela tela do celular. Fiquei de pau duro de novo no mesmo instante.

Devia ter me virado e tirado aqueles pensamentos da minha cabeça, mas olhei, firme, intensamente, como um predador, para que eu nunca mais esquecesse aquela imagem divina e diabólica.

A toalha caiu, por estar mal amarrada e pela minha pica força-la para fora. Por sorte Rafa não viu e eu pude pegar minha cueca entre os lençóis para me vestir com rapidez.

Fui além, me recriminando pelas ideias que surgiam, e coloquei um short por cima, coisa que eu nunca fazia, já que sempre dormia de cueca ou pelado, principalmente quando viajava sozinho. Não queria que ela notasse que me excitava, nem que pensasse que eu estava excitado por algum outro motivo.

— Cadê o resto da sua roupa? — Perguntei deitando na cama, ao seu lado.

— Ah, tá um calor do cão. E eu sempre durmo assim em casa — Rafaela respondeu tirando o celular das mãos e deitando no meu peito.

Ela dormia daquela forma desde pequena, mas nunca sem blusa ou ao menos um top. Senti seus seios no meu peito e congelei. O reflexo tentou me trair, com a mão mexendo na barriga em direção a minha pica que doía apertada pelo short. Consegui me conter.

Meu braço esquerdo envolvia sua cintura e o direito vivenciava uma luta entre a razão e a emoção.

— Você não pode dormir assim. Coloca uma blusa ou pelo menos um top — esbravejei.

Terminei o abraço empurrando seu rosto com a barriga e tirando o braço dela.

— Porque pai? Eu gosto de dormir assim! — reclamou, fazendo beiço. — O senhor que deveria tirar esse short. Sempre anda lá em casa de um lado pro outro só de cueca e agora que tá no quarto, só comigo, quer ficar de short. Deixa de ser besta.

— Rafa, — respirei fundo, fechando os olhos para não ver seus seios. — Você cresceu. Já tem corpo de mulher. Não pode ficar andando perto de homem mostrando seu corpo!

— Mas o senhor é meu pai! Qual problema tem nisso? — Rafaela parecia indignada.

Precisei abrir os olhos para continuar o debate com ela e ver seus seios se tornou inevitável.

Estavam ali, duros, quase me tocavam e eu quase apertava eles.

Fiquei sem conseguir falar. Meu pau doía cada vez mais, como se eu não tivesse gozado há menos de 10 minutos.

Respirei fundo, tentando encontrar paz, mas achei o cheiro maravilhoso dos seus cabelos, a vontade de cheirar seu corpo, passar meu nariz e boca pelo seu pescoço até chegar nos peitos, me consumia.

Perdi em qualquer explicação que pudesse ter elaborado para convencê-la.

— Rafaela, levanta e veste uma blusa ou prefere que eu veja se tem um segundo quarto para eu dormir e você poder ficar à vontade?

Bufou, levantando da cama. Seus passos devem ter retumbado no quarto do sétimo andar, tremeram no carpete sujo e fofo.

Acompanhei sua bundinha enquanto caminhava.

A calcinha tinha entrado no reguinho, não chegou a ficar atolada, mas me deixou ver o risco do seu rabinho infantil conforme andava.

Apartir daquele momento comecei a ter um novo sonho na minha vida: ver ela de quatro.

Não precisava ser nua, nem se oferecendo para mim, mas eu queria, nem que isso fosse me levar para o inferno, mas eu precisava vê-la de quatro, com aquele rabo empinado.

Agora eu alisava o pau por dentro da cueca, tapado de lençol, vendo a bunda mais linda do universo.

— Pode ser esse top ou ainda é muito indecente pra estar perto do senhor? Se quiser eu vejo com alguma mulçumana no hotel uma burca. — Tinha puxado a brabeza da mãe e a capacidade de ser irônica do pai.

Acima de tudo eu tinha orgulho dela.

— Veste logo e vai dormir, amanhã quero ver se vamos na praia — falei me virando de lado, com medo que ela notasse que a encarava.

Me arrependi assim que meu ombro direito afundou no colchão. Podia ter sido discreto e visto de pela frente a bucetinha também marcava a calcinha ou dado uma última olhada em seus seios.

Depois do jeito que tinha falado com ela, certamente nunca mais teria a oportunidade de ver Rafa nua.

Como eu tinha sido burro.

Rafaela não falou mais nada. Soube que ela tinha deitado ao meu lado só por causa do balançar do colchão.

Sua respiração estava forte, e ela puxou com força o lençol para se tapar, estava irritada.

Pensei em virar e abraça-la, mas eu não conseguiria não enconxa-la e teria que ver de novo a calcinha acomodada na sua bunda, seu corpo convidativo.

Não conseguia dormir, os pensamentos se enroscavam em minha mente. Quando pensei que seu jeito pudesse não ser apenas de uma menina despojada, que não notara que havia crescido e podia mexer com os homens, mas ser exatamente o oposto disto, uma garota que quisesse provocar homens, que não fosse mais virgem e não notasse que poderia deixar o próprio pai de pau duro por justamente já ter visto, tocado, chupado, outros paus.

Doeu. Meu peito ardeu.

Não me contive, me virei e abracei suas costas com rapidez, acomodando o pau duro dentro do seu reguinho.

Ela não exitou, abraçou meu braço e jogou o corpo para trás, não de uma forma que a fizesse rebolar na pica, mas do jeito que ela sempre fazia comigo.

— Ficou braba? — sussurrei no seu ouvido.

— Não. Só não entendi qual era o problema. Sei que cresci, mas o senhor é meu pai. — Ela ainda não me olhava.

— É desconfortável. Você é linda, vai começar a mexer com os homens, se é que não começou ainda. Precisa ter cuidado, mesmo comigo. Eu sou homem, tenho desejos que são animais. Nunca te faria mal, mas fico encabulado de estar vendo os seios de uma mulher tão linda e ela ainda ser minha filha.

Rafa se virou para mim, os seios mal cabiam no top que ela escolheu vestir. Acho que foi pior que se estivesse sem nada. Agora eu imaginava os biquinhos delicados saindo do top, tentava enxergar se alguma parte deles fugia.

— O senhor me achou bonita pelada? — perguntou me encarando.

Meu pau tocava sua barriga.

— Isso não é assunto para nós termos, Rafa. Só quero que entenda o que aconteceu.

— Ah, agora a gente tem assunto para não ter? Hum.. quero saber com quem eu vou poder falar sobre ter me tornado mulher então...

— Como assim, se tornado mulher, Rafaela? Você transou com alguém?

Não me contive, expulsei do peito a dúvida que eu estava, o medo que me consumia em ela ser uma vagabunda que dá para todo mundo.

— Claro que não! Que absurdo, acha que eu sou o que?

Consegui respirar de novo, relaxar ao ponto que um pai podia, sabendo que iria sofrer com aquilo ali muito em breve.

— Acho que você cresceu rápido demais. Daqui a pouco vai encontrar alguém e beijar na boca...

— Eu já beijo na boca. E eu me conheço bem o suficiente para saber o que eu quero e que vou perder minha virgindade quando for o momento e com o homem que eu quero que esteja comigo nesse momento. Assim como eu sei com quero ficar pelada, de calcinha, de lingerie. Eu não sou uma boba como o senhor pensa.

Fiquei quieto, não disse mais nada. Achei que ela ia se afastar, mas me abraçou forte, grudando no meu corpo.

Seu decote repousou no meu peito, a boca estava no meu ombro, perto do pescoço, a respiração me arrepiava. Meu braço estava na sua cintura e a perna dela, bem em cima do meu pau.

Agradeci por estar de short, se não ela poderia tocar meu pau sem nenhuma dificuldade.

Sonhei que comia ela naquela noite. Rafa estava de quatro, empinada, pedindo para eu meter devagar. Sua bucetinha manchava meu pau de sangue e eu era cuidadoso. Ela agarrava os lençóis e mordia o travesseiro, abafava seus gemidos e me olhava apaixonada de vez enquanto, balbuciando "me fode, papai, me fode. Eu sou sua putinha e o senhor que está tirando meu cabaço."

As vezes os sonhos são só sonhos, as vezes eles viram a maior realidade do mundo.

Continua....

Tive coragem para escrever minha história por causa de Tainá, uma mãe que tem um caso com o filho e relatou ele aqui. Se você quiser ver uma foto de Rafa, vá até o insta da Tainá, ela postou as que eu mandei para ela.

Foto 1 do Conto erotico: De Pai Para Filha - Capítulo 1

Foto 2 do Conto erotico: De Pai Para Filha - Capítulo 1

Foto 3 do Conto erotico: De Pai Para Filha - Capítulo 1

Foto 4 do Conto erotico: De Pai Para Filha - Capítulo 1


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vieiralucas

Nome do conto:
De Pai Para Filha - Capítulo 1

Codigo do conto:
273727

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/10/2026

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