Olá, vou me apresentar como Daniel ( única informação inverídica para me preservar), tenho 35 anos , sou médico formado há 10 anos. Tenho 1,76 altura e um corpo normal para minha estatura.
Irei relatar dois atendimentos médicos nesse conto, ambos possuem ligação.
Vamos lá …
Em um dia comum de trabalho, fui realizar um plantão em Itaquaquecetuba, as vezes gosto de sair da minha especialidade para fazer atendimentos de urgência e emergência para não perder a mão.
Era uma quarta feira bem fria em São Paulo, peguei carona com um amigo e vizinho que trabalha no mesmo local que iria fazer o plantão. Na ida o meu amigo disse que gostava de fazer plantão comigo que ele se sentia mais seguro e a equipe de enfermagem gostava muito de mim. Fiquei feliz em saber que passava segurança. Durante o decorrer do plantão que por sorte estava muito tranquilo e quase que vazio, chamei um paciente chamado Allan, e aqui começa a história.
Allan era um jovem de 20 anos, alto, muito magro, usando um boné e uniforme de uma concessionária de energia elétrica da cidade. Seu jeito desengonçado, sua espontaneidade ao estender a mão e sua pele grossa e áspera me chamaram atenção. Eu apesar de já ter me relacionado com outros colegas médicos, dentistas, advogados… eram os trabalhadores de empresas de produção ou prestadores de serviço que me chamavam atenção, talvez por serem mais espontâneos, brincalhões, e muitos com vestuário com jeito urbano (boné, óculos juliet, sandálias, bermuda tactel), além do jeito cafajestes e cheio de gírias. Sim, minha queda era por padrões urbanos e não de arrumadinhos.
Allan, durante o atendimento se queixou de dor abdominal intensa. Solicitei que o mesmo deitasse na maca para o examinar. Ele deitou e quase não não coube na maca devido sua altura. Então, solicitei que levanta-se a camisa, e me deparei com uma barriga negativa quase encostando na maca, além de tatuagens diferentes que na minha cabeça uma não fazia sentido com a outra. Ao examinar ele meio que se contorcia de dor principalmente na região baixa do abdome, e relatou que as vezes na virilha “crescia uma bola” , acreditei que ele estive falando de uma possível hérnia.
Pedi para Allan abaixar a calça do seu uniforme que estava amarrada por um fio de cadarço. Ele ficou meio que constrangido ao meu pedido e somente quando ele baixou eu pude entender. Estava constrangido porque sua cueca não era nova, pelo contrário, era antiga, bem larga com desgastes no elástico e alguns furinhos. Isso jamais me incomodaria. Nunca fui de julgar ninguém pela roupa que vestia. Mas tinha algo a mais que me chamou atenção. Um volume muito grande que parecia ser seu pênis que começa na base da sua púbis e terminava na lateral do começo da sua coxa esquerda. Estava mole. Mas o tamanho atiçou meu lado que ama chupar uma pica.
No início da minha apresentação eu não informei, mas sou ativo. Raras as vezes fui passivo e não gostava. Porém adorava uma pica na boca. Sempre gostei de mamar meus passivos.
O volume de Allan me chamou a atenção mas não foi só isso, ao examinar sua virilha subiu um cheiro de pau, aquele que quando todo homem acorda tem misturado com uma leve odor de urina. E se tem uma coisa que faz meu tesão multiplicar em 1000x é cheiro de pica. Gosto de sentir o gosto da pica. Não estou dizendo que gosto de pica fedorenta ou suja. Mas pra quem gosta desse cheiro de pica mesmo sabe do que eu to falando.
Allan: - Me desculpa doutor. Eu falo dessa dor sempre e nunca ninguém me examinou. Se eu soubesse tinha colocado uma cueca mais nova e limpa.
Daniel: - Não se preocupe. Fica tranquilo - tentei mostrar que não tinha motivos de vergonha. Na verdade eu até gosto Allan desse cheiro.
Sim, falei sem perceber, como se Allan não fosse meu paciente e sim um amigo confidente. Na hora que falei me arrependi, porém, ele ja tinha escutado.
Ao examinar a virilha do lado direito. Notei que começou a endurecer o pau dele. Não aumentou de comprimento, mas começou a ficar mais grosso e levemente rígido. Olhei pra ele para investigar que ele não estava mal intencionado. Porém, não estava, era vergonha do corpo dele estar reagindo para um homem.
Allan: - Desculpa doutor.
Daniel : - Fica tranquilo. Acontece - esbocei um sorriso.
Allan: Sério ? Ainda bem ( um suspiro de alívio).
Então fui examinar a virilha esquerda. E pela proximidade dos toques, não teve jeito. A pica de Allan ficou verdadeiramente dura.
Era grande ( muito grande), grossa, com a cabeça e a metade do prepúcio saindo pelo canto superior da cueca. Era uma pica grande e linda. Uma verdadeira terceira perna. Quando vc observava o tamanho da pica e comparava com sua magreza, o tamanho do seu membro somente realçava.
Allan aparentava estar com vergonha. Porém mais relaxado. O seu cheiro ficou mais evidente. Era um elixir para mim aquele perfume de pica.
Allan: - Tudo bem com
O cheiro doutor?
Uma pergunta incomum de se fazer, mas entrei na conversa.
Daniel : - Sim. Tudo perfeito .
Allan: - As meninas não gostam. Não me incomoda. Mas quando as meninas sentem eu percebo q elas evitam. Então eu sempre lavo muito para não ficar. Mas hoje não imaginei que iria ser examinado. Se não eu tomaria um bom banho. Mas que bom que o senhor não acha ruim.
Daniel : - Eu não sinto nenhum incômodo . E o cheiro não é de sujeira. É de pênis. E seu pênis é muito grande o cheiro fica mais forte.
Allan : - Você achou grande ? Eu já me acostumei . Mas as meninas também acham grande.
Daniel : - Não é só grande. É linda. Não é toda pica que é grande e bonita assim.
Allan: - O senhor já deve ter examinado muitas. É bom saber que não faço feio.
Daniel : - De forma alguma. Está de parabéns. Posso examinar seu testículo ?
Allan: - Claro!
Ele mesmo abaixou a cueca e pude ver todo o tamanho do seu pau.
Daniel : Grande !
Allan : 24 cm ! Mole tem 17 !
Enquanto examinava o testículo, com a outra mão segurei seu pênis que latejava na minha mão e soltava um pré gozo. Allan com as mãos agora atrás da cabeça olhava o exame e não se importava parecendo estar relaxado.
Analisei o comportamento do Allan e pra mim, ele não estava com pensamentos lacivos comigo. Ele estava calmo por não ter julgado sua cueca e elogiado seu membro. Então parei. Disse que o exame havia se encerrado.
Ele levantou da maca, agradeceu minha atenção se arrumou e por último guardou aquele pica enorme que estava apontada pra frente . Fiz perguntas padrão. Pedi exames e disse o que poderia ser . Mediquei pra dor e dei seu atestado. Ele me agradeceu e saiu da sala com sorriso de alegria e tranquilidade .
Durante o decorrer do plantão passava a mão no meu nariz pra sentir o cheiro daquela pica colossal.
Pela noite mandei mensagem para um dos carinhas que eu comia. Ele
Foi em casa e comi ele bastante lembrando da pica de Allan.
Continua …
drdaniel