O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

— Você não tem noção do quanto eu quero saber se as suas amigas estão falando a verdade, João... — Tânia sussurrou, a voz carregada de um desejo que ela não conseguia mais esconder.

Eu estava paralisado no banco do carona, sentindo o perfume dela invadir meus sentidos. Tânia, minha tia, era um monumento de mulher: 1,80m de curvas perfeitas, solteira e com um olhar que me devorava desde que eu era adolescente. A diferença de idade era mínima, mas o tabu era o que tornava tudo mais excitante. Quando ela me levou para aquele motel, meu coração batia na garganta.

Assim que a porta do quarto se fechou, o silêncio foi substituído por um beijo faminto. Não foi um beijo calmo; foi uma troca de línguas urgente, úmida, que dizia tudo o que nós dois queríamos. Eu a prensuei contra a parede, sentindo o corpo dela moldado ao meu.

— Tio... tia... — eu gemia entre os beijos.
— Esquece que eu sou sua tia agora, seu gostoso — ela sussurrou, mordendo meu lábio inferior. — Agora eu sou só a mulher que quer sentir esse seu pauzão que todo mundo comenta.

Ela se afastou apenas o suficiente para tirar a roupa. Foi um strip lento, torturante. Cada peça que caía revelava mais daquele corpo de sonho. Quando ela ficou nua, eu senti meu pau pulsar, duro como pedra. Ela sorriu, maliciosa, e se ajoelhou diante de mim.

— Deixa eu ver se você é tudo isso mesmo... — Tânia disse, deslizando a língua pela ponta do meu membro antes de engolir tudo.

O boquete foi demorado, profundo. Ela usava a língua com uma maestria absurda, sugando com força, fazendo sons de sucção que me levavam ao limite. Eu segurava a cabeça dela, entregue ao prazer, enquanto ela olhava para cima, com os olhos brilhando de luxúria.

Depois de me deixar quase gozando, ela me jogou na cama. Eu não perdi tempo. Tirei a calcinha dela e mergulhei entre as pernas daquela mulherão. Comecei a lamber a bucetinha dela com calma, sentindo o gosto doce e quente. Explorei cada dobra, focando no clitóris com a ponta da língua, fazendo movimentos circulares e rápidos. Tânia começou a arquear as costas, gemendo alto, as mãos enterradas no meu cabelo.

— Ai, João! Assim... continua, porra! — ela gritava, perdendo a linha.

Eu não parei. Desci ainda mais, lambendo a entrada do cuzinho dela, provocando-a, sentindo-a tremer inteira. Quando ela não aguentava mais, montou no meu pau. Foi um encaixe perfeito. Ela começou a rebolar, sentando com força, enquanto eu a fodia por baixo, segurando aquela bunda enorme com toda a força, dando tapas estalados que ecoavam no quarto.

— Você é bom demais, caralho! — ela gemia, a voz rouca de prazer.

No auge do tesão, eu sussurrei no ouvido dela:
— Eu quero comer esse seu cuzinho, Tânia. Você me deixa fazer isso?

Ela soltou um gemido longo, quase um grito, e respondeu:
— Come, meu filho! Come tudo!

Ela saiu de cima, virou-se de costas para mim, elevando a bunda na minha direção. Eu preparei a entrada com o dedo, sentindo a pressão do músculo apertado. Lentamente, encaixei meu pau no cu dela. Foi um prazer absurdo, a sensação de estar apertado, quente, profundo.

— Ahhh! Meu Deus, que sensação! — ela gritou, sentindo o tamanho do meu membro preencher seu cuzinho.

Eu comecei a meter e tirar, num ritmo constante, sentindo cada centímente de profundidade. O som da carne batendo, os gemidos intensos dela, a luxúria tomando conta de tudo. Eu a fodia com vontade, sentindo que ela estava gozando apenas com a pressão do sexo anal. Ela começou a se masturbar, tocando o clitóris enquanto eu a comia por trás.

— Goza, João! Goza dentro de mim! — ela pedia, louca.
Eu não conseguia mais segurar. O aperto do esfíncter dela era como uma vice-versa de carne, sugando cada centímetro do meu pau. Aumentei a velocidade, as estocadas tornando-se violentas e profundas, fazendo o corpo de Tânia balançar para frente e para trás. O som dos nossos corpos colidindo era a única trilha sonora, interrompida apenas pelos gritos dela, que já nem faziam mais sentido, eram apenas sons de puro êxtase.

— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, o corpo inteiro tensionando.

No exato momento em que ela teve o orgasmo, sentindo as paredes do reto se contraírem ritmicamente ao redor do meu membro, eu atingi o limite. Senti a descarga começar na base da coluna e, com um último impulso visceral, empurrei tudo o que tinha dentro dela. Gozei com força, sentindo cada jato de sêmen preencher aquele espaço apertado e quente.

Ficamos assim por alguns segundos, ofegantes, colados, enquanto o prazer reverberava por nossos nervos. Eu ainda a segurava pela cintura, sentindo o tremor residual das pernas dela. Lentamente, retirei o pau, que saiu com um som úmido e vácuo, deixando a entrada do cu dela levemente aberta e pulsante.

Tânia desabou sobre os travesseiros, com as pernas abertas e o peito subindo e descendo rapidamente. Ela soltou uma risada anasalada, exausta, mas com um brilho de cumplicidade nos olhos.

— Você... você realmente é tudo isso que diziam — ela sussurrou, virando o rosto para mim com um sorriso malicioso. — Acho que vamos precisar de mais um quarto, João. Porque eu ainda não terminei de explorar cada centímetro de você.

Eu me aproximei, beijando seus lábios e sentindo o cheiro de sexo e suor que emanava daquela pele. O tabu tinha sido quebrado, mas a vontade era tanta que a sensação de "proibido" agora servia apenas como combustível para a próxima rodada.

— O que mais você quer, tia? — perguntei, a voz rouca, deslizando a mão por sua coxa.

Ela me puxou para perto, as unhas cravando levemente nas minhas costas, e sussurrou:
— Quero que você me mostre que esse seu vigor não acaba em um único round. Começa agora.

O silêncio que se seguiu às palavras de Tânia foi preenchido apenas pela nossa respiração pesada, um som rítmico que denunciava que, apesar do esgotamento físico, a tensão elétrica entre nós não tinha diminuído. Pelo contrário, a barreira do "proibido" agora estava completamente demolida, deixando no lugar um terreno fértil para a luxúria pura e sem filtros.

Eu não respondi com palavras. Em vez disso, agarrei seus quadris com força, sentindo a pele macia e quente, e a puxei para que suas costas deslizassem pelos lençóis, ficando de joelhos, com o rosto voltado para mim. Ela arqueou a coluna, oferecendo-se novamente, o olhar carregado de um desafio erótico.

— Você é insaciável, João... — ela gemeu, enquanto eu descia a mão lentamente do seu quadril até a curva da bunda, apertando a carne firme com vontade.

Meu pau, que teimosamente se recusava a murchar, já estava rígido novamente, pulsando contra a minha barriga. Eu me aproximei do seu ouvido, sentindo o calor que emanava do seu corpo, e sussurrei:
— Você que me deixou assim, Tânia. Agora aguenta o ritmo.

Eu a inverti rapidamente, colocando-a de costas para mim, mas desta vez com os quadris elevados por um travesseiro, criando o ângulo perfeito. Eu queria vê-la enquanto a possuía. A imagem daquela mulherão, com as pernas abertas e a expressão de puro prazer, era o gatilho que eu precisava.

Preparei a entrada com a língua, lambendo a fenda entre a buceta e o cu, sentindo-a estremecer. Tânia soltou um grito abafado, as mãos agarrando os lençóis com força. Sem aviso, eu a penetrei novamente, mas desta vez não foi lento. Foi um impacto seco, profundo, que a fez arquear o corpo inteiro, soltando um gemido gutural que ecoou pelas paredes do quarto.

— Ai! Isso... esse impacto! — ela gritava, a voz já rouca.

O ritmo tornou-se frenético. Eu não queria apenas prazer; eu queria dominá-la, sentir que aquele corpo monumental estava sob meu comando. Cada estocada era um golpe de desejo, sentindo o aperto do seu cuzinho apertar meu membro a cada movimento. O som da carne batendo, o "slap" rítmico da minha barriga contra a bunda dela, criava uma sinfonia de luxúria.

Tânia começou a gemer meu nome, a voz misturada a gritos de prazer, enquanto se masturbava freneticamente, buscando o orgasmo. Eu a segurava pelos ombros, puxando-a para trás, a cada estocada entrando um pouco mais, sentindo que estava tocando o fundo de sua alma através daquele sexo animal.

— Goza... por favor, João, goza tudo dentro de mim de novo! — ela implorava, a voz quebrada.

Eu senti a onda de prazer subir novamente, irreprimível. Dei as últimas estocadas, violentas e rápidas, sentindo a pressão do orgasmo dela acontecer simultaneamente ao meu. Eu descarreguei tudo, sentindo meu sêmen queimar dentro dela, enquanto Tânia gritava, espasmos violentos tomando conta de suas coxas e do seu quadril.

Quando finalmente relaxamos, ainda conectados, o silêncio do motel voltou a reinar, mas agora era um silêncio cúmplice. Eu beijei a testa dela, sentindo o suor esfriar na pele, sabendo que, independentemente do parentesco ou do tabu, nada no mundo teria sido tão satisfatório quanto aquele momento.
A rotina tornou-se uma mentira meticulosamente arquitetada. Para quem olhava de fora, João era apenas o sobrinho atencioso e Tânia, a tia dedicada. Mas, nos intervalos de idas ao supermercado ou em visitas rápidas a parentes distantes, eles trocavam olhares que eram verdadeiros convites ao pecado. O "presente proibido" havia se transformado em um vício visceral; a adrenalina de quase serem pegos era o tempero que tornava cada toque mais elétrico.

Certo dia, enquanto fingiam organizar a despensa da casa da família, o silêncio da cozinha foi quebrado por um suspiro pesado. Tânia encostou-se no balcão, observando João com olhos semicerrados, a respiração já acelerada.

— Você não faz ideia do que eu imaginei a gente fazendo aqui, agora... — ela sussurrou, a voz carregada de uma luxúria líquida.

João não respondeu com palavras. Ele a prensou contra a bancada, as mãos subindo rapidamente por baixo da saia dela, encontrando a pele quente e a calcinha já encharcada.

— Shhh... alguém pode entrar — ele murmurou, mordendo a orelha dela.
— Então faça rápido, seu animal... me possua antes que a porta abra — ela gemeu, arqueando as costas e empurrando o quadril contra o dele.
A urgência do esconderijo transformou o desejo em violência. Não havia mais espaço para preliminares lentas. João a levantou, as pernas dela se fechando ao redor da cintura dele como algemas de carne. Ele a beijou com força, quase roubando o fôlego dela, enquanto as mãos apertavam as nádegas com vigor.

— Eu quero sentir você dentro de mim... agora! — Tânia sibilou, a voz rouca de tesão.

Ele a colocou sobre a mesa, afastando os potes de mantimentos com um movimento brusco. Não houve delicadeza; havia apenas a fome de quem estava privado de prazer por dias. João rasgou a barreira das roupas, expondo aquela bunda monumental e a buceta pulsante.

— Olha como você está, Tânia... toda molhadinha por causa do seu sobrinho — ele provocou, a voz baixa e perversa.
— Cala a boca e me fode, João! Me fode com tudo o que você tem!

Ele a penetrou de uma vez só, um impacto seco que arrancou dela um grito abafado, que ela rapidamente engoliu, cobrindo a boca com a própria mão para não serem descobertos. O sexo era urgente, quase bruto. Cada estocada era profunda, violenta, fazendo a mesa de madeira ranger ritmicamente.
— Ahhh... meu Deus... — ela gemia baixo, os olhos revirando. — Esse seu pau... preenchendo tudo...

João a fodia com uma voracidade animal, sentindo a pressão do corpo dela contra a mesa. O risco de serem vistos a cada segundo potencializava a sensação. Ele a segurava pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás, enquanto sussurrava obscenidades no seu ouvido:

— Você é minha, Tânia. Você é a minha puta proibida.
— Sim... sim! Me usa, me quebra... ai, caralho!

A tensão atingiu o ápice. A luxúria, alimentada pela culpa e pelo perigo, explodiu em um orgasmo devastador. Tânia apertou as coxas ao redor dele, sentindo as paredes internas contraírem own freneticamente. João deu as últimas estocadas, rápidas e brutais, gozando com tanta força que sentiu o corpo dela estremecer por inteiro.

Eles ficaram ali, colados, a respiração ofegante ecoando no silêncio da cozinha. O prazer era imenso, mas, assim que se separaram e começaram a se vestir rapidamente, a culpa voltou a sussurrar. No entanto, ambos sabiam que aquele ciclo de desejo e proibição era agora o único combustível que mantinha a chama daquela relação acesa. Eles haviam se tornado escravos de um prazer que não podia ser nomeado, mas que era impossível de ignorar.

Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

Foto 2 do Conto erotico: O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

Foto 3 do Conto erotico: O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

Foto 4 do Conto erotico: O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

Foto 5 do Conto erotico: O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274365 - Foda deliciosa: "Prima" Andreza mudou o meu "EU" - Categoria: Bissexual - Votos: 2
274334 - O Gosto do Proibido:Minha tia a mulher da minha vida. - Categoria: Confissão - Votos: 1
274296 - A Carne Não Esconde a Verdade:Minha namorada é minha mãe. - Categoria: Incesto - Votos: 3
274283 - A Delícia da Minha Irmã:Tirando o cabaço. - Categoria: Incesto - Votos: 1
274281 - A Noite das Quatro Marés:Foda Inesquecível - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
274279 - A Terapia do Prazer: sexo com minha psicóloga gostosa. - Categoria: Confissão - Votos: 0
274248 - O Treino Proibido: Dominando a Técnica da Camila - Categoria: Coroas - Votos: 1
274200 - O Despertar da Luxúria: A Primeira Vez de Morgana - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
274172 - O Castigo Delicioso do Papai" - Categoria: Incesto - Votos: 5
274152 - Vibrações do Desejo: O Êxtase de Sandra e Carla - Categoria: Bissexual - Votos: 2
274143 - A Vizinha Safada: Comendo o Cu da Lorena - Categoria: Bissexual - Votos: 7
274132 - (Final)O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe:" O Eco da Carne" - Categoria: Confissão - Votos: 2
274130 - O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe - Categoria: Confissão - Votos: 3
274105 - O Banquete Proibido: Dominando Três Gerações - Categoria: Incesto - Votos: 6
274090 - Luxúria na Terceira Idade: O Gozo Proibido entre Irmãos - Categoria: Incesto - Votos: 5
274086 - A Coroa Safada: O Prazer Proibido do Meu Filhinho - Categoria: Incesto - Votos: 8
274079 - Sou Amante da minha madrasta deliciosoa - Categoria: Confissão - Votos: 10
274073 - Foda proibida em Cascais, com minha irmã Trans. - Categoria: Incesto - Votos: 6
274034 - A PECADORA: COMENDO A BUNDA DA MINHA MADRINHA - Categoria: Coroas - Votos: 4
274025 - Estagiaria de apenas 18 aninhos / A Mulher da minha vida. - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
273994 - Comeu a "Mãe", Fodeu com a Moral e Ganhou o Mundo - Categoria: Confissão - Votos: 5
273993 - O Gozo Proibido: A Safada Trans do Primo - Categoria: Bissexual - Votos: 6
273958 - (Final) Irmãzinha Safada e o Cuzinho Delicioso - Categoria: Incesto - Votos: 4
273917 - Irmãzinha trans ,Safada e o Cuzinho Delicioso - Categoria: Bissexual - Votos: 13
273895 - A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais - Categoria: Bissexual - Votos: 6
273891 - A Putinha Deliciosa da Casa: Minha Mãe Ana. - Categoria: Incesto - Votos: 4
273872 - O Reencontro Profano: Comendo a Minha Prima - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
273858 - A Iniciação da Putinha gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 6
273848 - Orgia na Linha Verde: Bucetas, Cus e Desejos Proibidos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
273845 - Madrasta fabulosa .A Putinha do Enteado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
O Presente Proibido: Comendo o CÚ da Minha Tia

Codigo do conto:
274374

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5