ME descobrindo puta com minha irmã: De puta à comedor e de comedor à puta@!



Não é segredo, pelo menos não aqui rs, que eu amo me vestir de menina em segredo, né?
O que ninguém sabe, ou não sabia, é que eu tenho muitos problemas para ter ou conseguir roupas de meninas e foi a partir dessa necessidade que comecei a fuçar as coisas da minha irmã e fui descoberto, mas, para minha surpresa, fui muito bem acolhido.
Certa vez, estava eu de tarde, ajudando a colocar as roupas do cesto na máquina e as da máquina no varal.
Meus pais trabalhavam, minha irmã, com seus recém 18 aninhos completados estava no vôlei, meus irmãos na escola e no curso.
Como eu era o único em casa naquela tarde, fiquei responsável por alguns afazeres. Entre eles, as roupas.
Foi assim que descobri que minha irmã havia se tornado uma gostosa safada e que usava calcinhas pequenas, shortes de academia, e que, algumas calcinhas tinham o mel de quem já sente tesão há muito tempo.
Quando vi, cheirei e que aroma delicioso, aquele pedacinho de pano elástico, preto com renda na frente. Tinham outras tão lindas quanto, mas aquela chamou tanto a minha atenção que resolvi experimentar.
Coloquei as outras na maquina, peguei essa pretinha e um shortinho que ela usa pra malhar e vim para o banheiro, por causa do espelho enorme que tem na parede.
Ao vestir a calcinha, já comecei a me arrepiar, mas ao subir, para minha surpresa, ela entrou só um pouquinho. Quando me abaixei para pegar o shorts, a calcinha entrou de um jeito que nunca tinha sentido antes, me arrancando um gemido involuntário que me deixou desnorteado de tesão.
Me levantei e quando olhei no espelho, estava linda, perfeita e que tesão que eu fiquei da minha própria bunda.
Vesti o short e ao subir, a costura também entrou na bunda e deu uma empinada, deixando meu bumbum ainda mais gostoso.
Eu só não me dei conta que, nisso de me vestir e me sentir gostosa, não percebi que minha irmã havia chegado e estava no quarto dela, que é um pouco mais a esquerda do banheiro.
Então, saí toda me sentindo naquele shortinho e dei de cara com minha irmã que olhou pra mim, olhou pra baixo e me viu com o short dela, as alças da calcinha pra fora do shorts e olhou pra mim de novo e perguntou o que significava aquilo.

Sem reação, tentei voltar para o banheiro, quando ouvi ela dizendo: “Caralho! Como você ficou gostosa nesse shortinho!”.
Eu congelei e não tive mais reação. Eu tremia, suava, gelava, sentia que teria um troço ali, a qualquer momento, até que senti a mão de Rafaela passando por minha bunda, enquanto dizia: “Irmãozinho: Que bumbum guloso você tem! Que delicia que ficou, mas o short está errado. Deixa eu ajeitar...”
Ao dizer isso, ela puxou as laterais, levantando o short, o fazendo enterrar por completo na minha bunda, dividindo a frente como se eu não tivesse pau, encostando no meu cuzinho, que a essa hora já piscava incontrolavelmente.
Ela então disse: “Agora sim. Olha de delicia marcando a calcinha. Tenho certeza que qualquer um adoraria comer esse cuzinho!”
Ao falar, passou o dedo na fenda das minhas nadegas, onde estava a costura do shorte.
Involuntariamente, soltei um gemido abafado que fez ela reagir, bolinando meu cuzinho com o dedo, por cima dos shorts.
Comecei a perder a firmeza das pernas, quando ela me virou de frente e falou: “Que surpresa boa, uma putinha com tesão no cu dentro de casa. Vou te usar e será nosso segredo, mas ai de você se falar qualquer coisa pra alguém! ”
Rafa me pegou pelo braço e me levou para seu quarto e mandou rebolar pra ela, enquanto ela ficava sentada na cama, me alisando.
Eu estava na chuva, morrendo de medo e com tesão pelo toque que ela deu no meu cu e comecei a rebolar sensualmente lento.
Ela passava a mão em mim, dava tapas na minha bunda e tocava sua bucetinha ao mesmo tempo e aquilo passou de um medo para um tesão tão absurdo e incontrolável que acabei me entregando.
Parti pra cima dela lentamente, desfilando e rebolando com um andar de puta no cio, empurrei ela na cama e fui engatinhando sobre ela e ela começou a ficar ainda mais ofegante.
Montei em seu colo e comecei a rebolar sobre suas pernas, esfregando meu cuzinho na frente de sua bucetinha que já devia estar encharcada, já que vestia apenas uma saia-shorte e um top.
Ela tentou colocar sua mão na bucetinha, mas segurei as duas contra a cama e, chegando perto, cada vez mais lentamente, dei uma lambida de leve em sua boca e falei: “Vem maninha... Come sua irmãzinha putinha” e colei a boca na dela num beijo que nunca tinha dado antes.
Era um misto de línguas, salivas, suor, respiração ofegante e enquanto a beijava, continuava me esfregando nela, até que ela me jogou contra a cama, abriu minhas pernas, viu o inchaço que meu pau fazia no short, meteu a mão e o puxou pra fora.
Meu pau deu um salto e bateu em sua coxa.
Ela se abaixou e sem cerimonias, começou a chupar meu pau com fome de rola e de um jeito que não entendi como conseguiu, voltou a cutucar meu cuzinho por fora do shorts.
Eu gemia e me contorcia sentindo aquele tesão no cu e no pau ao mesmo tempo e rebolava involuntariamente.
Rafaela puxou meu short, mas deixou a calcinha, colocando ela de lado apenas.
Chupou meu pai e foi descendo, chupando meu saco, dando uma chupada gostosa no períneo e abocanhando meu cu com a mesma fome que tinha feito com meu pau.
Passou a chupar meu cu enquanto punhetava meu pau e quando viu que estava bem molhado e piscante, sem ne avisar, enfiou 2 dedos de uma vez só.
Eu contraí de dor e tesão, tentei sair, mas ela abocanhou meu pau novamente, enquanto iniciava um vai e vem, comendo meu cuzinho, até então, virgem.
Eu passei a gemer ainda mais e sentir a boca dela apertando meu pau em sua boca, chupar gostoso, enquanto comia meu cu que piscava cada vez mais nos seus dedos.
Foi então que num ato de pura ferocidade, Rafaela abandonou meu cuzinho, tirou seu shorts, encaixando sua buceta encharcada e vermelha no meu pau, engolindo completamente ele.
Meu pau escorregou tão gostoso pra dentro da bucetinha de Rafaela que eu nem pensei mais nada e comecei a meter e ela começou a gritar, rebolar e quicar e eu sentia meu pau ir fundo em sua buceta.
Ela se estremeceu e começou a ter espasmos, apertando ainda mais meu pau em sua buceta que começou a esquentar muito.
Após, caiu deitada sobre mim e em um ato de ultimas forças, começou a me beijar apaixonadamente, ainda com meu pau explodindo de duro dentro de si.
Foi então que ela começou a gemer pedindo para que eu gozasse dentro dela.
Aquilo me deu tanto tesão que comecei a meter forte e numa manobra, ela conseguiu puxar a minha calcinha de volta pra dentro da bunda, enfiando e pressionando meu cuzinho enquanto eu metia nela.
Aquilo turbinou meu tesão de um modo que mais uma sequência de metidas e eu já estava explodindo minha porra dentro da minha maninha.
Eu gozei tanto que senti meu pau inchar e cada pulsada dentro dela que gemia e rebolava com o pouco de força que restava e mesmo duro ainda, senti minha porra escorrendo pra fora dela, melando meu pau, escorrendo pela calcinha, melando também meu cuzinho.
Rafaela saiu do meu pau, deitou ao meu lado e, ainda de olhos fechados, falou: “Que piroca gostosa você tem, maninho... e que cuzinho você tem também. Da próxima vez a gente inverte e quem vai comer você gostoso sou eu. Enquanto isso, a gente pode brincar vez ou outra, porque amei você vestida assim. Será minha putinha e eu serei a sua. Nosso segredinho”.
E assim foi por longos anos, sem que ninguém descobrisse, até que um dos nossos irmãos...
AH! Isso eu conto numa outra hora. Rs
Beijus!

Foto 1 do Conto erotico: ME descobrindo puta com minha irmã: De puta à comedor e de comedor à puta@!

Foto 2 do Conto erotico: ME descobrindo puta com minha irmã: De puta à comedor e de comedor à puta@!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
ME descobrindo puta com minha irmã: De puta à comedor e de comedor à puta@!

Codigo do conto:
274745

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/10/2026

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