A aposta com o piloteiro - pesca - barco - Campo Grande MS - CGMS - boquete
Vou me apresentar: tenho 38 anos, 1,80m e 82kg, sou moreno claro, de barba e bem-apresentável. Tenho um pau de 18cm, do qual tenho orgulho pelo tamanho e pela beleza. Casado com uma mulher, mas sempre senti atração por pênis, não me lembro de sentir atração pelo homem em si. Já tinha tido algumas experiências há muito tempo, realizado sexo oral algumas vezes a noite no carro bêbado, e o desejo continuava ali, guardado. Combinei uma viagem de pescaria com meu primo em um local aconchegante, que oferecia quarto e refeições. Para nos guiar, contratamos o Rafael, um rapaz de 25 anos, branco, de cabelos castanhos quase loiros, do meu tamanho, mas um pouco mais gordo. Saímos de barco por volta das 7h da manhã, levando cervejas. Meu primo começou a beber às 8h; eu, por volta das 10h. Perto do almoço, como estávamos próximos da pousada, voltamos para petiscar algo e continuamos bebendo — até um Campari apareceu na mesa. Às 13h, quando nos preparávamos para embarcar novamente, encontrei meu primo apagado no quarto, num sono profundo. O Rafael sugeriu que fôssemos só nós dois e que voltaríamos mais tarde para ver se ele tinha acordado. Descemos o rio e começamos a pescar. Cometi o erro de levar o Campari — uma bebida que sempre me deixa com tesão. Em determinado momento, vi o Rafael olhando para o celular e sorrindo. Perguntei o que era, e ele contou que estava se relacionando com uma mulher casada e enviou a ela um vídeo que havia feito dos dois transando. Enviou em visualização única o que apavorou a mulher, mas ele disse que apagaria em seguida. Empolgado e curioso, pedi para ver. Ele me mostrou uma mulher da minha idade mamando um pau grande, branco, com várias veias azuis, médio de grossura com uma cabeça rosa um pouco mais larga que o corpo. Nunca vi um pau bonito daquele jeito, mas na hora não senti desejo e soltei, em tom de brincadeira: "Essa foto não é sua, não!". Ele deu risada e retrucou: "Claro que é, rapaz!". Diante da minha dúvida, provocou: "Quer apostar?". Respondi que não gostava de perder dinheiro, e ele retrucou com uma audácia que me pegou de surpresa: disse que, se ganhasse, eu teria que dar uma pegada no seu pau, e eu dando risada, achando que era piada respondi "se for seu eu pego com as duas mãos e mordo". Nesse instante, o clima mudou. Ele parou de rir, sério, e disse: "Recolhe a linha, vamos descer ali". Recolhi o equipamento, ainda sem acreditar no rumo que aquela conversa estava tomando. Enquanto o barco navegava, olhava de canto de olho e percebi que enquanto pilotava atento, procurando algum lugar, massageava o pau por cima da calça. Sentia um frio na barriga, uma mistura de ansiedade e um tesão reprimido que começava a tomar conta de mim. Ele guiou o barco para um braço pequeno do rio, contornando a vegetação até sair em uma praia isolada. Encostou o barco, levantou-se e me encarou com um olhar decidido: "Aposta é aposta". De pé, abaixou a calça até os joelhos, sacando aquele pau grande e duro, já masturbando devagar. Fiquei sem reação e disse "vixe, não é que era mesmo" dando risada. Ele disse "vem aqui que você me deve", respondi que estava brincando e mesmo se fosse fazer, tinha medo de ter alguém vendo. Ele falou pra entrarmos na mata, que não era tão fechada, e saiu andando pelo mato, e eu ja com meu pau duro e babando só segui, decidi não contrariar aquele desejo e uma oportunidade dessa não teria mais. Ele, então, encostou em uma arvore, deixou as calças cair no tornozelo, e disse "abaixa aqui que não tem formiga". Eu tinha falado de morder, mas ele e eu sabíamos que não era isso oq eu aconteceria. Já entregue, abaixei de cócoras e com as duas mãos peguei naquele cacete. As duas mãos juntas ainda sobrava a cabeça pra fora. Comecei a masturbar aquele pau, já todo melado e apontado pra minha cara, e ele disse "não era isso que tínhamos combinado", então bem de leve mordi a cabeça do pau dele, que soltou um gemido que me fez abocanhar aquela cabeça babada. Comecei a chupar devagar, afinal faz tempo que não chupava, sentidno aquela baba grossa na minha boca junto com gosto de urina. A cada abocanhada eu ouvia o seu gemido e seu corpo contorcendo. Enquanto eu chupava ele perguntou se eu já tinha dado e se deixaria ele me comer, e sem tirar da boca respondi negativamente “Hmm Hmm”, até porque aquele não seria pau pra minha primeira vez. Eu já havia tirado meu pau pra fora porque estava apertado na calça mas não me masturbei, só deixei ele babando de tesão. Passados alguns minutos senti a cabeça do pau dele inchando e logo começou a pulsar, saindo jatos de porra que inundaram minha boca. Continuei chupando devagar enquanto deixava escorrer a porra pelo pau, porque não queria engolir. Paramos e ele limpou o pau com um pano que ele tinha. Enquanto limpava ele perguntou se eu iria gozar também, e que me ajudaria. Falei que queria ajuda, apesar de estar no ápice do tesão. Achei que receberia um boquete ou uma ajuda manual, mas me enganei. Ele me virou de costas pra ele, me fez apoiar em uma arvore, e dise: "pode começar ai", abriu minha bunda com a mão esquerda, molhou com saliva o dedo do meio da direita e começou a massagear meu cuzinho. De verdade, me senti uma putinha, uma femea, ele colocava a ponta do dedo dentro e tirava, e quando eu percebi ele tinha abaixado e estava lambendo e mordendo minha bunda. Eu empinei a bunda pra trás como uma fêmea querendo mais. Mal sabia ele que se ele quisesse naquela hora tinha me fodido do jeito que quisesse. Então gozei, um gozo forte, com vários jatos. E enquando os jatos saiam a vegonha inundava minha consciência. Fiquei pensando que fui uma puta de um outro homem, e que não ficaria em paz com o temor dessa história vazar. Rafael viu minha vergonha e disse: “relaxa cara, sou casado também e sou bem reservado. ” Aquilo me aliviou um pouco. Voltamos à pousada e encontramos meu primo recém acordado dizendo: “eae? Pegaram alguma coisa? ”, na hora eu respondi “só pau” me referindo a enrosco sem perceber o duplo sentido que se criou. Fui embora com tesão da lembrança, o gosto de porra na boca, com o peso da vergonha e com muita vontade de pescar só eu e ele de novo.
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