COMO ME DESCOBRI COM UM PADRE CONFISSÃO DE UM MENINO QUE FOI MENINA E HOJE É UMA MOÇA

Tudo começa quando eu tinha 18 anos. Morava em uma cidade pequena no interior de Minas Gerais.

Cresci normal, sem nenhum imprevisto, mas me tornei uma pessoa "boba" sem maldade alguma, mas uma coisa eu passei a fazer alguns momentos antes, algo que até então me dava medo e sensação de que estava pecando.

Vim de uma família extremamente católica, ouvia cada coisa sobre pecado que fazia eu sentir mais medo do que fazia.

Em uma dessas ocasiões em que eu "cometia meus pecados", fui a igreja confessar, todo cheio de culpa e me sentindo "sujo" pelos atos que praticava.

O Padre era então um homem mediano, de uns 45 anos, grisalho não era gordo e nem forte, era do tipo "severo" quando tinha que ser, todos o respeitavam.

Na ocasião em que fui confessar, me ajoelhei no confessionário, via o padre pela frestas, com a cabeça baixa e um olhar sério. Naquele instante, senti um frio na espinha, um nó na barriga e a incerteza do que aconteceria se eu contasse meus pecados e principalmente o que mais me afligia.

Sem o Padre falar nada, comecei a confessar com os pormenores até que minutos depois falei:

- Padre, meu maior pecado que sinto vergonha é ter "roubado".

Nesse momento, com uma expressão séria e um olhar que me condenava, perguntou em um tom de voz grossa:

- E o que foi que você roubou?

Com uma voz trêmula e quase embargada respondi em voz baixinha e quase sussurrante:

- Calcinhas de minhas tias e prima.

O Padre ficou me olhando sério por um momento e mandou que eu aguardasse na sacristia, que iria conversar omito sobre.

Fiquei muito apreensivo, com muito medo e ancioso com o que poderia acontecer ou mesmo o Padre falar, o pior que vinha em meus pensamentos era o Padre chamar minha mãe e falar o que confessei, ai sim o meu mundo acabaria ali.

Minutos depois que mais pareceram horas e eternidade, o Padre chegou. Sentou em uma cadeira e mandou que eu ficasse em pé de frente para ele.

Assim fiz o que mandou.

Envergonhado, tremendo e quase que chorando de medo, veio a primeira pergunta:

- Alguém mais sabe do que você fez? Sua mãe? Alguém desconfia de que é você quem "rouba" as calcinhas? Só calcinhas que você "rouba"?

Foi um instante de silêncio antes de eu começar a responder. A expressão fria e séria daquele homem me enchia de medo.

As pergunta respondi com uma negativa com a cabeça e um sussurro baixinho, - "Não, ninguém mais sabe, ninguém desconfia" e continuei...

- Calcinhas, sutiãs, biquínis, maiôs, saias, vestidos, o que der....

E o Padre continuou a perguntar:

- Onde você guarda essas roupas? Tem quantas peças?

No que respondi:

- Embaixo do guarda roupas, bem escondido, tenho umas 20 peças eu acho?

O Padre continuou...

E agora? Você esta usando calcinha?

Nesse momento senti muita vergonha, e tremia de medo l....respondi com um aceno de cabeça que sim.

A feição do Padre mudou para uma de curiosidade e me pediu bem direto e sem rodeio:

- Deixa eu ver!

Nesse momento, me virei de costas o Padre permanecia o tempo todo sentado, fui abaixando a calça devagar mostrando minha bunda apenas...Permaneci assim por uns segundos e levantei a calça depois me virei de frente e levantei minha blusa de frio e a camisa que usava e mostrei o sutiã.

A calcinha era um rosa claro com desenhos coloridos do piu-piu e frajola e o sutiã branco sem estampas.

Quando voltei a abaixar minha blusa, o Padre me olhava ainda sério e me fez outra pergunta combinada:

- Como você se sente usando a calcinha e o sutiã? Você quer apenas se sentir uma menina ou quer realmente ser uma menina?

No que respondi ainda tremendo:

- Sinto uma sensação de que sou uma menina e quando uso as roupas eu desejo que um homem me abraçasse e me beijasse e ...você sabe.... ja vi isso nas revistas que os meninos levam pra escola e ficam no banheiro vendo e você sabe... o que eles fazem.....

E continuei sem hesitar...apesar do medo...

- Eu também vejo as revistas, mas ao contrário do que os meninos mais velhos falam e pensam, sempre que vejo as revistas penso que eu sou a mulher e desejo ser a mulher.... mas claro que eu não posso mostrar o que sinto, senão vao vê chamar de bichinha na escola e vão me bater.... e tenho vedo que isso aconteça....

Por um longo momento o Padre ficou em silêncio, me olhando ainda que com um ar pensativo. Eu permanecia em pé imóvel à sua frente de cabeça baixa, tremendo e sentindo vergonha e vontade de sair correndo dali....

Após um longo silêncio, o Padre pegou em minhas mãos, sorriu, coisa que nunca vi ele fazendo, e me disse de uma forma calma, confiante e serena:

- Não há pecado no que você fez, claro que não esta certo e como já fez, não tem como voltar atrás. Não vou contar nada para sua mãe e nem para ninguém. Será segredo meu e seu apenas, combinado?

Assenti com.a cabeça que sim.

Nisso o Padre me puxou para perto de seu corpo e me abraçou forte que era impossível eu querer sair dali... por um instante senti confortável e retribui o abraço pondo minha cabeça no ombro dele..., foi quando senti que ele beijava meu pescoço e mordia levemente minha orelha e sentia que passava a mão por cima da minha calça contornando a marca que a calcinha fazia ma calça e apertava minha bunda, dando leves tapas.

Foi um misto de medo, prazer e a sensação de que estaria agora protegido, ou melhor, protegida.

Depois de um longo abraço e pequenas carícias, o Padre me pediu mais uma vez:

- Antes de ir embora, deixa eu te ver mais uma vez de calcinha e sutiã...mas dessa vez abaixa bem as calças, tire a blusa de frio e a camisa e fique de frente pra mim.

A sacristia tinha porta e estava trancada desde que começamos a conversar, e atendi a seu pedido. Tirei a calça e a camisa e fiquei apesar do frio que sentia apenas de calcinha e sutiã.

Nisso percebi que o padre tinha um volume na calça dele que toda hora ele apertava com as mãos...

Isso me trazia uma sensação de medo, curiosidade e excitação...

O Padre passava a mão no meu corpo todo, me virou de costas e beijou minha nuca, me fez dobrar o corpo para frente e me beijou nas nádegas, a calcinha não era fio dental, na verdade nao gosto de usar fio dental. Sentia prazer.

Enquanto o Padre ainda estava sentado me puxou ainda de costa e me fez sentar no seu colo, passando as mãos por cima do sutiã e acariciando meus pequenos peito e me apertando para permanecer sentado sentido aquele volume na calça dele... relutei um pouco mas depois cedi e ficava tipo que querendo rebolar no colo dele além de pegar naquele volume ... não muito grande, mas grosso...

Depois de um tempo assim, o Padre me virou de frente acariciou meu rosto e me disse:

- Você será minha namorada, aceita eu ser o seu homem?

Sorri, ainda meio sem graça e surpresa com o que ele me disse e pediu..e respondi:

-Sim aceito.

Nisso ele me deu um beijo no rosto e me disse para pensar naquelas mulheres da revista, que ele ia fazer eu me sentir assim e que ia ser um homem que faria o mesmo comigo e que eu sentiria prazer a cada vez que fossemos namorar.... e me deu um beijo simples na boca.....

Senti um calafrio gostoso e deixei ele levar a situação

Nisso mandou eu vestir minhas roupas e ir embora pra casa e que eu voltasse a procurar ele depois que ele mandasse um recado pela minha mãe, mas que eu ficasse despreocupado que tudo o que se passou ali ficaria no sigilo.

Assim eu fiz e voltei pra casa, pensativo, feliz, decidido, ancioso, com medo ......

Daqui pra frente irei contar o que aconteceu nos anos seguintes desse meu relacionamento com.o Padre.

Um beijo a todos

Foto 1 do Conto erotico: COMO ME DESCOBRI COM UM PADRE CONFISSÃO DE UM MENINO QUE FOI MENINA E HOJE É UMA MOÇA


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Ficha do conto

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Nome do conto:
COMO ME DESCOBRI COM UM PADRE CONFISSÃO DE UM MENINO QUE FOI MENINA E HOJE É UMA MOÇA

Codigo do conto:
273910

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
04/10/2026

Quant.de Votos:
3

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