O sol começava a descer, pintando o céu de laranja e roxo, quando o telefone tocou. Era minha sobrinha, Carla. A voz dela, sempre doce, tinha um tom diferente—um misto de hesitação e algo mais, algo quente.
“Oi, tio. Tudo bem? Estava com saudades. Que tal a gente dar uma volta na praia? Só para conversar.”
“Claro, querida. Encontro você no calçadão em vinte minutos.”
Ela estava de biquíni azul-turquesa, com uma saída de praia por cima. O cabelo castanho molhado pelos respingos do mar. Mas seus olhos… seus olhos estavam distantes, perdidos no horizonte.
Caminhamos em silêncio por um tempo, a areia quente sob nossos pés. O som das ondas era constante, um sussurro antigo.
“Você está meio desligada hoje, Carla. Tudo bem?”
Ela sorriu, mas era um sorriso triste. “É… a vida sentimental, tio. Está difícil. Tenho… desejos. Coisas que quero experimentar. Mas tenho medo. Medo de me entregar, de ser mal interpretada.”
Parei, virei-me para ela. “Carla, você é jovem, linda, cheia de vida. Não pode deixar o medo roubar seus melhores anos. A vida é para ser vivida, sentida… em toda a sua intensidade.”
A abracei, um abraço apertado, protetor. Senti o corpo quente dela contra o meu, a respiração acelerada. Aos poucos, o abraço foi mudando. As mãos que a confortavam começaram a deslizar pelas suas costas, sentindo a curva da sua coluna sob o tecido fino da saída.
Ela não se afastou. Pelo contrário, encostou a cabeça no meu ombro e suspirou.
“Tio…”, sussurrou.
“Shhh…”, respondi, levando-a suavemente para uma área mais deserta, atrás de algumas rochas que criavam uma sombra privada. O som do mar era mais alto aqui, abafando o mundo.
Olhei nos seus olhos castanhos, cheios de dúvida e de um brilho que eu nunca tinha visto antes. Segurei seu rosto com as duas mãos, os polegares acariciando suas maçãs do rosto.
“Não tenha medo”, disse, minha voz um rosnado baixo.
E então, baixei a cabeça e beijei-a.
Foi um beijo lento no início, apenas um toque de lábios. Mas então ela respondeu, e foi como uma explosão. Sua boca se abriu, e sua língua invadiu a minha—doce, quente, *gostosa*. Um gemido escapou da sua garganta, e suas mãos se agarraram às minhas costas, as unhas cavando levemente. Beijamo-nos com fome, com uma luxúria que tinha estado adormecida por muito tempo. A língua dela dançava com a minha, saboreando, explorando.
“Meu Deus, tio…”, ela gemeu entre um beijo e outro, sua respiração ofegante.
Minhas mãos desceram das suas costas, encontrando a amarração do biquíni por baixo da saída. Com movimentos lentos, puxei o nó, e a parte de cima cedeu. Deixei a saída cair na areia. Seus seios, firmes e perfeitos, estavam agora expostos ao ar salgado. A pele arrepiou-se.
“Lindo”, murmurei, baixando a cabeça para beijar seu pescoço, sua clavícula, enquanto minhas mãos a apalpavam—uma palma cheia em cada seio, os polegares esfregando seus mamilos já duros.
“Ah… tio… isso… isso é tão bom…”
Virei-a de costas para mim, puxando-a contra o meu corpo. Meu pau, já duro e latejante dentro do meu calção, pressionou contra as suas nádegas, apenas separado pelo tecido fino do seu biquíni. Ela gemeu alto e, instintivamente, começou a rebolar, esfregando o traseiro redondo contra minha ereção.
“Gosta disso, safadinha?”, sussurrei no seu ouvido, mordendo suavemente o lóbulo.
“Sim… por favor…”
Minhas mãos desceram à sua cintura, aos lados do biquíni. Com dedos ágeis, puxei-o para baixo, lentamente, revelando as nádegas perfeitas. Meu pau escapou da minha bermuda e deslizou entre elas, úmidas do suor e do ar do mar. O contato da pele com a pele era eletrizante.
“Carla…”, disse, minha voz rouca de desejo.
Encostei-a contra a parede rochosa, mais protegida. Beijei seus ombros, suas costas, enquanto minhas mãos exploravam cada centímetro dela. Então, me abaixei. Coloquei as mãos na parte de trás das suas coxas e ergui-as levemente, arqueando seu corpo para frente.
“Relaxa, minha putinha”, murmurei.
Minha mão deslizou entre suas nádegas, encontrando o seu cuzinho virgem, apertado e convidativo. Estava molhado—não só do mar. Usei meus dedos para acariciar a entrada, circulando o anel tenso.
“Vai… vai com cuidado, tio… é a primeira vez…”, ela pediu, sua voz trêmula de excitação e medo.
“Eu vou cuidar de você. Confia em mim.”
Cuspi na minha mão, lubrificando meus dedos, e depois pressionei suavemente a ponta de um dedo contra a sua portinha. Ela estremeceu, mas não recuou. Com uma pressão constante e lenta, meu dedo começou a entrar.
“Ahhhhh… Deus…”, ela gritou, suas mãos se agarrando à rocha.
“Respira, Carla. Deixa o seu corpo aceitar.”
Meti e tirei o dedo, com um ritmo constante e cuidadoso, sentindo o anel muscular relaxar aos poucos, abrindo-se para mim. Ela estava encharcada, o suco dela escorrendo pelas suas coxas.
“Está pronto?”, perguntei, meu pau latejando de necessidade.
“Sim… por favor, tio… me fode… quero sentir você…”
Posicionei a cabeça do meu pau na entrada agora relaxada. Era mais apertado do que qualquer coisa que eu já tivesse sentido. Com uma pressão firme e lenta, comecei a entrar.
“CARALHO!”, ela gritou, seu corpo se arqueando violentamente. “É tão… tão profundo!”
“Shhh… deixa eu te encher, putinha.”
Fui entrando centímetro a centímetro, até estar completamente dentro dela. A sensação era indescritível—quente, apertada, uma luva perfeita. Comecei a meter, com movimentos longos e lentos, metendo e tirando, sempre com cuidado, observando cada reação dela.
“Ah… tio… assim… assim é bom…”, ela gemeu, começando a rebolar de volta, encontrando meu ritmo. “Me fode no cuzinho… goza dentro…”
O ritmo aumentou. As nádegas dela batiam contra minha pelve com um som úmido e pecaminoso. Eu a puxava pelo quadril, metendo cada vez mais fundo, mais rápido. A sensação era avassaladora. Apertei os dentes.
“Vou gozar, Carla… vou encher seu cuzinho de porra!”
“SIM! GOZA, TIO! ME ENCHE!”
Com um rugido abafado, explodi dentro dela, jatos quentes de porra inundando seu interior. Meu corpo tremia com a intensidade do orgasmo. Fiquei ali, enterrado nela, ofegante, por um longo momento.
Depois, cuidadosamente, me retirei. Ela cambaleou, apoiando-se na rocha, ofegante.
Mas eu não tinha terminado.
Me abaixei na areia, na frente dela. Abri suas pernas. E lá estava ela—sua buceta linda, inchada de desejo, os lábios inchados e glistening com seu próprio suco. O clitóris, um botãozinho vermelho e duro, pulsava.
“Tio…”, ela sussurrou, “eu… eu sou virgem. Lá embaixo também.”
“Eu sei, querida”, disse, minha voz suave. “Deixa o tio cuidar de você.”
E então, mergulhei.
Minha língua encontrou seu clitóris primeiro—uma lambida longa, lenta, da base até a ponta.
“AH! MEU DEUS!”, ela gritou, seus dedos se enterrando no meu cabelo.
Foquei no clitóris dela, lambendo, chupando, circulando. Usei os lábios para sugar o botãozinho, enquanto meus dedos acariciavam suavemente sua entrada. Ela estava delirante, gemendo e gritando, suas pernas tremendo.
“Não para… por favor, não para…”
Depois de minutos dedicados apenas ao seu clitóris, desci. Minha língua plana lambeu toda a extensão da sua fenda, saboreando seu suco doce e salgado. Então, focando na sua entrada virgem, pressionei a ponta da língua contra ela.
“Assim…”, ela gemeu. “Quero sua língua…”
Meti a língua dentro dela, tão fundo quanto conseguia, simulando o ato de foder. Ela gritou, seus quadris se contorcendo. Intercalei—lingua no cuzinho, ainda relaxado e cheio da minha porra, depois de volta para a buceta, depois chupando o clitóris com força.
“TIO! EU VOU GOZAR! TÁ MUITO BOM!”
“Goza, minha putinha. Goza na boca do tio.”
Com um grito que se perdeu no som do mar, ela veio. Seu corpo convulsionou, e um jorro quente de seu suco inundou minha boca. Eu bebi tudo, lambendo cada gota enquanto ela tremia no pós-orgasmo.
Mas ela ainda não estava satisfeita.
Ela deslizou pela rocha até ficar de joelhos na areia, na minha frente. Suas mãos trêmulas abriram minha bermuda e puxaram meu pau para fora. Ele ainda estava duro, coberto da mistura dos nossos fluidos.
“Minha vez”, disse ela, com um sorriso safado.
E então, ela abriu a boca e engoliu meu pau até a base.
“CARALHO!”, gritei. A boca dela era quente, úmida, e a língua dela trabalhava magicamente na parte de baixo do meu pau.
Ela fez um boquete como uma profissional—lenta, demorada, deliciosa. Subia e descia, com os lábios firmes, enquanto uma das mãos massageava minhas bolas. A outra mão se esfregava entre suas próprias pernas.
“Sua puta… você é uma putinha tão boa…”, gemeu.
Ela sorriu com o pau na boca e aumentou o ritmo. Senti a tensão se acumulando de novo na minha base.
“Vou gozar na sua boquinha…”
Ela não se afastou. Pelo contrário, seus olhos encontraram os meus, desafiadores. Quando a explosão veio, ela engoliu cada jato, limpando-me com a língua depois.
Ofegantes, caímos na areia, lado a lado.
Depois de alguns minutos, ela se virou para mim, seus olhos agora claros e cheios de uma nova confiança.
“E agora…”, sussurrou, “tira meu cabaço de verdade. Me faz mulher.”
Deitei-a de costas na saída de praia, que estava espalhada na areia. Abri suas pernas completamente. Beijei a parte interna de cada coxa, depois voltei para sua buceta, dando uma última lambida demorada no clitóris, já super sensível.
“Está pronta?”
“Estou. É seu. Meu cabaço é seu, tio.”
Posicionei-me entre suas pernas. A cabeça do meu pau encontrou sua entrada, muito mais apertada do que o cuzinho. Olhei nos seus olhos.
“Pode doer um pouco no começo.”
“Eu não me importo.”
Com um movimento firme e controlado, dei uma enfiada, rompendo o hímen.
“AH!”, ela gritou, e uma lágrima escapou do canto do seu olho. Mas ela sorriu. “Não para…”
Comecei a meter, devagar no início, cuidando para que ela se acostumasse. Logo, a dor deu lugar ao prazer. Seus gemidos aumentaram.
“Isso… assim… me fode, tio… me fode com força!”
Aumentei o ritmo. Metia fundo na sua buceta agora aberta, depois dava uma enfiada rápida no seu cuzinho ainda macio, variando o estímulo. Ela estava em êxtase, gritando, suas unhas marcando minhas costas.
“GOZA DENTRO! GOZA NA MINHA BUCETA! EU TÔ TOMANDO PÍLULA! ME ENCHE!”
Não precisei ser pedido duas vezes. Com um último movimento brutal, enterrei-me nela e explodi, minha porra jorrando dentro do seu útero. Ela veio ao mesmo tempo, seu corpo se contorcendo em espasmos violentos, um grito rouco rasgando a noite que agora caía.
Ficamos entrelaçados por um tempo infinito, ofegantes, suados, completos.
Finalmente, nos levantamos, meio cambaleantes. Vestimos nossas roupas em silêncio, um sorriso tolo nos lábios dos dois. Caminhamos até a beira da água e entramos no mar. A água fria foi um choque delicioso na nossa pele quente.
Ela se aproximou, deu um beijo doce e demorado nos meus lábios.
“Que gostoso…”, sussurrou ela contra minha boca. “Ser iniciada por você, tio querido. Por você, meu amante.”
E sob o manto da noite estrelada, com o mar testemunhando nosso segredo, soube que nada mais seria como antes. Para nenhum de nós.
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Grande beijo e abraços a todos.




