A Putinha Deliciosa da Casa: Minha Mãe Ana.
"Você é cego ou incompetente?"
Essa frase, sussurrada com um risinho malicioso no meu ouvido, foi o gatilho. Eu tinha 21 anos e morava em Cascais com a mulher mais estonteante que eu já tivera o privilégio de conhecer: minha mãe, Ana. Uma loira de 1,75m, com curvas de tirar o fôlego e seios tão firmes que desafiavam a gravidade. Durante anos, eu observei em silêncio como meus amigos ficavam hipnotizados por ela, especialmente quando ela usava aquelas camisolas de cetim, sem nada por baixo, deslizando pelo corpo como uma segunda pele.
Naquela noite, a casa estava silenciosa. Meu pai e minhas irmãs haviam partido. Ana chegou exalando um perfume inebriante, misturado ao aroma do vinho que ela adorava. Ela usava um vestido preto com um decote que era um verdadeiro convite ao pecado. Quando ela me abraçou por trás, beijando meu pescoço, senti meu pau pulsar instantaneamente contra o short.
Ela saiu por um momento e voltou usando apenas um robe bege, quase transparente. Com um movimento lento e provocante, ela abriu a peça, revelando um biquíni negro minúsculo, com lacinhos que enfatizavam sua cintura fina e seus quadris largos.
— Quer ver mais? — ela sussurrou, deixando o robe cair.
Eu não aguentei. Puxei-a para mim, sentindo a maciez daquela bunda empinada. Nossos lábios se encontraram em um beijo faminto, nossas línguas dançando em um ritmo de urgência e desejo. Eu a apertava contra mim, sentindo cada curva daquela fêmea lasciva que, finalmente, se revelava.
— Vou ter de examinar isso aqui... — ela riu, ajoelhando-se diante de mim.
Ela removeu meu short e minha pica, rígida e pulsante, saltou em direção ao seu rosto. Ana me olhou nos olhos, com um brilho de luxúria, e envolveu meu membro com sua boca quente. Ela começou a chupar com uma técnica devastadora, alternando entre lambidas lentas na glande e sucções profundas que faziam meu corpo estremecer.
— Que pica deliciosa... é muito maior que a do seu pai — ela provocou, enquanto sua mão punhetava a base do meu pau.
O prazer era tanto que eu mal conseguia respirar. Quando o orgasmo chegou, foi explosivo.
— Encha minha boca de porra, filhinho! — ela ordenou.
Eu jorrei meu esperma quente em sua garganta, e ela engoliu cada gota, lambendo os lábios com um sorriso satisfeito. Mas a noite estava apenas começando.
Ela me levou para o quarto, onde fez um strip-tease hipnotizante. Quando ela finalmente ficou nua, eu a ataquei com beijos. Desci meu rosto por aquele corpo de deusa, parando nos seios firmes, sugando os mamilos enquanto minha mão explorava a buceta completamente encharcada.
Eu me dediquei a ela. Lambi cada dobra de sua intimidade, focando no clitóris com movimentos circulares e rápidos de língua. Ana gemia alto, arqueando as costas, enquanto eu enfiava minha língua profundamente em seu sexo, degustando o sabor doce e forte de sua excitação. Ela estava em chamas, me xingando de "safado" e implorando para ser possuída.
— Quero te foder toda, sua putinha deliciosa! — gritei.
Ela se posicionou de quatro na cama, empinando aquela bunda maravilhosa. Eu peguei o lubrificante, preparando o caminho com meus dedos, massageando a entrada do seu cuzinho apertado. Ana rebolava, sentindo a pressão, gemendo de antecipação.
Lentamente, eu guiei a cabeça do meu pau contra a entrada anal. Com um impulso firme e decidido, eu a penetrei.
— Ahhh! Meu Deus! — ela gritou, sentindo meus 20cm preencheremem seu interior.
Eu comecei a bombear. Era uma sensação surreal. O aperto do cu dela era incomparável. Eu metia e tirava, sentindo a fricção quente, vendo aquela bunda balançar
a cada estocada violenta. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelo quarto, um ritmo animal e frenético. Ana não conseguia mais articular palavras, apenas grunhidos de puro prazer, enquanto suas mãos apertavam os lençóis, enterrando as unhas no tecido.
— Você é tão apertada, Mãe... que delícia de cu! — eu rosnava no ouvido dela, enquanto acelerava o passo.
Eu a segurava firmemente pelos quadris, cravando meus dedos em sua pele macia para ter mais estabilidade. A cada investida profunda, eu sentia que estava tocando a alma dela. O contraste entre a delicadeza de sua aparência e a luxúria selvagem daquele momento era inebriante. Ela começou a rebolar contra mim, tentando sugar meu membro ainda mais para dentro, implorando por mais profundidade.
— Mais... me fode mais forte, seu safado! — ela gritou, a voz já rouca de tanto gemer.
Eu mudei a posição rapidamente. Virei-a de costas, puxando suas pernas para cima dos meus ombros, deixando-a completamente exposta e vulnerável. Naquela angulação, eu conseguia ver tudo: a vermelhidão de seu sexo pulsando logo acima de onde eu a penetrava analmente, e a expressão de êxtase absoluto em seu rosto.
Eu não tinha mais piedade. Comecei a martelá-la com estocadas rápidas e profundas, sentindo as paredes do seu reto massagearem cada milímetro do meu pau. O prazer era tão agudo que beirava a dor. Ana jogava a cabeça para trás, os olhos revirando, enquanto seu corpo tremia em espasmos violentos.
— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, o clitóris latejando, quase explodindo de tanta estimulação indireta.
No momento em que ela atingiu o orgasmo, contraindo todo o esfíncter ao redor do meu membro, eu senti que não conseguiria mais me segurar. O aperto final foi o gatilho. Dei três estocadas brutais, enterrando-me até a base, e descarreguei todo o meu sêmen quente e espesso dentro dela.
— Ahhhhh! — nós dois gritamos em sincronia, sentindo o prazer transbordar.
Fiquei ali, caído sobre ela por alguns minutos, sentindo nossos corações batendo acelerados, a respiração pesada misturando-se ao cheiro de sexo que tomava o quarto. Quando finalmente me retirei, vi o rastro de lubrificante e prazer em sua pele. Ana sorriu, aquele sorriso malicioso de quem sabia exatamente o poder que tinha sobre mim.
Ela se espreguiçou como um gato, olhando para mim com um olhar predatório.
— Sabe de uma coisa... — ela sussurrou, puxando-me novamente para baixo de seus seios. — Acho que ainda temos energia para a segunda rodada. Mas desta vez, quero que você use a minha boca do jeito que eu quiser.
Ela não esperou minha resposta. Com um movimento fluido e dominante, Ana inverteu as posições, empurrando-me suavemente contra os travesseiros enquanto ela se posicionava acima de mim, como uma rainha reivindicando seu trono. O robe bege, que agora jazia esquecido no chão, não era nada comparado à visão de seu corpo nu e iluminado pela luz difusa do quarto.
— Agora é a minha vez de comandar — ela sussurrou, deslizando as mãos pelas minhas coxas, subindo lentamente até encontrar a rigidez que já começava a retornar.
Ela não me deu descanso. Ana inclinou o corpo, deixando seus seios pesados e firmes roçarem no meu peito, enquanto descia com a boca. Mas ela não foi direto ao ponto; ela brincou. Beijou minha barriga, mordiscou a parte interna das minhas coxas, fazendo-me arquear as costas em anticipation. Quando finalmente envolveu meu membro com seus lábios, ela o fez com uma lentidão torturante, sugando apenas a ponta, provocando-me, olhando nos meus olhos com aquele brilho de luxúria enquanto me negava o prazer completo.
— Implore, filhinho... diga que você é a minha putinha — ela ordenou, afastando-se apenas alguns centímetros, deixando-me no limite da loucura.
— Por favor, Mãe... me fode agora! — eu gemia, incapaz de manter a compostura diante daquela mulher.
Com um riso vitorioso, ela se posicionou. Ela não quis a posição tradicional; ela queria sentir cada centímetro. Ana sentou-se sobre mim, guiando meu pau para dentro de sua buceta ensopada. Quando ela desceu completamente, soltando um gemido longo e profundo, senti que meus órgãos internos estavam sendo comprimidos por aquele calor absurdo.
Ela começou a cavalgar. Não era mais a urgência frenética de antes, mas um ritmo coreografado, lento e devastador. Ela rebolava os quadris em círculos, fazendo com que meu membro massageasse todas as paredes internas de seu sexo. Ana fechava os olhos, a cabeça jogada para trás, expondo o pescoço alvo, enquanto seus seios balançavam no ritmo daquela dança erótica.
— Você... — ela ofegava, — você é delicioso... — a voz dela era um sussurro rouco de desejo.
Eu agarrei seus quadros, ajudando-a a acelerar o ritmo. O som agora era de sucção, de carne molhada batendo contra a pele quente. O prazer era tão intenso que eu sentia meus músculos contraírem involuntariamente. Ana começou a acelerar, o rosto transformado em uma máscara de puro prazer, os mamilos rígidos apontando para mim.
— Agora! Agora! — ela gritava, enquanto acelerava as cavalgadas, quase perdendo o equilíbrio.
O clímax veio como uma avalanche. Ana atingiu o orgasmo primeiro, apertando-me com espasmos violentos que quase me fizeram desmaiar de prazer. No segundo seguinte, eu jorrei tudo dentro dela, sentindo cada pulsação do meu orgasmo ecoar no fundo do seu ventre.
Ficamos assim, colados, ofegantes, enquanto o silêncio de Cascais retornava gradualmente. Ana desabou sobre meu peito, exausta, com um sorriso de quem havia acabado de conquistar o mundo. Ela beijou meu ombro e sussurrou:
— Amanhã, a gente repete.
Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Beijinhos e abraços a todos.




