A Coroa Safada: O Prazer Proibido do Meu Filhinho
— Que porra você está fazendo com o meu celular? — A voz dela ecoou pelo pátio, carregada de uma irritação que, para mim, soava quase como um desafio.
Eu não respondi de imediato. Olhei para a tela, onde as fotos dela — fotos *minhas* — revelavam um desejo doentio e excitante. Zooms no meu pau, fotos enquanto eu dormia... tudo ali. Olhei para ela, sentada na borda da piscina, com a água batendo nas coxas fartas, e senti meu sangue ferver.
— Por que você tirou essas fotos, mãe? Por que raios você estava me espionando assim?
Eu esperava que ela negasse, que ficasse vermelha de vergonha. Mas ela deu um sorriso lento, aqueles olhos de mulher madura me devorando de cima a baixo.
— Porque eu não aguentava mais, querido. Tentei ser a mãe perfeita, tentei ignorar... mas olhar para você crescendo, ver esse corpo de homem... eu ficava excitada só de sentir seu cheiro. — Sem hesitar, ela levou as mãos aos seios e soltou a parte de cima do biquíni.
Aqueles peitos enormes, com bicos eretos e rosados, saltaram para fora. Naquele momento, a palavra "mãe" sumiu da minha cabeça. Eu só via uma coroa deliciosa, com curvas que me deixavam louco. Ela não parou por aí: deslizou a calcinha pelas pernas, revelando uma bunda colossal e branca, e sentou-se de lado, empinando o rabo para mim.
— Vem nadar, filhinho... — ela sussurrou, a voz rouca de desejo. — Eu quero foder com você. Quero sentir esse pau duro dentro de mim. Você vai deixar uma coroa gostosa como eu só na vontade?
Eu não pensei. Arranquei minhas roupas em segundos e pulei na água. O impacto da água fria contrastou com o fogo que subia pelas minhas coxas. Ela veiou ao meu encontro, jogando-se no meu colo com um gemido. Seus lábios encontraram os meus em um beijo faminto, com língua, explorando cada canto da boca. Eu agarrei aquela bunda enorme, apertando a carne firme, enquanto ela esfregava os peitos no meu rosto.
— Que delícia de filhinho safado... — ela sussurrou entre beijos.
Eu desci a mão para a bucetinha dela, que já estava encharcada. Comecei a lamber, mergulhando o rosto naquela fenda quente e doce. Passei a língua lentamente pelo clitóris, sentindo-a tremer. Ela arqueou as costas, gemendo alto, enquanto eu beijava cada dobra daquela vulva deliciosa.
— Ahh, isso! Chupa tudo, meu amor! — ela gritava.
Depois de deixá-la louca com a língua, ela me puxou para cima e se ajoelhou na água. Começou a me dar um boquete demorado, sugando meu pau com avidez, fazendo sons de sucção que me faziam delirar. Quando ela terminou, ela se posicionou na borda da piscina, apoiando as mãos e empinando a bunda para mim.
— Mete, filhinho! Mete com força nessa coroa! — ela ordenou.
Eu encaixei meu pau duro na bucetinha dela e dei a primeira estocada profunda. Ela soltou um grito de prazer. Comecei a cutucar a xota doce, sentindo a pressão aumentar a cada movimento. O ritmo ficou frenético. A água espirrava ao nosso redor enquanto eu socava a carne dela.
— Gostoso! Você é gostoso demais! — ela gemia, rebolando a bunda contra mim.
A luxúria tomou conta. Eu a virei e, com cuidado e desejo, explorei seu cuzinho. Usei a língua ali, lambendo a entrada do rabo, sentindo o aroma excitante. Ela implorava para que eu entrasse. Com um empurrão firme e lento, eu penetrei no cuzinho dela pela primeira vez.
— Meu Deus... que sensação... — ela suspirou, sentindo o preenchimento total.
Eu não parei. Comecei a meter e tirar, alternando entre a bucetinha e o cuzinho, sentindo a pressão deliciosa de cada centímetro do meu pau deslizando por aqueles canais apertados e quentes. A sensação era surreal; a água ao nosso redor parecia ferver enquanto eu a possuía com uma intensidade que nenhum dos dois jamais havia experimentado.
Eu a agarrei pela cintura, enterrando meus dedos na carne macia de suas coxas, e comecei a socar seu rabo com força, fazendo a bunda dela vibrar a cada impacto. Ela jogou a cabeça para trás, soltando gemidos agudos que ecoavam pelo pátio vazio, sem se importar se alguém ouviria. O prazer era bruto, visceral.
— Isso mesmo... destrói essa coroa! — ela gritava, a voz embargada.
Eu mudei a posição rapidamente, puxando-a para que ela sentasse em cima de mim, de frente, com as pernas abertas e os seios balançando enquanto ela cavalgava. Olhei nos olhos dela e vi a luxúria pura, a entrega total de quem tinha acabado de romper o maior tabu de sua vida. Eu a segurei pelos quadris, ditando o ritmo, subindo e descendo com estocadas que chegavam ao fundo do útero.
O prazer estava beirando o insuportável. Senti meu corpo tensionar, a vontade de gozar se tornando a única coisa que importava. Ela sentiu o mesmo; seus músculos vaginais começaram a contrair em espasmos violentos, apertando meu membro como se não quisesse me deixar ir.
— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, arqueando as costas.
No momento exato em que ela atingiu o orgasmo, eu dei a última estocada, a mais profunda de todas, e descarreguei tudo dentro dela. Senti o jato quente de sêmen preenchendo seu interior, enquanto ela tremia violentamente sobre mim, soltando um grito prolongado de êxtase.
Ficamos assim por alguns segundos, ofegantes, com a água da piscina nos envolvendo enquanto nossos corpos lentamente relaxavam. O silêncio voltou ao pátio, mas a tensão elétrica ainda estava lá. Ela desceu lentamente, com um sorriso malicioso nos lábios, olhando para mim com um desejo que não havia sido satisfeito, mas sim despertado.
— Você não imagina o prazer que me deu, filhinho — ela sussurrou, lambendo os lábios. — E agora que sabemos do que somos capazes... isso foi apenas o começo.





votado, adoro contos entre filhos e maes. quase comi a minha, mas perdi a oportunidade.