O dia que mamei 2 pauzudos na rua

Naquele dia eu saí sozinha. Carnaval de rua, bloco lotado, e eu com uma vontade absurda de ser uma verdadeira putinha. Não queria amiga segurando minha mão, não queria ninguém me enchendo o saco. Queria novas experiências. Queria pau, queria beijo, queria ser vista. Coloquei um shortinho de paetê que mal cobria minha bucetinha inchada, um top que deixava meus biquinhos marcados, e saí sem calcinha. Como sempre. Gosto de sentir o vento na xoxota. Gosto de saber que qualquer descuido mostra tudo.

Sempre fui assim. Adoro me exibir. Adoro sexo em público. Adoro a sensação de estar no meio de um monte de gente e saber que tem homem me olhando, imaginando o que tem debaixo do short. Minha xoxota já estava meladinha antes mesmo de chegar no bloco. Só de pensar no que podia acontecer, ela já pingava. Eu sentia o mel escorrendo pela coxa grossa, molhando o shorts de paetê. A cada passo, o tecido roçava no meu grelinho saltado e eu tinha que segurar o gemido.

Cheguei no bloco e me joguei. Rebolava sem parar, esfregava o corpo nos caras, deixava eles me pegarem pela cintura. Beijei uns quantos. Mas nenhum me chamou atenção de verdade. Até que vi ele. Alto, ombros largos, camiseta molhada de suor colada no peito. A gente se olhou e não teve conversa. Ele veio, me puxou pela cintura e me beijou gostoso. Beijo molhado, com língua, mão na nuca, corpo colado no meu. E no meio do beijo eu senti.

O volume.

Absurdo. Grande demais. Ele estava de short e o pau dele pressionava contra minha coxa como se quisesse furar o tecido. Grosso, pesado, quente. Passei a mão por cima e quase gemi. Era pau de verdade. Daqueles que a gente sente o contorno inteiro, a cabeça arrochada, o corpo grosso. Desci a mão e apertei. Ele gemeu na minha boca. Eu não parei mais de falar na orelha dele. "Quero colocar inteiro na boca. Quero engolir esse pau. Quero sentir ele batendo na minha garganta." A cada frase minha, o pau dele pulsava na minha mão. Ele ria, mordia minha orelha, apertava minha cintura. Eu estava louca.

Até que ele pegou meu braço. Sem falar nada, só me puxou. Atravessamos a multidão, saímos do bloco, e ele me levou por uma rua tranquila. Escura, deserta de foliões. Mas tinha uns quatro homens encostados na parede, fumando, bebendo, olhando. Ele não se importou. Eu também não. Melhor ainda. Me encostou na parede fria, levantou minha perna e me beijou de novo, mais bruto. A mão dele subiu pela minha coxa, entrou por dentro do shortinho, e os dedos encontraram minha bucetinha encharcada. Sem calcinha, lembra? Ele só deslizou os dedos na fenda e gemeu contra minha boca. "Você tá pingando", ele disse. E enfiou dois dedos de uma vez.

Me dedou com força. Do jeito que eu gosto. Entrando e saindo, curvando os dedos, batendo no ponto certo enquanto o polegar pressionava meu grelinho saltado. Eu agarrei o ombro dele, joguei a cabeça para trás e gemi alto. Sem me importar com os homens que assistiam. Alguns se aproximaram mais. Um deles soltou um "caralho" baixinho. Eu abri os olhos e vi que eles estavam se tocando por cima da calça. Isso me deixou ainda mais louca. Rebolava contra a mão dele, sentindo o mel escorrer pela coxa.

Então ele se agachou. No meio da rua, na frente de todo mundo. Puxou meu shortinho para o lado e caiu de boca. A primeira lambida foi larga, da entrada até o grelinho. Eu quase caí. Ele chupou minha xoxota como se fosse a última coisa que faria na vida. Língua circulando o clitóris, sugando, mordiscando. Enfiava a língua dentro de mim e voltava para o grelinho com uma pressão que me fazia tremer as pernas. Eu segurava a cabeça dele, empinava o quadril, esfregava minha bucetinha na boca dele sem vergonha nenhuma. Os homens na rua assistiam. Um deles tinha o pau na mão agora, batendo devagar. Outro só olhava com a boca aberta. E eu ali, com a perna no ombro dele, sendo chupada em público, gemendo cada vez mais alto.

Ele chupou por longos minutos. Trocava o ritmo. Ora rápido no grelinho, ora lento e profundo na entrada. Me deixou no ponto várias vezes e parava, só para me ouvir implorar. "Não para, por favor, não para." Ele ria contra minha buceta e a vibração me fazia gemer mais. Quando ele voltou a sugar com força, dois dedos enfiados, curvados, e a língua batendo rápido no clitóris, eu não aguentei. O orgasmo veio como uma onda. Minhas pernas tremeram, meu corpo inteiro se arrepiou, e eu gozei na boca dele. Gemendo alto, sem vergonha, na frente de todos aqueles homens.

Ele subiu me beijando. Me beijou na boca com a minha xoxota toda no rosto dele, e eu senti o gosto do meu próprio mel na língua dele. Foi gostoso demais. Quando a gente se separou, ele olhou para o lado, viu o cara que estava batendo punheta assistindo a gente, e sorriu. Fez um gesto com a cabeça, chamando o cara. O homem veio sem pensar duas vezes, com o pau ainda na mão, duro, brilhando. Ele parou na minha frente, meio sem jeito, mas com o tesão estampado na cara. O pauzudo então me pegou pelo queixo, levantou meu rosto e falou bem direto na minha orelha: "Agora você vai mamar os dois. Igual uma verdadeira putinha. Deixa a gente gozar na sua cara e no seu peito. Você quer isso, né? Sempre quis."

Eu não respondi com palavra. Só sorri, me agachei ali mesmo no meio da rua, com os dois em pé na minha frente. Os outros homens na calçada assistiam, alguns ainda se tocando. Eu me sentia exatamente onde queria estar. Puta, safada, exibida. Ajoelhei no chão frio, abri bem as pernas, e olhei para cima. Os dois paus na minha frente. O do pauzudo era maior, mais grosso, veias saltadas, cabeça roxa e brilhando. O do outro era menor, mas grosso também, latejando, babando na minha frente.

Comecei pelo pauzudo. Peguei a base com a mão, senti o peso dele na minha língua. Dei uma lambida larga de baixo para cima, do saco até a cabecinha, bem devagar, olhando para ele. Ele soltou um gemido fundo e segurou meu cabelo. Abri a boca e enfiei só a cabecinha. Chupei devagar, girando a língua ao redor, sentindo o gosto salgado de suor e tesão. Ele empurrou um pouco mais. Eu relaxei a garganta e engoli mais. Até sentir ele batendo no fundo. Ele gemeu alto e empurrou mais fundo ainda. Eu deixei. Baba escorria pelo canto da minha boca, descendo pelo queixo. Tirei devagar, lambi a cabecinha de novo, e olhei para o outro cara.

Sem perder tempo, virei para o segundo pau. Peguei com a mão, enfiei na boca de uma vez. Era mais grosso, enchia minha boca inteira. Chupei com vontade, sugando forte, batendo a língua naquele ponto logo abaixo da cabeça. O cara jogou a cabeça para trás e agarrou meu ombro. Enquanto eu chupava um, continuava batendo punheta no outro com a mão. Alternava. Chupava um por um tempo, depois trocava. Lambia os dois juntos, passando a língua de um para o outro, esfregando as duas cabeças na minha boca ao mesmo tempo. Eu estava completamente entregue. Minha xoxota escorria de novo, pingando no chão. Eu gemia com a boca cheia.

O pauzudo então falou: "Agora os dois juntos. Abre bem a boca." Eu abri. Ele encostou o pau dele de um lado da minha boca e o outro cara do outro lado. Eu lambia os dois, chupava um e outro, alternava, deixava os dois babando na minha cara. Minha mão não parava, batendo um em cada punho. Eles começaram a gemer mais alto, mais rápido. Eu sentia os dois pulsando. Sabia que estavam perto.

O pauzudo falou: "Olha pra cima. Quero ver sua cara quando a gente gozar." Eu obedeci. Abri a boca, tirei os dois, e continuei batendo com as duas mãos, a língua para fora, olhando para os dois. Ele veio primeiro. Jatos grossos e quentes acertando meu rosto, minha boca, escorrendo pelo queixo. Quase ao mesmo tempo, o outro gozou também. Jorrou no meu peito, acertando o top, escorrendo entre os meus seios, pingando na barriga. Eu continuei batendo os dois até o último jato, lambendo o que escorria da minha boca. Meu rosto inteiro estava melado. Meu peito também. Eu olhei para os dois, com a cara suja de porra, e sorri satisfeita. Fui para casa logo em seguida, e adivinhem rs fui tocar mais siririca.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273844 - Sexo no mesmo ambiente com amiga putinha - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
268050 - Vício em chupar bolas e tocar siririca - Categoria: Confissão - Votos: 41

Ficha do conto

Foto Perfil paulinha1996
paulinha1996

Nome do conto:
O dia que mamei 2 pauzudos na rua

Codigo do conto:
273842

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
03/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0