A Primeira Vez da Putinha do Cunhado


A Primeira Vez da Putinha do Cunhado

O silêncio daquela cidadezinha era a única coisa que me mantinha são. Três meses depois da separação, eu finalmente tinha paz — ou era isso que eu achava até a campainha tocar.

Quando abri a porta, o mundo parou. Lá estava a Bruna. Ela usava um vestidinho branco, tão curto e apertado que cada curva do seu corpo de 18 anos parecia querer saltar para fora. O decote era um convite delicioso, revelando a curva perfeita de seus seios. Ela me olhou com aqueles olhos verdes e um sorriso malicioso, mordendo o lábio inferior de um jeito que me deixou zonzo.

— Surpresa, cunhadinho! — ela exclamou, a voz doce, mas carregada de segundas intenções.

— Bruna... que surpresa.

A abracei, mas não foi um abraço de família. Minhas mãos desceram para a sua cintura, sentindo a pele quente sob o tecido fino. O perfume dela era inebriante, e o toque imediato disparou um gatilho no meu corpo; meu pau deu um sinal de vida instantâneo, pulsando contra a bermuda.

Entramos. Ela disse que trazia algumas coisas da minha ex-mulher, mas a conversa rapidamente mudou de rumo. Sentados no sofá, a tensão era quase palpável. Bruna falava sobre a minha "nova liberdade", enquanto seus olhos não saíam do volume crescente na minha calça. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

— Vou servir um vinho, quer? — perguntei, tentando manter a compostura.

— Quero sim... mas olha, cunhadinho, quando eu bebo, eu não respondo pelos meus atos — ela sussurrou, dando aquela risadinha safada que me deixou louco.

Fomos para o barzinho, um espaço apertado onde nossos corpos se roçavam a cada movimento. O vinho relaxou a tensão, mas aumentou o desejo. Quando ela se inclinou para pegar duas taças na prateleira alta, o vestido subiu, revelando a curva deliciosa do seu bumbum. Ela percebeu que eu estava hipnotizado e olhou para trás com um sorriso de quem sabe que é desejada.

Não aguentei. Avancei e a encoxei contra a prateleira, sentindo cada centímetro daquela bunda gostosa contra o meu pau duro.

— Que isso, cunhadinho! — ela gemeu, mas em vez de se afastar, empinou a rabeta, pressionando-se ainda mais contra mim.

Eu a virei de frente e a beijei com fome, nossas línguas se enrolando em uma urgência desesperada. Minhas mãos exploraram tudo, apertando aquela bunda firme enquanto eu retirava aquele vestido minúsculo. Quando os seios saltaram para fora, eu os ataquei com a boca, sugando os mamilos com força.

— Ai, que delícia... me leva pro quarto, agora! — ela implorou, a respiração ofegante.

No quarto, joguei-a na cama e desci para a sua intimidade. A calcinha estava own de tanto tesão. Comecei a lamber sua buceta lentamente, saboreando cada gota de sua luxúria. Meus dedos abriram caminho enquanto minha língua trabalhava no clitóris, fazendo-a arquear as costas e gritar.

— Chupa, sua putinha! Chupa bem gostoso! — eu dizia, enquanto deslizava a língua para o seu cuzinho, provocando-a com lambidas rápidas e úmidas.

— Aaaaah! Vai, cachorro! Me faz gozar!

Ela se virou rapidamente e pegou meu pau com a boca. Aquele boquete foi demorado, profundo, ela chupava cada veia, lambendo as bolas e me fazendo delirar. Ficamos ali, em um 69 frenético, onde eu explorava cada orifício dela e ela sugava minha essência.

— Agora... quero seu pau na minha bucetinha! Me come de quatro! — ela gritou, posicionando-se e exibindo aquele rabinho perfeito.

Lambi a entrada da buceta e do cu, preparando o terreno. Quando encostei a cabeça do meu pau na entrada, ela deu um suspiro longo.
Empurrei com força, sentindo a resistência mínima da carne úmida até que meu pau mergulhou completamente naquela bucetinha apertada. O impacto fez a cama ranger e a Bruna soltar um grito abafado contra o travesseiro. Ela estava quente, pulsando ao redor de mim, como se quisesse sugar cada centímetro do meu membro para dentro de si.

— Puta que pariu... que aperto! — rosnei no ouvido dela, enquanto começava a estocá-la com ritmos violentos.

A cada estocada, meus testículos batiam com força contra a bunda dela, criando um som úmido e carnal que ecoava no quarto. Eu não tinha pressa de terminar, mas tinha pressa de possuí-la completamente. Minhas mãos agarraram seus quadris, cravando os dedos na pele macia, guiando cada investida para que atingisse o fundo do útero.

— Assim! Desse jeito, cunhadinho! Me quebra no meio! — ela gritava, a voz já rouca de tanto gemer.

Eu a puxei pelos cabelos, forçando-a a olhar para trás enquanto eu a foda own. Ver a expressão de prazer absoluto no rosto dela, os olhos verdes nublados de luxúria, me deixou ainda mais excitado. Mudei o ângulo, elevando a bunda dela com um travesseiro, e comecei a martelá-la com vontade, sentindo que ela estava no limite.

— Eu vou gozar... eu vou gozar agora! — ela começou a disparar, as paredes internas da vagina contraindo-se em espasmos frenéticos que quase me fizeram descarregar ali mesmo.

Mas eu queria mais. Retirei meu pau quase completamente, deixando apenas a ponta, e dei um golpe seco e profundo. Bruna arqueou as costas, soltando um grito agudo que terminou em um suspiro longo. Ela gozou violentamente, tremendo inteira sob meu corpo.

Sentindo a pressão subir, eu não parei. Aproveitei o orgasmo dela para acelerar o ritmo, transformando as estocadas em disparos rápidos e selvagens. O prazer era tanto que meus olhos se fecharam. Senti meu pau pulsar, o volume de sêmen crescendo na base, até que não deu mais.

— Agora! — gritei, disparando jatos quentes dentro dela.

Senti meu volume explodir, preenchendo-a completamente. Fiquei alguns segundos ali, enterrado, sentindo a pulsação de ambos diminuindo lentamente. Bruna suspirou, exausta, a pele avermelhada e suada.

Quando finalmente me afastei e nos sentamos na beira da cama, ela me olhou com aquele sorriso malicioso de novo, limpando um resto de suor da testa.

— E agora, cunhadinho? Acha que isso resolve a "surpresa", ou você quer que eu volte amanhã para terminar de te servir?

A tensão entre nós não era mais um segredo, era um vício. O que começou como um jogo perigoso de olhares e toques proibidos transformou-se em uma fome voraz. A cada encontro, a luxúria crescia, e nós já não nos satisfazíamos com o básico. Queríamos a entrega total, aquela que beira o profano.

Foi em uma tarde chuvosa, com a casa vazia e o silêncio interrompido apenas pelos nossos gemidos, que decidimos explorar o limite do prazer. Eu a queria por inteiro, em cada orifício, sentindo a resistência dela se transformar em rendição.

Levei Bruna ao limite do desejo. Com cuidado, mas com a urgência de quem não aguenta mais esperar, preparei seu corpo. Meus dedos, lubrificados pelo próprio tesão dela, começaram a explorar aquela entrada apertada e misteriosa. Bruna soltou um gemido longo, metade susto, metade expectativa, enquanto sentia a pressão crescendo no seu cuzinho.

— Por favor... eu quero sentir você aí dentro — ela implorou, a voz embargada.

Eu não perdi tempo. Posicionei meu pau na entrada do seu ânus, sentindo a pele quente e contraída. Com um movimento lento, profundo e extremamente cuidadoso, comecei a penetrar. O rosto dela se transformou em uma máscara de prazer intenso; ela apertou os lençóis, soltando um grito abafado que ecoou pelo quarto.

— Ai, meu Deus... é tão profundo... — ela gemia, enquanto eu a preenchia completamente.

Uma vez lá dentro, a sensação era surreal. O aperto do sexo anal era incomparável, uma pressão deliciosa que me fazia querer acelerar, mas eu mantive a calma para que ela sentisse cada centímetro. Comecei a meter e tirar, num ritmo constante e hipnótico. O som da carne batendo, o suor escorrendo por nossas costas e o cheiro de luxúria impregnando o ar.

Eu não queria apenas um lugar. Em um movimento fluido, eu a girava, alternando entre a buceta e o cuzinho, sem nunca tirar o contato físico. Era uma dança de prazer bruto. Quando eu voltava para a vagina, ela gritava meu nome; quando eu retornava ao ânus, ela gemia "estou sendo sua".

O clímax chegou como uma tempestade. Bruna começou a ter espasmos, a buceta pulsando own, enquanto eu a martelava own. O prazer era tanto que meus sentidos se apagaram. Gozei profundamente dentro dela, sentindo cada pulsação do meu orgasmo ecoar no corpo dela. E ela, gozou junto comigo, em várias ondas de prazer que a deixaram trêmula e exausta.

***

Após várias semanas de paixão avassaladora e a certeza de que não conseguíamos mais ficar longe um do outro, assumimos nosso namoro. O que começou como um pecado tornou-se a nossa verdade.

A Bruna, que começou como a "cunhadinha" provocante, passou a ser minha companheira de vida, a mulher que conhece cada centímetro do meu desejo. E a ironia do destino? Ah, essa é a melhor parte... minha ex-mulher agora é minha cunhada.

Sempre que nos encontramos em família, troco um olhar cúmplice com a Bruna, lembrando-me de cada gemido e de cada gozada, enquanto sorrio para a "cunhada" que não faz ideia do fogo que arde entre nós dois. rrsss
Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Grande beijo a todos.

Foto 1 do Conto erotico: A Primeira Vez da Putinha do Cunhado

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Primeira Vez da Putinha do Cunhado

Codigo do conto:
273742

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/10/2026

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