Onde tudo começou: primos e vizinhos na punheta



Fala, galera! Tudo tranquilo com vocês?

Acompanho o site há um tempo e somente hoje criei coragem de contar um pouco das minhas experiências por aqui. Espero que gostem das histórias e, quem sabe, até gozem Kkkkk.

Pra quem ainda não me conhece, tenho 29 anos, sou de uma cidade do interior de Roraima, branco, casado com uma mulher muito gostosa, mas sempre curti um cuzinho de macho, uma rola grossa de 18 cm, da cabeça rosinha. Os carinhas e as mulheres que já provaram, sempre voltam. Corpo de paizão, barriguinha de chop, mas uns braços e pernas grossas da época que era mais ativo na academia, peludo, mas aqueles pêlos baixo, rabão redondinho. Sou um cara que gosta de sexo, de experimentar coisas novas e que tem um lado safado que nem todo mundo conhece.

Mas vamos ao que interessa!

Esse primeiro relato aconteceu quando eu ainda era adolescente. Pensei em contar tudo em ordem cronológica, mas, conforme eu for lembrando das histórias e das experiências que vivi, vou compartilhando com vocês.

Achei bacana começar justamente por onde tudo começou, pela época em que eu ainda estava tentando entender algumas coisas sobre mim.

Sempre tinha minhas namoradinhas e levava uma vida normal de adolescente. Nunca tinha parado pra pensar muito sobre meus desejos e muito menos imaginado que, algum dia, estaria aqui contando essas histórias. Se alguém me perguntasse naquela época sobre o assunto, provavelmente eu ficaria sem jeito e mudaria de conversa.

O que eu não sabia era que algumas situações ficariam guardadas na minha cabeça por muito tempo.

Eu devia ter uns 15 anos quando aconteceu uma das primeiras coisas que me fizeram pensar de um jeito diferente sobre tudo isso.

Naquela época, eu andava bastante com meu primo Rafael e Ricardo, e com alguns vizinhos. Era aquela coisa de adolescente: brincar, conversar, jogar videogame e ficar de bobeira. A gente não tinha muita preocupação com a vida, e quase sempre acabava encontrando alguma coisa pra fazer.

Até que, um dia, acabei pegando Rafael, Ricardo e alguns dos vizinhos assistindo um pornozão e se acabando na punheta. Eles até se assustaram, era moleque debaixo da cama, em pé, deitado, punheteiro pra todos os lados daquele quarto, eles aproveitaram que os meus tios estavam no trabalho.

Confesso que fiquei surpreso. Nunca tinha presenciado uma situação daquelas tão de perto, então preferi sair e fingir que nada aconteceu, eu era o mais novo da turma. Só que, mesmo depois de ir embora, fiquei pensando no que tinha acontecido.

Não sabia explicar direito o motivo, mas aquela lembrança não saía da minha cabeça.

Depois disso, comecei a reparar mais no Rafael. Quando surgia uma oportunidade, eu tentava me aproximar um pouco mais, soltava alguma indireta ou procurava perceber se ele notava alguma coisa diferente em mim. Só que, ao mesmo tempo, batia um medo danado de ele perceber minhas intenções e sair contando pros outros.

Naquela idade, a gente tem medo de muita coisa, né? E eu não queria virar assunto entre os vizinhos, muito menos ter que explicar algo que nem eu mesmo entendia direito.

No fim das contas, não rolou nada entre nós. Com o tempo, fiquei com a impressão de que ele talvez tivesse comentado alguma coisa com os outros meninos, mas nunca tive certeza. O fato é que aquela história acabou ficando pra trás, pelo menos aparentemente.

Até que, algum tempo depois, aconteceu outra situação que me marcou.

Um dos vizinhos, o Leonardo, que todo mundo chamava de Léo, apareceu lá em casa pra jogar videogame. Ele era mais velho do que eu, devia ter uns 17 ou 18 anos, era baixinho, mas devido o futebol, ele tinha um corpo todo malhado, dava inveja, pois eu era magrinho, ainda estava naquela fase de crescimento em que a gente começa a reparar nas diferenças entre o próprio corpo e o dos outros.

A gente ficou jogando e conversando normalmente. Só que, depois de um tempo, comecei a perceber que ele estava meio inquieto, mudando de posição toda hora e parecendo desconfortável.

No começo, nem dei muita atenção. Continuei jogando, até que percebi algo que me deixou sem jeito e me fez pensar que talvez ele soubesse que eu estava reparando nele, um puta de um volume, pau durasso e dando aquela marcada na bermuda, foi aí que entendi o motivo da inquietação.

Em determinado momento, demos uma pausa e eu fui buscar água e ele veio atrás. Foi quando se aproximou de mim e me deu uma sarrada que me pegou de surpresa.

Eu fiquei sem saber como reagir.

Depois, ele voltou a se aproximar e perguntou se eu toparia dar uma mamada. Na mesma hora, minha cabeça virou uma confusão. Eu nunca tinha passado por uma situação daquelas e não sabia o que responder.

Acabei dizendo que não.

Por dentro, estava nervoso pra caramba. Não sabia se tinha entendido direito o que estava acontecendo, nem como deveria agir dali pra frente. Era muita coisa nova pra processar de uma vez, e eu ainda não tinha maturidade pra conversar abertamente sobre aquilo.

Pouco depois, Léo perguntou se poderia pelo menos se esfragar em mim, fomos pro quarto, deitei na cama de bruços e ele ficou se esfregando, teve um momento que eu vi o pau dele, bem maior que o meu, eu tinha uns 14cm na época e ele devia ter uns 18cm bem grossinho, bem rosado igual o meu. Ele conseguiu encaixar na portinha do meu cuzinho, mas acredito que ele ficou com medo de ir além e bateu uma ali em cima de mim mesmo, lembro que ele gozou bastante, fiquei todo melado de porra, ele só se vestiu e foi embora.

Só que a história teve mais um capítulo naquele mesmo dia. O irmão dele, Leandro, apareceu lá em casa logo em seguida, até hoje acho que foi algo combinado entre eles. Ele também acabou se aproximando de mim de uma maneira que me deixou desconcertado, ele foi bem mais direto, já foi logo sarrando. Mais uma vez, fiquei sem saber como agir. E tudo isso dessa forma mesmo, sem diálogo, estava evidente que eles haviam conversado sobre isso e sabiam que eu estaria sozinho em casa.

Leandro perguntou se poderíamos ir para o quarto, eu somente consenti e seguimos. Deitei na mesma posição, e ele só veio por cima e começou a sarrar, teve um momento que toquei naquele pau, a primeira vez que toquei em um pau sem ser o meu, se o do Léo já achei grande, do Leandro era maior ainda e bem mais grosso, certeza que ele tinha uns 20 cm ou mais e grosso, bem rosado. Quando toquei percebi que o cacete dele estava todo babado, ele pediu pra eu colocar em direção a entrada do meu cuzinho, foi tentando meter, mas acabou desistindo também, pois eu gemia, mas não era de prazer. Leandro não gozou, apenas vestiu a roupa e foi embora.

Fui dormir com a cabeça cheia de perguntas.

Hoje, olhando pra trás, percebo como aquela época foi cheia de dúvidas. Eu estava começando a entender meus sentimentos, tentando descobrir o que fazia sentido pra mim e morrendo de medo de que alguém percebesse minhas inseguranças.

Não foi uma descoberta que aconteceu de uma hora pra outra, nem uma coisa que eu consegui compreender naquele momento. Foi um processo, cheio de perguntas e lembranças que só fui entender melhor com o passar dos anos.

E é justamente por isso que resolvi começar por aqui.

Ainda tenho muita história pra contar, galera. Essa foi só uma das primeiras lembranças de uma época em que eu nem imaginava quantas coisas ainda iria descobrir sobre mim mesmo.

Conforme eu for lembrando de outros episódios, volto aqui pra compartilhar com vocês.

Um abraço pra quem leu até aqui e até a próxima!

— O Inconfessável.

Foto 1 do Conto erotico: Onde tudo começou: primos e vizinhos na punheta


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Ficha do conto

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oinconfessavel

Nome do conto:
Onde tudo começou: primos e vizinhos na punheta

Codigo do conto:
274821

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/10/2026

Quant.de Votos:
3

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