Tive que viajar a serviço para uma cidade interiorana, mas bem urbana. Me hospedei sozinha no quarto do hotel onde estava minha equipe, mas sem muita pretensão de acontecer nada. Não levei minhas roupinhas de brincar, nem maquiagem, camisinha nem nada erótico. O trabalho era de auditoria de um dia, mas acabou bem antes do que eu esperava. Voltei, tirei o terno grafite, gravata e todo o apetrecho de homem no dia a dia e, logo, eu estava no quarto sozinha de shortinho na cama vendo um filminho de putaria... Foi o suficiente pra acordar a Nikky dentro de mim... A vontade de mamar um pau, dar meu cuzinho, ser mulherzinha... Ou qualquer coisa assim chegou bem rápido. Mas como em um lugar estranho e sem poder sair pra não me queimar no trabalho.
Confesso a vocês que apelei: entrei no bate-papo Uol, na sala da cidade, com o nome “MamadorPassivo”, já que estava de gay, sem nem uma calcinha pra vestir para um macho. Parti para o date.
Não demorou e um cara um pouquinho mais velho que eu (adooooro!!!) com apelido “Homem dotado” se candidatou a ser mamado e, o melhor, disse que estava num barzinho a poucos metros do meu hotel!
Como a entrada dele devia ser sigilosa, antes de convidá-lo desci rápido ao saguão e vi que havia apenas um recepcionista cochilando que nem estava dando bola pra quem entrava....Eu disse para o estranho vir imediatamente! Que loucuraaaaa!
Gente, mal deu tempo de eu correr para o banho e me lavar rapidamente... em poucos minutos o cara bateu na porta, de calça comprida, blusão e uma agenda na mão fingindo ser alguém que iria me entregar algum documento... E ia mesmo! Kkkkk
Ele ainda era bonito! Cabelo grisalho, alto, corpo normal/forte, sorridente...mas, claro, me bateu aquele medinho e vergonha em ser uma menina levada...
E imaginem a situação: eu estava só de blusa, com o bumbum de fora, abrindo a porta do meu quarto de hotel, pago pelo meu trabalho, para um desconhecido entrar no meu quarto! E se alguém da minha equipe aparecesse sem motivo???
Abri e fechei rápido a porta, mas fingi tranquilidade e disse para ele ficar bem à vontade enquanto eu acabaria de me lavar no banho. Quando voltei, pra cama levei um susto! Ele já tinha tirado cada peça de roupa e estava totalmente nu na minha cama. Devorei o seu pau e corpo com os olhos em um instante em que fiquei imóvel.
Ele estava deitado de barriga pra cima e pernas afastadas me olhando fixo. Era um gigante de quase 1,90m ocupando toda a minha cama, belo corpo, com a barriguinha normal para a sua idade, coxas musculosas....e o melhor estava entre as pernas... um pau grande, de respeito, com a aparência de ser saboroso... acho que nunca tinha visto um assim tão grande ao vivo, ele disse que tinha 20cm, mas eu não acreditei... parecia maior... E era grosso, com um sacão lindo pendurado lindo pendurado entre as pernas tocando no meu lençol.
Ele quebrou o silêncio do momento com um convite pedido.safado e direto: “Vem mamar meu pau, vem...”.
Eu já estava babando olhando fixo para aquele pica dura e não pensei duas vezes... deitei entre as pernas e fiz o melhor boquete da minha vida, começando pela parte do freio, mexendo e apertando a pele com a língua, molhando com saliva e brincando com as partes mais sensíveis dele... fui saboreando cada centímetro da vara, e comecei a lamber toda a extensão.do corpo do pau até o saco, onde brincava com as bolas.
Tive que abrir bem a boca, mas fui devagar pois, no início, não conseguia engolir até o talo e engasgava muito enquanto o puto ria. Mas fui engolindo devagar, molhando, respirando, relaxando... lembrando dos treinos com meus brinquedos maiores e botando a língua pra baixo, fazendo movimento de engolir. Aos poucos fui botando mais e mais até sentir a pele do saco nos lábios e passei a ponta da língua nele!.... E ele gemia de tesão. Dominei o gigante, pensei...Eu sentia ele tocar a minha garganta enquanto o cabeção forçava a glote e eu segurava a vontade de engasgar o quanto dava.
Visivelmente muito excitado ele começou a falar putarias, me chamando de putinha e perguntou se eu gostava de buceta também... Então disse que ia arranjar uma mulher, comer a xota dela na minha frente e depois gozar tudo na minha boca para me fazer de viadinho e eu aprender que sou só uma puta de macho... “Hummm.. boca gostosa... mamada boa...”, continuava e ás vezes, tirava o pau da minha boca e batia com ele na minha língua e rosto com força. Era pesado...
Começou a falar putarias, me chamando de putinha e perguntou se eu gostava de buceta também... respondi que sim e ele disse que queria comer a buceta da minha mulher na minha frente e depois gozar tudo na minha boca para me fazer de corno viadinho... “Hummm.. boca gostosa... mamada boa...” e batia o pau na minha língua e rosto com força.
Isso foi me excitando mais e comecei a me sentir uma verdadeira profissional mamando... fui testando em toda a pica, sem pressa, o que ele mais gostava que eu fizesse. Descobri que era sugar com força a sua rola: quando fiz isso ele delirou e pouco depois segurou minha cabeça e começou a meter rápido, punhetando a pica com minha boca sugando forte. “Hummm, gosta assim... gosta de pau...? Toma... hummm... mama tudo, vou te dar leite... mas quero o seu cuzinho”.
Depois, ainda deitado de barriga pra cima, me mandou rodar 180° sobre o corpo dele para virar a bunda na direção da cara dele e mamar assim exposta. Começou a bater bem forte no meu rabo enquanto eu mamava... “Que cuzão gostoso... quero te comer... quero arrombar seu cu com minha pica...”. Só que não tínhamos camisinha...
Foi então que ele mandou, ordenou, que eu pegasse o telefone e me virasse para achar uma farmácia sem tirar o seu pau da boca... foi divertido e humilhante... Sendo espancada na bunda, mamando rola grossa sem poder deixar sair da boca e pesquisando no google uma camisinha para encapar a vara do macho para dar o cuzinho pra ele.
Só percebi a sacanagem quando me liguei que ele era da cidade e sabia que não havia farmácia aberta naquela hora.
Assim, claro que não achei e safado disse: “então, não tem jeito. Já que não dá prá meter sem a camisinha... vai ter que beber meu leite todo...”. Me arrepiei toda imaginando quanta porra cabia ali... ele me mandou virar na posição inicial e voltar a mamar forte... a rola crescia mais (eu nem imaginava que aquilo engrossava tanto!!!)...
Depois de estar bem grossa e dura, ele parou e me mandou eu deitar de barriga para cima com meus joelhos e pernas para fora da cama, o quadril apoiado na ponta da cama, costas e cabeça no colchão, com os braços esticados ao longo do meu corpo, também na cama.
Quando percebi, ele já veio por cima de mim, enfiando o pau na minha boca, ajoelhado na cama, com os joelho colados os meus ombros, os pés e a parte debaixo das pernas em paralelo e ao longo dos meus braços, inclinando a sua barriga na minha testa, de maneira que eu não conseguia me erguer por causa do peso do seu quadril sobre o meu rosto, abrir ou levantar os braços, muito menos empurrar ele e com a minha cabeça entre as suas coxas.
Assim, ele foi encaixando melhor o pau em posição mais confortável pra ele, deitado sobre o meu rosto e a sua cabeça em direção à cabeceira da cama. Eu era obrigada a cheirar os seus pentelhos tocando o meu nariz e sentir o peso do saco dele no queixo, com o pau grosso de cima para baixo na direção da minha boca, sem chance de reação. Ele foi se ajeitando e empurrando a pica direto na garganta exposta, de cima pra baixo... nossa.... fiquei indefesa, enquanto ele se apoiava em mim, sem tocar o meu pipi de sissy, em uma espécie de posição papai e mamãe, onde a minha boca estava prestes a lhe servir de buceta.
Confesso que eu não esperava aquele macho gigante, montado por cima da minha cabeça, fodendo a minha boca como se fosse uma xota e metendo até onde ele queria na minha garganta, enquanto eu imobilizada só podia murmurar, babar, engasgar e espernear sem poder encostar no meu grelinho de viadinho porque as vezes ele botava o peso da panturrilha e pés em cima dos meus braços, às vezes cruzava os pés sobre a minha barriga....Assustava a minha sensação de indefesa, sequer eu poderia gritar se precisasse.
Mas ele meteu com carinho, percebendo o meu limite... com jeito encaixou na garganta e ficou fodendo bem gostoso, sem pressa e sem pesar no meu rosto... O pau forçando pra baixo e o peso dele travavam o meu corpo nessa posição. Parecia um pino bem duro atravessado boca a dentro, me empurrando a cabeça pra cima e me impedindo de escorregar o corpo para baixo. Quando ele deixava as minhas mãos livres, sem os pés apoiados sobre os meus braços, eu entendi que ele me prendeu de um jeito que eu só podia mexer no meu pintinho/grelinho sissy quando ele deixasse... e aguentar a vara na boca e garganta quietinha, murmurando.
Depois de várias estocadas e engasgadas que me fizeram babar, sem tirar rola da minha boca, fui sentindo a cabeça do pau na entrada minha garganta inchar e crescer e começar a melar um líquido viscoso e grosso lá no fundo garganta... Logo senti um jato de porra aquecer a minha garganta e descer sem defesa em direção ao meu estômago ao mesmo tempo em que ele forçava pra piroca entrar mais
Enquanto ele gozava bastante e à vontade, me usando de depósito de porra, eu só gemia, me debatendo entalada com a cabeçona da rola na garganta enquanto tentava sair, sem qualquer chance trava nessa posição e segura pelas pernas e pau do macho entalado na garganta e o quadril dele pesando no meu rosto.
“Mmmmmmmmmmm....”. “Fica quietinha e aguenta tudo... Não era o que queria viadinho? Respira calminha pelo nariz piranha enquanto eu gozo, até eu acabar”.
Não tinha mais jeito nem defesa.... o macho pesado segurava a minha cabeça com a própria rola... enquanto seus pentelhos roçavam no meu nariz e o saco no meu queixo... Só me restava relaxar e esperar ele gozar tudo enquanto eu sentia a porra descer sem defesa, sem sequer eu precisar ou poder engolir. Eu sentia as contrações do saco e da piroca toda na boca quase sufocando... na garganta eu sentia a porra descendo em cachoeira para dentro de mim... Que experiência o cara tinha!
Quando acabou o gozo que parecia não ter fim, levantou com o pau babado liberando minha cabeça... Acreditem: não dava pra cospir nada! Tudo tinha descido e já deveria estar sendo digerido pelo meu corpo com se fosse um alimento. Eu só sentia o que sobrou daquele melado grosso lá dentro da garganta acabando de descer e me obrigando a engolir... Ali mesmo deitada e submetida à vontade do macho, vendo perto dos olhos a rola que me fez de depósito de porra, também gozei mexendo no pintinho passivo enquanto sentia o melado quente dentro de mim.
“Você me fez beber sua porra toda!”, eu disse depois de gozar. “Isso aí... não disse que você ia tomar tudinho?... vou dar uma mijada no banheiro... “. E enquanto ele mijava fazendo muito barulho (que tesão) fiquei ali melada da minha porra e sentindo cheiro e gosto do macho na boca... quando acabou, deixando o vaso ainda molhado de mijo para eu limpar, fui olhar a minha boca e língua pra tirar a dúvida e nada... tudo tinha sido merecidamente engolido à força... e só restava o hálito e o gosto de porra no fundo da boca.
Me limpei enquanto ele se vestiu rápido e saiu... e eu fiquei ali feliz da vida e saciada pela aventura na viagem de trabalho.
Beijos nas picas! Comentem, por favor, pois leio amo ler seus comentários e mensagens.
Se alguém tiver onde me levar pela hora do almoço no Centro do Rio de Janeiro, onde trabalho, pode me convidar que amarei ser alimentada assim de novo!