Quinta-feira tomei banho, aparei os pelos pubianos e raspei o saco, tomei café e fui logo lá, porque preciso resolver o necessário. Quando cheguei, toquei a campainha, lá veio a Lu abrir o portão com o mesmo roupão que havia confessado a ela que usamos durante uma transa com a Paty, não tinha mais ninguém em casa (salvo ela). Entrei e logo na sala, ela se desculpou pelo ocorrido e que não podia acontecer novamente que ela foi fraca, que julgou a filha de forma errada e se arrependeu, e que após conversar com a irmã dela, entendeu que agiu errado. Eu perguntei: Como assim conversar com a sua irmã? Lu, você contou a ela o que houve? Meu Deus do céu, nossa que "coisa", que exposição desnecessária. Sim, contei tudo e disse que a culpa foi minha e que quando vi o cacete não resisti, ela perguntou se eu havia gostado e disse que sim, e ela me repreendeu porque estou cobiçando o macho da minha (filha corna). Só que após isto, toda vez que vejo a filha (Paty) a chamo de corna e ela não liga, não reclama, apenas dá risada. Tá bom, já que espalhou o ocorrido, eu particularmente vou agir como se nada houvesse acontecido, porque ficarei com vergonha da sua irmã, dou aula de reforço para o filho dela. Até que ela foi para a cozinha e não sei explicar. Fui atrás dela, abracei e disse: despedida do meu jeito, abrir o roupão, com a fita (faixa) de fechar coloquei as mãos dela para atrás e amarrei. Levei até a sala empurrando, joguei no sofá, peguei nas pernas abri, rasquei a calcinha dela de forma violenta e cai de boca...ela gemia muito, estava tremendo toda! Até que soltou as mãos e segurou as pernas arreganhadas...toda aberta! Bem mais vadia que a filha. Chupando sem parar a buceta, sugava somente o grelo (médio, bem diferente da filha que era grande) e a saliva já escorria para o cuzinho!!! Me livrei da roupa, peguei no cacete e batia na cara dela, e mandei abrir a boca, para molhar a cabeça, mantei parara porque estava quase gozando, coloque de 4 no sofá e fui invadindo aquela buceta maravilhosa, comecei a socada na buceta de leve e fui aumentando o ritmo e a força, confesso que estava com um pouco de raiva, socada forte por uns 15 minutos, ela gozou mais uma vez. Coloquei ela com joelhos no chão e apoiada no sofá, pincelei no rabinho e fui invadindo sem pedir permissão. Ela urrava e falava isso seu puto, arrombou a filha e agora é a mãe: "soca no meu rabo seu cachorro, isso maltrata a mãe da sua namorada, eu mereço porque não presto". Eu só dizia: isto sua puta, não vem com história que está arrependida, até parece que eu acredito, vagabunda igual a você merece é pau! Toma, vou encher seu rabo de porra. À noite manda o corno do meu sogro, fuder seu cu, cadelona, já laceado por uma Macho de verdade. Ela só pedia mais, até que gozou e eu gozei junto. Como já ia dar meio dia, fui rápido trocar porque as vezes o sogro almoça em casa. Tomei banho, troquei e fui trabalhar. Ela ficou no banho, não me despedi. Continua....
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