Desejo em Família: Eu minha mãe e minha irmã



Desejo em Família: Eu minha mãe e minha irmã

— Acho melhor a gente parar... teu irmão vai dormir aqui — disse minha mãe, com aquela voz aveludada que sempre me deixou inquieto.

Estávamos voltando de um show, eram três da manhã. Eu dirigia, exausto, mas meus sentidos estavam alertas. Do meu lado, minha mãe, loira, com aquele corpo escultural que o tempo e o silicone nos 35 anos apenas aperfeiçoaram; atrás, minha irmã Mary, uma ninfeta inquieta, jogada no banco com um sorriso malicioso.

— Mas onde nós vamos parar? Um hotel por aqui é caro... — reclamou Mary.

— A gente pode parar num motel... tem uns que fazem promoção — sugeri.

Mary soltou uma risadinha safada.
— Hahaha claro, né, safado... vão te ver com duas gostosas chegando num motel...

— Eu tenho sorte, só isso — respondi, sentindo meu corpo reagir à proximidade delas.

Entramos no primeiro motel que vimos. O lugar era meio "salgado", o que deixou minha mãe nervosa, mas assim que a porta do quarto se fechou, a tensão mudou. Havia uma cama gigante e, do outro lado, uma banheira de hidromassagem fumegante. Mary não perdeu tempo.

— Ah... eu vou aproveitar essa hidro! — ela gritou, despidos-se em segundos.

Ficou pelada na minha frente. Aquela bucetinha lisinha, rosada e brilhante. Minha mãe tentou intervir:
— Porra, Mary... teu irmão tá vendo tu pelada...

— Grandes coisa, a gente é família, relaxa! — Mary provocou, olhando para mim com luxúria. — Vem, mano... tira a roupa... ou vai entrar assim?

Eu comecei a me despir. Quando fiquei só de cueca, meu pau já estava latejando, armado, rasgando o tecido. Mary notou na hora.
— Vai... tira a cueca...

— Não... a cueca eu posso ficar sem depois — tentei ser cauteloso.

— Ah, mano... eu tô pelada... você vai me deixar pelada sozinha?

Olhei para minha mãe, buscando um limite, mas ela sorriu.
— Grandes coisa, Beh... você tá vendo ela pelada...

Eu me soltei. Meu pau saltou para fora, imponente. Mary soltou um assobio.
— Caralho... olha, mãe... o Beh tem um rolão! Hahaha.
— Éh filha... teu irmão é um cavalo — a mãe riu, mas seus olhos brilhavam de desejo.

A atmosfera ficou elétrica. Mary, a provocadora, levou a mãe para a hidro.
— Vem, mãe... a gente faz caber.

Enquanto a água subia, minha mãe começou a tirar a roupa. Ela não era lisinha como a irmã; tinha pelos aparados, um visual maduro e quente.
— Não precisa olhar muito, Beh... eu não sou lisinha como a tua irmã...

Mary, rindo, pegou um barbeador na pia.
— Ah não, mãe... vamos fazer esse "bigode" aí. Beh, o que tu gosta? Um coração?

— Ah... tem umas mulheres que fazem um coração... — respondi, hipnotizado.

Minha mãe sentou na beira da hidro, abrindo as pernas, expondo sua intimidade para nós dois. Mary começou a raspar, com cuidado, enquanto seus dedos brincavam com o clitóris da nossa mãe.
— Porra, Mari... tá raspando ou me masturbando? — a mãe gemia, arqueando as costas.

Quando o coração ficou pronto, Mary se levantou e olhou para mim.
— Olha a raba da mãe, mano... tu deve estar morrendo de tesão pra nos comer, né?

— Eu tô me segurando... — confessei.

— Relaxa... eu dei umas cutucadas na mãe... ela tá bem molhadinha — Mary disse, e num movimento rápido, ajoelhou-se e meteu meu pau na boca dela.

Aquelas sugadas eram famintas. Eu senti a língua dela deslizando por todo o comprimento. Minha mãe assistia a tudo, respirando fundo.
— Que porra é essa? — ela perguntou, mas não parecia brava; estava excitada.

Mary tirou meu pau da boca com um estalo.
— Ahhh... que delícia de começo — Mary suspirou, lambendo os lábios com um olhar predatório.

Ela não se afastou. Ficou ali, ajoelhada, com o rosto a centímetros do meu pau, enquanto olhava para a nossa mãe, que ainda estava sentada na borda da hidro, com as pernas abertas e a intimidade recém-lapidada, brilhando sob a luz do quarto.

— Mãe, olha pra ele... ele está quase explodindo — provocou Mary, deslizando a mão delicadamente pela base do meu membro, fazendo-me soltar um gemido baixo. — Você não acha que ele merece um prêmio por ter aguentado a viagem toda em silêncio?

Minha mãe soltou um riso anasalado, mas seus olhos estavam fixos no meu pau, com uma fome que ela não conseguia mais disfarçar. Ela deslizou a mão pela própria coxa, sentindo a umidade que Mary havia provocado minutos antes.

— Você é muito atrevida, Mary... — disse a mãe, mas a voz estava rouca, carregada de desejo. — Mas acho que você tem razão. O Beh cresceu... e ficou um homem feito.

Nesse momento, Mary se levantou lentamente, mas não se afastou de mim. Ela pegou a mão da nossa mãe e a guiou até mim. A mão da minha mãe, quente e macia, fechou-se em volta do meu pau, apertando com uma força que me fez arquear as costas. O contraste era surreal: a filha ao meu lado, a mãe me tocando, ambas me cercando com aquele perfume doce e inebriante.

— Veja só... — sussurrou minha mãe, deslizando a mão para cima e para baixo, sentindo cada veia pulsando. — Está tão duro que chega a doer, não está, filho?

— Está... porra, eu não aguento mais — confessei, a voz saindo como um rosnado.

Mary, vendo que o clima havia atingido o ponto de ebulição, não perdeu tempo. Ela abraçou minha mãe por trás, beijando seu pescoço enquanto as mãos da mãe continuavam a me masturbar. Foi um movimento coordenado de luxúria. Mary sussurrou no ouvido dela:
— Deita na cama, mãe... deixa que eu ajudo o Beh a te dar o que você está querendo.

Minha mãe obedeceu, caminhando até a cama gigante com um andar provocante. Ela se jogou de costas, abrindo as pernas e revelando aquele "coração" perfeitamente raspado, convidando-nos ao pecado.

Eu não precisei de segunda ordem. Avancei sobre elas. Mary se ajoelhou ao meu lado, beijando meu peito e sussurrando frases obscenas no meu ouvido, enquanto eu me posicionava sobre minha mãe.

— Agora... — disse minha mãe, com a respiração ofegante e os olhos brilhando — ...mostra para a gente quem é o dono dessa casa.

Eu não respondi com palavras. Eu respondi com o corpo, mergulhando naquele desejo proibido, sentindo que aquela noite era apenas o começo de algo muito mais profundo e pecaminoso.

O silêncio do quarto foi substituído por um coro de respirações pesadas e o som da carne batendo contra a carne. Quando finalmente me encaixei nela, senti um choque elétrico percorrer minha espinha. Minha mãe soltou um grito abafado, as unhas cravando-se nos meus ombros, enquanto seus olhos se reviravam de prazer.

— Meu Deus, Beh... — ela gemeu, a voz quebrada. — Você está... tão grande... preenche tudo.

Enquanto eu me perdia na profundidade e no calor dela, Mary não ficou apenas observando. Ela se posicionou ao meu lado, como uma pequena e voraz cúmplice. Seus seios apertados roçavam meu braço, e sua mão desceu para o ponto onde nossos corpos se fundiam, estimulando o clitóris da nossa mãe com precisão cirúrgica.

O ritmo tornou-se frenético. Eu não conseguia mais pensar em limites ou em parentesco; naquele momento, éramos apenas três seres movidos por um desejo visceral e proibido. Cada estocada era como um golpe de martelo, ecoando a urgência de anos de tensão subliminar que finalmente estouravam.

— Olha para ela, Beh... olha como ela está gostando de você — Mary sussurrou, a voz carregada de malícia, enquanto subia a mão para a minha boca, provocando-me.

Eu olhei. Vi o rosto da minha mãe transfigurado pelo orgasmo que se aproximava. Ela estava delirando, as pernas envoltas na minha cintura, puxando-me para dentro dela como se quisesse me fundir ao seu próprio corpo.

— Mais... mais forte! — ela implorou, arqueando as costas.

Nesse ápice, Mary decidiu que não queria mais ser apenas espectadora. Ela deslizou para baixo, beijando minha barriga e, num movimento fluido, começou a usar a língua para provocar a intimidade da mãe, criando um circuito de prazer que me deixou zonzo. O calor da hidromassagem ainda pairava no ar, mas o fogo real estava naqueles corpos entrelaçados.

Senti o espasmo final chegando. O prazer era tão intenso que beirava a dor. Com um último impulso vigoroso, eu me entreguei completamente, sentindo a parede interna da minha mãe contrair-se violentemente ao redor de mim.

— Ahhh! — nós três soltamos um grito quase uníssono, um desabafo de luxúria que preencheu o quarto.

O silêncio que se seguiu foi pesado, interrompido apenas pela respiração ofegante. Ficamos ali, amontoados na cama, a pele colada e suada. Minha mãe encostou a cabeça no meu peito, exausta, enquanto Mary sorria, vitoriosa, aninhada ao meu lado.

— E agora? — Mary perguntou com a voz suave, mas os olhos ainda brilhando.

Minha mãe deu um beijo lento no meu ombro e sussurrou:
— Agora nós sabemos que esse motel tem promoções ótimas... e que nós vamos voltar muitas vezes.

A partir daquela noite, o mundo exterior tornou-se meramente decorativo. Para nós três, a realidade agora era medida em intervalos de tempo entre um encontro e outro. O "calendário secreto" surgiu como uma necessidade visceral: datas marcadas discretamente em agendas digitais, disfarçadas de compromissos de trabalho ou consultas médicas, mas que na verdade eram os marcos do nosso vício compartilhado.

A casa, que antes era o cenário da normalidade e das convenções familiares, transformou-se em um santuário de luxúria. Bastava a porta da frente bater e a tranca girar para que as máscaras de mãe, filha e irmão caíssem, dando lugar a uma simbiose erótica onde a única regra era a satisfação mútua e absoluta. Não existia mais "certo" ou "errado", apenas o calor da pele e a fome incessante.

Nossos encontros evoluíram para algo mais profundo. Já não bastava o básico; queríamos explorar cada centímetro de pele, cada orifício, cada tremor. O sexo tornou-se nossa linguagem principal.

Lembro-me de uma tarde específica, onde o sol entrava pelas frestas da cortina do quarto. Minha mãe estava deitada, as pernas abertas, oferecendo-se com uma entrega total. Eu me ajoelhei entre elas, mergulhando o rosto naquela intimidade perfumada. Comecei com chupadas lentas, focando todo o meu prazer no clitóris dela, sugando com força enquanto sentia as coxas dela tremerem e apertarem meu rosto. Ao mesmo tempo, Mary, movida por um desejo equally voraz, posicionou-se atrás de mim, descendo a mão para me guiar enquanto ela mesma se masturbava, gemendo ao ver a cena.

— Ele sabe exatamente onde apertar, não sabe, mãe? — Mary sussurrou, a voz carregada de luxúria, antes de se inclinar e começar a lamber o cuzinho da mãe, criando um ritmo frenético de estímulos que deixou as duas em êxtase.

A tensão subiu para um nível insuportável. Eu me levantei, o pau latejando, quase dolorido de tanta ereção. Foi então que decidimos ir além. Minha mãe, com um olhar de desafio e entrega, posicionou-se de quatro, expondo a raba esculpida. Foi a primeira vez que tentei a penetração anal. Com todo o cuidado do mundo, usando bastante lubrificante e a paciência de quem deseja o ápice, comecei a entrar.

— Ahhh... meu Deus... — ela gemeu, a voz saindo como um sussurro agonizante de prazer.

A sensação de aperto do cuzinho era surreal, um calor comprimido que me fazia querer gozar instantaneamente. Eu alternava a posição: ora mergulhava no cuzinho, sentindo a pressão deliciosa, ora recuava para mergulhar na bucetinha encharcada, fazendo um jogo de entrada e saída que levava as duas ao limite.

Enquanto eu a possuía, Mary não ficava parada. Ela se ajoelhou à minha frente, engolindo meu pau em boquetes esfomeados sempre que eu recuava da mãe, alternando a sucção da boca com a pressão do ânus. Era um ciclo infinito de prazer.

O clímax chegou como uma avalanche. Eu senti as contrações da minha mãe no cuzinho, enquanto Mary sugava meu membro com uma intensidade desesperada. Eu não consegui mais me segurar. Gozei profundamente, sentindo cada pulsação do meu corpo se esvaziar dentro dela, enquanto Mary recebia a última descarga de prazer em sua boca, engolindo tudo com um sorriso de satisfação.

Ficamos os três ali, exaustos, suados e completamente entregues. A barreira entre nós havia desaparecido; não éramos mais apenas família, éramos um círculo fechado de desejo, onde ninguém mais no mundo conseguiria satisfazer aquele vício compartilhado.

Foto 1 do Conto erotico: Desejo em Família: Eu minha mãe e minha irmã

Foto 2 do Conto erotico: Desejo em Família: Eu minha mãe e minha irmã

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Desejo em Família: Eu minha mãe e minha irmã

Codigo do conto:
274827

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/10/2026

Quant.de Votos:
1

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