O Banquete da Velha:Transei com minha Avó de 65 anos
— Marcos, você está querendo tomar banho comigo? É isso que eu entendi? Meu Deus, menino! Se alguém descobre isso, sua mãe me mata e você vai parar na rua.
O coração do Marcos batia na gargelha, quase saindo pela boca. Ele estava ali, do lado de fora do box de acrílico, sentindo o vapor quente do banho da avó preencher o banheiro. A voz dela era um misto de choque e uma curiosidade que ele nunca tinha ouvido antes.
— Não conta pra ninguém, vó... Por favor. A senhora não contaria, né?
— Eu não contaria, mas é errado! — Ela disse, embora a voz não tivesse a firmeza de quem realmente quer proibir. — Eu sou sua avó, Marcos. Você me respeita... e eu sou velha demais pra isso, não tenho mais nada de atraente.
— A senhora não é velha assim, vó. Eu acho a senhora linda...
Houve um silêncio pesado, carregado de eletricidade. Então, a voz dela mudou, ficando mais baixa, quase um sussurro cúmplice:
— Tudo bem. Entre. Mas prometa: nem palavra sobre isso para ninguém.
Marcos não hesitou. Tirou a roupa num flash e entrou no box. Quando viu a avó de frente, o choque de realidade foi o combustível para o seu pau explodir em rigidez. Ela era farta; os seios eram grandes e caídos, marcados pelo tempo, mas imensamente convidativos. A barriga era macia, e lá embaixo, os pelos molhados escondiam a buceta que ele tanto imaginou cheirar naquela calcinha meses atrás.
A avó não conseguia desviar os olhos do pau dele, que agora apontava como uma lança para o peito dela.
— Meu Deus, Marcos... que negócio é esse? — Ela sussurrou, com os olhos brilhando. — Controle isso, menino.
— Não consigo, vó. Olhando pra senhora, ele não obedece.
— É por minha causa? — Ela perguntou, com um sorriso malicioso surgindo nos lábios. — Você acha que esse corpo velho ainda atrai?
— A senhora não sabe o que tem... esse seu bumbum...
Ela deu uma risadinha, girou o corpo e mostrou a bunda imensa, firme apesar da idade, preenchendo o espaço do box.
— Olha aqui, Marcos. Olha esse rabo de velha. Você gosta disso, é?
— Eu amo isso, vó! Que bundão gostoso!
A avó, então, tomou a iniciativa. Pegou o sabonete, as mãos calejadas mas gentis, e começou a massagear o pau dele.
— Deixa que a vovó te ajuda a relaxar... — Ela disse, a voz agora rouca de desejo. — Que pau gostoso você tem, meu neto. Tão duro, tão quente...
Ela começou a punhetar com força, os olhos fixos nos dele. Marcos soltou um gemido alto, sentindo o aperto da mão dela. O desejo acumulado por meses transbordou. Ele a puxou, a colocou de quatro na beira da pia do banheiro, e sem aviso, enterrou o pau naquela buceta quente e úmida.
— Aaaah! Meu Deus, Marcos! — Ela gritou, a voz ecoando nas paredes do banheiro. — Que isso! Que pressão!
— Você é gostosa demais, vó! Que buceta apertada! — Marcos gritava, socando com força, sentindo o corpo dela chacoalhar a cada estocada.
— Ai! Ai! Assim você vai gozar dentro de mim! — Ela gemia, as mãos apertando a pia. — Eu não posso engravidar, seu maluco! Tira daqui e vai para o outro lugar!
Marcos, em um reflexo de luxúria, deslizou o pau da frente para trás. O cu da avó, apertadinho e quente, tragou a glande e logo todo o comprimento.
— Puta que pariu! — Marcos exclamou. — Que cu apertado, vó!
— Mete, meu neto! Mete com força nesse cu de velha! — Ela gritava, quase em êxtase. — Goza tudo aqui dentro! Alivia tudo nesse rabo!
Marcos não aguentou e com estocadas brutas e frenéticas, ele sentia a pressão do esfíncter dela abraçando seu membro com uma força que ele nunca experimentara. O som da carne batendo contra a carne ecoava no banheiro, misturando-se ao barulho da água que ainda escorria do chuveiro, criando uma sinfonia de luxúria e pecado.
— Isso! Assim! — ela gritava, a voz embargada, a cabeça pendendo para baixo enquanto sentia o pau do neto socando as profundezas do seu reto. — Destrói esse rabo, Marcos! Destrói tudo!
Marcos estava cego. O cheiro do sabonete misturado ao odor natural e acre do sexo excitava seus sentidos ao limite. Ele segurou a cintura dela com força, as unhas cravando na pele macia da barriga, e começou a bombear com tudo o que tinha. Cada estocada era um choque elétrico que percorria sua espinha. Ele sentia que, a qualquer momento, a parede de contenção iria romper.
— Vou gozar... vou gozar agora, vó! — ele rugiu, a voz rouca.
— Goza! Goza tudo no meu cu! Preenche esse buraco, seu animal! — ela implorou, arqueando as costas, oferecendo-se completamente ao prazer proibido.
No ápice do orgasmo, Marcos deu uma última estocada profunda, quase tocando o ventre dela por dentro, e disparou jatos violentos de sêmen quente dentro do canal apertado. Ele gemeu alto, sentindo cada pulsação do seu pau despejando a carga acumulada de meses de desejo reprimido. A avó soltou um grito agudo, sentindo o líquido quente inundar seu interior, e começou a contrair o músculo do ânus, apertando o membro dele em espasmos que prolongaram o prazer de ambos.
Por alguns segundos, o mundo parou. Apenas a respiração ofegante e o vapor do banheiro preenchiam o silêncio. Matheus não tirou o pau imediatamente; ele ficou ali, sentindo a pulsação do corpo dela, a entrega total de quem havia acabado de romper a maior das barreiras sociais.
Lentamente, ele retirou o membro, que saiu com um som úmido e suculento. A avó se levantou devagar, sentindo o sêmen escorrer por suas coxas, e olhou para o neto com um olhar que não era mais de "avó", mas de uma mulher que havia sido despertada.
— Você não tem noção do quanto eu desejava que você fizesse isso... — ela sussurrou, limpando um fio de saliva do canto da boca, com um sorriso diabólico nos lábios.
A tensão no banheiro era quase palpável, um ar pesado de segredo e luxúria que parecia ter mudado a química do ambiente. A avó, agora com o olhar transformado, não tinha mais a postura curvada de quem apenas cuida dos netos; ela emanava uma sensualidade madura, consciente do poder que aquele ato proibido exercia sobre o jovem.
Marcos, ainda recuperando o fôlego, sentia o corpo vibrar. A sensação de ter dominado aquela mulher, de ter preenchido aquele espaço tão apertado e quente, trouxe-lhe uma confiança animalesca. Ele a observou enquanto ela se limpava com calma, sem pressa, saboreando cada segundo daquele silêncio cúmplice.
— Você é um perigoso, Marcos... — ela disse, a voz agora um ronronar baixo. — Um perigo para a nossa família, mas um prazer imenso para mim.
Ela se aproximou dele, o corpo ainda úmido do banho, e deslizou as mãos pelos ombros do neto, descendo lentamente até que seus dedos tocassem a base do pau dele, que ainda não havia relaxado completamente. Ela deu uma risada curta, quase incrédula com a rigidez do membro.
— Olhe para isso. Nem gozou tudo e já quer mais? Você é insaciável, menino.
— Como não querer mais, vó? A senhora é a coisa mais deliciosa que eu já provei. Aquela buceta... e o cu... eu nunca senti nada assim.
Ela soltou um gemido baixo ao ouvir as palavras crus, e sem aviso, ajoelhou-se no chão molhado do banheiro. A imagem era poderosa: a matriarca da família, submissa ao desejo do neto. Ela abriu a boca, lambendo os lábios com uma fome voraz, e envolveu o membro dele com total expertise.
Marcos fechou os olhos, sentindo a língua dela explorar cada centímetro, limpando os resquícios do sêmen e adicionando a própria saliva para lubrificar o caminho. Ela não tinha pressa; cada sucção era profunda, deliberada, feita para extrair até a última gota de prazer. Matheus sentiu a cabeça girar, a sensação de ter a avó ali, servindo-o com tanta dedicação, era viciante.
— Isso... assim mesmo, vó... — ele sussurrou, enterrando os dedos nos cabelos grisalhos dela, guiando o ritmo.
Ela parou por um momento, olhou para cima com os olhos semicerrados e disse, com a boca ainda úmida:
— Eu vou fazer isso sempre que você quiser. Só não esqueça: enquanto estivermos trancados aqui, eu não sou sua avó. Eu sou a sua vadia.
Essa frase foi o gatilho final. Marcos a puxou violentamente para cima, jogou-a contra a parede de azulejos e a possuiu novamente, com uma força renovada, sabendo que aquele era apenas o começo de um vício do qual nenhum dos dois pretendia se libertar.




