Aqui segue uma continuação do feriado chuvoso com o macho maduro que eu conheci na academia. Logo após fazermos loucuras na camionete, indo fuder no canavial, estávamos dando uma volta na cidade, minha boca ainda com o sabor da urina do homem, e a calcinha atoladinha no meu cuzinho que ainda ardia, devido as estocadas fundas e doloridas daquele macho, de repente ele recebe um áudio no whatsapp, era a mulher dele, dizendo que iria dormir na casa da mãe dela, e que não precisava ir buscá-la, na hora ele me olha e me dá um sorriso, me dizendo. Você irá dormir comigo está noite minha putinha, meu cuzinho já piscou, sabendo do que viria pela frente, o homem era sedento por mim e eu por ele, estávamos em transe sexual, era algo indescritível, a interação de nossos corpos, a química e todo o clima que existia entre nós dois, eu peguei uma cerveja para tomar, fomos até a casa dele, entramos, eu tirei o shorts e a camisa, fiquei só de calcinha andando pela casa, ele tirou toda a roupa e me conduziu até o banheiro para tomarmos banho, entrando no banheiro ele puxou a minha calcinha, cheirou ela e entramos no banheiro, a água quente deslizava sobre nossos corpos, ele me ensaboou o meu corpo todo, aquelas mãos grossas e grandes deslizaram por toda minhas costas, me fazendo arrepiar, inconscientemente empinei meu bumbum, enquanto ele lambia meu pescoço, lavou meu cuzinho com aqueles dedos grossos, uma mão máscula de homem de verdade, eu ficava paradinho aproveitando cada segundo do banho do meu macho, ele me enxaguou e deu o sabonete na minha mão, para eu dar banho nele, minha mão percorria por todo seu peitoral largo e peludo, o sabão deslizava em seus pêlos grossos, era um verdadeiro urso parrudo, alisei toda a sua barriga, chegando em seu mastro, mesmo mole é grande e minha mão custa fechar para abraçar todo seu pênis, esfreguei bem o púbis peludo dele, descendo até os testiculos grandes e pesados do homem, subi a mão e lavei bem a cabeça da rola dele, que já estava sensível de tanto me fuder sem piedade, ele virou de costas e eu pude deslizar minhas mãos em suas costas grandes e músculosas, ensaboei as nádegas dele, fui massageando aquela bunda peluda e redonda, lavei todo o rabão dele, o cu dele, quente peludo me deixava com muito tesão, enquanto eu passava os dedos por fora ele gemia de tesão, olhando e me sorrindo, meu macho estava sedendo o rabo para a fêmea dele. Nós nos enchaguamos e nos secamos na mesma toalha, fomos até o closet, era um closet enorme, cheio de gavetas e portas, a mulher dele tinha um ótimo gosto para roupas, vestidos e lingeries, ele abriu uma das gavetas e procurou por uma calcinha para eu vesti-la, achou uma preta, um fiozinho lindo que tinha detalhes de renda, me mandou vestir, eu me vesti ele me mandou dar uma voltinha, dando risada e me falando que eu era a puta dele, eu estava amando tudo aquilo, vestindo com mais uma calcinha da mulher dele, aquilo me deu muito tesão, ele caminhou até a penteadeira da esposa, e pegou um creme maravilhoso da Victoria secrets, um cheiro de baunilha delicioso tomou conta do quarto, enquanto ele passava por todo meu corpo, eu fiquei paradinho esperando ele passar creme em mim, me arrepiava sentindo meu homem me massagear. Fomos até a sala, tinha uma cadeira resvestida de couro, meu homem ordenou eu pegar um cigarro, eu de prontidão fui buscar, acendi e lhe dei o Marlboro aceso, ele fumando ordenou eu massagear seus pés. Suavemente comecei uma massagem nos pés de meu homem, apertando as solas, que pés enormes, grandes e pesados, acariciava e apertava sem parar, enquanto meu macho fumava seu cigarro e soltava fumaça para cima, todo nu relaxado na cadeira dele, senti uma vontade incontrolável de beijar seus pés, comecei beijando as solas e acabei chupando os dedões dos pés de meu homem, mamava aqueles pés com vontade, sentindo o sabor do meu dominador, minha pele hidratada com o creme da mulher dele, a calcinha dela atolada no meu rabo, tudo me deixava feminina, e sedento pelo meu homem, pude notar que ele estava bem relaxado, ele terminou o cigarro e começou a se masturbar, abrindo bem as pernas, pude ver aquele saco e aquela rola linda todo aberto para mim, parei a massagem e me aproximei de meu homem, que me olhava com cara de safado, comecei a mamar aquele pau que já estava babando muito, aquele pau peludo entrava com gosto até o fundo da minha garganta, a baba escorria até os testiculos e se emaranhava naqueles pelos no saco escrotal masculo dele, dei um banho de língua nos ovos daquele macho incrível, babei muito seu saco, ele todo aberto, pedindo para eu babar seu homem. Ele abriu mais as pernas e pude ver aquele cu peludo que a poucos minutos atrás eu estava dedilhando no banho e sentindo como era quente, não me contive, e comecei a línguar o cu peludo do meu macho. Que cu gostoso, apertado, cu de macho que não aceita ser deflorado, ele estava em transe, gemia sentindo minha língua introduzindo em seu esfincter, era uma sensação nova para um macho bruto igual o Marcelo, geralmente era ele que faria isso comigo, me invadia o cu com sua língua, eu estava amando sentir o gosto do meu dono, era um prazer gigantesco sentir seu cu e seus pentelhos em minha língua. Dei uma cusparada, o cu dele e o saco estava todo babando e vermelho de tanto eu sugar. Ele me olha e me diz, pode me fuder amor, eu estou louco pra sentir seu pau. Eu comecei a pincelar meu pau naquele cu quente e rosado do meu macho, ele abria o rabo pra mim, aquele macho enorme todo aberto pra mim, o pau dele imenso de lado, pulsando o cu dele pedia rola, e meu pau estava doendo de tão tudo e tanto tesão, comecei a forçar e meu pau entrou, senti ele por dentro, quente, pulsante e muito apertado, comecei a fazer movimentos de vai e vem, me debrucei sobre o seu corpo, ele estava quente, comecei a chupar seu mamilo e socando o pau no cu dele eu tremia de tanto tesão, socava sem parar e o macho pedia por mais rola, por mais e mais, o pau dele estava muito duro, comecei a apertar o pau dele com a mão, enquanto eu socava firme naquele macho, ele pedia por mais e mais, abracei ele e ele me abraçou, gozei dentro dele, sentia a porra escorrer, enfim tinha inseminado meu homem, da mesma forma que ele tinha me feito inúmeras vezes, fiquei deitado ainda dentro dele, até meu pau amolecer, olhei para ver o trabalho que tinha feito, a porra misturada com os pêlos do homem iam escorrendo no sofá e nas pernas dele, ele se levantou, e me deu o pau para eu mamar, o pau dele estava sensível e me gozou tudo em meu rosto, ficamos sentados no sofá, recuperando da foda que acabávamos de ter, fumamos um cigarro e ficamos sentados curtindo nossos corpos suados, ele disse que estava com vontade de mijar, eu já dei risada, pois sabia que ele queria mijar em minha boca mais uma vez, rapidamente fiquei de joelhos, ele mirou o pau na minha boca e soltou mais uma mijada farta e longa, me hidratando com seu mijo quente, estava branquinho pois tinha tomado muita cerveja, tomei toda a sua urina e ficamos assistindo uns vídeos na televisão depois fomos tomar banho e dormimos abraçados durante toda a noite.
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