Bem, isso aconteceu já tem um tempo. Confesso que, no começo e dias depois, fiquei com aquele pensamento: “Poxa, será que o que fizemos foi errado?” E isso e aquilo. Nós somos muito confiantes; tanto ela sabe tudo da minha vida íntima quanto eu sei da vida dela, tudo mesmo em detalhes. E depois vi que o que fizemos foi algo natural e normal, e depois conversamos sobre como iríamos lidar com isso e nos acertamos bem. Sempre que estou sentado vendo TV, ela vem e pergunta: “Será que uma jovem senhora pode ganhar chamegos de seu filho?” E eu digo sempre: quantos quiser. Ela deita em minha perna e faço cafunés nos cabelos, acaricio o rosto e ficamos vendo TV. Notei que ela está meio quieta e teve um dia em que, quando fui acariciar seu rosto, meu dedo escorregou e passou em seus lábios; ela veio e passou a língua. Gostei da sensação e parece que ela também, mas fingiu que não tinha percebido e, no outro dia, ela disse: “Lembra quando você mamava em meus seios e eu disse: “Lembro”, e ela disse: “Quer acariciar?” E eu disse sem pensar que sim. Ela pega minha mão e a leva em seus seios, e eu começo a acariciar e massagear. Ela começa a soltar uns gemidos suaves e depois pega o meu dedo e começa a lamber, com aquele olhar de pidona. Continuo a massagem e ela diz: “Desce mais”, acariciando sua barriguinha. Ela já tira a blusa, e eu olho e pergunto: “A senhora quer o que eu estou pensando?” E ela diz: “Não me chame nesse momento de senhora, veja-me como uma mulher com desejo, e sim, quero você e você me quer, e eu digo sim e ela diz: vamos para o quarto, vamos.” E, chegando, ela deita e me chama: “Vem, quero você”. E eu tiro o short dela e começo a beijar e acariciar as pernas, chegando bem perto dela e começo a massagear, e ela começa a gemer. Quando noto que a calcinha dela está molhada, tiro-a e me atiro na sua buceta, lambendo e chupando, massageando com dois dedos em movimentos circulares, escutando seu gemido. Em seguida, coloco dois dedos em forma de anzol e começo a massageá-la, fazendo-a gemer cada vez mais alto e com mais força. Ela falou: “Te quero”, e eu disse: “Como assim?”, ela disse: “Me come.” Vim por cima dela, afastei as pernas dela e coloquei-o. Como ela já estava bem excitada, entrou fácil e comecei o vai e vem, acelerando aos poucos, fincando e bombando, ela gemendo e pedindo mais, e eu pedi para ela ficar de 4 e ela ficou. Vim por trás e comecei a bombar, socar forte, e ela gemendo e eu massageando a buceta dela com os dedos. E, depois, deitei-a na cama, coloquei as pernas dela em meus ombros e comecei a bombar e socar forte, e logo ela avisou que iria gozar e eu disse: “Goza, quero seu mel”, e ela gozou e, depois, eu. Depois, deitamos e tiramos um breve cochilo juntos e, depois, conversamos sobre o que havia acontecido e se isso poderia se repetir ou não e como seria dali para frente, e assim foi a experiência com a minha mãe. Espero que tenham gostado. Se gostou, vote e comente. Tenho um álbum; se quiser ver e comentar, fique à vontade. Um grande abraço a todos.
O bom é que foi consensual e sem arrependimento ou culpa