Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar

Pra resumir pessoal, sou a Larissa e acredito que vários aqui já leram meus relatos que foram apagados. Vamos lá de novo, tenho 21 anos, gaucha, dizem que tenho rostinho de princesa devido a delicadeza, pele morena clarinha, seios médios, pernas grossas e o que mais gosto em mim: Minha bunda! Pra quem não leu os outros contos, é uma longa história mas pra resumir, descobri que Thiago tem um fetiche enorme em ser corno e eu ajudo ele com isso ?????????
Já transei com dezenas de homens enquanto meu amorzinho se masturbava com força e tirava fotos enquanto sua pobre namoradinha indefesa era devorada por aqueles homens safados.
Depois de meses, convenci Thiago a voltar nossa vida como era antes e disse que se não fosse assim não queria mais ele, logo ele aceitou. Deixei claro que de agora em diante ele vai me obedecer, em outras palavras, eu faço o que eu quiser e ele aceita sem reclamar. Adoro ver ele com aquela carinha e me excita ver ele fazendo tudo que eu mando, e acho que ele gosta de ser submisso a mim. O que vamos contar aqui aconteceu na quinta feira e nosso convidado principal era Valdir, deve ter uns 55 anos e trabalha pro meu pai há muitos anos. Valdir era negro, alto e forte, não parecia ter a idade que tinha. Minha mãe me ligou dizendo que o Valdir viria até meu apartamento pra fazer manutenção nas tomadas que pararam de funcionar, isso era o que eu precisava. Como eu não moro na mesma cidade dos meus pais, ia ficar sozinha com Valdir no meu apartamento sem chance alguma de alguém chegar, Valdir é casado e me viu crescer mas essa ocasião me deixou louca de vontade e com certeza eu ia transar com ele. Conversei com Thiago e pedi pra ele não ficar em casa quando Valdir chegasse, seria por volta de meio dia, Thiago chegaria no começo da noite.
Quando Valdir chegou meu coração acelerou, ele não era lindo de rosto mas era muuuuito gostoso. Não aguentei esperar Thiago chegar e usando um pijaminha bem pequeno ficava deitada no sofá com a bunda pra cima enquanto Valdir circulava pela casa. Lógico que eu percebia que ele olhava fixamente pra minha bunda quando passava pela sala, e passou dezenas de vezes rsrs. Perto do horário de Thiago chegar eu coloquei meu plano em ação e chamei Valdir até meu quarto, ele prontamente apareceu mas quando me viu quase desmaiou. Eu estava de calcinha e sem sutiã, eu não disse uma palavra, apenas encarava ele com um olhar de uma verdadeira cadela no cio. Me senti uma vagabunda e era isso que eu era. Valdir se assustou e não conseguia falar nada mas também não tirava o olho de mim, eu sorri e mandei ele entrar mas não fechar a porta, o que ele fez devagar. Valdir estava relutante por medo do meu pai mas quando grudei no pau dele por cima do shorts ele se entregou.
Valdir grudou as duas mãos na minha bunda e me levantou lambendo meus peitos, ele não tinha delicadeza nenhuma, não tive dúvidas de que aquela noite eu não ia ser a dona da situação, e sim, a submissa daquele homem com um apetite que eu nunca vi antes.
Valdir me pegava e me mudava de posição toda hora, até me colocar deitada na cama de costas pra ele. Ele beijava minha bunda, mordia, dava tapas com força e me chamava o tempo todo de putinha, dizia que sabia que eu era uma vagabunda só pelo olhar e tirando sua roupa, sem muita cerimônia apertou minha cabeça contra a cama e mandou em empinar a bunda pra ele, eu ainda não tinha visto o tamanho daquele pau, senti que era grande pois quase não entrava em mim, Valdir forçava sem carinho, me tratava como uma puta qualquer e eu adorava isso, eu chorei de dor, gritei muito alto e nem percebi quando Thiago chegou. Demorou, e ele fazia cada vez mais força e eu chorava de dor e um tesao avassalador. Aquele pau enorme ia finalmente entrando aos poucos, ele me arrombava, quando senti que ele finalmente conseguiu colocar tudo aquilo em mim, a dor não diminuiu pois era gigante e cada vai e vem me esticava um pouco. Não liguei pra nada e nesse ponto eu gritava de tanto tesao enquanto as lágrimas ainda escorriam por meus olhos. Depois de me comer o tempo que ele quis eu pude me virar e finalmente ver aquele pau que com certeza era o maior que eu já vi. Thiago fotógrafava e parecia estar extremamente excitado me vendo ser invadida por aquele colosso.
Valdir me colocou de quatro e começou a enfiar aquele membro emim de novo, ainda doeu demais mas menos do que antes. Eu estava fora de mim, gemia igual doida enquanto Valdir me chamava de putinha sem vergonha, vadia, cachorra, COMO EU AMO SER CHAMADA DISSO.
Transamos até anoitecer e eu estava esgotada, mal falei com Thiago e pedi pra ele ir embora que depois eu ligava.
O que eu não sabia era que por volta de 22 da noite o safado do Valdir estava novamente batendo na minha porta, o safado queria me comer de novo. O que vocês acham? Será que eu abri a porta? Rsrsrsrs
Foto 1 do Conto erotico: Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar

Foto 2 do Conto erotico: Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar

Foto 3 do Conto erotico: Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar

Foto 4 do Conto erotico: Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Voltando a normalidade, meu corninho assistiu quietinho o Valdir me empalar

Codigo do conto:
273863

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/10/2026

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4

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