Depois que tudo aconteceu fiquei com muito medo. Me senti até um pouco de arrependimento, mas já havia acontecido e não dava pra voltar atrás. Senti bastante medo do Eduardo contar para alguém o que tinha acontecido, medo dele não ter gostado e que isso poderia mudar nossa relação de mãe e filho. Naquele momento me sentia perdida.
A gente conversou muito pouco depois que tudo aconteceu. E não aconteceu muita coisa, basicamente eu chupei ele e ele gozou bem rápido. Conversamos um pouco e ele foi pro quarto e eu pro meu. Tive dificuldade pra dormir, pois não conseguia para de pensar no que aconteceu. Entre o medo e o nervosismo estava o tesão, só de lembrar do rosto dele me olhando, enquanto eu engolia seu pau, minha buceta ficava totalmente melada. Não consegui gozar com ele, pois quando chupei ele, infelizmente, ele gozou rápido e não tive tempo de sentar naquele pau maravilhoso. Quanto mais eu lembrava, mas ficava excitada e pra aliviar toda aquela tensão peguei meus brinquedinhos sexuais e me aliviei pensando no meu filho.
No outro dia acordei, tomei um banho e fui preparar o café. Ele acordou e estava bem na dele, me deu bom dia, foi pro banheiro e tomou café. Quase não falou nada, parecia meio envergonhado. Pra ser sincera, também estava com vergonha, mas fui quebrando o gelo, fazendo umas brincadeira e puxando assunto, até que ele começou a se soltar. Ele foi pro quarto e passou a maior parte do dia lá, ele adora jogar no computador e era um sábado, então normalmente era isso que ele fazia o dia todo pra descansar.
Mais tarde almoçamos, conversamos... Aproveitei que ele estava mais solto e resolvi puxar assunto do que tinha acontecido na noite anterior. Falei "filho, sobre ontem, acho que você não gostou, né?" Ele respondeu "não é isso, mãe... Só estou com um pouco de vergonha eu não esperava que a senhora fizesse aquilo". Falei "sua massagem estava muito boa, fazia tempo que um homem não me tocava daquele jeito, acabei me empolgando, mas você não gostou?" Ele respondeu "gostei, mas não é errado?", Respondi "filho, não é errado se você e eu gostamos... mas ninguém pode sonhar que isso aconteceu, tem que ser segredo nosso". Ele respondeu "já disse que não vou falar com ninguém, pode confiar em mim", respondi "é claro que confio, confio tanto que podemos fazer outras vezes se você quiser". Ele respondeu "eu quero, e não se preocupa, não vou falar nada pra ninguém".
Essa conversa me deixou aliviada, e pensativa de como as coisas entre nós iria seguir. Conversamos muito, inclusive puxei vários assuntos e curiosidade que eu tinha sobre ele. Ele me contou em detalhes sobre como perdeu a virgindade, como era o relacionamento dele com a ex namorada. Falou as coisas que eles aprontavam juntos. Aproveitei o momento de descontração entre nós e perguntei se ele já havia reparado em mim, se já tinha me observado. Foi quando ele disse que sim, que olhava pra minha bunda e que um dia viu a porta do banheiro aberta enquanto eu banhava e ficou escondido olhando. (Quem leu a parte um sabe que eu fazia isso de propósito). Falei "que safado, ficava batendo punheta pra mim né!". Ele riu e respondeu "já bati algumas vezes". Respondi "delicia, eu também já me toquei pensando em você, filho... você é muito lindo e tem um pau muito gostoso de chupar". Ele riu envergonhado e respondeu "a senhora também é muito gostosa, com todo respeito". Respondi "hum, fiquei até animada"... Foi quando tomei coragem e falei que queria fazer de novo com ele e perguntei se ele tinha coragem. Ele disse que sim, então eu falei "vou tomar um banho e espero você no meu quarto, pode ser?" Ele sorriu e disse "tá bom". Tomei um banho e quando entrei no quarto ele estava deitado na cama só de cueca... Tirei a toalha, e fui pra cima dele... Beijei ele no pescoço e fui descendo. Tirei a cueca dele e lá estava aquele pau maravilhoso. Chupei e passei a língua nele todo. Depois que estava bem babado, subi no colo dele e coloquei pra dentro. Que delicia sentir ele dentro de mim seu pau pulsava e minha buceta também, que tesão louco eu senti! Rebolei e me esfreguei com tudo nele. Enquanto rebolava coloquei ele pra chupar meus peitos. Falei "se for gozar avisa, não goza dentro"... Continuamos, fiquei de quatro e senti pela primeira vez a língua dele brincar no meu cuzinho. Lambia ele como se fosse um doce. Gozei na boca dele! Gemia igual uma putinha... E fazia questão de dizer "chupa a buceta da sua puta". Adoro falar putaria enquanto sou fodida. Ainda de quatro, ele meteu em mim e eu falava ''fode a puta da sua mãe" "vai filho, mete na minha buceta". Quanto mais eu falava, mas empolgado ele ficava e com mais força ele me fodia. Até que eu ouvi ele falar "vou gozar". Falei "tira de dentro, goza na minha bunda"... Senti aquele jato quente melar minha bunda inteira. Dava pra sentir escorrer. Essa foi nossa primeira transa, nunca vou esquecer o mix de emoção que sentia. O proibido gritando dentro de mim!
Hoje, sempre que ele quer sabe exatamente onde me encontrar, a mãe puta e safada dele. Para o mundo, somos mãe e filhos, mas entre quatro paredes eu sou dele e ele é meu. Não temos ciúmes um do outro, ele tem as namoradinhas dele e eu os meus, mas somos amantes secretos e sigilosos. Quando ele me quer deixo der a mãe e me torno a puta dedicada a faze-lo gozar. Amo o toque dele e amo ouvi-lo gemer de prazer. Amo realizar suas fantasias e desejos. Gosto de ser sua mãe, mas gosto mais ainda de ser sua puta!


