Confesso que, apesar de ser uma loira legítima e muito bonita, o que sempre me atraiu nela era a sua volumosa bunda. Imaginem uma mulata curvilínea. Pois essa é minha mulher na versão aloirada.
Como escrevi antes, eu e Nice (nome falso, é claro!) nós abrimos um com o outro e descobrimos que tanto eu quanto ela, adoramos sexo anal.
No momento estamos em volta da piscina de um clube da alta sociedade de Brasília, onde eu tenho um cargo importante. Minha esposinha está ao meu lado,
lendo uma revista. Apesar de eu obrigá-la a sempre usar a canga, não é possível evitar que os olhares masculinos se deleitem com as belas formas da nádega de minha mulher. Também, se ela tiver que ir no banheiro, eu a faço vestir o roupão atoalhado.
Conheço bem a mente humana e se descuidarmos, nos tomam nossos bens. Aqui no caso, o belo corpo de minha mulher. Portanto, não dou mole pra ninguém. Protejo o que é meu, embora eu sinto certo orgulho por saber que minha Nice é desejada por outros homens.
Um garçom se aproxima nos trazendo os drinques que pedimos. Depois de um tempo, vejo minha esposa se levantando e colocando o roupão.
- Vou conversar com a Marisa pra combinarmos o próximo campeonato de poker.
- Ah, está bem. Diz que estou mandando um abraço para o juiz. Você hein! Sua fama de “matadora” já chegou lá no Supremo. As esposas dos juízes ficam elucubrando como te ganhar!
- São duas coisas que mais me dão prazer. Vencer e dar meu cusinho... pra você!
E com um sorriso arrasador, Nice se afasta colocando um largo chapéu e imensos ósculos escuros.
É assim que minha esposinha me surpreende. Diante de outras pessoas ela é muito calada e até tímida, mas comigo sozinha... é só sacanagem! E como ela gosta de rebolar a bunda na minha frente!
Mas, alguma coisa não está encaixando. Já se passaram dez minutos e vejo do outro lado da piscina, o juiz com sua mulher Marisa e mais um casal... e nada de Nice!
Mantenho o olho na mesa deles e quando percebo já se passou meia hora. Começo a ficar preocupado que algo tenha acontecido à Nice. Sem aparentar perturbação, saio a procura dela.
Faço perguntas indiretas às pessoas que conheço se eles viram minha mulher e isso sempre leva uns bons cinco minutos. Por fim, alguém me diz que ela acabou de passar indo em direção a nossa mesa. Caramba! Deu quase uma hora e meia desde quando ela saiu!
Vou encontrá-la deitada na espreguiçadeira, coberta da cintura pra baixo com a canga. Seus cabelos estão molhados e ela retira os óculos para me encarar interrogativamente.
- Por onde você andou? Eu estava ficando preocupado. Ainda mais que não te vi, ali na mesa do juiz e da Marisa.
- Ah, queridinho! Eu mudei de ideia e dei umas mergulhadas na piscina. Na piscina das crianças... que não tem marmanjo...
- Ham ham! Ainda bem! Você sabe que não quero você no meio dessa cambada te devorando com os olhos!
Ficamos por lá até a hora do almoço. A minha mulher andava a minha frente, deleitando meus olhos com seu sensual rebolado. Com uma mão ela segurava o topo do chapéu e com a outra leva a bolsa a tiracolo. Seus amplos seios ficavam mais bojudos ainda devido ao modelo do sutiã. Enrolada em volta da cintura, a canga pouco escondia as opulentas nádegas e coxas de minha mulherzinha.
Mas então, como um soco na testa, percebi que Nice não estava vestindo o roupão! E quase imediatamente, um funcionário se aproxima e me entrega o roupão.
- Aqui está doutor, a Sra. Nice esqueceu o roupão numa das suítes.
Eu olhei surpreso e com tanta raiva o funcionário que ele não entendeu quando arranquei o roupão das mãos dele. Meu deus! O que será que minha Nicinha está aprontando?
Já em casa, noto que Nice tomou um banho rápido. Estranho aquilo. E já está passando hidratante pelo corpo todo. Aquela visão dela com uma perna em cima da cama passando creme, deixa meu pau duríssimo que me faz até esquecer o que estava me afligindo. Eu me aproximo e peço pra passar o creme nela.
- Seu safadinho! Eu sei o que você quer! Mas vamos deixar pra mais tarde, tá bem?
- Claro, claro! Mas deixa eu te passar o creme mesmo assim.
- Vamos fazer assim. Enquanto você passa o creme em minha bundinha, que eu sei que isso que você quer, eu fico brincando com teu pauzinho, tá bem?
Essa mulher é demais! Essa espontaneidade dela acaba comigo!
Nice deita de bruços com a cabeça em minha virilha engolindo meu pau inteirinho. Minha coxa está paralela aos ombros dela e minha alcança facilmente até uma pouco abaixo de suas nádegas.
Eu estou perdido no prazer de ser chupado pela aquela deusa e aliso sua bunda descontroladamente. Quando estou perto de gozar, Nice empina a bunda, ficando de joelhos, mas mantendo o busto apoiada em minha coxa enquanto continua com o boquete.
Minha mão passeia pelas alvas nádegas, apertando-as, separando-as, me deixando ver seu rosado orifício anal todo inchadinho, como se tivesse sido penetrado há pouco tempo. Manchas avermelhadas, algumas quase roxas, se espalham ao redor dele e vão para os lados da parte inferior das nádegas e descem até um pouco até as partes internas das coxas.
Já estávamos uma semana sem fazer sexo!
Por isso, a caricia que Nice fazia com os lábios em meu pau, me impedia de raciocinar com precisão a respeito daquelas marcas de chupões que, definitivamente, não foram feitas por mim.
Ao mesmo tempo, vendo as curvas e acariciando a bela bunda de minha mulher com marcas deixadas por outro homem, me excitavam de tal maneira que logo eu estava gozando feito louco na boquinha de minha esposa.
Gozei tanto que cai de costas na cama e sem vontade de fazer mais nada, embora Nicinha continuasse a sugar meu guerreiro combalido. Era sempre assim, Nice me fazia gozar tão intensamente que me deixava prostrado por uma boa meia hora.
No dia seguinte telefonei pro trabalho e alegando que tinha de passar com detalhes um processo importante, disse que necessitava ficar em casa.
Somente dois dias depois aconteceu o que eu esperava. De repente, Nicinha aparece vestida apenas de jeans e uma blusa, com um lenço no pescoço e sapatos altos. Dizendo que ia tomar um chá com amigas em tal lugar, etc etc.
Apesar de estar informalmente elegante, mulheres nunca se vestem modestamente quando se encontram. Eu sabia que Nicinha estava para aprontar alguma coisa. Eu só não entendia a minha atitude compassiva. Mas logo adiante, o caro leitor me dará razão.
Uns quinze minutos seguindo-a com meu carro, vi quando ela entrou no estacionamento de um shopping. Cinco minutos depois, uma Cherokee parou ao lado da traseira do carro dela.
Enquanto minha Nicinha entrava no carro daquele homem, eu anotava a chapa e devido ao meu cargo, eu tinha meios de saber tudo sobre o dono do mesmo.
Qual não foi minha surpresa quando soube que o proprietário da Cherokee não era ninguém mais menos que meu amigo Rafer! A principio o xinguei de todas as maneiras. Minha raiva era tão grande que esmurrei diversas vezes o volante e jurava matá-lo.
Tudo bem que Rafer era um milionário e Nicinha não se deixou seduzir por um joão-ninguém. Mesmo assim, eu ainda achava que Nicinha tinha um boa justificativa por estar me traindo.
Logo, eu estava em frente a um luxuoso prédio, enquanto via o carro de Rafer desaparecer na garagem levando minha esposinha pra ser submetida às suas taras.
A situação me deixa nervoso e eu fico um tempão sem saber o que fazer. Então me decido e resolvo quebrar a cara daquele canalha. Vou até a recepção, me identifico e digo que quero falar com o Sr. Rafer.
A recepcionista fica tempo demais escutando e olhando pra mim, indica uma cabine telefônica.
Levanto o auscultador e ouço a voz de Rafer.
- Boa tarde, caro promotor Hornes! Em que posso ajudá-lo?
- Corte essa, Rafer! Sei que a Nicinha está aí? E quero saber o que está acontecendo!
- Ora, Se você já sabe o que está acontecendo, por que está então perguntando?
- Deixa de babaquice! Manda a Nice descer imediatamente e se prepara que vou te processar!
Vou começar te mandando prender já!
- O que que é isso! Calma Gil, calma! Veja bem o que você vai fazer. Somente você e a Nicinha que vão se prejudicar! Além disso, você além de estar transtornado, está imaginando coisas que não é a realidade do que está acontecendo!
- Aaah, e o que está acontecendo? Você não me engana, seu canalha!
- Ainda bem que você está nessa cabine telefônica e ninguém está te escutando. Eu não posso deixar tua esposa sair daqui com você nessas condições.
Você pode fazer uma besteira com ela!
- Eu vou fazer é uma besteira com você, cafajeste! Me deixa falar com Nicinha!
- Calma, calma. Se acalme e peça polidamente.
- O quê? Vá se fuder!
- Bem... assim não podemos dialogar. Vou pedir pros seguranças chamaram a policia.
De repente vi que estava fazendo burrice. Querendo eu ou não, Rafer estava com a faca e o queijo na mão. A saída era ser diplomata e dar golpe nele depois.
- Está bem, está bem. Deixa eu falar com ela... por favor.
- Agora ela não pode! Está ocupada.
- Seu filho da... Ok, ok! Por favor, peça pra ela me encontrar aqui embaixo.
- Claro. Assim que acabarmos nossa conferencia sobre o campeonato de poker. Não vai demorar muito.
- Que campeonato coisa nenhuma, Rafer! Eu sei bem o que está acontecendo! Quanto tempo vai demorar? Uns dez minutos?
- Por aí. Mas você vai permitir que um segurança lhe faça uma revista corporal aí dentro da cabine, tá bem? Assim ninguém vai ficar sabendo.
- ´Tá bem, ´tá bem! Mas manda ela descer logo!
Quando minha esposa apareceu no saguão, estava com as faces ruborizadas e não conseguia me olhar nos olhos. Permaneceu de cabeça baixa até entrarmos no meu carro. Depois descambou no choro.
- Me perdoa! Me perdoa, Gil! Sei que estou agindo como uma rampeira da pior espécie com você! E você não merece isso! Eu te amo muito, muito, muito!
Então entre soluços, minha esposa me contou como chantageada e teve que se submeter às perversões de Rafer.
Os dois ficaram retidos em Punta Del Leste devido ao mau tempo. Nicinha tinha ido visitar meus sogros lá. Nicinha não conhecia Rafer então. No hotel havia um cassino e a compulsão de jogar de Nicinha levou-a a apostar tudo que tinha.
Ela estava prestes a usar a aliança e o anel de noivado, quando apareceu Rafer e a salvou de vender as joias por um décimo do valor real.
Mas ele cobrou por uma noite de sexo, senão deixaria eu saber que ela tinha empenhado até a aliança de casamento devido ao vício.
- Eu juro que em todo momento só pensei na sua reputação e que aquela seria a única vez. Pelo menos assim ele me prometeu. Ele resgatou todas as minhas joias e eu fui pro quarto dele... Mas, juro pelo que há de mais sagrado que não senti prazer nenhum e que chorei o tempo todo!
- Ele... ele... abusou... abusou muito de você?
- Não. Me beijou toda e me penetrou, tipo papai e mamãe.
- Não fez mais nada? E como você justifica essas marcas em tua bundinha e nas coxas?
- Isso só aconteceu aqui, depois que você deflorou meu cusinho! Numa das vezes que ele me obrigou a encontrá-lo... ele estava me beijando... lá na xotinha... e percebeu que meu cusinho estava avermelhado e inchadinho.
- Que canalha! Ele te obrigou a fazer sexo anal?
- Sim, sim! Eu ainda apelei pra humanidade e piedade dele e disse que meu ânus tava assim devido a uma constipação intestinal. Mas nada adiantou. Parecia que ele enlouquecera pela minha bunda e me beijava com adoração de um fanático religioso.
- Eeeh, até aí eu posso entender! Uma mulher como você e ainda com uma bunda como essa...
- Mas, eu resisti e resisti! Ele teve que me amarrar pra comer meu cusinho!
- Aaah, meu amor... esse canalha vai pagar por tudo o que ele fez com você, juro! Voce se machucou? O que você sentia em ter ele te sodomizando?
- Eu pensava em você! Eu sentia o verdadeiro amor com que você fazia a mesma coisa comigo e como eu o amava... enquanto com ele... eu ficava totalmente apática!
Portanto, aqui neste relato se apresenta todas as formas de distorção da mente humana, inclusive a minha, que sente satisfação de relatar isso ao mundo, mesmo que anonimamente.
- Bom, Nicinha. Eu vou correr com ele daqui. Vamos levar nossa vida adiante como se nada tivesse acontecido. Ele te... comeu o cusinho dessa vez?
- Aaah, Gil querido! Não me tortura! Eu não quero nem pensar, quanto mais falar sobre isso!
Quero esquecer tudo, tudo. Pra sempre.
Assim, caros leitores, como eu havia predito, minha esposa era inocente. Na minha profissão, eu tenho que fazer uma abrangente análise das ações humanas. Aí está a sabedoria de um homem.
Outro qualquer não iria escutar o lado de sua esposa adúltera. A condenaria logo de cara.


