O Castigo Delicioso do Papai"



"O Castigo Delicioso do Papai"
Sou a Bianca e não cheguei a conhecer minha mãe ( morreu de acidente quando eu tinha ainda meses).Fui criada só com o meu pai ( na altura com 19 anos)e nunca tive uma madrasta. Meu pai só tinha namoros fugazes . Nós sempre tivemos muita cumplicidade e intimidade mas nunca tinha passado de relação de pai e filha.Até que um dia ...O silêncio da casa era enganoso. Eu achei que estava sozinha, entregue ao meu próprio desejo, com a saia levantada e os dedos mergulhados na minha bucetinha, assistindo a cenas pecaminosas na TV. O choque de sentir a presença dele atrás de mim, o coração disparando, transformou o medo em uma eletricidade que percorreu todo o meu corpo.

— Que coisa errada você está fazendo aqui na sala, Bianca... — a voz dele era baixa, rouca, carregada de um tesão que eu nunca tinha visto.

Ele se sentou ao meu lado, a pressão do corpo dele contra o meu me deixando zonza. Quando ele perguntou se eu transava pouco, eu mal conseguia respirar. Tentei fugir para o quarto, mas a mão dele, firme e possessiva, agarrou meu pulso.

— Você não vai a lugar nenhum. Você precisa de um castigo por ser tão safada na minha sala — ele sussurrou no meu ouvido, e o arrepio que senti foi quase insuportável.

Ele me puxou para o colo. Senti o volume do pau dele pressionando minha bunda. Sem aviso, a mão dele deslizou para baixo da saia e mergulhou nos meus fluidos. Os dedos dele começaram a me explorar, entrando e saindo com força.

— Ah... papai... para... — eu gemia, mas meu corpo traía minha voz, archando as costas e pedindo mais.

— Para? Você está pingando, sua safadinha. Olha como você quer esse castigo! — ele exclamou, me jogando no sofá.

Quando o zíper desceu, a visão foi impactante. Uma pistola enorme, veiada e pulsante, apontada para o meu rosto. Eu não resisti. Abri a boquinha e envolvi aquele membro colossal. Comecei a chupar com vontade, usando a língua para lamber cada nervo, cada centímetro daquela rola grossa. Ele gemia alto, as mãos apertando meus cabelos enquanto eu me perdia naqueles sabores, fazendo o melhor boquete da vida dele.

— Isso... chupa tudo, sua putinha do papai... — ele arquejava.

Depois de me deixar exausta de tanto prazer, ele me virou.
— De quatro, agora! — O comando foi seco.

Levantei a saia, empinando a bunda grande e carnuda. Senti a mão dele no meu clitóris enquanto a outra guiava aquele monstro para dentro de mim. O primeiro impacto foi profundo.
— Aaaah! — eu gritei, sentindo minha xota ser aberta por aquele pauzão.

Ele começou a socar, fundo, com força, fazendo o sofá balançar. A cada estocada, ele me dava tapas gostosos na bunda, o som da carne batendo na carne ecoando na sala. Era um incesto frenético, luxurioso. Eu sentia cada veia daquele pau preenchendo cada espaço vazio dentro de mim.

— Você é minha, Bianca! Toda minha! — ele gritava enquanto me fodia com violência e amor.

Mas ele quis ir além. Ele me virou, me beijou com uma fome desesperada, línguas se entrelaçando enquanto ele descia para o meu sexo. Ele começou a lamber minha bucetinha com calma, depois focou no clitóris, sugando-o com a boca, me fazendo ter espasmos de prazer. E então, a língua dele encontrou meu cuzinho. Ele começou a lamber meu rabo, limpando cada dobra, me preparando com luxúria.

— Papai... por favor... eu quero sentir tudo... quero seu pau no meu cu! — eu implorei, chorando de tesão.

Ele sorriu, malicioso. Com cuidado, mas com firmeza, ele posicionou a cabeça do pau na entrada do meu ânus.
— Vou te dar o presente mais gostoso da sua vida, minha filha safada.

Ele entrou devagar. Senti a pressão, a sensação de preenchimento total. Era apertado, era quente. Ele foi entrando fundo, centímetro a centímetro, até que aquele pauzão estivesse todo enterrado no meu cuzinho. Eu soltei um grito de êxtase. Ele começou a meter e tirar, constante, num ritmo hipnótico.

— Nossa... que cuzinho apertadinho.
O ritmo tornou-se frenético. Ele não queria mais delicadeza; queria possuir cada milímetro do meu corpo. A cada estocada profunda no meu rabo, ele segurava meus seios com força, apertando-os enquanto eu enterrava o rosto no travesseiro do sofá, abafando os gritos que ecoariam por toda a casa.

— Olha para mim, Bianca! Olha para o seu papai te fodendo! — ele ordenou, a voz carregada de autoridade e desejo.

Eu virei o rosto, os olhos nublados de prazer, a saliva escorrendo pelo canto da boca. A visão dele, com a testa suada e o olhar predatório, me fez ter um orgasmo violento. Senti as paredes do meu ânus contraírem own pau dele, apertando-o em espasmos que o fizeram rugir.

— Porra... você é apertada demais! — ele exclamou, acelerando o passo.

O som da carne batendo, o ritmo animal e a sensação de ser completamente preenchida me levaram ao limite. Ele não parou; continuou socando meu rabo com força bruta, alternando para a minha xota em um movimento fluido e bruto, entrando e saindo do meu cu para me foder a vagina, criando um caos de sensações que me deixou zonza.

Senti que ele estava chegando ao limite. O corpo dele ficou tenso, os músculos das costas saltando. Ele me puxou para trás, colando nossas peles, e deu a última sequência de estocadas, as mais profundas e rápidas de todas.

— Agora... tudo dentro de você! — ele gemeu alto.

Senti o jato quente e pulsante do seu gozo inundando meu intestino, preenchendo o vazio com a sua semente. Era uma sensação de plenitude absurda, um calor que se espalhava por todo o meu baixo ventre. Ele não tirou o pau imediatamente; ficou ali, enterrado em mim, tremendo, enquanto nós dois recuperávamos o fôlego, o silêncio da casa agora preenchido apenas pelos nossos batimentos cardíacos acelerados.

Quando ele finalmente se retirou, senti o líquido viscoso escorrendo, lembrando-me do pecado que havíamos acabado de cometer. Ele me olhou, um sorriso satisfeito no rosto, enquanto limpava o membro.

— Acho que você aprendeu a lição, safadinha. Mas... — ele fez uma pausa, olhando para a minha expressão de desejo ainda latente — ...acho que ainda temos algumas aulas de castigo para a próxima vez.

A atmosfera na sala ainda estava pesada, carregada com o cheiro de suor e sexo. Eu estava ali, vulnerável e exposta no sofá, sentindo o eco daquela invasão em cada nervo do meu corpo. O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de uma cumplicidade nova, perigosa e viciante.

Ele se levantou, mas não se afastou. Ficou parado diante de mim, observando a bagunça que havíamos feito. Seus olhos, que sempre foram o porto seguro da minha infância, agora brilhavam com a malícia de um homem que tinha acabado de descobrir o tesouro mais bem guardado da casa.

— Olha para você, Bianca... — ele sussurrou, a voz ainda rouca. — Toda marcada por mim.

Ele estendeu a mão e acariciou meu rosto, descendo os dedos pelo meu pescoço até chegarem ao meu seio, que ainda arfava. O toque era possessivo. Naquele momento, a hierarquia de pai e filha tinha sido completamente aniquilada; éramos apenas dois adultos consumidos por um desejo proibido que tinha acabado de romper a última barreira.

Eu tentei me levantar, mas minhas pernas ainda tremiam. Ele riu, um som baixo e gutural, e me puxou novamente para perto, colando nossas peles.

— O que acontece agora, papai? — perguntei, a palavra "papai" saindo como um convite, quase um desafio.

Ele sorriu, aquele sorriso lateral que sempre me deixou intrigada, mas que agora significava algo completamente diferente.

— Agora nós vamos para o quarto — ele decidiu, a voz firme. — O sofá foi apenas o aperitivo. Quero ver se você é tão gulosa na cama quanto foi aqui na sala.

Ele não me deixou andar. Ele me ergueu nos braços, sentindo meu peso contra o seu peito largo. Enquanto subíamos as escadas, eu envolvia os braços no pescoço dele, sentindo que a vida que conhecíamos tinha mudado para sempre. Não haveria volta para a inocência.

Ao entrarmos no quarto e a porta se fechar com um clique seco, o mundo lá fora deixou de existir. Ali, entre os lençóis que guardavam a memória de anos de convivência, nós escrevemos um novo capítulo. Ele me jogou na cama com uma urgência selvagem, rasgando o resto da minha roupa, enquanto eu me entregava a ele, faminta por cada toque, cada beijo e cada centímetro daquele homem que era, ao mesmo tempo, meu porto seguro e meu maior pecado.

Naquela noite, descobrimos que a cumplicidade que tínhamos desde criança era, na verdade, a fundação perfeita para uma paixão avassaladora. E o pior — ou melhor — de tudo: nós sabíamos que isso não era apenas uma vez. Era o começo de um segredo delicioso que nós dois alimentaríamos todas as noites.

A vida tem formas irônicas de cobrar o preço do prazer. Durante meses, vivemos em uma bolha de êxtase e perigo, onde cada toque furtivo na cozinha ou cada beijo roubado no corredor da casa era temperado pelo medo de sermos descobertos. Mas o corpo não entende de tabus ou de árvores genealógicas; ele entende de biologia.

Só que o impensável aconteceu. Aquela primeira vez, carregada de uma urgência quase animal e sem a proteção de qualquer método, deixou marcas permanentes. Eu descobri que estava grávida.

O choque foi devastador. Passamos as primeiras semanas em um estado de pânico absoluto. Não era apenas o medo do julgamento social, mas o terror biológico: a possibilidade de a criança nascer com malformações ou problemas genéticos devido ao nosso parentesco. Cada ultrassom era um tribunal; cada exame de sangue, uma sentença.

— E se ele não for saudável, Bianca? E se nós tivermos condenado esse bebê? — ele perguntava, a voz embargada, enquanto apertava minha mão no consultório médico.

Para sobreviver ao escrutínio da família e dos amigos, tivemos que arquitetar a mentira mais complexa de nossas vidas. Criamos uma narrativa envolvente sobre um "namorado misterioso" do exterior, alguém que havia partido repentinamente, deixando para trás um fruto do amor. A sociedade, que adora um drama romântico, aceitou a história sem questionar.

No entanto, dentro de quatro paredes, a gravidez não apagou o desejo; ela o transformou. Meu corpo, agora mais curvilíneo e sensível, tornou-se um altar para ele. O medo constante de prejudicar o feto nos levou a adaptar nossas práticas. O sexo vaginal tornou-se cuidadoso, quase ritualístico, com movimentos lentos e profundos que nos faziam gemer de alívio por estarmos seguros.

Mas era no sexo anal que a nossa luxúria encontrava a liberdade total. Sem o risco da semente, nós nos entregávamos à brutalidade prazerosa. Eu me jogava sobre a mesa da cozinha ou contra a parede do quarto, sentindo aquele pauzão preencher meu rabo com uma força que parecia querer fundir nossos corpos em um só. Era ali, no aperto do meu ânus, que ele descarregava toda a tensão e o medo daquela situação, e eu, em contrapartida, sentia o prazer proibido de ser possuída por quem eu mais amava no mundo, apesar de tudo.

Quando o menino finalmente nasceu, o mundo viu um milagre. Ele era perfeito. Saudável, forte e, estranhamente, com traços que lembravam demais ambos.

Hoje, caminhamos juntos sob o olhar benevolente da sociedade. Para quem nos vê de longe, somos a imagem da família moderna e peculiar: o pai dedicado, a filha carinhosa e o neto adorável. Ninguém desconfia que, por trás das portas fechadas, o "papai" continua a me dar aqueles castigos deliciosos, e que o menino que dorme no berço é a prova viva de que o pecado, quando consumado com tanta paixão, pode gerar a perfeição.

Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: O Castigo Delicioso do Papai

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Castigo Delicioso do Papai"

Codigo do conto:
274172

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/10/2026

Quant.de Votos:
3

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5