Perdi meu cabaço no primeiro ménage bi da minha vida



Olá! Este é um relato real de como perdi o cabaço do meu cuzinho em um ménage bissexual com um casal de homem e mulher — e, diga-se de passagem, dois lindos.

Sou moreno, magro, tenho 1,75 m de altura e, na época, tinha 19 anos. Estava na faculdade, usava Tinder e saía com algumas meninas da minha sala e também da faculdade.

Eu sempre gostei de ler hentai, mas nunca gostei de hentai gay ou homossexual. Não sentia atração por homens. Até que, um dia, li um hentai sobre um casal formado por um homem e uma mulher trans. Aquilo despertou em mim uma curiosidade que eu nunca tinha sentido antes: a vontade de saber como era chupar um pau.

Era final de semestre, época de provas. Eu estava saindo mais cedo da faculdade e já me preparava para ir embora quando dei match com um perfil do Tinder chamado "CasalFir". Naquela época, eu simplesmente saía passando o dedo no aplicativo e nem sempre prestava atenção em quem estava curtindo. Foi assim que acabei dando match com eles.

Olhei a descrição e dizia: "Casal bi HxM à procura de homem ou mulher para ménage bi". Quando vi aquilo, minha curiosidade foi imediatamente despertada. A foto do casal junto também chamou minha atenção. Eles não mostravam o rosto, mas os corpos e a silhueta de ambos eram lindos.

Mandei um "oi" e, imediatamente, recebi outro "oi". Começamos a conversar, e eu contei que nunca tinha feito aquilo antes, mas que queria experimentar. Conversava com os dois pelo chat do Tinder, e era muito legal. Aquilo me deixava excitado e eu ficava arrepiado a cada troca de mensagem. Até que passei meu WhatsApp para eles e combinamos de nos encontrar.

Como era semana de provas, falei que na quarta-feira poderíamos nos encontrar por volta das 20h.

E foi assim que o marido foi me buscar de moto. Eu dependia de ônibus naquela época, vida de universitário, kkk. Quando vi ele parado me esperando, com o capacete na mão, meu corpo gelou. Pensei comigo mesmo: "VAMOS!"

Cumprimentei-o — vou chamá-lo de Rafael. Ele era branco, tinha lábios carnudos e era pouca coisa mais baixo do que eu. Apertamos as mãos, ele me entregou o capacete e fomos para a casa deles.

Nossa, como era longe! Eram uns 10 km da faculdade. No caminho, fomos conversando. Ele perguntou qual curso eu fazia, e contou que também estava na faculdade. A conversa foi bem tranquila, como a de dois amigos que estavam se conhecendo.

Quando chegamos à casa deles, uma kitnet, percebi que era um casal jovem começando a vida independente juntos. Achei aquilo bem legal.

Assim que Rafael abriu a porta, vi a esposa, Mônica. Ela era linda, tinha corpo de violão, pele branca e cabelos pretos na altura dos ombros. Transpirava sexualidade, digna de uma mulher gostosa com G maiúsculo.

Entrei e ela me cumprimentou com um beijo no rosto. Depois perguntou se eu queria beber alguma coisa. Eu disse que queria água, mas ela riu e pegou uma Skol Beats. Uma só já me deixou meio bobinho.

Ficamos os três conversando sentados na cama. Eles perguntaram se eu já tinha ficado com algum homem, e eu disse que não, nunca. Então começaram a perguntar o que eu costumava fazer quando ficava com mulheres. Contei que o máximo que tinha feito de algo parecido era sexo anal com uma ex-namorada.

Mônica perguntou:

— Você tem vontade de dar o cuzinho?

Quando ela perguntou aquilo, eu travei. Respirei fundo e disse que sim, que queria saber como era dar o cuzinho.

Rafael então perguntou:

— Você quer fazer o quê hoje?

Eu respondi:

— Quero que vocês façam o que preferirem. Se não me baterem, está ótimo, kkkk.

Mônica brincou:

— Meu esposo ama um cuzinho apertado. Ama tanto que tirou o meu cabaço e arrombou todo. Será que você aguenta, Matheus?

Eu estava com uma Skol Beats e meia na cabeça e respondi:

— SIM!

Rafael então perguntou:

— Muito bem. Quer tomar banho e se preparar?

Eu disse que sim. Naquele momento, estava me sentindo imundo, kkkk.

Fiquei quase uma hora no banheiro, tomando banho e fazendo chuca. Eu já sabia que precisava, porque minha ex-namorada fazia isso quando íamos fazer sexo anal. Além disso, eu tinha pesquisado bastante na internet para entender melhor como funcionava um ménage e aprender algumas dicas de preparação.

Era quarta-feira, final de Libertadores, Grêmio campeão, e eu estava só de cueca entrando no quarto de um casal bissexual.

Quando entrei, vi Rafael só de cueca box preta, mostrando um corpo atlético e forte, enquanto Mônica estava apenas de baby doll, meio transparente, deixando praticamente tudo à mostra.

Os dois estavam de joelhos sobre a cama, me chamando para me juntar a eles.

Assim que me aproximei, senti as mãos fortes de Rafael apertarem minha bunda e me puxarem para perto. Então ele me beijou.

Foi uma sensação estranha. Eu nunca tinha feito aquilo antes e, por alguns segundos, travei. Mesmo assim, comecei a beijar aqueles lábios fortes, tão diferentes dos de uma mulher.

Logo em seguida, Mônica entrou no beijo e nós três começamos a nos beijar juntos. Ela colocou uma mão por dentro da minha cueca e outra na cueca de Rafael, puxando nossos paus para fora.

E foi naquele momento que percebi que aquela noite seria completamente diferente de tudo o que eu já tinha vivido.

Se vocês gostarem, posso trazer a segunda parte outro dia, para não deixar o relato longo demais.

Espero que gostem do meu relato real!

Foto 1 do Conto erotico: Perdi meu cabaço no primeiro ménage bi da minha vida


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Comentários


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nikos5 Comentou em 06/10/2026

olá Gustavo, vai em frente, curte e goze, é bom demais estou esperando a continuação, deve ser só tesão

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gustavo-cama Comentou em 06/10/2026

Parabéns pela a tua nova vida!! vais adorar para sempre!




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Ficha do conto

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nuboy

Nome do conto:
Perdi meu cabaço no primeiro ménage bi da minha vida

Codigo do conto:
274041

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
06/10/2026

Quant.de Votos:
4

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1