Sem reação, tentei voltar para o banheiro, quando ouvi ela dizendo: “Caralho! Como você ficou gostosa nesse shortinho!”.
Eu congelei e não tive mais reação. Eu tremia, suava, gelava, sentia que teria um troço ali, a qualquer momento, até que senti a mão de Rafaela passando por minha bunda, enquanto dizia: “Irmãozinho: Que bumbum guloso você tem! Que delicia que ficou, mas o short está errado. Deixa eu ajeitar...”
Ao dizer isso, ela puxou as laterais, levantando o short, o fazendo enterrar por completo na minha bunda, dividindo a frente como se eu não tivesse pau, encostando no meu cuzinho, que a essa hora já piscava incontrolavelmente.
Ela então disse: “Agora sim. Olha de delicia marcando a calcinha. Tenho certeza que qualquer um adoraria comer esse cuzinho!”
Ao falar, passou o dedo na fenda das minhas nadegas, onde estava a costura do shorte.
Involuntariamente, soltei um gemido abafado que fez ela reagir, bolinando meu cuzinho com o dedo, por cima dos shorts.
Comecei a perder a firmeza das pernas, quando ela me virou de frente e falou: “Que surpresa boa, uma putinha com tesão no cu dentro de casa. Vou te usar e será nosso segredo, mas ai de você se falar qualquer coisa pra alguém! ”
Rafa me pegou pelo braço e me levou para seu quarto e mandou rebolar pra ela, enquanto ela ficava sentada na cama, me alisando.
Eu estava na chuva, morrendo de medo e com tesão pelo toque que ela deu no meu cu e comecei a rebolar sensualmente lento.
Ela passava a mão em mim, dava tapas na minha bunda e tocava sua bucetinha ao mesmo tempo e aquilo passou de um medo para um tesão tão absurdo e incontrolável que acabei me entregando.
Parti pra cima dela lentamente, desfilando e rebolando com um andar de puta no cio, empurrei ela na cama e fui engatinhando sobre ela e ela começou a ficar ainda mais ofegante.
Montei em seu colo e comecei a rebolar sobre suas pernas, esfregando meu cuzinho na frente de sua bucetinha que já devia estar encharcada, já que vestia apenas uma saia-shorte e um top.
Ela tentou colocar sua mão na bucetinha, mas segurei as duas contra a cama e, chegando perto, cada vez mais lentamente, dei uma lambida de leve em sua boca e falei: “Vem maninha... Come sua irmãzinha putinha” e colei a boca na dela num beijo que nunca tinha dado antes.
Era um misto de línguas, salivas, suor, respiração ofegante e enquanto a beijava, continuava me esfregando nela, até que ela me jogou contra a cama, abriu minhas pernas, viu o inchaço que meu pau fazia no short, meteu a mão e o puxou pra fora.
Meu pau deu um salto e bateu em sua coxa.
Ela se abaixou e sem cerimonias, começou a chupar meu pau com fome de rola e de um jeito que não entendi como conseguiu, voltou a cutucar meu cuzinho por fora do shorts.
Eu gemia e me contorcia sentindo aquele tesão no cu e no pau ao mesmo tempo e rebolava involuntariamente.
Rafaela puxou meu short, mas deixou a calcinha, colocando ela de lado apenas.
Chupou meu pai e foi descendo, chupando meu saco, dando uma chupada gostosa no períneo e abocanhando meu cu com a mesma fome que tinha feito com meu pau.
Passou a chupar meu cu enquanto punhetava meu pau e quando viu que estava bem molhado e piscante, sem ne avisar, enfiou 2 dedos de uma vez só.
Eu contraí de dor e tesão, tentei sair, mas ela abocanhou meu pau novamente, enquanto iniciava um vai e vem, comendo meu cuzinho, até então, virgem.
Eu passei a gemer ainda mais e sentir a boca dela apertando meu pau em sua boca, chupar gostoso, enquanto comia meu cu que piscava cada vez mais nos seus dedos.
Foi então que num ato de pura ferocidade, Rafaela abandonou meu cuzinho, tirou seu shorts, encaixando sua buceta encharcada e vermelha no meu pau, engolindo completamente ele.
Meu pau escorregou tão gostoso pra dentro da bucetinha de Rafaela que eu nem pensei mais nada e comecei a meter e ela começou a gritar, rebolar e quicar e eu sentia meu pau ir fundo em sua buceta.
Ela se estremeceu e começou a ter espasmos, apertando ainda mais meu pau em sua buceta que começou a esquentar muito.
Após, caiu deitada sobre mim e em um ato de ultimas forças, começou a me beijar apaixonadamente, ainda com meu pau explodindo de duro dentro de si.
Foi então que ela começou a gemer pedindo para que eu gozasse dentro dela.
Aquilo me deu tanto tesão que comecei a meter forte e numa manobra, ela conseguiu puxar a minha calcinha de volta pra dentro da bunda, enfiando e pressionando meu cuzinho enquanto eu metia nela.
Aquilo turbinou meu tesão de um modo que mais uma sequência de metidas e eu já estava explodindo minha porra dentro da minha maninha.
Eu gozei tanto que senti meu pau inchar e cada pulsada dentro dela que gemia e rebolava com o pouco de força que restava e mesmo duro ainda, senti minha porra escorrendo pra fora dela, melando meu pau, escorrendo pela calcinha, melando também meu cuzinho.
Rafaela saiu do meu pau, deitou ao meu lado e, ainda de olhos fechados, falou: “Que piroca gostosa você tem, maninho... e que cuzinho você tem também. Da próxima vez a gente inverte e quem vai comer você gostoso sou eu. Enquanto isso, a gente pode brincar vez ou outra, porque amei você vestida assim. Será minha putinha e eu serei a sua. Nosso segredinho”.
E assim foi por longos anos, sem que ninguém descobrisse, até que um dos nossos irmãos...
AH! Isso eu conto numa outra hora. Rs
Beijus!

