Sou Artur e, na época desse conto, eu tinha 19 anos, tinha acabado de sair do interior (cidade de 20 mil habitantes na qual nasci e cresci) para a capital. Sempre fui mais recluso, pois todo mundo se conhecia na cidade em que eu morava e qualquer coisa virava fofoca. Fiz todo o ensino fundamental e médio no mesmo lugar, fiz exército por 1 ano e, quando tinha tempo, trabalhava com serviços gerais para juntar um dinheiro (coisa que fazia desde a adolescência). Prestei vestibular para a capital e passei em psicologia, universidade pública e com várias repúblicas por perto. Como sempre fui mais recluso e tinha um bom dinheirinho, acabei pegando uma kitnet daquelas que ficam várias no mesmo terreno e só tinham estudantes por ali. Achei que iria demorar até conseguir me enturmar, mas o pessoal do terreno parecia ser muito gente boa, cumprimentavam e puxavam assunto, mas diferente daquele jeito do interior que parece que estão apenas te interrogando para fofocar mais tarde. As aulas começaram, eu estudava no período integral, às vezes tendo algumas aulas vagas, que eu usava para tentar conseguir algum bico, postando em alguns grupos do facebook e do whatsapp. Sou relativamente alto, tenho 1,85 m, pele morena de sol, com várias tatuagens e um corpo meio fordo pois faço atividades desde pequeno, porém não faço uma dieta tão equilibrada, quase um shape de pai, tenho cabelo curto no estilo militar preto e só deixo o bigode, pois não gosto muito de barba, meu olho é um verde escuro, mas prefiro falar que é castanho para que as outras pessoas não fiquem encarando por muito tempo procurando o tal verde. Resumindo, estou no padrão e acabo cruzando olhares com outras pessoas frequentemente. Ainda na primeira semana, o pessoal do curso veio me indagar por que eu não tinha ido à festa do trote. Comentei que estava arrumando as coisas da casa e tentei desvirtuar o assunto sem deixar muito na cara, então alguns veteranos me chamaram para ir num HH (que fui descobrir mais tarde que era a sigla para happy hour), aceitei e aguardei até chegar o evento. Fomos a uma rua bem frequentada, com vários bares, baladas e coisas mais, a grande maioria eram pessoas da faculdade, mas também tinha um pessoal que trabalhava ali por perto, encontrei o pessoal que me chamou e fui até a mesa, eles já estavam bebendo há algum tempo, tinham alguns veteranos e algumas pessoas da minha sala, quando cheguei, o povo foi gritando e "comemorando", de certa forma não achei ruim, achei um pouco acolhedor e me senti querido, até que um veterano gritou "olha o nosso marido de aluguel aí", eu ri junto e aceitei o meu apelido de calouro. Papo vai e papo vem, e eles me perguntavam bastante como era a vida na roça e esses tipos de coisa que o pessoal da cidade pergunta quando vê um "caipira" pela primeira vez. Ao longo das bebidas, acontece de trocar olhares com uma mulher de outra mesa, uma pretona linda, parecia ter uns 35 anos, mas me comia com os olhos, de cabelo solto bem volumoso até os ombros, um vestido curto preto com um decote que me olhava mais que ela, virei o resto de chopp que tinha no copo pensando se me levantava ou não, respirei fundo e sem ensaiar nada levantei, ela estava numa mesa próxima ao balcão do bar, estava bem na ponta de uma mesa com várias outras coladas, e mais perto de onde ela estava tinham outras 2 mulheres e 1 homem, todos pareciam ter a mesma idade que ela, me aproximei e ela ainda me encarava, mesmo me olhando de baixo, parecia que ela estava por cima, eu abri a boca para falar, e só Deus sabe o que eu iria falar naquela hora, mas por sorte ela me interrompeu e falou "demorou pra vir hein novinho", eu gaguejei e as amigas dela e o rapaz riram, os outros da mesa parecem nem ter ouvido e estavam conversando entre si olhando para o outro lado, uma das amigas então fala "começou o ataque da loba, pode sentar aí meu anjo, puxa uma cadeira". Ainda sem falar nada, só com um sorriso sem mostrar os dentes, pego a cadeira e coloco ao lado, antes de me sentar falo "vou pegar uma bebida, quer algo?", ela ouve meu sotaque e dá uma leve risada "sabia que esse sotaque de agroboy da outra mesa era teu, não precisa pegar nada não, já tá chegando outro litrão", eu estava me sentindo dominado, como se realmente eu fosse uma presa ali e ela a loba citada. Conversando, descobri que seu nome era Andrea e eles trabalhavam numa firma ali perto, fizeram todos os tipos de perguntas e o papo foi encaixando e a noite foi esquentando, ficamos algumas vezes ali na mesa do bar mesmo (beijos rápidos, nada daquela pegação descontrolada de adolescente), até que ela me chama para a casa dela. Quem nos levou foi a amiga dela, que morava no mesmo prédio, a pegação iniciou no carro mesmo, ela me atacava, eu ficava sem graça por causa da amiga dela, que estava sem nem ligar para nada, o mais importante era que estava realmente acontecendo, eu iria transar, não era a primeira vez, mas do jeito que estava, parecia que eu ia descobrir um mundo novo (e eu estava certo). Chegamos no ap dela e foi igual cena de filme, a gente se pegando no elevador, se pegando ao abrir a porta e a caminho do quarto, até que passo por um rapaz, que me olha de cima a baixo com um sorriso tão safado que nem o dela, ela percebe, dá um tapa no ombro dele e diz "Iuri, esse é o Artur, Artur esse é o Iuri". Eu o cumprimento e, quando ele pega minha mão, começa a palpar meus braços, dizendo "Andrea do céu, nesse tu acertou demais", eu e ela rimos e ela dá outro tapa nele para ele tirar a mão de mim, após essa cena, vamos até o quarto dela. No quarto começou de verdade, eu não conhecia nada da vida antes daquela noite, mal entrei e ela me jogou na cama, começou a tirar todos os acessórios, eu tirei o tênis e quando ia tirar a camisa, ela botou a mão me impedindo e disse "não não, agora você só me obedece", assim o fiz, fiquei olhando enquanto ela tirava cada peça, meu pau já estava explodindo dentro da cueca e ela sabia, ela fez questão de demorar o suficiente para que eu ficasse louco para querer controlar a situação. Apenas de vestido, ela começa a tirar a minha roupa, tira primeiro minha camisa e senta por cima de mim, beija meu pescoço e vai descendo, apertando todo meu corpo, eu não me contive, peguei na cintura dela e apertei, dobrei minhas pernas subindo ela, até que ficássemos rosto no rosto, sentindo a respiração um do outro, olhando no fundo do olho. Ninguém falou nada, mas os dois entenderam qual seria o ritmo daquela noite, então eu a beijo, agora controlando a situação, girando meu corpo sobre o dela, com uma mão na cintura e a outra descendo, apertando a perna dela, a parte por fora, como uma massagem, até passar para a parte de dentro, era a minha vez de provocá-la, giro ela, deixando-a de bruços, abro o zíper do vestido dela até antes da bunda, não que faltasse muito, mas para que ela soubesse que a noite seria longa e eu estava sem pressa nenhuma. Nós dois ainda sem falar nada, mas em completa sintonia, afasto o cabelo dela para o lado, ela com a cabeça de lado tenta me encontrar com o olhar, eu beijo o pescoço por trás, ela dá uma levantada na bunda buscando pelo meu pau, o movimento foi certeiro, encaixou muito bem, ela dá uma respirada forte, passa a mão por trás, abre todo o vestido e começa a se virar, eu ajudo a tirar o vestido e fico palisado, os seios dela que me encararam a noite toda agora me hipnotizava, então o silêncio foi quebrado com um "parece que está vendo doce", eu ri e me recompus, abocanhei sem nem pensar muito e novamente nos giramos, ela por cima enquanto eu estava em transe chupando aqueles peitos, ela me pega pelo pescoço e me força contra a cama, com certa força que me deu um leve susto. Ambos tomados pelo tesão, ela gira por cima de mim e encaixa o 69 enquanto tirava minha calça, eu não me controlei e passei a mão por entre as pernas dela até chegar na bunda (uma baita bunda), ela se derreteu e o contato aconteceu, esparramou a buceta na minha boca, ainda com a calcinha, que só joguei pro lado, ali eu estava no paraíso, ela se contorcia e tinha até esquecido de tirar o resto da minha calça, o que eu mesmo fiz com outra mão, agora meu pau estava liberto, com a cueca ainda no meio das coxas e a calça jogada do lado, ela pega meu pau cheia de vontade e começa a me mamar. Ela ainda se contorcia, eu sabia o que tinha que fazer, com as duas mãos segurei na cintura dela de novo, forçando o corpo dela para baixo, eu mal conseguia respirar, mas estava totalmente em contato com ela, meus lábios se misturavam com os lábios dela, então sinto as mãos dela nas minhas coxas, ela fazia força para levantar, ficando sentada e rebolando no meu rosto, gemendo cada vez mais forte, e eu apertando cada vez mais forte a cintura dela, ela rebolava tanto que parecia que ia escapar, então as gemidas foram sendo substituídas pela falta de ar, ela estava a um passo de gozar, eu sabia que era só continuar, e assim foi feito, começaram as tremedeiras nas pernas, os berros de "não para, continua me chupando" ecoavam pelo quarto, foi mais de um minuto nessa intensidade, eu já estava sem aguentar, até que ela se desmonta, caindo com a cabeça do meu lado e o corpo ao contrário em relação ao meu, um silêncio e conexão de pensamento, respiração ofegante e o tesão só aumentando.
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