O Desejo de Pertencer á Minha Mãe de todas as formas possíveis.



O Desejo de Pertencer á Minha Mãe de todas as formas possíveis.

"Você não tem ideia do quanto eu desejava que você me olhasse assim, como um homem, e não como um filho", ela sussurrou, a voz rouca de desejo, enquanto sua mão apertava minha ereção através do tecido da bermuda.

Tudo começou com aquela tensão insuportável. Eu passara a vida inteira observando-a — a curva dos seios, o balanço dos quadris, a pele loira e macia. Eu era um prisioneiro do meu próprio desejo, alimentando-me de vislumbres rápidos no banho ou trocas de roupa. Mas naquela noite, após os coquetéis e a visita da amiga, a barreira do tabu simplesmente desmoronou.

No sofá, o beijo aconteceu. Não foi um beijo de mãe e filho; foi um choque de luxúria. Quando senti a mão dela deslizar por minha coxa, meu corpo inteiro entrou em combustão.

— Puta que pariu... você quer isso mesmo? — eu gemi, enquanto abria o sutiã dela, revelando aqueles seios fartos e mamilos já endurecidos, implorando pelo meu toque.

— Eu quero que você me possua, seu bobo — ela riu, aquele sorriso malicioso que me deixou louco. — Quero que você sinta cada pedaço do meu corpo.

Eu não esperei mais. Meus dedos mergulharam naqueles pelos loirinhos, encontrando a buceta mais molhada que eu já imaginei. Eu a explorei com fome, sentindo a textura aveludada, deslizando os dedos do clitóris até o anel do cuzinho, que já estava úmido de excitação. Ela arqueou as costas, soltando um gemido alto.

— Ai, caralho! Isso... continua me tocando assim!

Ela desceu rapidamente, abocanhando meu pau com uma fome voraz. Era um boquete esfomeado, sugando com força, a língua dançando ao redor da cabeça do meu membro. Eu não aguentei a pressão; gozei tudo em sua boca, sentindo cada espasmo. Ela não recuou; engoliu cada gota, sorrindo enquanto me chamava de bobo.

— Agora é a minha vez de te comer — ela provocou, mas eu já estava com o pau duro novamente.

— Fica de quatro. Agora! — pedi, a voz grossa de desejo.

Ela obedeceu instantaneamente, apoiando as mãos no sofá e empinando aquela bunda magnífica. Eu me agachei, mergulhando o rosto naquela região divina. Comecei a chupar seu clitóris com vigor, alternando com lambidas longas e úmidas que iam da buceta até o cuzinho. Ela gemia, gritando own prazer:

— Isso! Chupa tudo, meu menino! Que delícia dos deuses!

Em um movimento fluido, ela se virou e me puxou para um 69 frenético. Enquanto minha língua explorava as profundezas de sua intimidade, ela se dedicava ao meu pau com uma calma torturante, engolindo cada centímetro enquanto eu sentia o calor de sua buceta molhando meu rosto.

A tensão atingiu o ápice. Eu a coloquei de quatro novamente, mas desta vez, não queria apenas a língua. Posicionei meu pau na entrada de sua buceta e empurrei com força.

— AI! ISSO! — ela gritou. — É disso que eu precisava! Um pau de verdade me fodendo!

O ritmo tornou-se animal. Eu a possuía em todas as posições: de quatro, sentada em cima de mim, no clássico papai-e-mamãe. A cada estocada, eu beijava seus seios, chupando-os enquanto a fodia com violência e amor. Ela gozou várias vezes, as paredes de sua buceta apertando meu pau em espasmos deliciosos.

No auge da luxúria, tentei algo novo. Deslizei meu membro para a entrada apertada de seu cuzinho. Foi uma penetração lenta, sentindo a resistência inicial e depois a entrega total. Ela soltou um grito de prazer puro, sentindo a pressão do meu pau no seu rabo rosadinho.

— Me fode assim! Me fode todo, meu filho!

Terminamos a jornada na ducha, a água lavando o suor e o esperma.


A água morna escorria por nossos corpos, mas não era suficiente para apagar o fogo que ainda consumia cada centímetro de pele. Eu a prensava contra os azulejos frios do box, criando um contraste violento com o calor emanando de nossas coxas entrelaçadas. Ela soltava risadinhas ofegantes, aqueles sons pequenos e maliciosos que me faziam querer devorá-la novamente.

— Você é um animal... — ela sussurrou, deslizando as mãos molhadas pelos meus ombros, descendo até apertar meu peito. — Um animal delicioso.

Eu não respondi com palavras. Apenas a ergui, sentindo o peso de seus seios pressionando meu peito enquanto ela envolvia as pernas ao redor da minha cintura. A fricção da pele molhada era quase elétrica. Eu a beijei com urgência, um beijo que misturava a saliva doce com o gosto do suor, enquanto minha mão descia para buscar aquela entrega total que ela me oferecia.

Encontrei sua intimidade ainda pulsante, aberta e faminta. Sem aviso, a ergui mais um pouco e a encaixei em mim, sentindo o vácuo perfeito de sua buceta me abraçar com uma força que quase me fez perder o fôlego. Soltamos um gemido sincronizado, um eco que reverberou pelas paredes do banheiro.

O ritmo na ducha era diferente: mais lento, mais profundo, quase coreografado pelo som da água batendo no chão. A cada estocada, meus olhos encontravam os dela, e vi ali não apenas a luxúria, mas a cumplicidade de um segredo que agora nos pertencia. Ela jogou a cabeça para trás, expondo o pescoço, e eu aproveitei a oportunidade para morder levemente a pele macia de seu ombro, fazendo-a arquear o corpo e apertar minhas costas com as unhas.

— Mais... por favor, mais... — ela implorava, a voz quase sumindo entre os suspiros.

Eu acelerei o passo, as batidas dos nossos corpos criando uma percussão visceral. O prazer estava beirando o insuportável. Senti a contração final de sua vagina, aquele aperto rítmico que sinalizava que ela estava gozando novamente, e isso foi o gatilho para que eu também me entregasse. Gozei dentro dela com força, sentindo cada espasmo de prazer percorrer minha coluna, enquanto ela gritava meu nome, não mais como quem educa, mas como quem deseja ser possuída.

Lentamente, nos afastamos. O silêncio voltou a reinar, quebrado apenas pelo gotejar da água. Ficamos ali, abraçados sob o chuveiro, a respiração voltando ao normal.

— O que a gente faz agora? — ela perguntou, com um sorriso malicioso nos lábios.

Eu a olhei, sentindo o sangue ainda pulsar em minhas veias, e sorri de volta.

— Agora, a gente decide como vai ser a próxima vez.

A sensação de plenitude era quase hipnótica. Enquanto a água morna terminava de lavar nossos corpos, o silêncio do banheiro tornou-se denso, carregado por aquela eletricidade que só existe entre duas pessoas que acabaram de cruzar uma linha sem volta. Eu ainda sentia o tremor nas pernas dela, a prova física do êxtase que havíamos compartilhado.

Ela se encostou no azulejo, deslizando a mão pelo próprio ventre, e me olhou com uma profundidade que me deixou desarmado. Não era mais apenas desejo carnal; havia ali uma aceitação, uma espécie de reconhecimento mútuo de que aquele "pecado" era, na verdade, a coisa mais natural do mundo para nós dois.

— Sabe... — ela começou, a voz recuperando a firmeza, mas mantendo aquele tom aveludado de sedução. — Quando a minha amiga me contou sobre a vida dela e os filhos, eu achei que fosse loucura. Mas depois de te olhar hoje... de sentir você me tocando... percebi que a loucura é tentar ignorar o que o corpo grita.

Eu me aproximei, envolvendo a cintura dela com meus braços molhados, colando meu peito ao dela. O cheiro do sabonete misturado ao aroma natural de sua pele era inebriante.

— É um sentimento de berço, não é? — perguntei, quase em um sussurro, lembrando-me daquela pergunta que ecoava na minha mente há anos. — O desejo de pertencer a você de todas as formas possíveis.

Ela soltou um suspiro longo e fechou os olhos, inclinando a cabeça para que eu beijasse a curva de seu pescoço.

— Talvez seja. Talvez a gente tenha sido feito para esse tipo de entrega. — Ela abriu os olhos e me encarou, um brilho de cumplicidade e luxúria ainda aceso. — Mas não quero que isso seja apenas um momento de fraqueza. Quero que seja nosso segredo mais sujo e mais prazeroso. Quero acordar e saber que você é meu, não só no papel, mas na pele, no suor, em cada gemido.

O desejo voltou a subir como uma onda violenta. A ideia de um relacionamento clandestino, de fingirmos normalidade diante do mundo enquanto, entre quatro paredes, nos devorávamos com a fome de quem estava proibido de comer, era excitante demais.

— Então vamos estabelecer as regras — eu disse, sentindo meu membro pulsar novamente, exigindo espaço.

Ela sorriu, aquele sorriso que prometia perversões e carícias infinitas, e me puxou para fora do banho, deixando a água correr para lavar a evidência do nosso primeiro encontro.

— A única regra — ela sussurrou, mordendo meu lóbulo da orelha enquanto caminhávamos para o quarto — é que você nunca vai estar satisfeito. E eu... eu vou adorar te dar tudo o que você deseja.

Naquela noite, o quarto não foi apenas um lugar de descanso, mas o cenário de um banquete proibido, onde cada centímetro de pele era explorado e cada tabu era derrubado por estocadas de pura paixão.

Foto 1 do Conto erotico: O Desejo de Pertencer á Minha Mãe de todas as formas possíveis.

Foto 2 do Conto erotico: O Desejo de Pertencer á Minha Mãe de todas as formas possíveis.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Desejo de Pertencer á Minha Mãe de todas as formas possíveis.

Codigo do conto:
274861

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/10/2026

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