A Terapia do Prazer: sexo com minha psicóloga gostosa.
— Luís, você precisa parar de pensar nela... e começar a sentir o agora — a voz de Susana era um sussurro rouco, quase um convite pecaminoso.
Eu não estava esperando aquilo. Estava ali, jogado naquele divã de couro, tentando organizar a bagunça que era minha vida após o divórcio. Mas Susana não era uma psicóloga comum. Ela era uma visão. Aqueles óculos de armação fina davam a ela um ar de intelectual, mas a saia curtinha e a camisa branca, com os botões teimosamente abertos, revelavam a safada que habitava aquele corpo de coroa deliciosa.
Eu a observava. Meus olhos não saíam daqueles peitos enormes que insistiam em querer escapar do decote a cada respiração profunda dela. O clima no consultório mudou; o ar ficou denso, carregado de tesão. Eu estava há dias sem foder, e ter aquela mulher gostosa me provocando era a tortura mais deliciosa do mundo.
— Você está me olhando com muita fome, Luís — ela sorriu, sentando-se ao meu lado no divã. O perfume dela era inebriante.
— Eu estou com fome de você, Susana. Que merda de terapia é essa que me deixa excitado assim? — respondi, a voz rouca.
Ela soltou uma risadinha maliciosa e, com um movimento lento e calculado, desabotoou mais dois botões da camisa. Meus olhos quase saltaram. Aqueles peitos perfeitos, fartos, surgindo diante de mim. Ela não queria saber de traumas agora; ela queria luxúria.
— Eu vou te ajudar a esquecer a sua ex... mas do meu jeito — ela sussurrou, aproximando o rosto do meu.
Eu não aguentei mais. Puxei-a para um beijo voraz, uma mistura de língua e desejo acumulado. Minhas mãos não perderam tempo e foram direto para aquelas tetas enormes, apertando-as com força, sentindo a maciez e o peso daquela delícia.
— Ai, meu Deus... você é tão gostoso, Luís... eu já estava louca para sentir esse seu corpo — ela gemia contra meus lábios, enquanto tirava a própria roupa com uma agilidade surpreendente.
Em segundos, ela estava nua, a pele branca e quente, os peitos balançando. Ela subiu em cima de mim, rebolando com vontade, esfregando aquela buceta molhadinha na minha vara rígida por cima da calça, antes de se livrar de tudo. Quando ela sentou, sentindo minha pica entrar nela, soltou um grito de prazer:
— Isso! Coloca tudo dentro de mim, seu safado!
O sexo era intenso. Ela rebolava no divã, jogando os peitos na minha cara, enquanto eu a possuía com força. Mas eu queria mais. Eu queria explorar cada centímetro daquela mulher. Eu a virei, deslizando as mãos pelas suas coxas, e mergulhei o rosto naquela intimidade.
Lambi a buceta dela com calma, sentindo o gosto do seu desejo, circulando o clitóris com a língua até ela arquear as costas e gemer alto. Não parei por aí; desci para o seu cuzinho, dando lambidas profundas e provocantes, fazendo-a tremer inteira.
— Oh, meu Deus! Luís, faz isso... lambe meu cu, me deixa louca! — ela gritava.
Depois de um boquete demorado e delicioso, onde ela sugou cada milímetro da minha vara, decidimos ir para o 69. Foi um banquete de prazeres; eu saboreando a buceta dela e ela se deliciando com o meu pau, trocando orgasmos em uma sucessão de gemidos intensos.
Mas o ápice ainda estava por vir. Eu a coloquei de quatro, com aquela bunda gostosa empinada para mim. Com cuidado, mas com firmeza, guiei minha pica para a entrada apertadinha do seu ânus.
— Você quer... quer que eu entre no seu cu, Susana? — perguntei, a voz carregada de luxúria.
— Sim! Por favor, enterra tudo dentro de mim! — ela implorou.
Eu penetrei fundo, sentindo a pressão e o calor do seu cuzinho. Foi um impacto de prazer puro. Comecei a meter e tirar, num ritmo frenético, sentindo as paredes do seu reto apertarem meu pau com uma intensidade que quase me fez gozar na hora. O som da carne batendo, aquele tapa seco da minha pélvis contra a bunda dela, ecoava pelo consultório, transformando aquele ambiente de cura em um templo de luxúria.
— Meu Deus, Luís! Você está me rasgando... que delícia! — ela gritava, com o rosto enterrado no couro do divã, as mãos cravadas no estofado enquanto eu a possuía por trás.
Eu não estava apenas fodendo; eu estava reivindicando cada centímetro daquela mulher. Minhas mãos agarraram seus seios fartos por trás, apertando-os com força enquanto eu continuava a martelar aquele cuzinho apertado. O contraste da pele dela, quente e suada, com o frio do couro do divã, criava uma tensão elétrica.
A cada estocada profunda, eu sentia que estava chegando ao limite. O prazer era tão agudo que beirava a dor. Eu a puxei pelos cabelos, jogando a cabeça dela para trás para que eu pudesse ver a expressão de puro êxtase e entrega no seu rosto. Susana estava com os olhos revirados, a boca aberta soltando gemidos ritmados que acompanhavam cada investida minha.
— Goza, Luís! Goza tudo dentro de mim! — ela implorou, começando a ter espasmos violentos.
Eu não aguentei mais. Dei a última estocada, enterrando minha vara até a base, sentindo o aperto final do seu ânus contra a minha glande. Um grito rouco escapou da minha garganta enquanto eu disparava jato após jato de sêmen quente dentro dela, sentindo meu corpo tremer inteiramente no ápice do orgasmo.
Ficamos assim por alguns segundos, ofegantes, com o cheiro de sexo e suor impregnando o ar. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela nossa respiração pesada. Lentamente, eu retirei meu pau, que saiu deslizando, deixando um rastro de lubrificação e prazer.
Susana se virou, os olhos ainda nublados de desejo, um sorriso malicioso nos lábios. Ela se levantou devagar, ajeitando a saia curtinha, mas deixou que a camisa permanecesse aberta, revelando a marca vermelha que meus dedos deixaram em seus seios.
— Acho que a sua terapia de hoje foi um sucesso, Luís — ela disse, com a voz aveludada, enquanto caminhava até a porta para trancar a entrada. — Mas a questão é... quando é a sua próxima sessão?
Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos




