Vampira louca de desejos por sangue da ninfeta jovem
Ao entardecer, todos os animais do campo se preparam para dormir, se recolhem em suas tocas e ninhos. O mundo debaixo do luar não é seguro para nenhum deles. Os humanos fazem o mesmo. Mas Lara não. Dia 21 de junho, solstício de inverno no hemisfério sul. O sol já se põe enquanto o céu alaranjado graciosamente torna-se negro e repleto de estrelas. A noite era limpa de modo que se podia facilmente ver o horizonte nos prados verdes e limpos. Era perfeito para Lara. A garota saiu silenciosamente, vigiando para não ser pega, de seu casarão. Ela pensava incessantemente naquilo que toda menina de 17 pensa. Sim. Sexo. Não apenas pensava era obcecada. Ela atravessou o campo em direção de uma grande macieira, com copa deslumbrante e densa. Como de costume, no pé daquela árvore, lhe esperava a sua companheira. Camila Camila tinha olhos prateados como o luar que se erguia, com a pele alva como mármore, os cabelos negros como a sombra caiam sobre os seios mais ou menos aparentes no decote de seu seu corset. Lara olhou de cima a baixo a mulher. Lançou nela um olhar sensual, quase pornográfico. Camila sentiu um arrepio de desejo percorrer seu corpo frio. Haviam se encontrado apenas uma vez, a um mês atrás, mesmo assim conheciam cada centímetro do corpo uma da outra. Sorriu. Deixando a mostra seus caninos brancos e pontiagudos. Lara não perdeu tempo. Com um gesto rápido tirou o short jeans que usava, jogando-o de lado no pé da macieira. Sua calcinha era preta, combinava com o look gótico da sua amante. Camila retribuiu o ato, abriu seu corset, revelando seios volumosos, com mamilos avermelhados, brancos com neve. Lara puxou seu cabelo loiro para o lado, sem nenhuma timidez passou a mão pelos seios da vampira, beijando sua boca sedutora, um beijo longo que ela conscientemente prolongava. Queria aproveitar o máximo daquilo. A loira então abaixou-se e deitou-se na grama curta, abrindo suas pernas brancas. Sua calcinha estava completamente a vista da sua companheira. Nenhuma palavra foi dita. Ambas sabiam o que devia ser feito. Camila então abaixou-se e passou seus dedos no meio das pernas da loira. Sua buceta estava molhada. Ouve-se um gemido. A morcega mostra suas presas, levando sua boca má até a vagina de sua vítima. A vampira arreda a calcinha de garota de lado e passa sua lingua, em seguida enfia dois de seus longos dedos em sua xereca, começando a chupar o clítoris, enquanto siriricava a bela moça. A sensação era surreal, Lara sentia arrepios de prazer, se contorcia com a respiração forte e ofegante. Camila adorava aquilo, os gemidos de uma presa impotente e completamente rendida a ela. Sua boca se enchia do mel que saía da buceta da amiga. Logo mais, um filete de sangue escorreu. A monstrinha gótica até revirou os olhos. Aquilo saciava sua alma desviada pela luxúria. O mel e o sangue desciam pela sua garganta, saciando sua fome por sexo. Lara gemia cada vez mais forte. As forças saíam de seu corpo, em pouco tempo ela soltou um grito de prazer. Sua barriga tremia. Sua buceta encharcada jorrava líquidos na boca da vampira erótica. Ela que devora aquilo tudo. Ouve-se um suspiro vindo de Camila. Ela se contorce. Aquele sangue era surreal. Era o sangue de uma virgem devota a ela. Ela se treme e goza em uníssono com a amiga. Lara se levanta e tira o restante de suas roupas. Camila a segue e faz o mesmo. Os seios da loira são delicados e pequenos, com pontas rosadas. A silhueta de seu corpo esguio é facilmente vista naquela noite clara. Sua xereca estava completamente depilada e molhada, cortesia para sua convidada. Havia um piercing em seu umbigo. As unhas das suas mãos e dos seus pés estavam pintadas de preto. A vampira era mais alta e imponente, com seus seios avantajados e irresistíveis. Seus cabelos longos chegavam quase a sua bunda. Sua buceta era peluda e gostosa, os pelos negros davam um contraste com a pele de mármore. Ela passou os dedos de sua mão pela sua vagina, retirando tido o mel que ela gozou ao chupar o sangue de sua alma gêmea. Logo em seguida, passou os dedos pelos lábios da menina do campo. Lara e Camila se abraçaram. Elas se amavam. Camila cheirou o pescoço da sua amada. O cheiro natural dela a deixava louca, sua buceta começava a encharcar de novo. O cheiro do sangue nas veias da jovem era irresistível para a morcega. A mulher morde o pescoço da outra. Que geme como uma cadela no cio, tremendo um pouco nos braços da morta viva. Enfim, o silêncio da noite é interrompido quando Camila anuncia que queria transformar Lara em uma vampira. Para juntas elas se transarem por toda a eternidade. A loira sensível olha nos olhos prateados da vampira. Sem nem mesmo precisar pensar aceita. Se tornando também uma morceguinha, juntas elas iriam causar flagelo aos homens, enquanto chupavam o sangue menstrual uma da outra pelo resto da vida (ou da morte). Desde daquela dia de solstício de inverno, nunca mais se viu a garota de nome Lara. Tudo o que se sabe é que foi embora a noite. A única pista? Um par de calcinhas achado debaixo de uma macieira do pomar. Mas há quem diga que ainda ouve a garota. Vendo sua silhueta desumana durante a noite. E ainda ouve seus gemidos estridentes e irresistíveis, que fazem até mesmo a mais forte das pessoas cair na luxúria.
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