“Você não faz ideia do quanto eu imaginei esse momento, Rosana. Dez anos... dez malditos anos pensando em como seria ter você embaixo de mim.”
A frase saiu como um rosnado, enquanto meus lábios devoravam os dela em um beijo faminto, desesperado. Não era mais aquele carinho de família; era pura luxúria. A Rosana que desceu daquele táxi era uma mulher feita, com curvas que me deixaram zonzo e um olhar que dizia: *“me usa agora”*.
Estávamos no sofá, mas a conversa tinha acabado. O desejo era palpável, quase sólido. Quando ela me beijou, senti que não havia nada entre o vestido dela e a minha pele. Puxei o tecido estampado para cima, revelando aquela bundinha empinada e a boceta depiladinha, exalando um perfume natural que me deixou louco.
— João, por favor... não para. Eu também desejava isso. — ela sussurrou, a voz embargada de desejo.
Eu não aguentei. A levei para o quarto como quem leva um tesouro para ser saqueado. Assim que caímos na cama, arranquei o resto da roupa dela. Ela estava magnífica, nua, entregue. Comecei com beijos lentos, descendo pelo pescoço, sugando seus seios fartos, mordendo os bicos que já estavam eretos.
Desci com a língua, lambendo cada centímetro daquela barriga gostosa até chegar ao destino. Abri as coxas dela com força e mergulhei o rosto naquela vulva quente.
— Ah! Meu Deus, João! — ela gritou, arqueando as costas.
Eu não estava apenas beijando; eu estava devorando. Lamber a boceta dela era como provar o céu. Passei a língua com força no clitóris, fazendo-a tremer inteira, e depois mergulhei a língua fundo, sentindo o gosto do seu gozo vindo em ondas. Ela rebolava, as mãos cravadas nos meus ombros, gemendo alto enquanto eu me deliciava com cada centímetro daquela carne macia.
— Agora... por favor... eu quero sentir esse seu pauzão na minha boca — ela pediu, a voz rouca de luxúria.
Mudei de posição rapidamente. Ficamos no 69, uma dança de prazer oral. Enquanto eu continuava a lamber e chupar a boceta dela, sentindo o calor do seu corpo, ela envolvia meu caralho de 23 cm com os lábios, sugando com vontade, fazendo aquele barulho delicioso de sucção. Era demais. O prazer era visceral.
— Chupa tudo, Rosana! Chupa que eu vou gozar na sua boca! — eu gritava.
Ela obedeceu, fazendo um boquete demorado, profundo, explorando cada centímetro do meu pau grosso. Eu sentia a pressão daquela boca quente e, num instante de êxtase, gozei violentamente dentro da garganta dela, sentindo seu corpo estremecer junto comigo.
Mas o descanso durou segundos. Ela se posicionou por cima, sentando com toda a sua vontade. Quando ela encaixou minha cabeça no canal dela e desceu devagar, senti que não cabia mais nada. Estávamos fundidos.
— Meu Deus, que tamanho... você está me rasgando, João! — ela gemia, com os olhos revirados.
Ela começou a cavalgar, num ritmo cadenciado que logo virou frenesia. Eu a segurava pela cintura, puxando-a para baixo com força, enquanto meus dentes marcavam seus seios. Ela me aranhava as costas, deixando marcas de fogo na minha pele. O som da carne batendo na carne ecoava pelo quarto.
— Fode a minha boceta, primo! Fode com força! — ela gritava.
Eu a virei, coloquei-a de quatro, e olhei para aquele anel apertado e rosado. Peguei o gel, lubrifiquei bem o meu caralho e a entrada do cu dela. Com cuidado, mas com determinação, empurrei.
— Ai... está entrando... está tudo entrando! — ela gritou, num misto de susto e prazer absoluto.
Quando senti o fundo do cu dela, comecei a meter. Tira, mete. Tira, mete. O sexo anal era visceral, profundo. Eu via a pele dela esticar a cada estocada, revelando a vulnerabilidade e a entrega total. O som era úmido, visceral, um tapa seco de pele contra pele que reverberava pelas paredes do quarto. Rosana não gritava mais palavras; eram apenas gemidos guturais, sons de quem tinha perdido a noção de onde terminava o próprio corpo e onde começava o do primo.
Eu a segurava pelos quadris, as unhas cravadas na carne macia das nádegas, puxando-a contra mim com tanta força que chegávamos a perder o equilíbrio. O aperto do esfínctor era agonizanteamente prazeroso, como se o corpo dela estivesse tentando me expulsar e me sugar ao mesmo tempo.
— Você é minha, Rosana... inteiramente minha! — eu rosnei no ouvido dela, sentindo o cheiro do suor misturado ao perfume caro que ela usava.
De repente, num impulso de luxúria, eu a puxei para trás, virando-a de costas para mim, mas mantendo a penetração anal. Curvei o corpo dela, forçando-a a arquear a coluna, enquanto minha mão descia com violência para o clitóris. Comecei a estimular a boceta dela com o polegar, num ritmo frenético, enquanto continuava a martelar o cu dela com estocadas profundas e brutais.
O combo era demais para ela. Rosana começou a tremer violentamente. O rosto dela estava enterrado no travesseiro, abafando os gritos de êxtase. Senti o momento exato em que ela desabou: as paredes do ânus se contraíram em espasmos violentos, apertando meu pau de forma quase insuportável.
— João! Eu vou... eu vou...! — ela gritou, e então o corpo dela arqueou num espasmo final, o gozo anal e vaginal acontecendo simultaneamente.
Aquele tremor dela foi o gatilho para mim. Não consegui mais segurar. Com um último impacto, sinto que toquei o fundo do útero via retal, e deixei que todo o meu leite quente inundasse aquele canal apertado. Gozei com violência, sentindo cada pulsação do meu caralho disparando jatos profundos dentro dela, enquanto ela ainda soluçava de prazer.
Ficamos assim por alguns instantes, em silêncio, apenas ouvindo a respiração ofegante de ambos. O suor escorria, a pele estava ruborizada e o quarto cheirava a sexo profano.
Eu me afastei lentamente, observando o rastro de luxúria que deixamos nos lençóis. Rosana se virou para mim, os olhos nublados, os lábios inchados.
— Dez anos, João... — ela sussurrou, com um sorriso malicioso. — Acho que vamos precisar de muito mais do que um dia para recuperar todo esse tempo perdido.
Aquele primeiro encontro foi apenas o prefácio de uma obsessão mútua. Nos meses que se seguiram, a "proibição" de sermos primos de terceiro grau não servia como barreira, mas como um tempero que tornava cada toque mais urgente, cada beijo mais faminto. A nossa química era visceral; não era apenas sexo, era uma fome de pele, um reconhecimento de almas que se pertenciam antes mesmo de se conhecerem como adultos.
A transição para a vida a dois foi orgânica. Como ambos já tínhamos estabilidade financeira e maturidade, não houve a pressa ansiosa dos vinte anos, mas a certeza deliberada dos quarenta. Montamos nosso ninho com o luxo do conforto e a liberdade de quem já não precisa provar nada para ninguém.
E, nosso quarto... nosso quarto tornou-se o santuário da nossa luxúria.
Mesmo após a rotina, o desejo entre nós nunca esfriou; pelo contrário, ele amadureceu como um vinho encorpado. A nossa vida amorosa tornou-se um laboratório de prazeres. Rosana, com sua maturidade exuberante, aprendeu a me provocar de formas que me deixavam louco durante o dia, enviando mensagens ou olhares cúmplices em jantares de família, enquanto nós, secretamente, lembrava do calor do corpo um do outro.
As nossas noites eram maratonas de carinho e brutalidade consentida. Adorávamos a lentidão dos beijos que começavam no pescoço e terminavam em possessões violentas sobre a cama, o sofá ou qualquer superfície que suportasse o peso da nossa paixão. O sexo tornou-se nossa linguagem principal — visceral, profundo, onde cada gemido era uma confissão de amor e cada orgasmo, uma entrega total.
Foi nesse cenário de plenitude e fogo que decidimos expandir nossa família. A chegada dos gêmeos, um casal, trouxe uma nova dimensão ao nosso amor. Ser "pais quarentões" foi a melhor decisão de nossas vidas. Tínhamos a energia para brincar, mas a sabedoria para não nos perdermos na paternidade.
O mais fascinante é que a chegada dos filhos não apagou o fogo entre nós; ela o intensificou. Havia algo de quase sagrado em conseguir manter a nossa chama erótica viva, transformando o quarto em um espaço de recuperar a nossa identidade como homem e mulher, além de pais.
Hoje, olhando para os nossos filhos, vejo a nossa mistura. Vejo a mim mesmo e a Rosana neles. E, quando a casa silencia e as crianças dormem, nós voltamos a ser aqueles dois primos que se descobriram em um táxi dez anos atrás: dois amantes, famintos, que descobriram que a vida, quando vivida com amor e luxúria, é a única forma de verdade.
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Grande beijo a todos.




