A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais


A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais

“Vem cá, sua safada… deixa eu ver se esse rabo tá tão quente quanto parece.”

Essa frase do Rogério, dita com aquela voz rouca de desejo, foi o gatilho. Eu já estava de quatro na frente dele, sentindo o cheiro do tesão emanando daquela pica dura que pulsava diante dos meus olhos. Eu não disse nada, apenas mergulhei o rosto ali, abraçando aquele pau com a boca, sugando com força, sentindo cada nervo do membro dele vibrar contra a minha língua.

— Vagabunda, filha da puta do caralho! — ele gritou, arqueando as costas na cama dos pais. — Vai mamar muito hoje esse pau, né? Mama até ele te dar leite!

— Quer que eu faça você soltar leitinho? Então tá bom, seu gostoso! — respondi entre as sucadas, deslizando a mão para baixo para punhetar com vontade, criando um vácuo de prazer que fazia ele tremer inteiro.

Eu era mestre naquilo. Mamei forte, cuspi na pica para lubrificar e voltei a punhetar com fúria. Quando sentia que ele estava no limite, eu diminuía a velocidade, deixava a jeba pulsando na entrada da minha boca, torturando-o com a expectativa, para depois voltar a sugar com tudo. Ficamos nessa tortura deliciosa por quase uma hora, até que o pau dele acostumou e não soltava mais leite por ali.

Foi aí que eu decidi acabar com o jogo.

— Agora aguenta, Rogério! — gritei e sentei com tudo na jeba.

Subi e desci com uma força animal, sentindo cada centímetro dele preencher o meu vazio. O impacto era visceral. Não demorou para que eu sentisse o leite grosso inundando tudo, enquanto ele gritava:
— Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Tô gozando no seu cu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
— Puta que pariu! Que pau gostoso da porraaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!

Caímos abraçados, ofegantes, o suor misturando nossos corpos. Deitei do lado dele, sentindo meu coração bater na garganta, e sussurrei:
— Quanto tempo você leva pra ficar duro de novo, hein? Porque eu ainda quero mais pica dentro de mim…

Ele riu, maliciosamente, e começou a mexer a vara para cima e baixo. Eu não resisti e abocanhei de novo, mamando com luxúria, sentindo o poste levantar rapidamente. Quando estava pedra, eu me empinei de quatro, abrindo bem o rabo para ele.

— Caralho! Essa bunda é muito grande. Assim toda arrebitada dá pra ver que você é boa demais! — ele exclamou, fascinado. — Como você conseguiu esse corpo, essas pernas e esse peitinho durinho?

— Se meter em mim agora, eu prometo que conto tudo! Mas mete logo, porra!

Eu me lambuzei toda de gel. Ele encostou a cabeça do pau e colocou só um pedacinho, provocando-me.
— Ai! Ai! Ai! Meteeeeeeeee tudooooooooooo!!!!!!

Ele deu uma risada safada e começou a socar com força de verdade. O ritmo era frenético. Eu sentia meu próprio pau pulsar doidinho, excitado ao extremo. Mas, no auge do prazer, ele gozou own, me deixando ainda mais faminta por espasmo.

— Agora é a minha vez, seu safado! — ordenei. — Mamma meu pau até eu gozar!

Ele não hesitou. Adorou a ideia. Ele mergulhou o rosto ali, lambendo cada centímetro, fazendo um boquete demorado e luxurioso. Enquanto ele sugava, eu sentia a pressão crescendo. Para completar a loucura, ele começou a usar os dedos no meu cuzinho, fazendo um 69 improvisado e selvagem.

A estimulação era demais. Entre as chupadas profundas e os dedos explorando meu rabo, eu não aguentei.
— VOU ESPORRAR!!! — gritei.

E joguei todo o meu leite quente dentro da boca dele. Ficamos ali, entregues àquela putaria deliciosa, exaustos e satisfeitos, sabendo que aquela noite na casa dos pais dele seria inesquecível.
O silêncio que se seguiu ao orgasmo era preenchido apenas pela nossa respiração pesada e pelo som do relógio de parede no corredor, que parecia lembrar a cada tique-taque que estávamos em um território perigoso. A adrenalina da transgressão ainda corria nas minhas veias, misturando-se ao prazer residual que reverberava por todo o meu corpo.

Rogério se afastou lentamente, com os lábios úmidos e um sorriso predatório. Ele não parecia satisfeito; parecia faminto por mais.

— Você é um vício, sabia? — ele sussurrou, a voz agora mais grave, enquanto deslizava a mão pela curva da minha bunda, apertando com força. — Esse seu jeito de quem não quer nada, mas na verdade quer tudo... me deixa louco.

Eu soltei um gemido baixo, sentindo o corpo relaxar, mas a mente continuar em alerta. Olhei ao redor do quarto: a luz suave do abajur, as fotos antigas na cômoda, a aura de "lar" que contrastava violentamente com a putaria que acabávamos de fazer. O risco de sermos pegos era o tempero que tornava tudo mais excitante.

— Acha que seus pais já dormiram? — perguntei, com a voz ainda rouca, enquanto me aninhava no peito dele, sentindo o coração dele bater acelerado contra o meu.

— Devem estar... mas se eles entrarem aqui agora, vão encontrar a gente nesse estado deplorável — ele riu, beijando meu pescoço com vontade, deixando marcas que eu saberia esconder amanhã, mas que agora queimavam como troféus.

Ele não perdeu tempo. A mão dele, que antes acariciava, tornou-se firme e possessiva, puxando-me novamente para a posição de quatro. Eu senti o frio do lençol contra a minha pele e, logo em seguida, o calor intenso do corpo dele colando nas minhas costas.

— Eu disse que queria mais pica dentro de mim, não disse? — provoquei, olhando para ele por cima do ombro, com um olhar de total luxúria. — Mas agora eu quero que você me trate como a sua putinha particular. Sem pressa, mas com muita força.

Rogério soltou um rosnado de aprovação. Ele não usou gel desta vez; a lubrificação natural do nosso desejo era o suficiente. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, me fazendo arquear as costas e soltar um grito abafado no travesseiro para não acordar a casa inteira.

— Isso... geme baixo, sua safada... — ele comandou, começando a socar com um ritmo lento e torturante, focando em cada ponto sensível.

A cama rangia levemente, e cada estalo era como um chicote de excitação. Eu sentia que estava beirando o abismo novamente. O prazer era tão visceral que meus olhos se fecharam e eu só conseguia pensar no tamanho dele me preenchendo, no cheiro do suor e na loucura de estarmos ali.

Quando ele acelerou, transformando o ato em uma corrida frenética por prazer, eu senti que meu mundo estava girando. O ápice veio como uma explosão: nós dois gozamos juntos, em um espasmo violento que nos deixou colados, tremendo, enquanto o silêncio da casa retornava, deixando apenas o eco da nossa putaria deliciosa.
Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.

Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais

Foto 2 do Conto erotico: A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


273891 - A Putinha Deliciosa da Casa: Minha Mãe Ana. - Categoria: Incesto - Votos: 1
273872 - O Reencontro Profano: Comendo a Minha Prima - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273858 - A Iniciação da Putinha gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 3
273848 - Orgia na Linha Verde: Bucetas, Cus e Desejos Proibidos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
273845 - Madrasta fabulosa .A Putinha do Enteado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
273838 - O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai - Categoria: Fetiches - Votos: 6
273830 - A Sobrinha Safada e o Tio Tarado - Categoria: Confissão - Votos: 3
273743 - O Segredo do Sangue e do Prazer: Fodendo o Sobrinho - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
273742 - A Primeira Vez da Putinha do Cunhado - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
273690 - Seda, Suor e Eternidade: O Despertar do amor - Categoria: Bissexual - Votos: 3
273557 - O Gosto do Pecado: A Invasão de Lúcia - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273522 - O Gozo do Pecado: Minha Redenção nos Braços do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 8
273501 - A Putaria que Me Salvou da Merda - Categoria: Confissão - Votos: 2
273482 - Entre o Carnaval e a Luxúria: O Despertar do Desejo - Categoria: Incesto - Votos: 7
273471 - A Putinha dos Irmãos: Entre Dois Paus Gostosos - Categoria: Confissão - Votos: 3
273411 - A Primeira Vez no Cuzinho da Luiza: Uma Entrega de Luxúria - Categoria: Confissão - Votos: 2
273389 - Pecado mais Gostoso da Minha Vida - Categoria: Incesto - Votos: 4
273378 - A Puta do Meu Cunhado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
273310 - O Banquete do Papi: A Iniciação da Safadinha - Categoria: Incesto - Votos: 5
273307 - A Aluna Safada e o Professor: Luxúria e Poder - Categoria: Fantasias - Votos: 3
273237 - Foda Louca: Uma Noite de Prazer Sem Limites - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273216 - A Putinha do Escritório e o Fode-Cuzinho Paciente - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273215 - A Viúva Safada e o Gozo do Amigo - Categoria: Confissão - Votos: 0
273208 - A Dona da Casa e o Pequeno Rei - Categoria: Incesto - Votos: 4
273171 - A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido - Categoria: Incesto - Votos: 3
273159 - SOGRA SAFADA: O GOZO PROIBIDO DO GENRO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
273131 - Luxuria intensa ,O Segredo do Paizinho - Categoria: Incesto - Votos: 4
273090 - O Cuzinho Apertado da Putinha Trans - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273057 - Conquistei O Cuzinho da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 6
273044 - A Sogra Tarada: Comer Esse Cu é um Prazer - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais

Codigo do conto:
273895

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
04/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
2