Publicado por: Tuga069
26/08/2026
"Ele quer você."
Nádia diz isso enquanto se arruma na frente do espelho, abotoando a blusa que deixa os seios grandes e fartos levemente à mostra, aquele decote que ela sabe que mata. Wilson está deitado na cama, observando cada movimento dela, a mão descansada na própria virilha. Ele já tem o pau meio duro só de ver a mulher se preparando, sabendo exatamente para quê.
Cinco capítulos de um acordo que começou como brincadeira e virou rotina. Cinco encontros onde Nádia testa os limites, provoca outro homem na frente dele, e Wilson goza com a tensão, com o ciúme que queima mas que ele mesmo pediu. Dessa vez é diferente. Dessa vez não é só provocação no bar, não é só os olhares carregados de intenção enquanto ele fica nos bastidores, pulsante. Dessa vez tem um carro, uma madrugada, e um combinado que ficou silencioso demais para ser confortável.
Ele se levanta, vai até ela, passa a mão na cintura fina. Nádia tem o corpo que faz homem perder a cabeça, coxas grossas que explodem para fora da calça, bunda que cabe nas duas mãos de Wilson mas sobra, aquela cinturinha que contrasta com tudo mais, com os seios que caem pesados quando ela se inclina. Ele beija o pescoço dela, sente o cheiro do perfume, a pele quente.
"Você vai mesmo fazer isso?", pergunta ele, sabendo que a resposta já está escrita.
"Você quer que eu faça", ela responde, se desvencilhando com um sorriso. Não é pergunta. É constatação.
O carro dele está estacionado em um lugar discreto, longe de casa. Wilson dirige com as duas mãos no volante, os dedos brancos de tanto apertar, e Nádia fica de perna aberta no banco do passageiro, a calcinha descartada há minutos, deixando a buceta à mostra. Ela mexe no celular, confirma a localização, e Wilson sente o peito apertar. Ela tira fotos, envia mensagens. Ele não quer saber para quem.
O outro chega em quinze minutos. Entra no carro pela porta traseira, e o ar muda. Wilson sente o tesão subirem pelo corpo, aquela sensação de perder o controle que ele tanto gosta, mas dessa vez com uma pitada de medo real.
"Ela disse que você quer assistir", o cara fala, e é estranho ouvir a voz de outro homem reconhecendo o acordo, tornando tudo mais real.
"Senta aqui", Nádia ordena, apontando para o banco traseiro. Wilson obedece. Ela sai do carro, abre a porta de trás, e se senta no colo do cara, o corpo dela já encharcado, a buceta inchada e brilhando. Wilson vê tudo do banco da frente, o espelho retrovisor capturando a cena como câmera de segurança, como se ele estivesse filmando, como se isso fosse ficar guardado para sempre.
O cara passa a mão nas coxas grossas de Nádia, e ela já começa a rebolar, os seios balançando dentro da blusa. Wilson ouve o som, o barulho molhado, a respiração acelerada dela. Ela grita o nome do outro, não discretamente, não com educação. Grita mesmo, como se Wilson não estivesse ali, como se ele fosse invisível.
"Ele está gostando", o cara fala, percebendo Wilson tenso no banco da frente, a mão do marido entre as próprias pernas, masturbando devagar, segurando o grito.
"Ele sempre gosta", Nádia responde, virando o rosto para ver Wilson pelo espelho. Seus olhos encontram os dele por um segundo, e tem algo ali que não é puro tesão. Tem desafio. Tem poder. Tem uma linha sendo cruzada que não tem volta.
O pau do cara entra em Nádia com um som molhado, ela gritando, as coxas tremendo, a bunda dela empinada no banco de trás do carro. Wilson bombeia a mão na sua pica, o pau duro e quente, as veias marcadas, o pré-gozo já escorrendo. Ele vê tudo, cada movimento, cada contração, a buceta de Nádia se fechando ao redor de outro pau que não é o dele.
"Mais fundo", ela pede, e o cara entrega, metendo tudo, até o talo, o saco dele batendo contra a bunda dela. Wilson goza no seu carro, a porra escorrendo entre os dedos, silencioso, apenas respirando pesado.
Leva vinte minutos. Vinte minutos de Nádia sendo comida enquanto Wilson fica ali, vendo, tocando em si mesmo, a sensação de perda de controle total, de ser corno, de gostar disso. O cara goza dentro dela, e Nádia grita também, o corpo dela se contraindo, os seios pulando para fora da blusa.
Depois é silêncio.
O cara sai do carro, arruma a roupa, e segue seu caminho. Nádia volta para o banco da frente, as pernas ainda tremendo, a buceta ainda pulsando, e Wilson nem consegue olhar nos olhos dela. Ela passa a mão no seu rosto, obriga ele a virar, beija com força, o gosto do próprio pau ainda na boca dele.
"Você viu?", ela pergunta.
"Vi", ele responde.
"E agora?", ela insiste.
Wilson não sabe. Sabe que quer fazer de novo. Sabe que isso virou mais que uma brincadeira, que virou uma coisa que consome ele por dentro. Sabe que vai ficar acordado a noite toda pensando no som daquilo, no cheiro, na forma como Nádia gritou para outro homem.
"A gente não fala sobre isso com ninguém", ele diz finalmente.
Nádia sorri, e é um sorriso que Wilson não reconhece. É o sorriso de quem descobriu que tem poder e não quer soltar mais.
"Claro que não fala", ela concorda. "Ninguém desconfia."
Ele dirige para casa em silêncio, a mão de Nádia na sua coxa, e Wilson já está pensando na próxima vez, já está se odiando e se desejando ao mesmo tempo. O acordo que começou como fantasia virou realidade, e agora ele não sabe mais onde termina o tesão e começa a loucura.
Por Tuga069
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