Luxúria na Terceira Idade: O Gozo Proibido entre Irmãos



Luxúria na Terceira Idade: O Gozo Proibido entre Irmãos
A primeira coisa que senti não foi o toque, mas o volume.

Eu estava ali, curvada na frente daquela geladeira na casa do João , meu irmão em Mafra, com a bunda empinada e a bermuda jeans apertando cada curva do meu corpo de 62 anos. Quando a prateleira cedeu, eu travei, segurando o peso para que tudo não fosse ao chão. Foi nesse instante que ele chegou. João, com seus 1,90m de pura testosterona, colou o corpo no meu. Através do tecido fino do short de jogador, eu senti a rola dele, dura como uma pedra, pressionando exatamente onde eu mais precisava de calor.

Fiquei paralisada. Quinze anos de seca... quinze anos sem sentir um pau de verdade. Aquele volume quente contra a minha bunda despertou algo que eu julgava estar morto. Comecei a rebolar, devagarinho, sentindo a cabeça do pênis dele deslizar pelo vão da minha bunda.

— Está gostando, João? — sussurrei, com a voz embargada.
— Puta que pariu... eu sempre sonhei com isso, Rosa — ele respondeu, a voz rouca, apertando minha cintura e me encoxando com força.

Fechamos a porta da geladeira. Eu não aguentava mais. Me apoiei na pia, arrebitando o bundão ownamente, e ele veio como um animal. Ele não queria apenas encoxar; ele queria me possuir.

— Que bundão gostoso você tem, sua safada... — ele murmurou, enquanto a mão dele deslizava para baixo da bermuda, encontrando minha xoxota já encharcada.

Ele começou a massagear meu clitóris por cima da calcinha, e eu soltei o primeiro gemido alto. João não perdeu tempo. Tirou o pau do short e, com um movimento bruto e decidido, abaixou minha bermuda. Ele começou a foder minhas coxas, roçando aquela rola imensa na minha buceta ensopada.

— Ah, João! Me fode, me usa! — gritei, esquecendo que éramos irmãos, sentindo apenas a fome de mulher.

Ele afastou minha calcinha para o lado e, sem aviso, mergulhou fundo. O impacto foi visceral. Senti o pau dele preencher cada espaço vazio de mim. Eu gritei de prazer, sentindo-me uma puta de luxúria aos 62 anos. Ele começou a bombar forte, estocadas profundas que faziam a pia tremer. No auge do tesão, ele agarrou minha calcinha e a rasgou com as mãos, liberando tudo.

— Olha esse clitóris inchado... — ele disse, e antes de continuar a foder, ele desceu.

João se ajoelhou e começou a lamber minha buceta com uma vontade animal. A língua dele explorava cada dobra, sugando meu clitóris com força, enquanto seus dedos exploravam meu cuzinho, preparando o caminho. Eu estava em êxtase, arqueando as costas, sentindo a língua dele limpar cada gota do meu desejo.

— Agora eu quero o resto, Rosa. Quero esse cu virgem — ele avisou.

No vai e vem da buceta, ele deslizou para trás. Senti a cabeça da rola forçando a entrada do meu ânus.
— No cu não! — gritei, tentando fugir.
— Agora você aguenta, sua piranha! — ele rugiu, segurando minha cintura com força e empurrando tudo para dentro.

A dor inicial foi aguda, mas logo se transformou em um prazer proibido e devastador. Quando a rola dele assentou no meu cu, eu travei. Era profundo, era quente, era preenchendor.

— Soca esse cu, João! Soca com força! — eu implorei, perdendo a razão.
— Vou foder esse cuzinho até você esquecer quem é! — ele gritou, começando a bombear com violência e luxúria.

O ritmo era frenético. O som da carne batendo, os gemidos altos, os palavrões trocados no ápice do tesão. Ele me fodia com força, entrando e saindo do meu cu, enquanto me chamava de "safada", de "puta", de "vadia". E eu, entregue, pedia mais, sentindo cada estocada ecoar não só no meu corpo, mas na minha alma, quebrando décadas de repressão e decoro.

— Isso! Me rasga no meio, João! Me destrói! — eu gritava, as mãos cravadas na borda da pia, sentindo o metal frio contrastar com o calor infernal que emanava de nós dois.

Ele não teve piedade. A força bruta de seus 1,90m me esmagava contra a bancada, e cada golpe de seu quadril contra o meu emitia um estalo seco, visceral, que preenchia o silêncio da cozinha. Ele mudou a pegada, agarrando meus cabelos e puxando minha cabeça para trás, forçando-me a olhar para cima enquanto ele continuava a me possuir por trás, com a rola imensa cavando o meu canal anal com uma precisão devastadora.

— Olha para mim, Rosa! Olha para o irmão que está te transformando numa puta! — ele rosnou no meu ouvido, a voz vibrando contra a minha pele.

O prazer era tanto que beirava a dor. Senti meu clitóris pulsar, latejando em sincronia com as estocadas profundas que atingiam o fundo do meu útero. Eu estava no limite, no ápice de um orgasmo que vinha sendo construído por quinze anos de solidão.

De repente, ele mudou o ângulo. Com um puxão brusco, ele me virou de frente para ele, sem tirar o pau do meu cu. O impacto do peito dele contra o meu me tirou o fôlego, mas a sensação daquela rola deslizando para fora do ânus e mergulhando, de um golpe só, na minha buceta ensopada foi o gatilho final.

— AH! — o grito escapou rasgado.

Ele me ergueu do chão, as minhas pernas envoltas na cintura dele, enquanto ele bombava com toda a força no meu canal vaginal. Era um ritmo frenético, animal. Eu sentia a cabeça do pênis bater no meu colo do útero, criando ondas de choque que me faziam tremer inteira.

— Eu vou gozar! Eu vou gozar tudo dentro de você! — João rugiu, a face contraída em puro desejo.

— Goza! Enche a puta! — eu implorei, apertando-o com as coxas, sentindo cada centímetro daquela carne dura me preencher.

O clímax veio como uma avalanche. Eu senti as paredes da minha vagina contraírem ownamente em espasmos violentos, sugando-o para dentro, enquanto João soltava um urro primal, disparando jatos quentes e profundos dentro de mim. Foi um gozo longo, intenso, que pareceu durar minutos, enquanto nossos corpos continuavam a tremer, colados, suados e exaustos.

Ficamos ali, em silêncio, apenas com o som da nossa respiração pesada, enquanto o líquido quente escorria lentamente por entre nossas peles. O proibido havia sido consumado, e a fome de décadas finalmente fora saciada.
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João não a soltou. Mesmo com o corpo ainda tremendo pelos espasmos do orgasmo, ele a manteve presa ao seu torso, as pernas de Rosa ainda envoltas em sua cintura, sentindo a pulsação conjunta de dois corações que batiam em ritmo de urgência. Ele não quis a pressa do descarte; queria a continuidade do toque.

Com um esforço bruto, porém cuidadoso, ele a carregou para fora da cozinha. Rosa sentia a rola dele, agora ligeiramente mais macia, mas ainda preenchendo-a, deslizando para fora e para dentro a cada passo que ele dava em direção ao quarto. O atrito lento, quase torturante, transformava o caminho em uma preliminar prolongada.

Ao chegarem ao quarto, ele a depositou sobre as cobertas desalinhadas. O sexo animal, a urgência da carne, deu lugar a um ritual de descoberta. Ali, sob a luz difusa que entrava pelas frestas da cortina, eles decidiram que a pressa era a inimiga.

João começou a explorá-la com uma fome voraz, mas deliberada. Ele não ia apenas possuí-la; ele queria mapear cada centímetro daquela pele que ele conhecia de longe, mas que agora podia reivindicar. Seus lábios percorreram a curva do pescoço, descendo para as clavículas com beijos que evoluíam para mordidas leves, deixando marcas de posse que Rosa sentia queimar.


— Você é linda, Rosa... — ele sussurrou, a voz agora um grave profundo que vibrava contra a pele dela. — Sempre foi a mulher mais gostosa que eu já vi.

Rosa, tomada por uma luxúria renovada, não se deixou ficar passiva. Ela cravou as unhas nas costas largas de João, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada músculo, cada cicatriz. Eles se perderam em carícias que misturavam a delicadeza de quem descobre um tesouro com a brutalidade de quem não aguenta mais esperar. Era um jogo de contrastes: a ponta dos dedos deslizando suavemente pelas coxas, seguida por um aperto firme que arrancava gemidos baixos e viscerais.

Enquanto as mãos de João exploravam as curvas generosas de Rosa, ele sussurrou a sentença que mudaria tudo dentro daquelas quatro paredes:

— Esquece o resto do mundo. Esquece quem a gente é lá fora. Aqui dentro, a gente não é nada além de homem e mulher. A regra de sermos "irmãos" morreu no momento que a gente se tocou.

Rosa sentiu um calafrio de prazer percorrer a espinha. A permissão explícita para a perversão era o afrodisíaco mais potente que já havia provado. Ela puxou o rosto dele para o seu, selando aquele pacto com um beijo faminto, sentindo o gosto do proibido


— Então me trata como a sua puta, João — ela respondeu, arqueando as costas e oferecendo-se inteiramente. — Me trata como a mulher que você sempre quis foder.

O quarto, que antes era apenas um lugar de descanso, tornou-se o santuário de um pecado compartilhado, onde cada toque era um novo capítulo de uma história que eles finalmente tinham coragem de escrever.
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A partir desse momento, o quarto deixou de ser apenas um cômodo para se tornar o nosso território particular, um refúgio onde as leis da genética e da moralidade não tinham jurisdição.

Passamos os dias seguintes em um estado de letargia deliciosa, intercalando longos períodos de sono com sessões de luxúria que pareciam não ter fim. No início, era como se estivéssemos recuperando décadas de tempo perdido. João era insaciável, e eu, descoberta para a minha própria safadeza, respondia a cada investida com um entusiasmo que me surpreendia. Nós nos explorávamos com uma curiosidade quase científica: cada dobra da minha pele, cada centímetro do corpo dele, tudo era terreno a ser conquistado.

Porém, com o passar das semanas, a natureza do nosso desejo começou a se transformar. A urgência bruta, aquela fome animal que nos jogava contra as paredes e mesas, deu lugar a algo mais sofisticado, mais "moderado", como eu costumava dizer. Não que o fogo tivesse apagado, mas ele deixou de ser um incêndio descontrolado para se tornar uma chama constante, que aquecia e consumia sem destruir.
Aprendemos a arte da antecipação. O prazer não estava mais apenas no ato final, mas no modo como João me olhava durante o café da manhã, ou no toque casual da mão dele na minha lombar enquanto caminhávamos pela casa. Essa tensão silenciosa tornava o momento em que finalmente nos entregávamos muito mais intenso. Nossas relações tornaram-se rituais. Passávamos horas em preliminares lentas, explorando cada zona erógena com a paciência de quem sabe que tem a vida inteira para se descobrir.

— Você mudou, Rosa — ele me disse certa noite, enquanto seus dedos traçavam círculos lentos no meu abdômen. — Você está mais... dona de si.

Eu ri, sentindo o calor da pele dele contra a minha.
— Eu apenas parei de lutar contra a corrente, João. É libertador saber que não preciso mais fingir ser a mulher ownamente que a sociedade espera de alguém da minha idade.

Nossa vida amorosa tornou-se um equilíbrio perfeito entre a luxúria e a ternura. Ainda havia espaço para a "safada" que gostava de ser dominada e de falar baixinho as obscenidades que outrora fossem proibidas, mas agora havia também um companheirismo profundo. Nós nos tornamos cúmplices de um segredo compartilhado, um pacto de prazer que nos unia mais do que qualquer laço sanguíneo.
Viver juntos foi a decisão mais natural de nossas vidas. A casa, que antes era apenas um lugar de visitas, tornou-se o nosso santuário. Nela, criamos nossas próprias regras. O luxo não estava nos móveis ou na decoração, mas na liberdade de sermos quem queríamos ser quando a porta se fechava.

Aprendemos que o desejo, quando temperado com a maturidade, não precisa ser frenético para ser excitante. Ele pode ser calmo, profundo e absurdamente prazeroso. E assim, entre beijos lentos e madrugadas de entrega total, descobrimos que a felicidade, para nós, tinha o gosto doce do proibido e o perfume inebriante da pele que, enfim, encontrou o seu lugar.
FIM.
Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: Luxúria na Terceira Idade: O Gozo Proibido entre Irmãos

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Comentários


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coroa55bh Comentou em 07/10/2026

libertação familiar..




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Luxúria na Terceira Idade: O Gozo Proibido entre Irmãos

Codigo do conto:
274090

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/10/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5