Bethânia é uma magrinha gostosa que conheci num carnaval. Morena brejeira, peitinhos pequenos, sorriso largo, cara de safada, empoderada. Ficou com um amigo com quem eu dividia apê. Ele tinha uma namorada, que hoje é sua esposa, mas ficava com Bethânia de vez em quando, às escondidas, no fim das festas, quando voltava da casa da futura mulher. Bethânia também ficava com outros caras, as vezes rolava uns ciuminhos, mas quando ele queria, ela sempre tava ali. Andava as vezes só de toalha no apartamento, as vezes só de lingerie ou só de calcinha. Eles pareciam não se importar com minha presença. Só faltavam transar na minha frente. Meu amigo, que se chama Pedro, andava nu pela casa, as vezes de pau duraço. Eles começavam a se pegar e ele a arrastava pro quarto e os gemidos dela me deixavam tão excitado que eu as vezes gozava sem tocar no pau. Pedro tinha um dote considerável, de quase 20 cm, e eu ficava imaginando com aquela magrelinha aguentava. Depois de mais ou menos uma ano que a conheci, Pedro casou e Bethânia e eu fomos padrinhos. Ela pegou o buquê e como estávamos muito próximos naquela noite, todos brincaram que eu seria o futuro noivo. Não sei se foi por isso, somado a embriaguez, e a vontade provocar Pedro, mas Bethânia, passou a ficar cada vez mais próxima de mim, encostadinha, falando muito perto, pegando na minha coxa. Eu fiquei excitado e como tinha bebido muito, fui ao banheiro me aliviar. Acabei me aliviando de outra forma. E qdo saí, Bethânia estava do lado de fora, ajeitando a maquiagem. Disse q o banheiro feminino estava ocupado e teve que usar o outro. Por mais que achasse loucura, eu adorava o jeito despachado dela. Eu já estava saindo ela pediu pra eu esperar e me empurrou pra uma cabine. Disse que sabia que eu tinha o maior tesão nela e queria me dar um presente. Mandou eu ficar de joelhos, levanto ou vestido e, estando sem calcinha, ficou esfregando a buceta na minha cara. Não me fiz de rogado e chupei aquela buceta de cheiro forte, com a qual sonhei em tantas noites de solidão. Que já tinha recebido tanto o pau do meu amigo e de tantos outros, que ela, como dizia, gostava de fazer feliz. Fomos pra casa juntos, transamos. Como Pedro havia se mudado, a convidei pra morar comigo. Em um mês de namoro a pedi em casamento. E hoje ela é minha mulher. Continua a mesma safada e me faz o homem mais feliz e realizado do mundo.
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