Pai da minha amiga

Me chamo Ana Júlia. Muitos me chamam de Ana Ju, e minha mãe, por exemplo, me chama de Julinha.
Mas o que me excita é quando os caras me chamam de ninfetinha.Gosto de homens mais velhos, com testosterona alta, daquele tipo macho bruto, que não têm dó.
As pessoas estão acostumadas a achar que só os homens são viciados em pornô, mas eu sou. Amo assistir a filmes pornográficos e adoro me imaginar naquelas cenas.
O meu preferido é voltado para o anal, BDSM pesado, ver as mulheres amarradas, o homem dominando e fazendo o que quer, gosto de ver Gangbang 100% anal, quando eles tiram o pau e mostram aquele cu estourado, me dá um tesão do caralho.
Eu amo provocar. Andar de minissaia sem calcinha, com um vestidinho curto que mal cobre, sentindo o ar gelado da rua tocar a minha bucetinha, Gosto de sair de casa bem provocativa e amo ver os homens me devorando com os olhos.
Fui à casa da minha amiga. Como é de costume eu ir todo sábado, acabei não avisando. Cheguei lá e entrei pelo portãozinho que sempre fica aberto. Na porta, chamei, e, para a minha surpresa, quem abriu foi o pai dela.
— Oi, Ana. A Karina saiu com a mãe dela. — disse ele.
— Sério? Pensei que ela estivesse em casa.
— Não, acabou de sair. Quer entrar e esperar?
— Claro, não tem problema? — perguntei.
Dei um passo à frente, sentindo o tecido leve do meu vestido balançar contra as minhas coxas nuas enquanto cruzava a soleira da porta. Ele abriu espaço, o olhar dele imediatamente descendo para conferir a minha perna antes de subir de volta para o meu rosto. Entrei devagar, sentindo o calor da casa e a presença imponente dele logo atrás de mim.
— Está tudo bem com você, Ana? — perguntou ele, fechando a porta com um estalo suave.
— Tudo ótimo. E com o senhor? — respondi, lançando um sorriso dissimulado. — A Karina vai demorar muito? — perguntei.
— Vai sim... Uma hora, talvez uma hora e meia — respondeu ele, cruzando os braços e me encarando com aquela intensidade que sempre me fazia queimar por dentro.
Caminhei até o sofá da sala e me sentei de propósito, cruzando e descruzando as pernas de um jeito bem casual, mas estratégico, abrindo-as o suficiente para que ele pudesse notar perfeitamente que estava sem calcinha debaixo da sainha.
A verdade é que eu já não aguentava mais esconder. Eu sempre tive um tesão absurdo pelo pai da Karina. Ele é aquele tipo de homem viril, que aparenta ter uns 53 anos bem vividos, mas com um físico de quem realmente se cuida:
Ele deu um passo firme em minha direção, com um sorriso de canto que denunciava que ele havia captado perfeitamente cada detalhe da minha provocação. Sem desviar os olhos dos meus, ele caminhou lentamente e se sentou bem ao meu lado no sofá, colocando a mão na minha coxa
— Você é uma verdadeira tentação, garota... Sempre aparece aqui com essas roupas ousadas, sabendo que sou casado e pai da sua amiga — disse ele.
— eu vejo o senhor me secando. — mas hoje a gente tá sozinho e o que você vai fazer? Provoquei ele.

Ele abriu minhas pernas com força, viu minha buceta babando e enfiou a cara e começou a me chupar, eu coloquei a mão na cabeça dele gemendo, ele chupava com vontade sugando meu grelo.
— Puta que pariu. — isso chupa gostoso. Disse gemendo.
— Vamos lá pro meu quarto, ficar mais confortável. Ele se levantou me guiando até o quarto onde ele dorme com a esposa.

Ele tirou a roupa, o pau grosso e cabeçudo bem duro, ele tirou minha roupa, me beijou.
— Vem chupa essa pica.
Ele me puxou meus cabelos e enfiou o pau na minha boca, comecei a chupar, batendo punheta. Ele urrava, segurando meu cabelo, revirando os olhos.
— Caralho, que chupada gostosa.
Eu chupando olhando pra cima, vendo ele gemendo me excitava. Ele segurou minha cabeça me fazendo engolir.
— Engole putinha, que ver engolir tudo.
Eu fechei os olhos o pau grosso abrindo minha garganta, eu comecei a babar, escorria pelo queixo, enquanto ele forçava tudo comecei a engasgar e barulho de engasgos ecoava no quarto.
— Cof, cof! Gnnh... Argh!
— Respira pelo nariz, quero que você engula meu pau todo.
A baba grossa escorregando pelo queixo, perdi o ar e puxei a cabeça pra trás.
— puta que pariu, não consigo.
Ele me puxou e enfiou o pau na minha boca de novo, começou a forçar, senti minha garganta doendo e se abrindo, ele deu um puxão e entrou tudo.
Eu quase vomitei, meus olhos lacrimejando
— Ugh... cof, cof! Urgh... — eu com ânsia.
Ele segurando minha cabeça com o pau fundo na minha garganta, gemendo muito.
— caralho que delícia.
Eu dei uns tapas na perna dele, ele me soltou eu estava acabada, garganta doendo olhando pra ele.
Ele me colocou deitada e abriu minhas pernas, e começou a enfiar o pau, eu soltei um gemido, ele socava devagar enfiando o pau todo.
— Que bucetinha apertada. — posso arrombar ela.
— Pode, arromba ela todinha.
Ele começou a socar com força, as estocadas dele fazia o pau entra todo a cana ranger. Eu segurava os peitos e gemia.
— Hmmm, isso soca gostoso, arromba essa buceta.
— tá gostoso? — meu pau tá indo fundo.
— Ta, tá gostoso. — soca filha da puta. — gemia.
Ele socava sem dó, a cama fazia barulho, nos dois gemendo.
— Vem, cavalga no meu pau.
Ele se deitou, eu subi em cima dele segurei o pau e encaixei na buceta, eu comecei a sentar devagar, não sou experiente nessa posição.
Ele batia na minha bunda, olhando pra mim sentar e gemer na rola dele.
— Senta com vontade, senta com força puta. — ele disse.
Eu tentei cavalgar mais forte, mas ele segurou minha cintura e começou a socar forte, dando estocadas de baixo pra cima, o saco dele batia eu gritava com as mãos no peito dele.
— fode, filha da puta desgraçado.
— isso, tá me arrombando, tá fazendo gozar.
— porra eu vou gozar no seu pau.
Eu me tremia toda, ele socava forte e não parava.
— Ah caralho, porra. — você tá acabando comigo.
Ele desacelerou, minha buceta babando molhando o pau dele. Ele ria olhando pra mim.
— você é novinha, mas aguenta levar pica.
— Eu aguento, me fode de quatro agora. Pedi.
Sai de cima dele, fiquei de quatro, empinei a bunda, ele deu um tapão e socou o pau.
— soca, que delícia de pau.
Ele socava, batendo na minha bunda, marcando a cada tapa.
— bate na bunda da sua putinha, mas continua socando.
Eles socava tão forte, a rola dele ia fundo, eu gemia muito, ele sabia me foder do jeito que eu queira, ele me fodia como se eu fosse uma puta.
Depois de alguns minutos dele socando e acabando comigo, eu disse:
— Só não goza dentro, eu não tomo remedio.
— É mesmo? Vai querer levar gozada aonde?
— eu quero na boca. — quero leitinho.

Ele deu mais algumas socadas, e tirou o pau, ficou em pé perto da cama.
— Vem cá chupar minha pica, vou dar seu leitinho.
Eu fiquei de joelhos, comecei a chupar, sugando a cabeça, segurando as bola dele, desci passando a língua e chupei as bolas, coloquei as duas na boca e sugava.
— Puta que pariu, você é tão nova e chupa tanto.
Ele começou a bater punheta, olhou pra mim e disse.
— pede porra, pede.
— vai safado, me dá leitinho, goza. — quero beber sua porra todinha.
Abri a boca, ele começou a gozar, uma porra grossa, começou a espirrar na minha boca. Ele gemia, gozando.
Quando terminou, ele olhou pra mim, eu dei uma engolida, mostrei a boca vazia, colocando a língua pra fora.
Segurei a pica dele e suguei a última gota.
— engoli tudinho..
— você é uma putinha safada.
— eu sou, espero que possa me foder de novo qualquer dia, mas agora eu vou embora.

Me vesti fui embora, pra casa, minha buceta babado e completamente arrombada.

                                


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Ficha do conto

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anajuninfetinha

Nome do conto:
Pai da minha amiga

Codigo do conto:
273818

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
03/10/2026

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3

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