O Prazer que Nos Consome:Meu "irmão"meu Putão

O Prazer que Nos Consome:Meu "irmão"meu Putão

— Rita, você é um espetáculo.

As palavras dançaram no ar rarefeito do quarto, um sussurro carregado de promessas não ditas. O abraço que começou como um consolo, um porto seguro após a tempestade com meu ex, logo se transformou em um incêndio incontrolável. Nossos olhares se cruzaram no crepúsculo, e o mundo exterior se desfez em pó. João, meu "irmão de criação", o homem que sempre me protegeu com um respeito quase reverencial, agora me fitava com uma fome que convulsionou minhas entranhas.

Ele não hesitou. O beijo foi um impacto, uma explosão de urgência contida. Carregava anos de desejo reprimido, de anseios guardados a sete chaves. Nossas línguas se entrelaçaram em um balé febril, o som de nossos lábios batendo em uníssono ecoando a sinfonia de nossos corpos. Uma mordida suave em meu lábio inferior, e um gemido baixo escapou, meu corpo cedendo sob o peso dele.

— Eu sempre quis fazer isso… — ele ofegou entre beijos vorazes que desciam pelo meu pescoço. — Você não imagina o quanto eu me segurei para te respeitar, mas agora… agora eu não aguento mais.

Puxando suavemente meus cabelos, ele ergueu meu rosto, seus olhos um espelho do desejo ardente que nos consumia. Suas mãos, firmes e possessivas, apagaram a distância entre nós. A camiseta cedeu, seguida pelo sutiã, em uma dança de pressa deliciosa. Seus olhos pousaram em meus seios, um suspiro profundo escapando de seus lábios.

— Que coisa mais linda… — murmurou, antes de seus lábios encontrarem meu mamilo, sugando-o com uma força que enviou arrepios por toda a minha espinha.

Eu estava à deriva, entregue à correnteza. Minhas unhas arranharam suas costas definidas, sentindo cada músculo tenso sob meu toque. Rui me jogou na cama, um dominador gentil, mas implacável. Seus beijos desceram pelo meu ventre, a roupa íntima cedendo com movimentos ágeis. E então, ele chegou ao meu santuário.

Não havia pressa. Beijos leves na parte interna de minhas coxas, subindo devagar, torturando minha ânsia. Quando a ponta de sua língua tocou meu clitóris, meu corpo arqueou e um grito escapou.

— Isso, Lisi… geme para mim. — ele sussurrou, sua língua traçando cada centímetro de minha intimidade, com movimentos circulares e profundos, sugando meu grelinho com uma intensidade que me fez ver estrelas.

Seus dedos deslizaram para dentro de mim, encontrando a umidade abundante. Enquanto me devorava ali embaixo, ele se ergueu e se desfez de suas próprias roupas. Seu membro era magnífico — grande, duro, pulsando com um desejo incontrolável. Sem hesitar, me aproximei, meus lábios envolvendo-o em um boquete lento e profundo. Senti o tamanho dele preencher minha boca, cada centímetro explorado, o gosto de seu desejo em minha língua.

— Chega, Rita… eu vou explodir se você não me deixar entrar agora! — ele rosnou, a voz rouca de urgência.

Ele me virou, assumindo o controle, e sem hesitar, deslizou a cabeça de seu membro pelo meu clitóris antes de penetrar. O primeiro impacto foi devastador. Entrou devagar, preenchendo cada espaço, e então começou a acelerar, ritmos constantes e profundos.

— Você é minha! — ele gemia, apertando meus braços contra o colchão.

O prazer era proibido, sim, mas era inegavelmente real. Gemi pela primeira vez sentindo o peso de seu corpo sobre o meu, cada centímetro daquele membro delicioso me rasgando de prazer. Mas ele não parou. Mudou a posição, me colocando de quatro, e então, uma nova sensação me invadiu. Ele começou a explorar meu ânus.

— Quer que eu te meta por aqui também, Amor? — ele sussurrou, um brilho travesso em seus olhos.

Apenas assenti, um gemido de antecipação escapando de meus lábios. Ele deslizou a ponta em meu ânus e, com um empurrão firme, entrou fundo. O sexo anal era intenso, apertado, maravilhoso. Ele alternava, indo e vindo do meu ânus para minha vagina, com uma luxúria selvagem.

— Ah! Meu Deus, Rui ! Mete com força! — eu gritava, perdendo qualquer noção de onde eu terminava e onde ele começava.

O ritmo tornou-se frenético. O som de carne contra carne ecoava pelo quarto, um compasso visceral de luxúria. Ele me segurava pelos quadris com tanta força que eu sabia que deixaria marcas, mas a dor era apenas um tempero para o prazer absurdo que eu sentia. A cada estocada profunda em meu ânus, meu clitóris era pressionado contra o colchão, criando uma descarga elétrica que me fazia arquear as costas e soltar gritos abafados no travesseiro.

— Olha para mim, Rita! — ele ordenou, a voz rouca de desejo.

Virei o rosto, meus olhos nublados, a respiração curta. Vi seu rosto contraído pelo esforço, o suor escorrendo por sua testa, a expressão de um homem que finalmente possuía o tesouro que desejava em segredo por anos. Aquilo não era apenas sexo; era uma reivindicação.

Ele me puxou bruscamente, mudando minha posição para que minhas pernas ficassem jogadas sobre seus ombros, expondo cada centímetro da minha intimidade. Seu membro, agora latejante e completamente lubrificado pelos nossos fluidos, mergulhou em minha vagina com uma força devastadora, atingindo o fundo do meu útero.

— Eu te quero… eu sempre te quis assim… — ele gemia, as estocadas tornando-se mais curtas e violentas, buscando o ápice.

Senti a onda vindo. A pressão em meu ventre tornou-se insuportável, um vulcão prestes a explodir. Comecei a gozar, sentindo as paredes da minha vagina apertarem seu membro em espasmos violentos. O orgasmo me atingiu como uma descarga de alta tensão, fazendo meu corpo inteiro tremer e meus gritos ecoarem, agora sem filtro.

Ao sentir meu orgasmo, Rui perdeu o controle. Soltou um rugido gutural e deu as últimas três estocadas mais profundas e rápidas que já senti na vida. Enterrou-se completamente em mim, travando o corpo, enquanto descarregava todo o seu desejo dentro de mim. Senti o calor de seu sêmen inundando meu interior, uma sensação de preenchimento absoluto que me fez chorar de prazer.

Ficamos assim por alguns minutos, em silêncio, apenas o som de nossas respirações pesadas e o bater de nossos corações sincronizados. O proibido tinha sido consumado, e a tensão de anos havia sido liberada em uma explosão de luxúria.

Ele encostou a testa na minha, ainda recuperando o fôlego, e sussurrou:

— Agora que eu comecei… eu não vou conseguir parar.

A transição do desejo secreto para a vida pública não foi tão dolorosa quanto imaginavam. Quando finalmente decidiram contar à família, o clima foi de surpresa, mas a verdade — a de que nunca houve um vínculo de sangue, apenas de criação — tornou a aceitação muito mais simples. O amor deles era evidente, transbordava em cada olhar e em cada toque discreto sob a mesa do jantar.

Assumiram o namoro com a confiança de quem já havia explorado cada centímetro do corpo um do outro. Um ano depois, o casamento aconteceu, selando a união de duas almas que se pertenciam desde a infância. E, como se o destino quisesse premiar essa entrega, vieram duas crianças, que trouxeram a luz e a alegria completa para o lar.

Mas, mesmo com a rotina da paternidade e a responsabilidade da casa, a luxúria entre Rui e Rita nunca esfriou. Pelo contrário, a segurança do casamento permitiu que eles explorassem seus desejos com ainda mais liberdade e entrega.

Certa noite, após colocarem os filhos para dormir, o silêncio da casa tornou-se o cenário para o reencontro. Rui a prensou contra a parede do corredor, seus beijos descendo com urgência do pescoço para a clavícula.

— Você não faz ideia do quanto eu passei o dia imaginando você pelada para mim — ele sussurrou, a voz rouca, enquanto a mão descia possessivamente para a bunda dela, apertando-a com força.

Rita soltou um gemido agudo, arqueando as costas. — E quem disse que eu não estava pensando na mesma coisa? — Ela respondeu, provocando-o, enquanto guiava a mão dele para baixo da lingerie.

O caminho até o quarto foi interrompido por beijos vorazes e roupas que voavam pelo corredor. Assim que a porta se fechou, a luxúria assumiu o controle. Rodrigo a jogou na cama e, sem perder um segundo, ajoelhou-se entre as pernas dela.

Ele não teve pressa. Ele queria saboreá-la. Sua língua começou a explorar a entrada da buceta com lambidas lentas, circulares, subindo para o clitóris com uma precisão que a fazia delirar. Rita gritava, as mãos enterradas nos cabelos dele, enquanto ele sugava seu grelinho com uma intensidade deliciosa, lambendo cada gota de sua excitação.

— Você está tão molhadinha, meu amor… — ele murmurou contra a pele dela, fazendo-a tremer.

Em resposta, Rita o puxou para cima, guiando-o para que ela pudesse retribuir. Ela se ajoelhou diante dele, envolvendo o membro latejante com os lábios. O boquete foi demorado, profundo, explorando cada nervo do pau dele. Ela sugava com vontade, fazendo sons de prazer que o levavam ao limite, usando a língua para circular a glande enquanto o olhava nos olhos com luxúria.

— Eu vou gozar se você continuar… — ele rosnou, puxando-a para cima.

Ele a virou de costas, dominando seu corpo. Com um movimento decidido, ele deslizou a ponta do pênis no seu cuzinho, lubrificando a entrada com a própria saliva. Com um empurrão firme e profundo, ele entrou.

— Ahhh! — Rita gritou, sentindo a pressão deliciosa do sexo anal.

Rui começou a meter e tirar com um ritmo constante, profundo, preenchendo-a completamente. A sensação de preenchimento era absurda, e cada estocada no ânus reverberava por todo o seu corpo. Ele não parou; alternou rapidamente, deslizando para a buceta, metendo com força, e voltando para o cuzinho, criando um ciclo de prazer frenético.

— Mete mais forte! Me fode toda! — ela gemia, a voz embargada.

Os gemidos intensos preenchiam o quarto enquanto eles se moviam em sincronia selvagem. A cada estocada profunda, Rita sentia o orgasmo chegando, uma onda de calor que a consumia. Rui, sentindo as paredes dela apertarem seu membro em espasmos, perdeu o controle.

Ele deu as últimas estocadas, profundas e violentas, e gozou com força dentro dela, enquanto Rita atingia um orgasmo devastador, gritando o nome dele.

Ambos desmoronaram na cama, exaustos, suados e completamente satisfeitos, envoltos no silêncio pós-luxúria que só quem se ama e se deseja profundamente consegue compartilhar.

Foto 1 do Conto erotico: O Prazer que Nos Consome:Meu

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Prazer que Nos Consome:Meu "irmão"meu Putão

Codigo do conto:
274592

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
14/10/2026

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