A Putaria da Família: O Banquete do Pecado

A Putaria da Família: O Banquete do Pecado

"Sabe, David... o silêncio desta casa esconde coisas deliciosas, mas a curiosidade nos olhos de um rapaz como você é o que realmente me excita."

A frase de Carol, dita com um sorriso malicioso enquanto deslizava a mão pelo meu ombro, foi o gatilho. Eu tinha 19 anos, e a dinâmica daquela casa era, no mínimo, peculiar. Minha irmã, Sara, quase 18, não escondia a paixão pelo nosso avô. Para mim, aquilo era apenas um detalhe, até que Carol, a esposa dele — uma mulher deslumbrante de 27 anos, com curvas que desafiavam qualquer lógica —, decidiu que eu era o alvo perfeito para seus próprios jogos de luxúria.

Tudo aconteceu em uma tarde abafada. Eu lia o jornal quando Sara entrou no quarto, completamente nua, os seios balançando a cada passo provocante. O vovô surgiu logo atrás, os olhos famintos.

— Prepare-se, minha linda. Hoje eu vou te dar tudo o que você quer — ele rosnou.

Sem cerimônias, ele expôs seu membro rígido e Sara, com um gemido de antecipação, agarrou-o com força. O clima ficou pesado, carregado de eletricidade. O vovô olhou para mim, um desafio no olhar:

— Não quer participar, rapaz? Tem espaço para mais um nesse banquete.

— Fora daqui! — respondi, sentindo um misto de choque e excitação. Saí do quarto, mas o som não me deixou em paz. O grito alto de Sara, quando ele a prensou contra a mesa e a invadiu com força total, ecoou pelo corredor. Era um som de puro prazer, estocadas profundas que faziam a madeira ranger.

Caminhei para fora, tentando esfriar a cabeça, e foi quando vi Carol. Ela usava uma saia curtíssima, que revelava a renda de sua calcinha a cada movimento, e a camisa de botões estava aberta, exibindo um decote que me deixou sem fôlego.

— O vovô e a Sara estão... bem ocupados — comentei, sentindo o olhar dela me devorar.

— E por que você não está se divertindo também? — ela sussurrou, aproximando-se. O perfume dela era inebriante. — Eu sei exatamente onde você quer estar, David. Me encontre na cabana do bosque, daqui a uma hora. Não se atrase.

Quando cheguei à cabana, o calor era quase palpável. Carol me esperava, com um olhar de predadora.

— Finalmente... vamos começar — ela murmurou, ajoelhando-se diante de mim.

Ela libertou meu pau, que já pulsava de desejo. Com um suspiro, ela lambeu as laterais, sentindo o gosto, antes de envolver minhas bolas em uma sucção deliciosa. Quando ela abocanhou tudo, senti minha pica deslizar por sua garganta quente e úmida. Era sensacional. Eu segurei sua cabeça, guiando-a, sentindo a pressão de sua boca como se fosse a coisa mais perfeita do mundo. O prazer foi tanto que perdi o controle, gozando profundamente em sua boca, a calda branca transbordando por seus lábios.

— Nossa... você gozou bastante — ela disse, lambendo os lábios com luxúria.

— Eu ainda tenho muito mais que isso — respondi, puxando-a para cima.

Deitei-me e a chamei para montar. Carol cavalgou em mim, subindo e descendo, os seios balançando, a expressão de puro êxtase. Eu olhava para baixo e via minha pica sendo devorada por sua xana pulsante. A vontade de dominá-la cresceu. Segurei seus quadris e comecei a estocar para cima, socando com força, fazendo-a gemer alto.

— Isso! Me castiga, David! Vai com tudo! — ela gritava, as unhas cravadas nos meus ombros.

O prazer era insuportável. Decidi mudar a posição e, com cuidado, mas com firmeza, guiei meu membro para a entrada estreita de seu cuzinho.

— Ah! Primeira vez... — ela suspirou, os olhos revirando.Foi um encaixe perfeito, apertado a ponto de me fazer prender a respiração. A primeira investida foi lenta, sentindo a resistência do músculo dela cedendo ao meu volume, e o gemido que escapou de seus lábios não foi de dor, mas de uma descoberta elétrica. Carol arqueou as costas, a cabeça jogada para trás, enquanto eu a ancorava pelo quadril, sentindo cada centímetro daquele canal estreito abraçar meu membro.

— Meu Deus... David... é tão diferente — ela sussurrou, a voz rouca de desejo.

Eu não queria sutileza. O ritmo mudou para algo visceral. Comecei a estocar, sentindo a pressão deliciosa do seu ânus contra a cabeça da minha pica, um calor sufocante que me levava ao limite. A cada impacto, o som da carne batendo na carne ecoava pelas paredes de madeira da cabana, misturando-se aos gritos de prazer dela. Carol estava entregue, os seios balançando freneticamente, a pele brilhando de suor sob a luz filtrada pelas frestas do telhado.

— Não para... por favor, não para! — ela implorava, tentando empurrar o quadril ainda mais contra mim, buscando a profundidade máxima.

A sensação de preenchê-la por completo, de dominar aquele espaço tão íntimo e proibido, disparou um gatilho de excitação primitiva em mim. Eu a virei rapidamente, colocando-a de quatro sobre a mesa de madeira bruta. Seus seios caíam, balançando, e a visão daquela bunda farta e branca, contrastando com a madeira escura, era hipnotizante.

Sem aviso, voltei a invadi-la por trás. O impacto foi seco e profundo. Carol soltou um grito agudo, as mãos cravando-se na superfície da mesa, enquanto eu a martelava com força total. Eu podia sentir a pulsação de sua pele, a urgência do seu corpo pedindo por mais. A cada estocada, eu sentia que estava quebrando alguma barreira, levando-a a um lugar onde a razão não existia, apenas o instinto.

— Você é... maravilhoso... — ela gemia, a voz embargada, enquanto eu acelerava o passo, transformando o ato em uma corrida frenética para o ápice.

O prazer subiu como uma onda violenta. Eu senti meu membro pulsar, a pressão atingir o ponto crítico. Com um último empurrão vigoroso, que fez a mesa ranger violentamente, eu descarreguei tudo dentro dela. Um jorro quente e potente que pareceu ecoar por todo o meu corpo. Carol gritou meu nome, o corpo tremendo em espasmos de prazer, enquanto sentia meu sêmen preencher aquele pequeno canal.

Ficamos ali por alguns instantes, em silêncio, apenas a respiração pesada preenchendo o espaço. Carol relaxou o corpo, mas manteve o olhar fixo em mim, um sorriso vitorioso e luxurioso nos lábios.

— Agora — ela sussurrou, levantando-se lentamente e ajeitando a saia, revelando que ainda estava úmida — nós temos que voltar para a casa. Imagino que o vovô e a Sara já tenham terminado... e eles vão adorar saber como você me deixou.
O retorno para a casa principal foi feito sob um silêncio carregado. Carol caminhava ao meu lado, a pele ainda quente, exalando aquele cheiro de sexo que grudava na roupa. Ela não disse nada, mas sua mão roçava a minha, prometendo que o que aconteceu na cabana era apenas o aperitivo.

Quando abrimos a porta da sala, o cenário era caótico. O vovô e Sara não tinham terminado; eles haviam apenas mudado de cômodo. Sara estava debruçada sobre o sofá, com as pernas abertas e o rosto enterrado na almofada, soltando gemidos abafados enquanto o vovô, com a pele curtida e os olhos injetados de luxúria, a martelava por trás com uma força bruta. O som da carne batendo era rítmico, visceral.

— Olhem só quem voltou — o vovô rosnou, sem diminuir o ritmo, a voz grossa vibrando no ambiente. — Espero que o David tenha aprendido a maneira certa de tratar uma mulher com a Carol.

Sara virou o rosto, os olhos nublados de prazer, a saliva escorrendo pelo canto da boca. Ela olhou para mim, depois para a Carol, e soltou um risinho pecaminho.

— Ele parece... satisfeito, vovô — Sara gemeu, arqueando as costas para receber uma estocada mais profunda que a fez gritar.

Carol não perdeu tempo. Ela se aproximou de mim, sussurrou algo no meu ouvido que me fez endurecer instantaneamente e, com um movimento rápido, desceu até meus joelhos, abrindo minhas calças ali mesmo, no centro da sala.

— Chega de preliminares — Carol declarou, olhando para o vovô. — Por que não juntamos tudo? A casa é grande, mas o desejo aqui dentro é maior que qualquer parede.

O vovô soltou Sara com um empurrão deliberado, fazendo-a cair sentada no sofá. Ele estava ereto, imenso, a expressão de quem queria devorar tudo. Sara, longe de estar incomodada, começou a se masturbar freneticamente, observando a cena.

— Venha aqui, David — o vovô ordenou. — Vamos ver se você aguenta o ritmo desta família.

Fomos para o quarto principal, um espaço dominado por uma cama king size de lençóis de seda preta. O ar estava saturado de feromônios. Carol se jogou na cama, abrindo as pernas e exibindo a xana úmida, enquanto Sara se aninhava ao lado dela, os seios encostando nos ombros de Carol.

Eu me posicionei entre as duas. O vovô assumiu o comando, posicionando-se atrás de Carol. O impacto foi imediato: o vovô invadiu Carol por trás, enquanto eu, movido por um instinto animal, mergulhei na boca de Sara, que me recebeuu com uma gula desesperada, sugando cada centímetro do meu membro.

A sinergia era surreal. Eu sentia o corpo de Carol tremendo sob o impacto do vovô, e ao mesmo tempo, sentia a língua de Sara explorando cada nervo do meu pau. O som era uma orquestra de luxúria: os gemidos agudos de Carol, os grunhidos graves do vovô e a sucção rítmica de Sara.

— Agora! — gritou o vovô.

Ele puxou Carol para cima e eu a girei. Em segundos, estávamos em um emaranhado de corpos. Eu penetrei Carol frontalmente, sentindo a pressão deliciosa, enquanto o vovô se aninhava atrás de Sara, fundindo-se a ela com estocadas violentas.

Era uma suruba coreografada pelo desejo. Carol agarrou meu rosto, beijando-me com fervor, enquanto sentia meu membro socar seu útero. Ao lado, Sara gritava o nome do vovô, as costas arqueadas, recebendo tudo o que ele tinha para dar.

O ritmo acelerou. O suor escorria, lubricando a pele, tornando cada deslize mais rápido e barulhento. Eu não conseguia mais distinguir onde terminava o meu corpo e começava o delas. A pressão era tanta que o prazer beirava a dor, uma descarga elétrica que percorria a espinha.

— Gozem... gozem todos! — Carol gritou, em êxtase total.

O clímax veio como uma explosão. O vovô descarregou com um rugido gutural dentro de Sara, que arqueou o corpo em um espasmo violento, os olhos revirando enquanto sentia a carga quente inundar seu ventre. No mesmo segundo, a pressão nas paredes da vagina de Carol tornou-se insuportável para mim; senti meu membro pulsar freneticamente antes de explodir em jatos potentes, preenchendo-a completamente.

Ficamos os quatro congelados por alguns instantes, fundidos em um único organismo de suor e respirações ofegantes. O silêncio que se seguiu era denso, quase palpável, quebrado apenas pelo som dos nossos corações batendo em ritmos descompassados.

Lentamente, nos afastamos. O vovô se levantou primeiro, com a imponência de quem acabara de conquistar um território, e olhou para mim com um brilho de aprovação nos olhos. Ele não disse nada, apenas deu um tapa firme no meu ombro, um reconhecimento silencioso de que eu havia sido batizado nos ritos de luxúria daquela família.

Carol, ainda recuperando o fôlego, aninhou-se no peito de Sara. Ambas estavam com a pele ruborizada, os lábios inchados e o olhar perdido, como se tivessem acabado de retornar de um lugar proibido.

— Acho que agora entendemos todos o segredo desta casa — Carol sussurrou, soltando uma risada baixa e maliciosa enquanto sentia o sêmen escorrer por suas coxas.

Eu me sentei na beirada da cama, sentindo o corpo pesado e a mente nublada por aquele êxtase. Olhei para as três pessoas ao meu redor e percebi que a dinâmica daquela casa havia mudado para sempre. Não éramos mais apenas parentes ou conhecidos; éramos cúmplices de um crime voluptuoso, unidos por fluidos e segredos que jamais chegariam aos ouvidos de quem estivesse do lado de fora daquele portão.

— O que acontece agora? — perguntei, minha voz saindo mais rouca do que o normal.

O vovô sorriu, um sorriso predatório que prometia muito mais.

— Agora, David, nós descansamos. Mas lembre-se: nesta casa, o desejo não é algo que se resolve... é algo que se cultiva. E você, meu caro, acabou de plantar a semente de algo muito interessante.

Enquanto eu me vestia, senti o olhar de Carol e Sara sobre mim. Não era mais um olhar de curiosidade, mas de posse. Eu não era mais apenas o rapaz de 19 anos que lia o jornal na sala; eu tinha me tornado parte do banquete. E a sensação de saber que eu poderia invocá-las — e ser invocado por elas — a qualquer momento, transformou o ar daquela casa em algo permanentemente elétrico.
Fim.


Se gostaram, votem e comentem.
Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: A Putaria da Família: O Banquete do Pecado

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Putaria da Família: O Banquete do Pecado

Codigo do conto:
274463

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/10/2026

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1

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