Leitor do site me pediu para contar a história dele


Pessoal o que vou contar e uma história de um leitor do site, ele não quer ter perfil, ai conversando comigo no privado, ele concordou que eu postasse sua história, então ele foi relatando como ele também foi corno.

Olá, depois de muito ler e ficar imaginando, confesso que o que me dá tesão nos contos são os que parecem reais — porque tem uns que são ridículos. O que me excita de verdade é imaginar a minha esposa fodendo com outro; e não é só imaginação, aconteceu comigo mesmo! O início foi sem querer querendo, rsrsrs.

Minha mulher na época tinha 47 anos. Temos dois filhos, já adultos, que foram morar na capital, pois lá oferece melhores oportunidades de trabalho e estudo. Moramos numa cidade pequena. A minha esposa tem um corpo normal; sempre trabalhou aqui na vila e é, de certo modo, um tanto ingênua no trato com as pessoas não vê maldade em falas ou atitudes, não percebe o que está por trás de palavras de duplo sentido. Para mim, ela é muito gostosa, tudo nela é bom, mas o que mais me cativa são os pés dela; adoro acariciá-los e beijá-los, coisa minha. O sexo sempre foi bom; depois de alguns anos de casados, passamos a transar menos, quando o momento desperta o desejo, faço oral, sua xana é deliciosa; ela me chupou algumas vezes, mas não é o que prefere, só faz quando o tesão é muito forte. Tem uma coisa que me deixa louco: quando ela lava a calçada, a área e a garagem, joga sabão em pó no chão, usa um short de ficar em casa e anda descalça... Nossa, os pés dela ficam maravilhosos! Quando ela senta na cadeira e cruza as pernas, que delícia! Mas vamos aos fatos.

Onde ela trabalhava fechou. Numa cidade pequena, ou você trabalha no comércio ou na prefeitura; havia também a opção de ir para um frigorífico, a pouco mais de uma hora de distância. Como ainda precisamos pagar a casa e temos um filho que estuda medicina e precisa do nosso apoio, ela foi trabalhar nessa cooperativa. Até aí tudo bem. O ônibus passa por mais duas cidades; não consigo levá-la nem buscá-la, pois meu horário não bate, e ela volta de madrugada, chegando às três da manhã.

Já no primeiro dia, ao chegar e deitar para dormir — no frigorífico todos tomam banho antes de entrar e ao sair —, ela estava cheirosa como sempre. E me disse:

Amor, sou a única que desce aqui. Ficam mais cinco homens e quatro mulheres que vão até a cidade X, no fim da linha, — É que o pessoal se espalha, mas mesmo assim formam casais. Ouvi barulhos, gemidos... E tem um rapaz que sentou do meu lado, mesmo tendo lugares livres. As outras mulheres disseram: “E aí, Jonas, tá com sorte, carne fresca para o corte”. Ele só sorriu, olhou para mim e disse: “Vai ser aos poucos”. Não quis ser grosseira, então deixei ele sentado. Veio puxando conversa. O que faço?

— Por que faria algo? — perguntei.

— Sei lá... espantar ele de algum jeito. Tenho medo de ser rude e perder o emprego. Não seria exagero?

— Em tese, não — respondi.

— Mas precisamos desse trabalho, nosso filho precisa... E não quero criar confusão, acredito que ele está dando em cima de mim, entende?

— Pode ser, mas a decisão é sua, amor.

Nisso, fiquei com o tesão e fui para cima dela; comi com vontade mesmo. No dia seguinte, ela perguntou:

— O que foi? Parecia até outro homem na cama.

Brinquei, tentando ver como reagia à ideia:

— É, e se fosse...

— Como nunca tive outro, não sei — respondeu, sorrindo, e foi trabalhar.

Fiquei pensando em como induzir ela a brincar um pouco, a se deixar seduzir, passou uma semana, Quando voltou e deitou, perguntei como foi o dia, buscando o assunto de novo:

— Tudo bem — disse ela, meio constrangida —, mas ele veio de novo sentar do meu lado, tinha uma semana, ele pega essa condução uma vez por semna. Estou com vergonha.

— Pode falar, querida.

— Estamos casados há mais de vinte anos e nunca imaginei passar por isso... Estava de bermuda e chinelo, ele pôs a mão na minha coxa e disse que eu tinha pés bonitos e pernas lindas. Tirei a mão dele na hora. Ele se levantou e foi sentar com um casal mais à frente; aí uma mulher veio se sentar do meu lado, com um sorriso tranquilo, como se já soubesse exatamente o que eu estava sentindo.

— Não fique assustada, também passei por isso querida — disse ela, baixinho, quase no ouvido —, isso aqui é assim mesmo. Não é maldade, não é obrigação, ninguém é obrigada a nada. Mas e o jeito que o pessoal arrumou de tornar o caminho mais leve. Todos sabem, todos aceitam, e ninguém conta para fora. Mesmo por que todos são casados. É o nosso segredo do ônibus. Fiquei calada, o coração batendo forte no peito.— O Jonas é bom rapaz — continuou não força, não ameaça, não fala mal de ninguém. Se você disser não, ele para e nunca mais incomoda. Mas pense bem: talvez negar isso aqui ou criar confusão, pode custar o emprego, pois esses homens tem poder no frigorifico. Você precisa desse trabalho, não precisa? ­- Nesse momento pensei em nosso filho que estuda medicina pensei nas contas, no quanto lutávamos para manter ele lá. Mas também em você, E só falei: ninguém vai me obrigar. Eu decido. Então amor o que fazer. – Assim que ela contou tudo eu vi a oportunidade de realizar a fantasia, mas de um modo que não fosse forçado só para meu prazer, mas que ela pudesse ter a experiencia, pois logo ficaremos bem mais velhos e a beleza acaba, então falei, amor deixa ele brincar um pouco te tocar acariciar tudo bem, precisamos do dinheiro, ele ficará só nisso, falei sabendo que e claro que o Jonas ia seduzir ela e comer, no fundo eu tinha uma esperança que ele aceitasse só pegação e tudo bem. Ela fala -Amor, com essas palavras fico mais calma, mas e você não vai dar loucura etc. mas fique sabendo que te amo, não vou jogar um casamento de 20 anos fora, fique tranquilo ok.

No semana seguinte, ela chega e estava linda um shorts de lycra largo e o pés limpinhos e macios, pois e obrigatório tomar banho na entra e na saída do frigorifico, então ela conta/; -ele voltou a sentar ao meu lado. Desta vez, quando pousou a mão na minha coxa, não a tirei de imediato. Fiquei tensa no começo, mas ele foi tão suave… passava os dedos devagar, subindo pouco a pouco, elogiando minha pele, minhas pernas, meus pés que tanto admirava. Sussurrou que eu linda e gostosa, que tinha um corpo feito para ser amado. Aos poucos, foi avançando. Deslizou a mão por dentro da minha roupa, e quando sentiu que eu não recuava, foi mais longe. Beijou meu pescoço, meus lábios, e então desceu a mão sobre minha xana. com calma, com fogo, sabendo exatamente onde me tocar. Fechei os olhos e me agarrei no banco, tremendo toda, sentimentos confusos, tentando fazer o mínimo de barulho. Me levou ao gozo ali mesmo, coisa só tinha com você ao me penetrar, escondida entre os assentos, com a respiração presa na garganta. Foi intenso, diferente de tudo que já senti. Eu -enquanto ouvia ela acariciava seus pés, e percebi que também estava louco de desejo — não de raiva, mas de excitação em saber que ela tinha sido possuída daquele jeito. Ela continua — Ele me fez gozar com a mão, ela vermelha de vergonha mas sem conseguir esconder que gostou. Ela — e foi tão bom…

Eu — Você não fez nada errado, amor.

Nas semanas seguintes, foi uma vez na semana isso, da mesma forma, pois esse Jonas viajava uma vez na semana com o grupo.

Quando passou dois meses, praticamente nem falava mais sobre, pois era as mesmas coisas, foi ai que ela chegou e contou. - Amor, não sei como te contar, mas ele tirou o pau para fora da calça hoje, desculpa mas não pude deixar de olhar, o pau dele era muito grosso, mais do que já conheci, Ele levou minha mão ate ele e peguei, era grosso tipo uma garrafinha de água, amor desculpa mas não consegui largar não sei o que me deu, deixo continuar ou faço algo peço a conta, pois eu mesma não estou me conhecendo querido!. Eu sabendo que precisávamos muito do salario dela falei – Amor você decide o que decidir vou apoiar eu te amo, não e fácil arrumar trabalho aqui na vila, temos nossa casa e mudar para cidade grande e pagar aluguel sei lá, mas decida, ela – Sei querido, mas e se avançar como fica, querido desculpa, mas estou me sentindo diferente, mais mulher, mais bonita sei lá, e se ele avançar então, vamos torcer que não, mas o que fazer, eu – Repito amor você decide, sou seu marido, ela – Promete que vai continuar me amar como sempre foi, eu – Sim querida, ela não imaginava que meu desejo era saber que ele tinha comido ela, coisa de corno desculpem, Na outra semana ela chega chorando, falo o que foi, ela – Amor não sei como contar mas tenho que contar você e meu marido querido, me desculpe, estou muito confusa diversos sentimentos misturados, eu falo – faz assim amor escreve no celular e manda mensagem no whats, pode ser mais leve para você querida, ela – Sim bem pensado, melhor ai consigo contar, ela – Amor desculpa o que vou falar te amo, saiba disso, dessa vez foi o mesmo ate o momento de pegar no pau dele, não sei como mas acredito que não era eu desculpa, ele me beijava eu com o pau dele na mão, ele com os dedos em minha xana, ele se mexe e me fez largar seu pau e quando percebi e ate não sei como, ele se possiciona de um modo que mexe em minha xana e colocou seu pau em minha boca, desculpa amor ele me praticamente me obrigou, sei que nunca fui de chupar, mas ali percebi que teria de fazer pelos motivos que sabemos, mas tenho vergonha do que aocnteceu, eu estava alucinada com o cheiro de sexo e tesão que acontecia amor desculpa, mas chupei beijei lambi, ate que ele tira mão da xana e segura minha cabeça, ai amor não sei como contar, mas ele gozou e fez engolir tudo meu amor, desculpa, ele falou que naquele momento eu estava batizada, me beijou e mandou falar que ele era meu macho, Eu depois de Ler – Amor tudo bem e o preço que pagamos, dificilmente outros pais fariam isso pelos filhos, ou melhor uma mãe faria isso pelo filho, ela veio ate mim transamos e a transa foi incrível ela estava muito gotosa. Na outra outra semana ela só chegou entregou o celular mandou ler, ela- Amor dessa vez foi, desculpa eu não queria mas foi, ele não me fez chupar, mas mandou eu sentar por cima dele com a poltrona reclinada o máximo e de pernas abertas com as pernas dele no meio das minhas, achei que ele ia ficar pegando meus seios minhas coxas etc, mas ele me fez beijar um beijo muito quente, quando percebi ele estava com o pau para fora da calça dentro da minha saia, amor tentei pedir por favor tudo que fizemos esta bom, chega, chega, ele me beija novamente e me ajusta de uma forma que sei pau fica rosando na calcinha, ele falou, - E essa calcinha molhada, fala que não quer que eu te coma fala, mas ao mesmo tempo ele me agora na cintura forçando e aquele pau grosso me deixava sem ação amor, desculpa, não falei nada, mas ele pegou afastou a calcinha e me puxou para baixo, desculpa meu amor, mas era muito tesão, foi entrando me alargando me preenchendo toda, só mulher entende como e bom ser preenchida foi minha primeira vez, pois sabe que seu pau e mais fino desculpa,não que não satisfaça, mas e diferente, sabe amor as mulheres conversão sobre essas coisas, ele me puxava de encontro a ele, não conseguia mais resistir, desculpa mas eu mesma comecei a descer e subir, ele fala – Vai minha gostosa cavalga no teu macho ai que buceta apertada, e eu cavalgando como ele disse, e agora amor? Eu -Só falei tá bom querida te amo, nesse dia não comi ela mas no outro sim, e percebi que estava larga mais que o normal.

Foi assim que concedentemente tornei-me corno, isso durou 2 anos, o Jonas comeu ela toda semana, e ate nos últimos meses ela meio que tinha mudado um pouco seu jeito de ser, falava de sexo com mais volúpia, tipo assim, amor o Jonas me comeu duas vezes hoje etc, quando nosso filho se formou ela saiu do trabalho.

Passados 3 anos, ela – amor, estava pensando e voltar a trabalhar mais um ou dois anos o que acha, eu -querida você decide, ela -hum!! e se o Jonas estiver lá? Eu -ue querida não devemos nada, mas agora você não precisa se sujeitar né, se te mandar embora tudo bem, ela – amo-te meu querido, eu vou tá. Hoje ela está com 52 ainda bem gostosa, ela foi trabalhar, mas o desfecho fica para o próximo para não ficar longo demais. “foto dela”,

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Ficha do conto

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Nome do conto:
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Codigo do conto:
274221

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/10/2026

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