O pilar fundamental de qualquer prática de BDSM é o consentimento, frequentemente guiado pelo princípio de ser são, seguro e consensual (SSC) ou pela gestão de risco conscientemente informada (RACK). Todas as atividades dependem de comunicação prévia, estabelecimento claro de limites e o uso de palavras ou sinais de segurança (safewords) para pausar ou interromper a dinâmica a qualquer momento.
Por isso, tanto as práticas como bondage, spanking, shibari (minha preferida a qual fiz cursos para usar cordas) ou mesmo roleplays (interpretar papéis) para por em pratica CNC.
O CNC é um fetiche por situações consentidas, mas que dramatizam dominação e submissão à força.
O CNC é um fetiche na grande categoria do BDSM porque envolve dominação e submissão. E aí entra a simulação de estupro, sequestro, abuso. Tudo combinado e com palavras de segurança.
A submissa precisa desejar muito viver isso e se entregar, mas, do meu ponto de vista, só rola existindo química.
É impossível uma relação Dom/Sub funcionar se não existe muita conversa, admiração e respeito mutuo. O dominador deve cuidar da sua posse fora da sessão como uma princesinha e em sessão como uma puta, a submissa deve ser obediente, devota, inteligente e estar sempre pronta a aprender com seu dono. Acordos devem ser acordados e conversas sobre outros assuntos são importantes..
Não gosto de submissa desobediente e sim de dedicação, sigilo e respeito a situações pessoais da sub como trabalho e estudo são respeitados sempre.
A simulação de estupro é cheia de detalhes, força, marcas, mas também pós sessão recheada de cuidado e proteção.
Tem quem goste do sexo baunilha comum e ok, tem quem cansou do mais do mesmo e quer viver um Dark Romance, se envolver psicologicamente de uma forma que pense e seja dependente do dono para ser fodida com força e saber que de uma simples ida a um café, pode sair uma provocação intensa.
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drjivago