Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 12/10/2026 10:30:06
Última revisão: 12/10/2026 13:48:57
Assuntos: Heterossexual, Mais Velho, Novinha, Sedução, Tímida.
Esse conto poderia acontecer com qualquer leitor ou leitora aqui do site, não esperava, jamais pensei em me envolver com uma aluna e ainda mais com mais de 20 anos de diferença de idade, esse conto é mais romântico que erótico e prova como é possível vencer barreiras como timidez e ver que a pessoa é além das aparências, não me arrependi de nada e só me fez viver mais apaixonado pela Freguesia de Azeitão, lugar que moro há poucos anos. Esse conto, de certa forma marca a mudança de como vejo a vida ou como via. De um Sugar Daddy tradicional para um homem apaixonado .
O vento do Parque Natural da Arrábida soprava suave quando Tufão avistou Íris pela primeira vez fora da sala de aula. Aos 50 anos, com seus 1m75, cabelos castanhos salpicados por fios grisalhos e um porte imponente, o professor de Relações Internacionais / Ciência Política já vira muitos alunos irem e virem. Mas Íris era diferente. Aos 20 anos, magra, 1m60, com pequenos óculos de armação fina, olhos azuis que pareciam guardar segredos e um véu de sardas delicadas pelo nariz, ela exalava uma beleza sutil e interna que o fascinava. Filha única, doce, tímida e solitária, Íris vestia-se com um estilo singular: saias midi plissadas, tricôs oversized em tons pastel e coturnos de couro, equilibrando delicadeza e personalidade.
?O primeiro contato real aconteceu na Esplanada perto da faculdade. Íris lia uma edição antiga de A Teus Pés, de Ana Cristina Cesar, acompanhada de um café expresso. Tufão puxou uma cadeira com licença, e a conversa fluiu como se já se conhecessem há anos. Falavam da melancolia dos versos, do cinema europeu e, inevitavelmente, de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
?— Você tem a mesma mania de reparar nos pequenos detalhes da vida, Íris — observou Tufão, sorrindo e ajeitando a gola do casaco.
?— Talvez — respondeu ela, timidamente, ajustando os óculos e corando ligeiramente. — Gosto da ideia de que o mundo é cheio de pequenos milagres invisíveis. Como a forma como a luz reflete no Tejo de Lisboa ao fim da tarde.
?Nos dias seguintes, a saudade tornou-se uma presença constante e doce entre os dois. Bastava poucas horas longe para que o perfume de Íris — uma mistura sutil de baunilha, Jasmim e papel antigo — permanecesse na memória de Tufão. E ela, em sua solitude, pegava-se pensando na voz grave e no olhar atento do professor.
?A intensidade do sentimento que nascia entre eles culminou em um final de tarde cinzento. Uma chuva torrencial típica de Inverno começou a desabar sobre o Centro Histórico, transformando as ruas de paralelepípedo em espelhos molhados. Tufão percebeu Íris encolhida sob o toldo de uma livraria e encostou o carro.
?— Entre, Íris, antes que fique encharcada — disse ele, abrindo a porta do passageiro.
?O interior do carro era aquecido e exalava o aroma amadeirado do perfume dele, misturado ao cheiro da chuva do lado de fora. A respiração de ambos parecia ditar o ritmo do momento. Tufão desligou o motor por um instante. O som dos pingos batendo no teto criava uma atmosfera íntima e acolhedora.
?— Obrigado pela carona, professor... quer dizer, Tufão — murmurou ela, com os olhos azuis fixos nos dele, revelando uma coragem que raras vezes demonstrava.
?Tufão aproximou-se devagar, segurando com delicadeza o rosto pequeno de Íris. A pele dela era macia e quente. O tempo pareceu parar quando os lábios dele tocaram os dela em um primeiro beijo calmo, profundo e repleto de doçura e desejo represado. As sardas dela pareciam iluminar-se no penumbra do carro. O beijo selou tudo o que vinham sentindo em silêncio: a paixão refinada pela arte, o aconchego mútuo e uma cumplicidade que transformaria para sempre a vida dos dois na cidade mas não só isso, o tesão veio junto.
Aos mãos geladas de Tufão percorrem o corpo da Iris, coxa, costas, seios, a sua timidez deu lugar ao desejo e ela retribui apertando seu órgão duro por cima da calça. Gemidos se misturava com desejo de penetração com som da chuva, tomado pela loucura, observou que dava para fazer uma loucura naquele carro, ele queria chupar e sentir o melzinho dela em sua boca, mas era arriscado demais, passou a beijar a masturbando sentindo a calcinha de renda melada, quente, ela gemia em suas mãos, rebolava mesmo que desajeitada, gemia, gemia, dizia "te quero, não me deixa, por favor, vou gozar na sua mão, estou em suas mãos".
Naquele carro, com som da chuva, no gozo de Iris em suas mãos muda a forma como os dois se viam, agora a admiração se une ao tesão. Faltava muito, mas isso é assunto para o próximo conto... pois depois tinha que mandar flores, comprar presentes e fazer ela se sentir um misto de princesa com mulher admirada pelo que é de verdade.
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Por Tuga069
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