"A porta estava encostada, mas o trinco não fechou", ele pensou, enquanto sentia a respiração ofegante da namorada no pescoço. O ritmo era frenético, mas o som de um suspiro vindo do corredor congelou o movimento. Quando ele olhou para o lado, viu a irmã, parada, com os olhos arregalados e a mão descendo involuntariamente para a própria intimidade.
Ela não desviou o olhar. Em vez disso, aproximou-se, os dedos trêmulos tocando a pele dele, esfregando-se com uma urgência que não aceitava explicações. O desejo era um animal vivo ali, no quarto, misturando-se ao cheiro de suor e luxúria.
Horas depois, após a namorada ir embora, o silêncio da casa tornou-se pesado, carregado de tensão elétrica. Ele chamou a irmã no quarto.
— Você é minha irmã, caralho... eu não posso fazer isso com você. E você ainda é virgem — ele disse, a voz rouca, tentando manter a razão enquanto o pau pulsava dentro da calça.
Ela deu um passo à frente, os olhos brilhando.
— Eu sei quem você é. E é exatamente por isso que eu quero que você seja o primeiro. Eu sinto um tesão absurdo por você, desde que te vejo nesse quarto. Quero sentir cada centímetro de você me rasgando.
Ele suspirou, rendendo-se.
— Eu também sinto, porra. Tenho medo de começar e não conseguir mais parar de fuder com você.
— Então não para — ela sussurrou, puxando-o pela gola da camisa. — Vamos para a cama. Agora.
Ele a jogou nos lençóis com uma sede visceral. As roupas foram arrancadas como se fossem obstáculos inúteis. Ele começou pelos lábios, beijando-a com uma fome que bebia a alma dela, descendo a língua pelo pescoço, lambendo cada centímetro de pele quente.
Ele desceu o corpo dela com beijos úmidos, parando entre as pernas. Com as mãos firmes, abriu as coxas dela e mergulhou o rosto naquela bucetinha apertada e molhada. Ele começou a lamber o clitóris com movimentos circulares, sentindo o gosto doce e intenso da primeira vez dela.
— Ai, meu Deus... que língua gostosa, irmão... — ela gemia, arqueando as costas, os dedos cravados no travesseiro.
Ele não parou. Beijou a entrada da buceta e, com a língua, explorou a frestinha do cuzinho dela, lambendo com delicadeza e luxúria, sentindo-a estremecer por inteiro. Ele voltou para o clitóris, sugando-o com força, fazendo-a rebolar freneticamente.
— Goza na minha boca! — ele ordenou, enquanto chupava o grelinho dela.
— Pode... ahnn... quero sentir tudo! — ela gritou, enquanto ele bebia cada gota do prazer dela.
Agora era a vez dela. Ela se ajoelhou, pegando o pau dele com as duas mãos. Começou um boquete demorado, lento, lambendo a cabeça do pinto, sugando com vontade, descendo até a base e subindo devagar, fazendo-o soltar gemidos profundos.
— Agora eu quero entrar... quero sentir você apertada — ele disse, posicionando a ponta do pinto na buceta dela, que já transbordava lubrificação.
Ele empurrou devagar. Sentiu a resistência da virgindade, o aperto surreal daquela carne nova. Ela deu um gemido agudo, apertando os olhos.
— Você quer que eu pare? — ele perguntou, a voz baixa e perigosa.
— Não... enfia... dói um pouco, mas tá gostoso pra caralho... sinto você pulsando dentro de mim!
Com um impulso firme, ele enterrou o pau todo, até o talo. O encaixe foi perfeito, visceral. Ele começou a fuder com estocadas profundas, sentindo a buceta dela sugar o pinto a cada movimento. O som da carne batendo na carne ecoava no quarto, misturado aos gritos de prazer.
— Agora eu quero mais... — ela sussurrou, com a voz embargada. — Quero sentir você no meu cuzinho também.
Ele mudou a posição, levantando as pernas dela. Com paciência e luxúria, ele começou a penetrar a entrada estreita do ânus dela. Ele usou a lubrificação que já transbordava da frente, massageando a borda com o polegar enquanto a ponta do pinto pressionava a abertura. Ela soltou um suspiro longo, o corpo tremendo, sentindo a pressão invadir um lugar que nunca havia sido tocado.
— Vai... entra... eu quero sentir você me rasgando por tudo — ela pediu, a voz quase sumindo.
Ele não teve pressa. Empurrou lentamente, sentindo o esfíncter dela apertar com força, resistindo por um segundo antes de ceder ao volume. Quando ele finalmente entrou, ela soltou um grito abafado contra o travesseiro, os dedos cravando-se nos ombros dele. Era um aperto visceral, quente, que parecia sugar cada nervo do pau dele.
Ele começou a estocar ali, movimentos curtos e precisos, sentindo a parede do intestino abraçando sua carne. A sensação era tão intensa que ele sentiu o gozo subir, mas ele precisava de mais. Ele a virou de costas, ajoelhada, e voltou para a buceta, agora com uma pegada mais bruta.
Ele segurou os quadris dela com força, as digitais marcando a pele branca, e começou a fuder com força total. Cada estocada fazia a cama ranger e o corpo dela chacoalhar. O som era úmido, visceral, o ritmo acelerando enquanto ele sentia as paredes dela contraírem em espasmos involuntários.
— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, a voz rouca, sentindo o orgasmo subir como uma onda elétrica.
Ele não diminuiu o ritmo. Pelo contrário, acelerou, enterrando-se nela com tudo, sentindo o aperto da virgindade agora entregue ao prazer absoluto. Quando ela desmoronou sob ele, tremendo em um clímax violento, ele deu a última estocada profunda, sentindo o calor dela envolver seu pinto como se nunca quisesse soltá-lo.
Ele gozou dentro dela, jatos fortes e quentes que preencheram cada centímetro daquele espaço sagrado e proibido. Ele desabou sobre ela, a respiração pesada, o peito subindo e descendo enquanto o silêncio voltava ao quarto, agora preenchido apenas pelo cheiro de sexo e a consciência do que tinham acabado de fazer.
Ela virou o rosto para ele, um sorriso malicioso e exausto nos lábios.
— Você disse que não conseguiria parar...
Ele sorriu de volta, sentindo o pinto ainda pulsando dentro dela.
— Eu não pretendo parar nunca mais.
O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de reconhecimento. Aquele era um ponto de não retorno. Enquanto ele se afastava lentamente, sentindo o vácuo úmido da buceta dela soltando o pinto com um som viscoso, ele percebeu que a dinâmica daquela casa havia mudado para sempre. Não havia mais apenas irmãos; agora havia dois cúmplices de um crime de prazer.
Ela ficou deitada, as pernas ainda ligeiramente abertas, o ventre brilhando com a mistura de suor e o sêmen que escorria lentamente pelas coxas. Ela não se moveu para se limpar; queria sentir cada gota daquela marcação.
— A namorada... — ela começou, a voz ainda trêmula, com um brilho de malícia nos olhos. — Ela vai sentir o cheiro de você em mim quando for buscar a bolsa amanhã.
Ele riu, um som rouco, e puxou-a para perto, sentindo a pele macia do peito dela contra o seu.
— Ela não vai sentir nada. Vou garantir que você esteja tão limpa que nem a própria mãe saberia. Mas... — ele deslizou a mão para baixo, sentindo a entrada dela ainda quente e latejante. — Agora que eu sei o gosto do que é proibido, não sei se consigo olhar para qualquer outra mulher sem pensar nesse aperto.
Ela arqueou as costas, soltando um gemido baixo, sentindo os dedos dele brincarem com a entrada da buceta, que ainda estava dilatada e sensível.
— Então não olha para elas. Olha para mim.
Ele não precisou de segunda vez. Ele a girou novamente, dessa vez colocando-a sentada sobre seus ombros, sentindo o peso dela e a pressão do clitóris contra o seu pinto que já começava a endurecer novamente. O desejo era cíclico, alimentado pela adrenalina do segredo.
Ele começou a beijar o pescoço dela, mordendo a pele com força suficiente para deixar uma marca arroxeada, um selo de posse que ela esconderia com o cabelo. Enquanto isso, a mão dele desceu para o cuzinho dela, que ainda estava relaxado e úmido. Ele introduziu um dedo, sentindo a contração imediata.
— Você é deliciosa, porra... — ele sussurrou, a voz carregada de luxúria.
— E você é meu... — ela respondeu, apertando-o com as pernas, forçando o pinto dele a deslizar novamente para dentro dela, sem necessidade de preliminares.
Dessa vez, não houve a hesitação da primeira vez. Foi bruto, rápido e faminto. Eles se moveram no ritmo de quem sabe que o tempo é curto e o risco é alto, cada estocada sendo um grito silencioso contra as normas do mundo lá fora. No quarto fechado, entre lençóis revirados e respirações ofegantes, eles criaram o próprio mundo, onde a única lei era a necessidade visceral de sentirem a carne um do outro, repetidamente, até que o sol nascesse e os obrigasse a fingir que nada tinha acontecido.




