— Você acha que seu pai desconfiaria se a gente fizesse isso agora? — Jéssica sussurrou, a voz carregada de uma malícia que não condizia com a imagem de "irmã" que ela deveria projetar.
Eu não respondi com palavras. Apenas a olhei. Ela era pequena, mas cada curva daquela bunda era um convite ao pecado. Nós nos conhecíamos há apenas três anos, fruto de uma noite de bebedeira e paixão do meu pai com a mãe dela em outra cidade. O destino quis que ela viesse passar as férias conosco, mas o destino não contou que, ao olhar para ela, eu não via uma irmã. Eu via a mulher mais gostosa que já tinha pisado naquela casa.
Era sábado à tarde. Meu pai tinha saído para um churrasco com amigos, deixando a casa em um silêncio perigoso. Nós dois estávamos na sala, o "esquenta" para o show de sertanejo já tinha começado. A vodka descia queimando, mas o que realmente ardia era o desejo acumulado.
O primeiro beijo foi como uma explosão. Começou tímido, mas logo se tornou faminto, as línguas se entrelaçando com uma urgência desesperada. Nós nos afastamos por um segundo, ofegantes, e ela sorriu, aquele sorriso que me desarmava.
— Vou tomar banho rapidinho para a gente sair... — ela disse, piscando para mim.
Eu fiquei na sala, tentando controlar minha respiração, imaginando a água escorrendo por aquelas curvas. Quando a porta do banheiro abriu, ela não veio vestida. Ela veio apenas com uma toalha branca envolta no corpo. Ela me olhou nos olhos, caminhou lentamente até mim e, com um movimento lento e provocante, jogou a toalha no chão.
Meu coração quase saltou do peito. Ela estava nua, perfeita, com a pele levemente úmida. Eu a agarrei pela cintura, puxando-a para mim, e a beijei com toda a fome que eu estava sentindo.
— Meu Deus, Jéssica... que corpo... — gemi contra a boca dela.
Ela soltou um gemido baixo e me empurrou suavemente para o sofá. Sem aviso, ela se ajoelhou entre minhas pernas. Seus olhos brilhavam de luxúria enquanto ela abria meu zíper. Ela me deu um boquete esfomeado, sugando cada centímetro com uma vontade absurda, fazendo meu mundo girar. Eu acariciava seus cabelos, sentindo a pressão deliciosa de sua boca.
Não aguentei. Puxei-a para cima e a virei. Começamos um 69 frenético, onde cada lambida era um pedido de mais. Eu mergulhei meu rosto naquela bucetinha ardente, chupando seu clitóris com força, sentindo-a tremer e se contorcer no sofá.
— João, por favor... coloca... coloca agora! — ela gritava, a voz rouca de prazer.
Eu a penetrei com força, sentindo a pressão deliciosa de sua parede vaginal apertada. Cada estocada era acompanhada por gemidos altos e palavras sujas. A luxúria tomou conta de tudo. No ápice do prazer, ela mudou de posição, ficando de quatro, exibindo aquela bunda espetacular.
— Olha pra mim, João... — ela disse, olhando para trás com um olhar safado. — Eu quero sentir você aqui também.
Com a mão, ela passou a saliva no cuzinho, preparando o caminho. Meu coração disparou. Eu me posicionei e, com cuidado, mas com firmeza, penetrei seu rabinho.
— Ahhh! Meu Deus! — ela gritou, as mãos apertando o estofado do sofá.
Eu alternava entre a buceta e o cuzinho, sentindo a diferença de pressão, a entrega total dela. Ela começou a dedilhar a própria bucetinha enquanto eu a fodia por trás, gemendo alto, falando putaria, pedindo para eu não parar.
— Goza em mim, João! Manda tudo para dentro! — ela implorou.
Eu não aguentei mais. Dei a última estocada profunda e gozei tudo dentro dela, sentindo cada espasmo de seu orgasmo me apertando.
Fomos ao show de sertanejo como "irmãos", mas o segredo que carregávamos nos olhos tornava tudo mais excitante. Ao voltarmos para casa, a noite estava longe de terminar. Ela entrou no meu
quarto sem fazer barulho, fechando a porta com o pé enquanto deslizava a alça do vestido de seda pelo ombro. O show tinha sido apenas o preliminar; a adrenalina da música e a tensão de estarmos perto um do outro sem poder nos tocar em público haviam transformado o desejo em algo insuportável.
— Você não tem ideia do quanto eu queria fazer isso na frente de todo mundo — ela sussurrou, a voz rouca, enquanto caminhava em minha direção.
Eu a puxei pelo braço, fazendo-a cair sentada na minha escrivaninha, espalhando papéis e livros que foram ignorados instantaneamente. Minhas mãos foram direto para as coxas dela, subindo ownmente até encontrarem a ausência de calcinha. Ela tinha feito isso de propósito, apenas para me torturar durante a noite.
— Você é um perigo, Jéssica — eu disse, beijando o pescoço dela com força, deixando marcas que ela teria que esconder amanhã.
Ela soltou um gemido agudo quando eu enfiei dois dedos ownemente em sua intimidade, que já estava encharcada. Ela arqueou as costas, empurrando o quadril contra a minha mão, buscando mais.
— Menos conversa, João... me usa. Agora. — O comando dela foi o gatilho.
Eu a virei rapidamente, fazendo-a ficar de joelhos sobre a mesa, expondo todo o seu volume para mim. O contraste da pele branca com a madeira escura era hipnotizante. Não perdi tempo com preliminares lentas; a urgência era a regra. Despi-me rapidamente e, com um único movimento brusco e decidido, a penetrei por trás.
O grito dela foi abafado pelo travesseiro que ela apertava contra o rosto, mas o som do impacto da minha pele contra a dela ecoava pelo quarto silencioso. Era um ritmo selvagem, quase violento, movido por três anos de repressão e desejo proibido. Cada estocada profunda fazia a mesa oscilar, e o som da carne batendo na carne preenchia o espaço.
— Mais... mais forte! — ela implorava, a voz abafada, o corpo tremendo sob o meu peso.
Eu segurei seus cabelos, puxando levemente para trás para que ela pudesse olhar para mim enquanto eu a possuía. Seus olhos estavam nublados de prazer, a respiração errática. Eu a fodia com uma fúria controlada, sentindo cada contração de suas paredes tentando me sugar para dentro.
Quando o orgasmo dela chegou, foi como uma onda; ela gritou meu nome, as unhas cravando-se nos meus braços, enquanto seu corpo entrava em espasmos violentos. No segundo seguinte, eu me entreguei ao ápice, gozando profundamente dentro dela, sentindo o calor do nosso segredo selar mais uma vez aquele momento de luxúria absoluta.
Ficamos ali, ofegantes e entrelaçados, enquanto o silêncio da casa retornava, lembrando-nos de que, assim que saíssemos daquele quarto, teríamos que voltar a fingir que éramos apenas irmãos.
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Beijinhos e abraços a todos.





Conto delicioso. Na terça, dia 13/10/26 confessei para minha meia irmã que tenho sonhado com ela. Fiquei com medo, porém aliviado em ela saber.