Madrasta fabulosa .A Putinha do Enteado
— Você não faz ideia do quanto eu imaginei esse momento, caralho... — ele sussurrou, a voz rouca, enquanto me prensava contra a parede da área de lazer.
Aquele beijo não foi um pedido, foi uma invasão. A língua dele entrou na minha boca com uma fome desesperada, me reivindicando. Eu sentia o corpo dele, firme, jovem, pulsando de desejo contra o meu. Aquele desejo que eu fingia ignorar por semanas, mas que agora explodia em cada centímetro da minha pele. Eu correspondi com a mesma fúria, as mãos apertando os ombros dele, sentindo que, finalmente, a tensão tinha quebrado.
— Vem... rápido... antes que alguém veja... — eu gemi entre os beijos, puxando-o pelo braço em direção ao meu quarto.
Assim que a porta bateu e o trinco fechou, o mundo lá fora deixou de existir. Só existíamos nós dois e aquela luxúria animal. Eu o empurrei contra a cama e comecei a despi-lo com urgência. Quando ele ficou nu, meus olhos arregalaram. Que porra de tamanho era aquele? O pau dele era enorme, latejando de tesão, muito maior do que qualquer coisa que o pai dele já tivesse me dado.
— Olha pra isso... — eu sussurrei, deslizando os dedos pela haste grossa e quente. — Você é um homem agora, não é?
— Eu sou seu, gostosa... faz o que quiser comigo — ele respondeu, a respiração ofegante.
Eu não aguentei. Me ajoelhei diante dele e comecei um boquete lento, delicioso. Eu envolvia aquele membro gigante com a boca, sentindo o gosto do seu desejo, subindo e descendo, chupando cada centímetro, fazendo-o gemer alto. Ele arqueava as costas, as mãos enterradas no meu cabelo, enquanto eu me dedicava a dar o melhor oral da vida dele.
Depois, ele me jogou na cama e se posicionou entre as minhas pernas. Ele não foi direto ao ponto; ele quis me torturar com prazer. Ele desceu com a boca, lambendo minha buceta com uma vontade absurrente. A língua dele encontrava meu clitóris com precisão, fazendo-me tremer e gritar baixinho no travesseiro. Ele lambia cada dobra, cada gota do meu desejo, fazendo um "lambidelas" demorado que me deixou louca.
— Por favor... me fode... mete esse pauzão em mim! — eu implorei, arqueando o quadril.
Ele sorriu, aquele sorriso atrevido de quem sabe que tem o controle. Ele me virou de costas, me deixando em posição de quatro. Ele começou a beijar minha bunda, lambendo a frestinha do meu cu, dando chupadinhas provocantes que me faziam soltar espasmos de prazer.
— Eu quero sentir tudo de você... quero que você seja minha por completo — ele sussurrou no meu ouvido.
Com cuidado, mas com a fome de quem esperou anos por aquilo, ele posicionou a ponta daquele pau enorme na entrada do meu cu. Eu senti a pressão, a invasão deliciosa. Ele entrou devagar, profundo, preenchendo cada espaço vazio.
— Ai, meu Deus... que prazer é esse... — eu gemia, sentindo a profundidade do impacto.
Ele começou a meter com vontade. Mete e tira, constante, rítmico. O impacto da carne batendo na minha bunda ecoava no quarto. Era um sexo bruto, luxurioso, mas feito com uma entrega total. Ele alternava: metia no cuzinho, tirava, e mergulhava com força na minha buceta molbada.
— Você é deliciosa, caralho! — ele gritava, enquanto acelerava o ritmo.
Nós entramos em um 69 frenético por alguns instantes, trocando prazeres, línguas e gemidos, até que a tensão chegou ao ápice. Ele me agarrou com força, enterrando-se own fundo na minha buceta para a última sequência de estocadas.
— Vou gozar! Eu vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou.
Eu senti a onda de calor do gozo dele inundando o meu corpo, enquanto eu atingia o meu próprio orgasmo, gritando de prazer, sentindo que aquela traição era, na verdade, a coisa mais certa que já tinha acontecido na minha vida.
O silêncio que se seguiu ao orgasmo era pesado, preenchido apenas pelo som das nossas respirações curtas e o bater do coração dele contra as minhas costas. Ficamos assim por alguns minutos, pele grudada na pele, o suor esfriando no ar condicionado do quarto, enquanto a realidade começava a se infiltrar novamente entre nós.
Ele se afastou lentamente, soltando um suspiro longo. Quando me virei para olhá-lo, vi que a expressão de luxúria animal tinha dado lugar a algo mais complexo: uma possessividade quase sombria.
— Agora você sabe — ele disse, a voz ainda rouca, enquanto passava a mão pelo meu rosto. — Sabe que ninguém mais te toca como eu. Nem mesmo o seu marido.
Aquelas palavras foram como um choque elétrico. A palavra "marido" trouxe de volta a imagem do pai dele, a quem eu traía não apenas fisicamente, mas emocionalmente, ao permitir que o filho dele me reivindicasse daquela maneira. Um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de culpa; era de excitação. O perigo agora fazia parte do jogo.
— Você é louco... — sussurrei, embora meus olhos estivessem fixos nos dele. — Se ele descobre, ele destrói a gente.
Ele soltou uma risada curta, quase cruel, e me puxou para perto novamente, mas desta vez não houve pressa. Ele me beijou com calma, explorando cada canto da minha boca, enquanto a mão descia lentamente para onde ainda estava úmido do seu gozo.
— Deixa ele descobrir — ele murmurou contra meus lábios. — Quero ver a cara dele quando perceber que a "mulher perfeita" prefere o pau do filho do que o dele.
O desafio estava lançado. Eu senti meu corpo reagir instantaneamente, a libido reacendendo como se o sexo anterior tivesse sido apenas um aquecimento. Eu o agarrei pelo pescoço, puxando-o para baixo, querendo mais daquela brutalidade, querendo ser consumida por aquele desejo proibido.
— Então prove... — desafiei, abrindo as pernas novamente. — Prove que você é homem o suficiente para me manter.
Ele não precisou de segunda chamada. Ele me atacou novamente, mas desta vez havia algo diferente: não era apenas desejo, era a vontade de marcar território. Ele me meteu com força, sem aviso, me fazendo gritar. Ele não queria mais a delicadeza; ele queria que eu lembrasse, em cada estocada, de quem eu pertencia agora.
Enquanto ele me possuía com aquela fúria renovada, eu conseguia ouvir o som do carro do meu marido chegando na garagem. O pânico e a adrenalina se misturaram, tornando cada movimento mais intenso, cada gemido mais urgente. Nós sabíamos que o tempo estava acabando, mas nenhum de nós queria parar.
Nós estávamos brincando com fogo, e a verdade é que nós dois adorávamos a sensação de estarmos queimando.
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Grande beijo a todos.




