O sol da manhã entrava pela varanda, iluminando a fumaça do meu cigarro. Eu, Jorge, 23 anos, estava sem camisa, aproveitando a brisa. A casa estava quieta, meu pai viajara a trabalho. Foi quando a porta se abriu e ela entrou.
Luiza, 41 anos, minha madrasta desde a adolescência, a mulher que tomou o lugar da mãe que me abandonou. Mas naquele momento, com aquele bronzeado novo, parecia outra pessoa. O vestido leve colava no corpo malhado na academia, realçando os peitos firmes da cirurgia e a cintura fina da lipo. Ela parecia uma fruta madura, proibida e absurdamente gostosa.
— E aí, Jorge? Como ficou o bronze? — ela perguntou, com um sorriso que tinha algo a mais.
O olhar dela percorreu meu torso nu, e eu senti um choque. Aquele não era o olhar de mãe. Era desejo puro, cru. Algo dentro de mim estalou.
— Tá bonito, hein? — respondi, a voz um pouco rouca. — Mas pra avaliar direito, tem que mostrar mais, né?
Ela não hesitou. Um sorriso safado surgiu nos lábios, e as mãos dela foram às costas do vestido. Em um movimento, o tecido caiu, revelando os seios perfeitos, empinados, com os mamilos rosados e duros contra a pele dourada.
— Satisfeito? — sussurrou, os olhos fixos nos meus.
Foi a gota d’água. Não pensei, apenas agi. Fechei a distância entre nós em dois passos, minhas mãos agarrando sua cintura, e minha boca encontrou a dela num beijo profundo, devorador. Ela gemeu baixo, uma vibração que senti na alma, e seus braços se enrolaram no meu pescoço, puxando-me com força.
— Jorge… — ela respirou, quando nos separamos por um segundo. — Eu não aguentava mais… Te desejo há tanto tempo…
— Eu também, Luiza… Você tá uma puta deliciosa — grunhi, baixando a cabeça e prendendo um mamilo entre os lábios. Chupava com força, lambia em círculos, sentindo-a tremer contra mim. — Esses peitos são perfeitos…
Ela arqueou as costas, oferecendo-se mais. — Chupa… Chupa tudo, meu garoto…
Minhas mãos desceram, puxando a calcinha fina para baixo. Ela ajudou, se livrando da última peça de roupa. Fiquei de joelhos diante dela, na varanda, admirando a visão: a buceta depilada, rosada, já brilhando de excitação, e o cuzinho convidativo logo acima.
— Me deixa te provar — disse, e sem esperar resposta, mergulhei a língua nela.
Era doce e salgado, um sinto viciante. Lambi devagar, explorando cada dobra, cada centímetro, antes de focar no clitóris inchado. Chupei-o com a boca, alternando pressão e suavidade, enquanto dois dedos deslizavam para dentro de sua buceta úmida.
— Ai, meu Deus! — ela gritou, as mãos se enterrando no meu cabelo. — Assim… Não para… Sua língua é uma maravilha…
Dediquei-me a ela como se fosse a última refeição. Lambi, chupei, beijei. Desci ainda mais, passando a língua no cuzinho apertado. Ela estremeceu violentamente.
— Lá… também? — ofegou, surpresa e excitada.
— Em todo lugar — respondi, voltando a atacar seu clitóris com dedicação redobrada. Ela gemeu alto, as pernas tremendo, e senti seu corpo se contrair em uma gozada intensa, molhando meu rosto.
Quando ela recuou, ofegante, seus olhos estavam vidrados. — Agora é minha vez — anunciou, empurrando-me gentilmente para a cadeira.
Ela se ajoelhou diante de mim, abrindo minha bermuda e puxando meu pau para fora. Seus olhos se arregalaram.
— Meu Deus… É enorme… — sussurrou, com uma mistura de admiração e luxúria. — Vinte e dois centímetros… É isso que eu precisava…
Então, ela o levou à boca.
O boquete foi lento, profundo, deliberadamente prazeroso. Ela lambia a cabeça, beijava o comprimento todo, antes de engolir até a base, fazendo a garganta vibrar. Eu me contorcia na cadeira, os dedos se enrolando no cabelo loiro dela.
— Sua boca é uma puta maravilhosa, Luiza… — grunhi. — Enfia tudo…
Ela obedecia, alternando ritmo, chupando com uma fome que me deixava louco. Depois de minutos que pareceram uma eternidade, ela se levantou, ofegante.
— Quero sentir você dentro de mim — disse, guiando-me para ficar de pé. — Por trás. Aqui na varanda.
Ela se apoiou no parapeito, empinando aquele rabão perfeito. A buceta brilhava, e o cuzinho parecia piscar para mim. Peguei um sachê de lubrificante que, por algum motivo absurdo, estava na mesa da varanda, e espalhei generosamente em mim e nela.
— Vamos devagar — disse, alinhando a cabeça do meu pau com sua entrada. — Me diz se doer.
— Só mete, Jorge… Eu quero essa pica grande — ela implorou, olhando por cima do ombro.
E eu meti. Devagar, centímetro por centímetro, sentindo o calor e o aperto incríveis de sua buceta. Ela soltou um gemido longo e rouco.
— Isso… Enche sua mãe… Enche essa puta…
Comecei a mover-me, um vai-e-vem constante, profundo, mas controlado. Uma mão na sua cintura, a outra apertando um seio. Beijava suas costas, seu pescoço.
— Tá gostoso, mãe? — provocava, no ouvido dela.
— Delicioso… Seu pau é perfeito… Mais forte… Soca nessa buceta!
Aumentei o ritmo, as batidas ficando mais sonoras. Depois de um tempo, ela gemeu:
— Agora… no cuzinho… Quero pela primeira vez. Com cuidado, mas quero.
Parei, tirei, e com mais lubrificante, alinhei-me à outra entrada. A pressão era intensa, avassaladora.
— Relaxa… — sussurrei, penetrando com uma paciência que nem sabia que tinha.
Ela gritou, um som de dor e prazer misturados, quando a entrei completamente. Fiquei parado, deixando-a se acostumar.
— Tudo bem? — perguntei.
— Tá… Tá bom… Me fode, Jorge… Me fode no cuzinho.
E comecei. Mete e tira, constante, cuidadoso, mas profundo. Era uma sensação diferente, mais apertada, mais proibida. Ela gemia sem parar, palavras soltas e obscenas.
— Isso, seu safado… Enche o cuzinho da sua madrasta… Eu sou sua puta… Goza em mim!
Não consegui segurar. Com um rugido abafado, enterrei-me nela até o talo e jorrei, violentamente, dentro de seu cuzinho. Meu corpo tremia com a intensidade.
Mas não acabou. Depois de recuperar o fôlego, ainda duro dentro dela, virei-a de frente. Deitamos no chão da varanda, e eu entrei novamente em sua buceta, agora com ela de pernas abertas. Beijava sua boca freneticamente, enquanto ela se contorcia de prazer.
— Vou gozar… Jorge, vou gozar! — ela gritou.
— Goza, sua puta! Goza no meu pau! — ordenei.
E ela o fez, com um tremor convulsivo, os músculos dela apertando meu pau como um punho quente. Pouco depois, minha segunda gozada a inundou novamente.
Ficamos deitados, entrelaçados, suados, o cheiro de sexo e bronzeador no ar. Ela traçou círculos no meu peito.
— Seu pai… ele não me dá mais atenção… não me come assim há anos — confessou, sem olhar nos meus olhos. — Você… você foi a solução. A solução deliciosa.
Eu beijei seu ombro. — E agora?
— Agora — ela sussurrou, com um sorriso de vencedora — você é meu amante. E vai me foder sempre que essa puta aqui pedir.
E pelo brilho nos seus olhos, eu sabia que não era uma pergunta. Era uma promessa. Uma promessa suja, proibida e incrivelmente excitante. E eu, Jorge, 23 anos, tinha acabado de me tornar o amante da minha própria madrasta.




