Relato do cruising — parte 2

Na semana seguinte ao meu relato anterior, eu estava no Lambe e meus amigos foram pra Amsterdam. Eu ia pra casa. Pedi o Uber, quando me veio a vontade de voltar na sauna. Cancelei o pedido pra pensar um pouco se ia ou não. Nesse momento, chegou um casal me pedindo internet pra falar com um amigo que estava justamente na Salvatore e eles queriam que descesse pra encontrar eles. Considerei um sinal. Ajudei o casal e depois fui pra lá.

Até então, eu tinha bebido só umas caipirinha, então eu lembro de mais coisa da experiência dessa semana, mas também rolou muito mais putaria, então não vou saber relatar tudo.

Peguei um quarto perto já do corredor do cruising, fui lá me despir e guardar minhas coisas. Saí de toalha, dei uma volta, comecei a pegar em umas rolas. Já passava de meia-noite e a pegação já tava rolando solta. Alguém me mamou, mas eu ainda precisava me soltar um pouco mais, então desci pra tomar uma cerveja. Bebi rapidinho e subi pra parte mais escura.

Ali comecei a cair de boca, mamei um numa parede, me mamaram. Depois fui mamar um outro cara, ajoelhei e começou a formar uma rodinha em volta. Esse que eu tava mamando começou a fuder minha boquinha. Depois pegou minha cabeça e virou pra deixar o cara que tava do lado dele fuder também. Os dois ficaram um tempo revezando, socando o pau na minha garagante, até que o segundo me pegou virou para um terceiro. De joelhos, fiquei ali servindo os três, enquanto de formava um grupo em volta olhando. Quem tava vendo, batia uma pra cena, e alguns ainda pegavam na minha nuca e fazia em engolir aquelas rolas mais fundo. Por mim aqueles homens já começavam a me fazer de depósito, mas ainda estava cedo e aos poucos todos dispersaram.

Dei mais uma volta, mas era ali no espaço mais escuro que a putaria tava rolando mesmo. Tava bem mais cheio do que na semana anterior, quando fui com Paulo. Voltei pra lá, mamei mais uns caras, pus outros pra mamar, comecei a foder uns rabos. Mas nessa noite eu queria mesmo era dar e não tinha ninguém me comendo.

Então fui pro quarto ver a hora. Eram 2h20, então decidi pôr um limite pra também não ficar ali indefinidamente em busca de prazer. Decidi ficar até as 3h. Fui rodar mais e comecei a observar. O cruising, pra quem nunca fez, tem uma dinâmica mais ou menos assim: os ativos ficam mais parados nas paredes e os passivos vão andando e pegando nas rolas. Quando rola consentimento, eles abaixam pra mamar e/ou oferecem o rabo.

Talvez eu tivesse muito parado pelas paredes, e tavam me tomando por ativo. Mudei um pouco e comecei a andar, e foi dando certo. Passei a passar a mão em todas as picas que passavam por mim e, nessa, fui mamando todos que quiseram. Minha boquinha tava bem fácil de ser usada, e nessa noite teve muito macho aproveitando. Eu não disse não pra nenhum deles. Mas até aí nada de ninguém me comer.

Resolvi ir na sauna um pouco. Fui na sauna seca — não tinha ido da outra vez. Tinha um casal se pegando, mas fora isso, nenhuma ação. O casal foi embora, entrou uma dupla que tentou alguma coisa com outro cara que tava quieto num dos cantos. Ele ele não quis e, no fim das contas, foi todo mundo embora e fiquei só. Curti a sauna mesmo um pouco e, quando eu ia saindo, estava entrando um homem com uma rola bem gostosa. Encontro ele bem na porta, pego na rola dele, que ainda estava meia bomba mas de grossa eu não conseguia pegar toda na mão, e puxo ele pra dentro da sauna. Ajoelhei e cai de boca. Não era comprida, mas muito grossa, uma lapa de carne que me fazia salivar muito. Infelizmente quando eu levantei e virei o rabo pra ele, ele não quis! Saímos, tomei uma ducha e resolvi ir na sauna úmida.

Na sauna úmida tem um espaço mais escuro, onde tinham uns quatro machos sentados. Ninguém tava fazendo nada, mas tinha um cara mais animado, então fui nele mamar. Fiquei mamando na frente dos outros, mostrando que era fácil meter na minha boca, aí vi alguns batendo uma enquanto curtiam a cena. Enquanto eu mamava o primeiro, fui pegando no pau de um segundo que estava do lado, e logo eu tava mamando ele também. Usei o mesmo movimento com o terceiro, que tava de cueca. Peguei no volume duro, ele já tirou o pau duro, que saltou pra fora da cueca, me convidando pra mamar também. Não tinha como eu recusar, eu queria que todas aquelas rolas passando pela minha boca. Depois, com o quarto, que tava mais ao fundo, foi o mesmo processo. Dos quatro, era a melhor rola: bem carnuda, grossinha, grande. Fiquei mamando ele enquanto batia uma pra esse da cueca.

Mas eu queria dar!! Me levantei pra sentar nesse da pica mais gostosa. Era a primeira da noite, então tava dando um trabalhinho, mas com bastante saliva foi! Não tem sensação melhor do que o preenchimento que uma pica carnuda dentro do rabo causa. Mas aí, quando finalmente foi, eu dei duas sentadas e ele levantou. O marido dele tava por ali e chamou pra ir embora ??????.

Bem, voltei pro que tava de cueca, que eu tava batendo uma esse tempo todo. Mamei e pedi pra ele me comer. Ele falou que ia pegar camisinha, eu disse que esperava. Ele levantou e saiu, e eu sentei ali no fundo pra esperar.

Olhando em volta, as pessoas do ambiente tinham trocado. Agora tinha dois caras sentados lado a lado. Enquanto eu esperava, chegou um terceiro que pegou pra mamar o que estava mais longe de mim. Como o rapaz que foi buscar a camisinha começou a demorar, resolvi me divertir mais enquanto esperava e fui lá mamar o que estava mais perto de mim. Ficamos nisso, os dois machos ganhando um boquete e se pegando, eu e o outro pagando um. Até que esse outro foi embora. Pois pra não deixar um desatendido, pulei pro lado, e a rola era muito boa. Dessas carnudas e grandes também. Mamei ele com tanto gosto enquanto eu batia uma pro outro, e ele começou a fuder minha boca. Fiquei ali servindo os dois, quando um deles falou que ia gozar, e o do lado falou pra ele gozar. Foi quanto que ele pegou pra meter mesmo e gozou bem no fundo da minha garganta. Eu, na fissura de pica, pulei pro do lado e pedi pra ele gozar também. Não deu outra, ele bateu o leite do colega na minha boca e leitou fundo também. Engoli aquelas duas letiadas fartas, demos uns beijos e eles se foram. Não sei se eram amigos ou um casal, mas saíram juntos. Esperei mais um pouco o boy da cueca, mas nada. Tinha mais putaria rolando por ali, mas resolvi sair um pouco.

Nessa, fui tomar uma ducha, que fica logo em frente da sauna, e um boy ficou me olhando. Tomei meu banho, ia saindo e ele me paquerou, elogiou minhas tatuagens e disse que eu era muito gostoso. Em agradecimento, dei uns beijos nele e ajoelhei pra mamar ali nos chuveiros mesmo. Diferente do cruising ou da sauna, onde tudo está escuro, ali é bem claro e dá pra ver tudo, então logo começou a juntar uns machos em volta. Eu estava gostando muito da atenção. Mamei esse rapaz que me paquerou e um outro, com a pica ainda mais gostosa.

O da pica grossa foi embora, mas o paquerador, ali fiel, ficou me esperando. Resolvi dar pra ele. Ele pegou camisinha e tentou meter, mas tava meia-bomba, e senti ele ficando nervoso, ali na frente de todo mundo. Então chamei ele pra ir pra outro canto. Fomos pra um corredor, mais escurinho (mas não muito; o safado deve ser meio exibicionista também). Ali ele conseguiu meter, meu cu já estava mais relaxado do dotado da saunde, e finalmente tinha alguém bombando o meu rabo! Ele meteu bem gostosinho, mas nada de espetacular, não. Me ganhou por ser fofo. Meteu até gozar, mas tava de camisinha.

Nos despedimos e fui aproveitar que meu cu tava mais relaxado. Aí eu não lembro bem. Mamei e fui mamado lá no corredor escuro. O que lembro em seguida é de estar num canto da parte do cruising, ajoelhado, mamando um pau muito gostoso. Depois ele me passou pra um amigo do lado, e outro passivo guloso veio mamar o meu macho. Sem problemas, também, porque macho não faltava e logo chegou um terceiro, e eu fiquei revezando aquelas duas picas. Ou melhor, aquelas duas picas ficaram revezando a minha boca.

Nisso, o passivo já tinha levantado e tava dando o cu. Nessa também não perdi tempo, levantei e comecei a dar pra um deles. Aí finalmente, uma sucessão de homens veio me comer. Fui passado de pica em pica por ali. Eu passava, mamava um pouco, depois levantava e pedia rola pro boy. Quem quis aquela noite, me comeu o quanto queria e, quando ia embora, eu partia pro próximo. Não sei quantas vezes fiz isso, mas acho que alguém me leitou nessa aí.

Foi então que a maior pica do rolê apareceu na minha frente. Grossa que minha mão não fechava e grande que eu consegui pegar com as duas. Caí de joelho, comecei a mamar e o macho descobriu que podia meter na minha boca. Eu tava entregue já, cadelinha dele, não queria mais saber de mais ninguém. E ele se aproveitou, fudeu muito minha boca, me fez de putinha. Meu maxilar ficou doendo até o outro dia. Aquela rola entrava sem dó, boca adentro, até fundo na garganta. Ele segurava minha nuca até eu sufocar e depois me liberava, mas eu queria mais e voltava a engolir aquela piroca suculente. Depois de muito mamar, eu levantei pedindo, implorando, pra dar pra ele, e daí o papo do “vou pegar camisinha”. Ele foi e me deixou ali. Fiquei vendo a passiva gulosa dar por ali também. Arrumei mais alguém pra me comer. Mas aí o boy realmente voltou, pra minha alegria, com camisinha e lubrificante. Me puxou pela mão, me colocou na parede. Colocou camisinha e lub e meteu ??????. Ele arregaçou meu cu sem dó, eu não tava pronto. Eu senti meu rabo preenchido depois de muito tempo. Minhas pregas estourando, quase pedindo arrego, meu rabo sendo preenchido e alargado por aquela pica quase descomunal, metendo fundo até lugares que ninguém tinha ido ainda naquela noite. Eu completamente entregue, apoiado na parede, deixei ele usar o quanto quisesse. Como dizer não pra uma rola grande dessas? Mas tudo que é um bom, um dia acaba. Um macho desse podia foder o boy que quisesse aquela noite, e ele foi obviamente aproveitar.

Eu, na fissura, sentei na primeira pica que vi e pedi pro boy me leitar, e ele leitou. No meio dessa putaria aí, eu tinha trocado uns beijos com o passivo guloso que tava por ali ainda, e, enquanto eu era leitado, fiquei vendo ele tava lá dando. Quando o macho me liberou, fui lá abrir o rabo desse passivo e fiquei beijando ele enquanto o macho metia com mais liberdade. Quando eles acabaram, nós dois se pegamos um pouco e ele puxou assunto. Fomos no bar, conversamos e ficamos um pouco. Fomos no armário dele, perguntei as horas: já era 15 pras 4h. Trocamos contato.

Depois subi, tomei um banho, cheguei a entrar um pouco na sauna úmida, e aí a maior pica do rolê apareceu lá e mamou um cara. Fiquei batendo uma olhando pra aquela rola descomunal dele. Ele saiu, pouco depois saí também. Esbarramos em frente aos chuveiros, eu ajoelhei e mamei mais um pouco ali. De novo, mamar na frente de todo mundo, sob a luz clara, me encheu de tesão. Ainda mais sendo feito de putinha por uma rola tão enorme. Ele aproveitou pra foder minha boca, meus olhos até lacrimejavam, e quando ele ficou satisfeito, me dispensou e partiu pra caçar o próximo. Depois que ele foi embora, eu voltei pro cruising, arrumei um pau pra mamar enquanto eu batia uma até gozar. Gozei, peguei minhas coisas e vim pra casa, dessa vez satisfeito de das pirocadas e leitadas que levei, seja na boca seja no rabo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Relato do cruising — parte 2

Codigo do conto:
273977

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/10/2026

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