A Vizinha Safada: Comendo o Cu da Lorena
Eu sempre fui o cara invisível. O bancário certinho, o nerd que nunca" errou "na vida, casado há nove anos com uma rotina que parecia um deserto de tesão. Minha vida era plana, cinza, até que a Lorena se mudou para o apartamento ao lado.
Ela não era apenas uma mulher; era um evento. Loira, com curvas que desafiavam a gravidade, tatuagens que contavam histórias na pele e aquele olhar de quem sabe exatamente onde tocar para fazer um homem perder o juízo. Quando descobri que ela era trans e que trabalhava com sexo, algo dentro de mim, que estava dormindo há quase uma década, despertou com uma força violenta.
Tudo culminou naquela tarde. Eu estava exausto, com a cabeça latejando após uma briga idiota com minha esposa. Quando dei de cara com a Lorena no corredor, ela usava uma calça de legging que desenhava cada centímetro daquela bunda empinada.
— Você parece acabado, Otávio... — ela disse, com a voz aveludada, mas com um brilho malicioso nos olhos. — Vem aqui. Vou te ajudar a relaxar.
Eu entrei hipnotizado. O apartamento cheirava a incenso e desejo. Ela me serviu uma dose de vodka, mas o verdadeiro álcool estava no jeito que ela se movia.
— Você não para de olhar para os meus peitos, seu safado... — ela sussurrou, aproximando-se. — Quer saber o que tem aqui dentro?
Antes que eu pudesse gaguejar, ela levantou o top. Aqueles peitos enormes, firmes, com piercings que brilhavam sob a luz, saltaram aos meus olhos. Eu não resisti. Comecei a beijar o colo dela, subindo para os mamilos, mamando com uma fome que eu nem sabia que tinha.
— Ai... que delícia, Otávio... — ela gemeu, arqueando as costas. — Gosta de mamar a sua vizinha, né?
Ela sentou no meu colo, a calça apertada contra o meu pau que já estava latejando. Com um movimento ágil, ela deslizou a mão para dentro da minha calça e me libertou.
— Nossa, que pica linda você tem... — ela disse, olhando para o meu membro ereto. — Deixa que a Lorena cuida disso agora.
Ela se ajoelhou. O boquete foi a coisa mais deliciosa da minha vida. Ela trabalhava com isso, e cada movimento da língua, cada sucção profunda, era como se ela estivesse drenando todo o meu estresse e transformando em puro prazer. Eu gemia, sentindo minha cabeça girar, enquanto ela olhava para cima, me provocando, chupando cada centímetro.
Depois, ela se levantou e me levou ao quarto. Ela tirou tudo. Ali, vi a beleza completa daquela mulher. O pênis dela, grande e ereto, era parte do charme, mas meu foco estava no "tesouro": aquele cuzinho rosado e apertado.
— Eu quero que você me foda, Otávio. Me foda bem fundo — ela pediu, ficando de quatro, empinando a raba deliciosa na minha direção.
Ela passou lubrificante com capricho. Eu posicionei a cabeça do meu pau na entrada daquele cu gostoso e empurrei devagar.
— Ahhh! Meu Deus... — ela gritou, sentindo a penetração. — Que sensação gostosa!
Eu comecei a meter e tirar, num ritmo constante e profundo. O som da carne batendo, o cheiro de sexo no ar. Eu estava louco. Dei tapas na bunda dela, que ecoavam pelo quarto.
— Isso! Me bate, me fode, seu nerd safado! — ela gritou, gemendo alto.
Ela acendeu um baseado e me deu uma tragada. O mundo ficou mais lento, e o prazer mais intenso. Eu senti que estava fundido a ela. A penetração ficou mais bruta, mais visceral. Eu sentia cada dobra daquele canal anal apertando meu pau.
— Vou gozar! Vou gozar agora! — eu gritei, sentindo o orgasmo chegar como uma onda.
Eu descarreguei a primeira carga dentro dela, sentindo as paredes do cu dela contraírem no ritmo do meu gozo. Não paramos, eu não conseguia me soltar. A adrenalina e a droga misturavam-se ao tesão, criando um looping de prazer infinito. Meu pau, ainda pulsando dentro dela, recusava-se a murchar. Lorena, sentindo a pressão, arqueou as costas ainda mais, transformando-se numa verdadeira ponte de luxúria.
Ganhei coragem e, enquanto fodia aquele cuzinho na posição de frango assado, estiquei o braço para frente e agarrei o pau dela. Comecei a bater-lhe uma punheta frenética, ao ritmo exato das minhas estocadas. Era uma sinfonia de carne: o som do impacto da minha pelve contra a bunda dela acompanhando o deslizar da minha mão no membro dela.
— Isso... delicioso... fode a minha raba e cuida de mim! — ela gritava, a voz já rouca de tanto gemer.
O ritmo acelerou. Eu estava possuído. Cada estocada era um soco de prazer que reverberava por todo o meu corpo, e ver a reação dela ao toque simultâneo no cu e no pau me levou ao limite. Sentimos a onda final chegar juntos. Lorena soltou um grito gutural, contraindo cada músculo do corpo, enquanto eu descarregava a segunda carga, mais densa e quente, bem no fundo dela. Gozamos juntos, num espasmo violento que nos deixou sem fôlego, tremendo sob o efeito do êxtase.
Por alguns segundos, o único som no quarto era a nossa respiração ofegante. Eu estava exausto, mas meu desejo por ela não tinha acabado de saturar; tinha acabado de evoluir.
Ainda em êxtase, deslizei para frente no colchão. Lorena, entregue e relaxada, abriu as pernas, oferecendo-se completamente. Sem hesitar, mergulhei o rosto naquela zona proibida. Fiz um boquete a ela fenomenal, explorando cada centímetro com a língua, alternando entre lambidas lentas e sucções profundas, saboreando o gosto do sexo e do suor.
Ela jogou a cabeça para trás, os dedos enterrados nos meus cabelos, me puxando para mais perto, enquanto eu me dedicava a deixá-la em estado de graça. Naquele momento, o bancário certinho tinha morrido; quem estava ali era um homem faminto, finalmente alimentando-se da vizinha mais safada do prédio.




