Minha esposa tem 44 anos e é uma coroa gostosa que me deixa de pau duro só de olhar. Baixinha, pele branquinha, seios volumosos e uma bunda empinada que chama minha atenção pra caralho. É uma mulher que me desperta um tesão enorme, e eu adoro essa liberdade que temos para brincar e falar de nossos desejos.
Naquele dia, ela apareceu com uma sainha preta, justa e curtinha. Quando vi aquela mulher passando por mim, pensei logo:
— Puta que pariu, que mulher gostosa do caralho!
Fiquei olhando para sua bunda, admirando as curvas que tanto me atraem. Minha imaginação já estava trabalhando, e resolvi provocá-la:
— Amor, tira a calcinha e vai sem!
Ela me olhou e respondeu que a saia era curta e poderia mostrar demais quando descesse do carro. Aquela conversa aumentou minha expectativa. Eu adorava provocar minha mulher e perceber como essas brincadeiras mexiam comigo.
## Na adega: uma situação que mexeu comigo
Quando chegamos à adega, minha esposa foi buscar as bebidas enquanto eu aguardava no carro. Eu continuava pensando naquela saia e no quanto ela me atraía.
O atendente se abaixou para pegar algumas garrafas. Na mesma hora, comecei a imaginar se ele teria olhado para minha mulher por baixo da saia.
— Caralho, será que o sujeito reparou na bunda dela? Será que percebeu alguma coisa? — pensei.
Eu conhecia bem o corpo da minha esposa, inclusive sua preferência por manter a buceta depilada. A possibilidade de outro homem ter reparado nela despertou em mim uma mistura de ciúme, curiosidade e desejo.
Não sabia exatamente o que o atendente tinha visto, mas minha cabeça estava cheia de perguntas. Era uma situação que me deixava inquieto, e eu mal conseguia esperar para conversar com ela sobre aquilo.
Quando minha mulher voltou para o carro, olhei para ela e falei:
— Porra, amor, você não imagina o que passou pela minha cabeça lá dentro!
A conversa continuou entre nós, com aquela liberdade que sempre fez parte do nosso relacionamento.
A volta para casa
No caminho de volta, continuamos trocando provocações e carícias. O clima entre nós estava diferente, e a lembrança da adega ainda me acompanhava.
Em determinado momento, os seios dela ficaram à mostra dentro do carro. Eu estava tomado pela adrenalina e pela vontade de prolongar aquela provocação.
Quando apareceu um motoqueiro, pensei em chamar a atenção dele para minha esposa. A situação me pareceu ousada, e fiquei imaginando qual seria a reação dele.
Aquele passeio tinha começado como uma simples compra de bebidas, mas agora estava cheio de lembranças e emoções que eu continuaria revivendo na cabeça.
Chegando em casa
Quando chegamos, as crianças estavam ocupadas jogando PS4. Fomos para o quintal em busca de um pouco de privacidade.
Eu ainda estava com a cabeça cheia de pensamentos sobre a adega, a saia curta e a mistura de ciúme e desejo que tinha sentido durante o passeio.
Aproximei-me dela, abracei minha mulher enfiei dedo na buceta dela e estava pingando.
— Porra, mulher, você me deixa maluco! — falei.
Ela era minha esposa, minha companheira e a mulher que continuava despertando em mim uma atração enorme.
No fim das contas, aquela ida à adega virou uma lembrança do caralho. Uma saída banal, uma roupa provocante e uma conversa entre marido e mulher foram suficientes para transformar um dia comum em uma história que ficou marcada na minha memória.

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