Olá meus AMORES, MELISSA aqui de novo. Desta vez, quero contar uma história que aconteceu há muito tempo atrás, mas que até hoje mexe com minha cabeça. Aconteceu em meados de 2016, no meu primeiro casamento. Fui casada com um cara, que era ruim de trabalho, gostava de dinheiro, mas não deu sorte na vida. Eu que praticamente sustentava a casa, enquanto ele ficava fazendo “bicos”, até se envolver com gente errada e fazer coisas erradas. Na época a gente tinha pouco mais de 4 anos de casados, havíamos acabado de comprar uma casinha num bairro simples da minha cidade, estava grávida de 6 meses, barrigão no pé da goela, já me preparando pra me afastar do trabalho pra cuidar da minha BB, quando chega a notícia que meu marido havia sido preso. Ele saiu pra fazer um trabalho no estado do Acre, mas não falou o que era, nem onde e nem quando voltava, somente foi. Daí chegou a notícia que ele havia sido preso. Tráfico. Foi pego com uma quantidade alta de substâncias proibidas. Ficou preso lá mesmo. Fiquei desnorteada, não sabia o que fazer, pra quem ligar. Ele estava em outro estado, eu preste a ganhar o neném, totalmente desamparada. Meu filho nasceu com o Pai encarcerado. Só depois de 3 meses de nascido, consegui ir até o estado vizinho pra visitar ele. Levei nossa filha, entrei num ônibus e viajei a noite toda. Já fazia mais de 6 meses que não via ele. Quando o vi, percebi a enrascada que ele se meteu, das acusações que pesavam sobre o ele e do tempo de cana que ele iria puxar, no mínimo 9 anos…. Na primeira visita ficou aquele clima de luto, clima pesado. Pois bem, voltei pra minha cidade, e fui cuidar da minha vida, e tentar buscar uma transferência pra ele cumprir a pena aqui na nossa cidade, e enquanto isso não acontecia, tinha que visitá-lo de 15 em 15 dias. Já fazia meses que não transava, estava subindo pelas paredes, me excitava com qualquer coisa. Ninguém sabia o que tinha acontecido, e quando perguntavam, só dizia que ele estava viajando a trabalho, sem dar muitas explicações. Na primeira vez que fui pra visita, fui de avião, juntei minhas milhas, e parti, deixei a BB com minha sogra, levei uma cesta com produtos que ele pediu, itens de higiene pessoal, cheguei ainda de madrugada na cadeia, esperei abrir, já tinha bastante mulheres na fila. Era dia de visita íntima. Não sabia como funcionava, esta tremendo. Estava na fase de amamentação, meus seios estavam enormes, maiores do que são, formigavam muito devido o excesso de leite, e como a neném não tinha vindo, não estava mamando, estava transbordando, a ponto de molhar a blusa a todo o momento, fazendo eu ter que usar algum paninho pra tampar os bicos do peito, evitando me sujar toda. Enfim, a fila começou a andar, as mulheres começaram a andar, e todas estavam agitadas, falando piadas, até sacanagem, do tipo “é agora que eu levo uma surra de pica” e essas baixarias adiante. Entrava um tanto de mulheres, a gente espera 45 minutos e depois entrava mais um tanto. Entrei no segundo lote. Estava usando um vestido até o joelho, calcinha preta simples, sutien preto, chegou a minha vez, primeiro passei pela inspeção, um policial e uma policial pediram pra eu levantar o vestido, fiquei morrendo de vergonha, o homem saiu da sala, ficou somente eu e a mulher, tirei a calcinha, sutien, meus seios estavam pingando leite. Ela pediu pra eu ficar na posição de CÓCORAS, fiquei, pediu para eu tossir enquanto estava na posição, ela botou uma luva, e tocou em mim. Confesso que estava tão Excitada com toda aquela novidade, com o fato de estar longe da minha cidade, num lugar onde ninguém me conhecia que estava excitada, minha buceta estava melada, meus seios estavam duros e doendo de tanto leite. Ela tocou levemente nas minhas partes, e deu um tapa na binha buceta e falou pra eu tossir de novo, eu tossi, e ela me mandou vestir a roupa e me direcionou para o lugar que eu tinha que ir. Era um bloco de quartos, feito para esse tipo de visita. Cada quarto, tinha 4 camas de solteiro, divididos apenas com lençol. Entrei, sentei na beira da cama, e fiquei olhando, observando aquele lugar, pensando, - Vim de tão longe pra fuder aqui. Logo meu marido chegou, tava com a barba raspada, muito magro, abatido, estava vestindo um calção e uma camiseta regata. Quando observei ao meu redor, os outros casais já estavam transando, o barulho das camas e os gemidos das mulheres foram me deixando totalmente excitada, algumas gemiam tão sem pudor que era inevitável não ficar excitada. Ele chegou, tirou o calção e cueca, tirou minha calcinha, e já foi metendo. Gozei na primeira botada. Foi papai mamãe mesmo, estava há meses sem sentir uma rola, olhei pro lada dava pra ver através dos lençóis se mexendo os homens fudendo suas mulheres. Do meu lado tinha um negão, comendo uma mulher da pele branquinha, dava pra ver o pau dele entrar e sair, e era um pau grande, ele comia ela e ficava me encarando. Meu marido tentou afastar lençol mas o negão abriu tudo e escancarou, meu marido deixou, e percebi que meu marido era apenas um “coitadinho” naquele lugar, ou ele fazia o que os caras mandavam ou ele morria da apanhar. Entendi a situação, e entrei no clima, meu marido me botou de quatro, fiquei tipo a um metro do negão, meu marido me comendo de quatro, afastei meu sutiem, deixei meus peitos livres, e o leite começou a pingar. O Negão só passava a língua nos beiços, como se estivesse provando. Outro gozo veio, gemi, gemi alto, aquilo surpreendeu meu marido, pois sempre fui comportadinha na foda, mas ali meio que me libertei, estava num quarto com outros casais, excitada, carente de pica, e só teria rola de novo talvez daqui a 15 dias, então gemia alto, escandalosamente, como as outras estavam fazendo. Só tínhamos 30 minutos pra aproveitar, e já tinha se passado quase o tempo todo, meu marido havia gozado, mas eu ainda estava excitada, queria gozar mais, precisava, não estava satisfeita. O negão se levantou foi até a porta e falou com o policial, alguma coisa, só sei que pra nós o tempo pulou para uma hora. Mas meu marido gozou rápido, fiquei frustrada, o negão do lado já tinha terminado, só estava nos assistindo, do nada ele falou pro meu marido; - Ô PV (era como meu marido era chamado lá dentro) , quer ajuda aí? Sua mina parece que precisa de um material mais robusto. Meu marido chamou ele de Senhor, percebi que ele era quem mandava ali, ele terminou, eu me arrumei, e saímos do quarto, nos despedimos e eu vim embora. Antes de sair, meu marido disse que umas pessoas iriam me procurar, que eu precisava arrumar algum dinheiro pra mandar pra ele, que ele precisava pagar umas contas para umas pessoas lá dentro, fiquei sem entender. Dias depois uns caras me ligaram, falaram que eram da CADEIA, que meu marido havia tomado dinheiro emprestado deles, que eu precisava pagar, era muito dinheiro, mas eu consegui pagar a primeira vez, por conta disso fiquei uns dois meses visitar ele. Meses depois consegui pegar o valor do meu 13º e fui visitar ele, dessa vez, levei nossa BB pra ele conhecer, nesse dia entrei, ele tava cheio de hematomas na cara, tinha levado uma surra. Alguma coisa aconteceu, se vc não tem dinheiro pra pagar os donos do bloco, vc morre ou apanha todo o dia, e os carcereiro não estão nem aí. Nesse dia da visita, entrei, vui revistava, mas hora de entrar para os quartos, meu marido me chamou no canto e disse que eu teria que pagar uma “conta” para o dono do bloco, só falou pra eu obedecer, pegou a BB e foi pro pátio, do nada um cara saiu me conduzindo até um quarto, que só tinha uma cama, era um quarto especial, era o quarto do NEGÃO. Ele já estava lá, me esperando. Olhei pra trás e meu marido com os OLHOS me pedindo pra salvar a vida dele, fiquei desnorteada, não sabia o que fazer, não deu tempo de pensar em nada quando já estava diante daquele homem, negro, quase “azul”, de etnia HAITIANO, já preso ali por vários anos, era o chefe dali, todos respeitavam e temiam ele, inclusive os policiais penais. Ele me puxou pela cintura, fiquei sem jeito, ele disse, - Fiquei pensando em vc desde a ultima vez que vc veio aqui dar pro seu maridinho maricas! Mandei ajeitar tudo pra vc ter um tratamento de princesa, e dependendo do que vc fazer, ele também vai receber um tratamento melhor -Nossa, aquilo já me colocou em uma encruzilhada, ele sentou na cama, e eu em pé, na frente dele, completamente perturbada, e sem saber o que fazer. Perguntei pra ele o que ele queria de mim. Ele respondeu. – Primeiro quero mamar, pois vi que vc tem bastante leite. Depois a gente vê o resto. Nossa, fiquei gelada, imaginando aquele homem me chupando, com aquela boca enorme, ele tinha sei lá quase um palmo de língua. Eu fui vestida nesse dia com uma calça moleton, confortável, pois saí do Aeroporto direto pra cadeia, nem deu tempo de me arrumar, mas por baixo estava usando um conjuntinho de renda preto, que nunca tinha usado, e fui vestida pro especialmente pro meu marido. Ele levantou minha blusa, afastou meu sutien, e caiu mamando nos meus peitos. Nossa, fiquei tremendo, minhas pernas bambearam, ele chupava com tanta força, que o leite saia com força. Ele mamou muito nos meus peitos. Depois de uns minutos, com meus peitos já quase secos, ele se fartou, abaixou a bermuda jeans que estava vestindo, sem cueca, e mostrou uma rola enorme, preta, parecia uma cobra, um troço esquisito, cheio de veias, meia torta, e cheirava muito forte, um cheiro de sexo, fiquei hipnotizada, ele mandou eu me abaixar e botar na boca. Obedeci, tentei botar na boca, mas não entrou, então fiquei lambendo, como se lambe um pirulito. Fui dando umas lambidas mais forte, mas rápida, ele se levantou, me deitou na cama, tirou meu moleton, me deixou só de lingerie, afastou minha calcinha e deu uma linguada na minha boceta, que jamais na vida tinha sentido uma sensação daquela, sendo praticamente fodida por uma língua, enorme, que foi entrando na minha buceta, que estava melada demais pra quem estava com medo. Ele percebeu minha excitação, e continuou enfiando a língua, não demorou, e gozei, soltei um pequeno esguicho. Estava morrendo de vergonha, mas gozando, com as mãos no rosto tapando meus olhos, olhei rapidamente pra ele, e vi o seu rosto todo melado, como se tivesse lambuzado com um óleo, era meu gozo, misturado com um pouco de urina. O homem parece que ficou louco, subiu na cama, cuspiu no pau e tentou meter direto, eu me afastei, pedi pelo amor de Deus pra ele usar preservativo, ele me deu um tapa na cara. Nossa, doeu. Comecei a chorar, ele me ameaçou, disse que iria matar meu marido se eu não colaborasse. Disse que daria pra ele, mas que seria apenas se ele usasse preservativo. Ele levantou, foi até a porta, chamou o guarda, e depois voltou com uma camisinha na mão. Falou pra mim; - É a única que tem, então põe direitinho, senão vou comer vc no pelo! Me senti pressionada, peguei a camisinha com cuidado e fui tentando colocar naquela rola, a camisinha era menor, não estava encapando coloquei, tentei puxar até a base mas ela não ia mais, ele foi ficando sem paciência, e disse, - Já chega, vai assim mesmo!!!. Ele ajeitou a camisinha, afastou a minha calcinha, levantou as minhas pernas, e cuspiu na minha buceta, e meteu, sem dó, sem piedade. Eu não gritei, eu ESTURREI, mas logo ele tampou minha boca, e continuou metendo. Estava totalmente entregue ali, não tinha o que fazer, apenas torcer pra aquele bárbaro não me machucar. Ele deitou, e pediu pra eu ir por cima, olhei pro pau dele, a camisinha ainda estava lá, sentei, guiei o pau dele pra dentro da minha buceta, que estava ENORME, inchada, mas muito melada, e fui sentando até ele entrar bem, quando já estava na metade, ele empurrou o resto, e falou pra eu cavalgar, comecei a cavalgar, e pular, e a rola entrando, milhões de pensamentos passavam na minha cabeça, e o tesão em todos els, meu marido lá fora, ouvindo eu gemendo, um homem negro estranho me fudendo com um pau sobrenatural, eu prestes a gozar, mas não podia demonstrar assim tão facilmente, não resisti, tirei a buceta do pau e dei uma senhora de uma esguichada, mijei tudo, mijei ele, mijei a cama, e gozei. Não tinha mais como esconder. Ele me colocou de quatro, e meteu de novo, cada estocada era um gemido, era uma gozada, o pau dele me preenchia totalmente, era como se alguém enfiasse um “braço” dentro de mim e mexesse lá dentro. Estava totalmente entregue, suando, molhada, minha buceta totalmente arrombada. Ainda de quatro ele começou a enfiar o dedinho no meu cuzinho. Aquilo foi novidade, pois meu marido em quatro anos ainda não havia comido meu cuzinho, apesar de ter dado para outro quando namorava, mas fazia anos que não dava, estava gostoso, já tinha gozado umas quatro vezes. Do nada, ele tira o pau da minha buceta, senti alguma coisa diferente, a camisinha saiu, e ficou na minha buceta, ele cuspiu no meu cuzinho, e colocou a cabecinha, entrou rasgando, tentei sair, tentei empurrar ele, ele só me disse, - Olha seu marido, ele pode passar o resto da semana na enfermaria! Me rendi, relaxei os músculos, e o cacete dele entrou, pelo menos a metade, entrou no meu cuzinho, que eu considerava virgem, pelo tempo que não dava ele. Ele empurrava, eu chorava, ele empurrava eu sentia uma dor desgraçada, mas ao mesmo tempo gostosa, me sentia uma PUTA, ali, em uma cadeia, dando meu cuzinho para um prisioneiro negro, fedido, pauzudo, mas que sabia foder uma mulher. Nesse momento meus seios já estavam cheios de leite novamente. Ele começou a meter com mais força e mais rápido, ao mesmo tempo apertando por trás meus seios, que jorravam leite, estava entregue, não tinha mais como disfarçar, ele tirava do meu cuzinho, botava na minha buceta, e vice e versa, gozei de novo, senti uns grunhidos diferente vindo dele, era o gozo dele se aproximando, não consegui fazer nada, numa dessas troca entre buceta e cuzinho ele meteu no meu cuzinho e gozou lá dentro. Nossa, quanto esperma aquele homem produziu, encheu meu rabo de gala. Quando ele tirou mo pau de dentro de mim, senti escorrer, melando o lençol da cama. Ele me deitou de lado, botou a cabeça nos meus peitos e começou a mamar, e dormiu. O guarda bateu na porta, ele levantou e disse pra eu me arrumar e ir ver meu marido, pois a hora da visita estava acabando. Me deu um numero de telefone pra eu ligar quando chegasse em casa, pra qualquer problema ligar que os problemas se resolveria. Corri no banheiro e me olhei no espelho. Nossa, eu estava toda descabelada, não tinha percebido, mas meus peitos estavam todos chupados, com marcas de chupões em todos os lugares. Sentei no vaso, e fiz força pra expelir toda a porra dentro de mim, me limpei com papel higiênico, pois não havia água, me recompus, pelo menos tentei, e fui ver meu marido, que estava no pátio com a nossa filha. A bichinha estava morta de fome, mas não queria dar de mamar pra ela, pois o negão imundo, havia chupado meus peitos, então dei uma mamadeira pra ela. Não quis conversar muito com ele, só me despedi, e fui embora, corri pro hotel, tomei um banho, e ainda havia porra dentro do meu cuzinho, que demorou pra sair. A noite peguei meu voo e voltei pra casa. Dias depois apareceu um b.o. pra eu resolver, tipo, cortaram minha energia e o banco queria tomar meu carro, liguei pro número que o negão me deu, e no mesmo dia dois homens de moto foram até minha casa e deixaram um envelope com dinheiro, que deu mais do que precisava pra resolver meus problemas. Fiquei super feliz, aliviada. Pensei muito no que aconteceu, estava torcendo pra que o processo de transferência do meu marido ficasse logo pronto, pois não queria mais voltar lá. Fiquei com medo, sei lá, de me apaixonar, de me tornar uma pessoa diferente, de gostar de viver assim. Mas ainda tive que voltar lá algumas vezes no ano seguinte, mas isso é uma história pra outros momentos;
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