A primeira vez que percebi que o Reinaldo não me via apenas como "a tia", foi num domingo de sol escaldante. Eu estava com um shortinho de seda que mal cobria minha bunda e um top que deixava meus seios quase saltando. Vi quando ele me olhou; não foi um olhar inocente. Foi um olhar de fome, de quem queria me devorar inteira. Naquele momento, senti meu clitóris pulsar e minha buceta encharcar instantaneamente.
Passamos um mês nesse jogo. Eu me exibia, ele me cobiçava. Até que veio aquele dia. Ele trouxe o bolo da mãe, mas o que ele realmente queria entregar era o desejo que já não cabia mais no corpo.
Quando ele encostou em mim na cozinha, senti o calor emanando dele. A respiração dele, quente e pesada, bateu na minha nuca.
— Você não tem ideia do que eu estou imaginando fazer com você agora, tia... — ele sussurrou, a voz rouca, enviando choques elétricos por todo o meu corpo.
Ele deslizou a mão pelo meu ombro e desceu até a minha cintura, apertando minha carne com força. Senti o volume do seu pau duro, latejando contra a minha bunda através do tactel. Eu dei uma empinadinha instintiva, oferecendo meu rabo para aquele cacete enorme.
— Meu Deus, Reinaldo... você está tão duro — eu gemi, virando-me para ele.
Ele abriu um sorriso safado e baixou o zíper. Aquele pauzão, veiado e pulsante, saltou para fora.
— Chupa, tia. Chupa tudo desse pau que está louco para te foder.
Eu não pensei. Ajoelhei-me rapidamente e abocanhei aquele membro gigante. Comecei com lambidas lentas, sentindo o gosto dele, subindo e descendo com a língua. Quando envolvi a cabeça do pau com a boca, ele soltou um gemido profundo. Comecei a sugar com força, fazendo vácuo, sentindo o pau bater no fundo da minha garganta. Ele segurou minha cabeça, forçando a entrada, me fazendo engolir cada centímetro daquela pica deliciosa.
— Isso... que putinha gostosa você é! — ele exclamou, enquanto eu me perdia no prazer de tê-lo na boca.
Depois de um boquete intenso, ele me levantou e me jogou na cama. Não houve pressa, mas houve luxúria. Ele começou a me lamber. Desceu a língua pelos meus seios, mordiscando meus mamilos, até chegar na minha intimidade.
Ele abriu minhas pernas e mergulhou o rosto na minha buceta. Começou a lamber meu clitóris com movimentos circulares, profundos, enquanto usava os dedos para abrir meu canal. Eu gritava, arqueando as costas, sentindo a língua dele explorar cada dobra do meu prazer. Não parou por aí; ele desceu a língua, lambendo meu cuzinho com precisão, me deixando em êxtase.
— Você é deliciosa, tia. Vou te foder de todos os jeitos.
Primeiro, ele me colocou de ladinho. O encaixe foi perfeito. Ele deslizou o pau na minha bucetinha e, com um empurrão forte, entrouu todo.
— Ahhh! Que pica gostosa! — eu gritava.
Ele metia com ritmo, segurando meus ombros, enquanto minha perna levantada permitia que ele chegasse ao fundo. O som da carne batendo, o suor misturando, os gemidos altos. Mas ele queria mais.
— Fica de quatro, agora. Quero ver esse rabo balançando.
Eu obedeci, empinando a bunda o máximo que podia. Ele não foi direto; ele usou a saliva para lubrificar meu cuzinho. Lentamente, ele começou a penetrar meu ânus. Foi uma sensação nova, profunda, deliciosa.
— Está doendo? — ele sussurrou, beijando meu ombro enquanto empurrava mais um pouco.
— Não... é gostoso demais... continua, por favor, me fode o cu!
Ele começou a meter e tirar, alternando entre a buceta e o cu, num ritmo frenético. A cada estocada, eu sentia meu útero vibrar. O impacto do quadril dele contra o meu rabo ecoava pelo quarto, um som visceral de pele batendo em pele. Eu estava completamente entregue, com o rosto enterrado no travesseiro, sentindo cada centímetro daquele pau veiado rasgando e preenchendo meu interior.
— Você é minha, tia... inteirinha minha! — ele rugia, apertando minha cintura com tanta força que sabia que deixaria marcas.
A pressão era tanta que eu mal conseguia respirar. Quando ele voltou para a minha buceta, a transição foi brusca e deliciosa; o canal estava quente, pulsando, apertando o membro dele em espasmos involuntários. Reinaldo acelerou o ritmo, as estocadas tornando-se curtas, rápidas e violentamente profundas. Eu sentia que ele estava chegando ao limite, e eu, junto com ele.
— Vou gozar... vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou, perdendo a linha da razão.
Com um último impulso violento, ele se enterrou no fundo do meu ventre. Senti o jato quente do seu esperma disparando contra as paredes do meu útero, uma onda de calor que me fez arquear as costas e soltar um grito longo e rouco. Meu clitóris explodiu em orgasmos sucessivos, me deixando trêmula, com as pernas bambas e a mente completamente branca.
Ele desabou sobre mim, o peito pesado e suado subindo e descendo rapidamente. Ficamos assim por alguns minutos, em um silêncio preenchido apenas pela nossa respiração ofegante e pelo cheiro intenso de sexo que emanava de nós dois.
Lentamente, ele se afastou, e eu senti o líquido quente escorrer pelas minhas coxas, lembrando-me de que aquele momento, embora proibido, tinha sido a coisa mais real que já senti.
Ele se inclinou, beijando meu pescoço com uma ternura súbita, mas seus olhos ainda brilhavam com aquela fome insaciável.
— Isso não foi apenas uma vez, tia — ele sussurrou, a voz voltando ao tom rouco e perigoso. — Agora que eu sei como é te foder, eu não vou conseguir parar.
Eu sorri, sentindo meu corpo ainda vibrar, sabendo que aquele era apenas o começo de um segredo perigoso e viciante.
A partir desse momento, nossa rotina tornou-se um jogo perigoso de adrenalina e luxúria. O meu marido, um homem previsível e trabalhador, não fazia ideia de que a casa que ele sustentava servia de cenário para a minha entrega total ao sobrinho.
Cada vez que a porta da frente batia e o carro dele se afastava para o trabalho, o clima na casa mudava. O silêncio era preenchido por uma tensão elétrica. Reinaldo começou a vir com frequência, às vezes fingindo que vinha estudar ou ajudar com alguma coisa, mas nós dois sabíamos o real motivo. No instante em que ficávamos sozinhos, as roupas se tornavam obstáculos irrelevantes.
Havia algo de visceral em ser possuída por alguém tão jovem e faminto. Ele não tinha a paciência do meu marido; ele tinha pressa, tinha força e tinha uma vontade bruta de me marcar. Muitas vezes, nem chegávamos ao quarto. Fui prensada contra a parede da cozinha, com as pernas abertas e as costas sentindo o gelo do azulejo, enquanto ele me fodia com uma violência deliciosa, me fazendo gemer alto, sem medo de ser ouvida, porque o prazer era maior que o pavor de ser descoberta.
— Olha para você... — ele dizia, enquanto me puxava pelos cabelos para trás, expondo meu pescoço para as mordidas dele. — Tão comportada na frente de todo mundo, mas aqui, na minha mão, você é só a minha putinha.
Essas palavras me deixavam louca. Eu me sentia pequena e, ao mesmo tempo, a dona de todo aquele desejo. Nós experimentamos cada canto da casa: o sofá da sala, a mesa de jantar, até o tapete do corredor. O sexo era bruto, suado, cheio de fluidos e sussurros proibidos.
Quando a gravidez chegou, o pânico inicial foi substituído por uma excitação mórbida. A barriga crescia, e com ela, o nosso segredo. Reinaldo sabia. Ele via a curva do meu ventre e, em vez de recuar, sentia-se ainda mais dono de mim. Ele beijava minha barriga e, no segundo seguinte, me virava de costas para enterrar aquele pauzão em mim, fazendo o bebê balançar dentro de mim enquanto nós dois gozávamos em uníssono.
O parto foi o ápice da farsa. Quando o menino nasceu, a semelhança era assustadora. O formato do nariz, a cor dos olhos, o jeito de olhar... era como se Reinaldo tivesse sido clonado. Meu marido, pobre diabo, chorou de emoção ao segurar o filho, acreditando que a criança era a sua imagem e semelhança.
Hoje, o menino tem dois anos. Ele corre pela casa, rindo, com a cara do pai — o pai biológico que, own, continua visitando a "tia".
Às vezes, quando o meu marido está distraído brincando com o filho no chão da sala, Reinaldo aparece. Ele me olha com aquele sorriso safado, aquele olhar de quem sabe que possui a chave do meu prazer e do meu maior segredo. Ele sabe que o menino é dele. Ele sabe que cada vez que olha para a criança, está vendo o resultado daquelas tardes de luxúria.
E o pior — ou melhor — de tudo: a adrenalina de ter o meu sobrinho me fodendo nos dias em que o "pai" da criança está fora, torna tudo ainda mais excitante. O risco de ser descoberta é o tempero que mantém minha buceta latejando toda vez que ouço a voz do Reinaldo chamando por mim.




