O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai


O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai

O silêncio daquela noite não era paz, era expectativa. Eu estava deitada, sentindo a respiração da minha amiga ao meu lado. Eu não sabia, até aquele momento, que ela era uma travesti, mas meu corpo sentia que havia algo diferente, algo poderoso emanando dela. No escuro do quarto, senti o movimento. Ela se aproximou, deslizando o corpo contra o meu, e foi então que senti: um volume quente, duro e pulsante esfregando-se na minha bunda.

Aquele toque despertou um fogo imediato. Comecei a me masturbar ali mesmo, gemendo baixinho, sentindo minha buceta latejar a cada toque. Quando ela acordou, não houve dúvidas. Com um sorriso malicioso, ela libertou aquele pau enorme, cabeçudo e latejando.

— "Olha só para isso, gostosa... quer sentir o tamanho do meu prazer?" — ela sussurrou com a voz rouca, enquanto me puxava.

Eu nunca tinha feito isso, mas a luxúria falou mais alto. Abri a boca e envolvi aquela cabeça imensa, começando um boquete demorado e delicioso. Eu sugava com força, sentindo o gosto dela, enquanto minha buceta gritava de desejo. Ela soltou um gemido profundo, a mão enterrada no meu cabelo, guiando cada lambida.

— "Isso... chupa meu pau, sua vadia gostosa. Beija cada centímetro desse cacete," — ela comandou, a voz vibrando de tesão.

Nós nos beijamos, beijos longos, úmidos, com a língua explorando tudo. Ela desceu para a minha buceta, fazendo um lambedeu demorado, focando no meu clitóris com uma precisão que me fazia arquear as costas. Eu gemia alto, sentindo a língua dela me levar ao limite, enquanto eu, em êxtase, comecei a lamber o cuzinho dela, sentindo a pele macia e excitante.

— "Agora eu quero você inteira... quero enfiar esse pau na sua buceta, no seu cu, em tudo!" — ela disse, a respiração ofegante.

Ela começou a entrar devagar, como se estivesse degustando meu corpo. Meu cu não parava de piscar, implorando por aquele volume. Quando ela finalmente cedeu ao impulso, enfiou tudo de uma vez, sem camisinha, num impacto que me fez gritar de prazer. Era profundo, era intenso. Ela socava meu cu com força, e eu sentia cada centímetro daquela cabeça babona rasgando minha resistência.

Foi então que, num susto, olhei para a porta. Meu pai estava lá, na fresta, assistindo a tudo com os olhos arregalados de desejo. Naquele momento, o ápice chegou. Eu esguichei nela, uma gozada violenta que deixou tudo melado, enquanto ela continuava a socar meu cu, que piscava freneticamente.

A loucura tomou conta. Eu sabia que ele não resistiria.

— "Vem, papai... vem ver como a gente se diverte," — eu chamei, a voz carregada de luxúria.

Ele entrou, movido por um desejo reprimido. Ele achou que seria o ativo, começou socando a língua grossa na minha buceta e depois no meu cu, em um oral delicioso e voraz. Nós nos perdemos em beijos e lambidas. Eu senti a língua dele no meu cu e, ao mesmo tempo, a travesti chupava o pau dele com uma vontade devastadora.

— "Olha para ela, papai... olha que delícia de travesti," — eu sussurrei.

Ela não aguentou mais. Com um movimento brusco e possessivo, ela socou a cabeça do pau no cu virgem do meu pai. Ele soltou um grito que era metade susto, metade êxtase. Aquele cu apertado engoliu a cabeçona babona, piscando sem parar enquanto ela entrava fundo, explorando cada centímetro do interior dele.

Eu não fiquei parada. Sentei com meu cu no cacete do meu pai, sentindo a pressão, e de tanto tesão, esguichei no peito dele, molhando-o completamente.
O quarto, agora saturado com o cheiro metálico do desejo e o calor de três corpos entrelaçados, tornou-se um santuário de luxúria onde a hierarquia familiar e as convenções sociais foram completamente incineradas.

Meu pai, inicialmente em choque pela invasão abrupta de seu corpo, logo se rendeu ao prazer visceral. Ele arqueou as costas, as mãos agarrando os lençóis com força enquanto a travesti, com um domínio absoluto, continuava a socar seu cu. Cada estocada era acompanhada por um estalo úmido, o som da carne batendo contra a carne, ritmando a respiração ofegante de nós três.

— "Sente isso, papai... sente como você é apertado, como você implora por esse pau!" — ela exclamou, a voz agora transformada em um rosnado de prazer, enquanto acelerava o ritmo.

Eu estava posicionada acima dele, sentindo a ereção do meu pai pressionar meu clitóris, enquanto eu mesma me masturbava freneticamente, assistindo à cena surreal e excitante. Eu me inclinei, beijando o pescoço suado dele, sentindo o tremor de seu corpo a cada investida da travesti.

— "Olha para nós, papai... olha o que a gente está fazendo," — eu sussurrei no ouvido dele, minha voz sumindo em um gemido quando senti a pressão no meu próprio ventre aumentar.

A tensão no quarto atingiu o ponto de ruptura. A travesti, em um último esforço de dominação, enterrou o pauu até a raiz no cu do meu pai, soltando um grito gutural enquanto gozava violentamente lá dentro. O jato quente de sêmen inundou o interior dele, causando-lhe um espasmo de prazer tão intenso que ele gritou, os olhos revirando, enquanto sentia o volume latejar dentro de si.

Aproveitando o ápice dele, eu me joguei sobre o peito do meu pai, esfregando minha buceta encharcada contra a pele dele, sentindo o coração dele bater acelerado contra o meu. No momento em que ele atingiu o seu próprio orgasmo, jorrando tudo sobre minha barriga e coxas, eu senti a onda final me levar.

Eu esguichei novamente, um orgasmo longo e devastador que me deixou trêmula, sentindo meu corpo pulsar em sincronia com o deles.

Ficamos ali, em silêncio, apenas ouvindo a respiração pesada de cada um. O suor nos unia, o sêmen nos marcava. Olhei para o meu pai, que ainda parecia processar a magnitude do prazer que acabara de sentir, e depois para a travesti, que sorria com um olhar de vitória.

O banquete do pecado havia sido servido, e nós três tínhlymos nos fartado até a exaustão.

A atmosfera no quarto, antes carregada de tensão, agora exalava um aroma denso de sexo, suor e a fragrância metálica do gozo. O silêncio que se seguiu ao orgasmo coletivo não era de arrependimento, mas de uma rendição absoluta. Meu pai, com o peito ainda subindo e descendo violentamente, olhou para nós duas. Havia algo novo em seu olhar: a centelha da submissão que havia sido despertada pela força daquela travesti, mas que agora se transformava em algo mais possessivo.

Ele se moveu lentamente, deslizando o corpo para fora do impacto, mas não se afastou. Com um movimento decidido, ele nos puxou para perto, as mãos grandes e calejadas apertando nossas coxas com uma urgência renovada. A dinâmica havia mudado definitivamente. Ele não era mais apenas o espectador ou o receptor; ele havia despertado para a luxúria bruta.

— "Vocês acham que isso acabou?" — ele rosnou, a voz mais grave do que eu jamais lembrava. — "Agora que eu sei o gosto do pecado, eu quero tudo. Cada buraco, cada gemido... eu quero que vocês implorem por mim."

Aquelas palavras agiram como um gatilho. A travesti soltou uma risada provocante, arqueando as costas, expondo a pele lisa e o volume que, mesmo após o ápice, insistia em pulsar. Eu, por minha vez, senti minha buceta latejar instantaneamente, inundando as coxas.

O jogo de poder inverteu-se e fundiu-se. Meu pai tornou-se o Alfa daquela alcova, assumindo o controle com uma intensidade que nos deixou sem fôlego. Ele não pedia; ele comandava.

— "De joelhos. As duas," — ordenou ele, com a voz vibrando de autoridade.

Nós obedecemos deliciosamente. Houve algo excitante em ver aquele homem, que sempre fora a figura de autoridade moral, transformar-se no mestre de nossos prazeres mais proibidos. Ele se posicionou, e a cena tornou-se um banquete de oral e toques frenéticos. Ele fudeu intensamente nós duas, alternando entre a voracidade de quem descobre um tesouro e a precisão de quem sabe exatamente onde nos machucar de prazer.

Ele nos usou, nos moldou e nos levou ao limite. Cada estocada, cada comando, cada beijo sujo era um tijolo a menos na parede da moralidade. Nós éramos suas escravas do gozo, e ele era o nosso rei.

— "Diz para mim quem manda aqui," — ele sussurrou, enquanto socava a profundidade de nós duas, alternando entre o cu e a buceta com uma precisão devastadora.

— "Você, papai... você manda em tudo!" — eu gritava, sentindo meu corpo tremer em espasmos violentos, enquanto a travesti gemia ao meu lado, entregue àquela dominação masculina e bruta.

Naquela noite, não existiam mais nomes, apenas funções: o prazer, a entrega e o Alfa que nos consumia inteiras, deixando-nos exaustas, marcadas e desesperadamente famintas por mais.

Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Grande beijo a todos.

Foto 1 do Conto erotico: O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai

Codigo do conto:
273838

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
03/10/2026

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